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O Rafa é da Ferrari, nem assim o Hamilton moveu um dedo pra digitar um "parabéns" quando foi campeão da F3. Gostam de exaltar a ligação do Lewis com o Brasil e dizer que é brasileiro, poderia fazer como faz com a militância e fingir q se importa com a chegada de brasileiros na F1
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Replying to @Anasla421
Mas eu tava falando mais da Lore principal mesmo kkkk essa do Danariel e´uma das poucas lores pessoais que se moveu hoje.
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O MBL moveu o processo contra a Google tbm Tá eles e o Travecando Moura no polo passivo
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Replying to @peppipets
Leo Dias foi testemunha da Klara Castanho no processo q ela moveu contra Antonia Fontenelle. Isso já diz o bastante sobre este caso.
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Replying to @NestorCavalcan4
E oq o @mpdemt está fazendo, que não moveu uma ação pra apurar o que causou esse rombo?
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Por que a Pilar não é investigada assim como a Adriana? Já que temos tantas situações envolvendo a mesma, por que ela segue “ilesa”? Ademir moveu pauzinhos e fez com q n passa-se pra ser investigada? #QUEMAMACUIDA
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#QuemAmaCuida "Como a senhora explica a ação de interdição que moveu contra seu irmão? isso não me parece atitude de dois irmãos que viviam em harmonia". Pilar:
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Gabi retweeted
eles sendo extremamente burros não é possível e o pedro uma anta como advogado também que não moveu pra colocar ela como suspeita e só pensou na dina #QuemAmaCuida
juro mano esse furo dela não ter sido tratada como SUSPEITA me irrita muitíssimo
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Qualquer testemunha podia desmentir a Pilar facilmente, só o processo que ela moveu contra ele já bastava #QuemAmaCuida
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Gente não faz sentido acreditar na Pilar, ela moveu céu e terra pra pegar o dinheiro do irmão e tá jogando a Adriana na reta pra pegar o dinheiro, tá mais do que na cara #QuemAmaCuida
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Replying to @Somi_AMi
Poucas a vezes que ele analisou o jogo. Moveu duas peças no 0:41.
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Susanna Riera retweeted
Replying to @_constitucion78
Nooo Dels catalans i de les iniciatives privades que han fet donacions!!!! Sempre us moveu amb el dret de conquesta....porteu la violència i l'apropiació al ADN
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kkkkkk tá bom, vcs mais do que ngm sabem q não foi bem isso q rolou aqui fora não, e aliás se eles não tivessem ficado, a amizade sempre foi verdadeira e leal! Quando a sua fav não moveu uma palha pra ajudar no paredão da Jordana, quem deu apoio foi ele, então dobra a língua.
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Joana retweeted
Thelminha ganhou o processo que moveu pelas falas racistas do Rodrigo Branco na época do BBB 🙏🏼 isso carai
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Eu concordo com a premissa do seu post: estamos em guerra, derrotar o projeto petista é a causa máxima, justamente porque é ela que condena a conclusão. O seu erro de raciocínio não está em levar a guerra a sério; está em confundir a guerra com uma única batalha, e a força de hoje com a posição defensável de amanhã. Estratégia não se faz com a fotografia do presente, faz-se com a sustentabilidade do terreno. E é aí que a candidatura de Flávio rui. As pesquisas que o coroam líder do campo medem a fotografia momentânea, não a solidez da trincheira. E o próprio episódio Vorcaro já provou, com dado mensurável, que a trincheira é indefensável. O áudio em que o senador negocia R$ 134 milhões diretamente com Daniel Vorcaro, o autor da maior fraude financeira do país, para bancar o filme sobre o pai não é boato: o próprio Flávio reconheceu a veracidade da gravação, depois de ter negado conhecer Vorcaro. O efeito eleitoral foi imediato: entre o levantamento de 13 de maio, antes do caso vir à tona, e o de 10 de junho, parte do eleitorado de direita migrou para outros nomes, e isso bastou para Lula recuperar a dianteira que havia perdido. Repare na lógica: ainda não há condenação, não