A semana passada fechou com Ibovespa 1,25%, mas a leitura de superfície engana.
O índice subiu sustentado por institucional doméstico e PF, enquanto o gringo seguiu vendendo (−R$ 8,8 bi em 30 dias, 16 de 17 pregões no negativo).
IPCA de maio veio acima do esperado, com a inflação em 12 meses furando o teto da meta — o que manteve a curva de juros travada lá em cima.
No exterior, o que mexeu o ponteiro foi a expectativa de acordo EUA-Irã, derrubando o Brent ~4,5% e aliviando o VIX.
Ou seja: entramos nesta semana com inflação resistente, juro alto e estrangeiro de saída. E é exatamente nesse pano de fundo que cai a Super Quarta (17/06): FOMC COPOM no mesmo dia.
O que observar:
→ FOMC com dot plot e projeções (juros EUA em 3,75%)
→ COPOM — Selic em 14,50%, foco no tom do comunicado
→ Varejo BR, IBC-Br e Varejo EUA na fila
O grande movimento direcional nasce no after da quarta. Até lá, mercado defensivo.
Fluxo do gringo segue como fiel da balança.
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tradehunter.com.br
Não é recomendação de investimento.
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