há sequer CPI concluída e mesmo assim a vulnerabilidade já moveu o placar. Um candidato cujo flanco move pesquisa antes de qualquer veredito é, por definição, um passivo estratégico. E aqui o ponto levantado é o decisivo: independe de haver crime. A guerra política se trava no plano da percepção, não no do trânsito em julgado. A esquerda não precisa de sentença; precisa de um fio para puxar e Flávio amarrou o nó com as próprias mãos. Pior: o fio que ela puxa é exatamente a arma que sempre foi nossa. O capital que sepultou o PT entre 2014 e 2018 foi a bandeira anticorrupção, o "siga o dinheiro". Um candidato fundido a Vorcaro não perde uma posição; entrega a própria artilharia. A frase que enterrou o petismo passa a apontar para a direita e não por acaso é com ela, "siga o dinheiro", que o campo lulista já enquadra o caso. Quem escolhe esse nome não perde uma batalha: rende, para todas as batalhas futuras, o seu melhor canhão. Some-se a isso a contaminação pelo centrão, que é o segundo flanco aberto. A força do fenômeno de 2018 foi a postura antissistêmica: o diferencial que mobilizava o antipetista era não ser a velha política. Flávio dissolve esse diferencial a cada gesto: a PEC do fim da reeleição apresentada explicitamente como aceno a Tarcísio e ao centrão, o apoio à PEC da Blindagem, para proteger parlamentares sob investigação, da qual fugiu da votação ao ver que perderia, e a ficha de acomodações fisiológicas que se lhe atribui. Cada um desses movimentos converte o sobrenome insurgente em "mais do mesmo", e "mais do mesmo" é precisamente o que desmobiliza a base que precisa estar incandescente para vencer Lula. O telhado de vidro completa o quadro: rachadinha na Alerj, a loja de chocolates, a mansão paga em dinheiro vivo — munição estocada, à espera do segundo turno. Note que os próprios números desmentem o "só o Flávio vence". 43% acham que um candidato de oposição fora da família teria mais chance de derrotar Lula, contra apenas 34% que apostam num Bolsonaro; e 46% temem mais a volta da família ao poder do que a continuidade de Lula. A tese da "única opção viável" não é a aposta mais forte, é a mais frágil, lida nos dados. Por isso a causa máxima: tornar improvável o retorno do PT por uma geração, exige um nome não contaminado pela política atual, e sobretudo pelo centrão: alguém capaz de empunhar a bandeira anticorrupção sem que ela exploda na própria mão. E aqui devolvo a arte da guerra que você invocou. O post diz "na guerra vale tudo". Sun Tzu ensina o oposto: a guerra é o terreno da vida e da morte, o caminho da sobrevivência ou da ruína, a ser estudado com o máximo cuidado, "vale tudo" é a língua do desespero, não da estratégia. Ele ensina ainda que o exército vitorioso vence primeiro e só então trava o combate, ao passo que o derrotado trava o combate primeiro e depois procura a vitória. Cerrar fileiras atrás de um candidato já contaminado é ir à batalha antes de ter vencido. E ensina, por fim, a conhecer o inimigo e a si mesmo e conhecer-se é enxergar o próprio telhado de vidro, que o círculo de Flávio finge não ver. Flávio pode vencer uma batalha, talvez até outubro, num cenário favorável. Mas gastará o capital moral do campo, neutralizará a bandeira anticorrupção, soldará a direita ao centrão e presenteará a esquerda com a narrativa pronta para 2030 e o ciclo seguinte. É o Austerlitz que abre a estrada da Beresina: a vitória que prepara a debandada. O objetivo supremo não é vencer Lula em outubro; é tornar o retorno do petismo e da esquerda improvável por uma geração. Um nome que ganha a batalha hipotecando esse objetivo não serve à guerra, perde-a devagar. A direita que quer continuar existindo não precisa do nome que lidera as pesquisas do seu próprio campo hoje; precisa do nome que o inimigo não conseguirá usar contra ela amanhã.
Eu só acho que a direita não tem o direito, neste ano, de querer enfrentar a própria direita. Se, em 2030, a direita quiser se enfrentar, aí é outro assunto. Mas, neste ano, a direita é obrigada a vencer o Lula! E o único candidato capaz, pelo que se vê dos números, de vencer o Lula é o Flávio. Por isso, toda a direita deveria se unir em torno da campanha do Flávio. Todos os que se dizem de direita ou de centro-direita deveriam apoiar o líder das pesquisas nesse campo, que é Flávio Bolsonaro. Se, em 2030, quiserem enfrentar Flávio Bolsonaro em uma eventual reeleição, aí é outro assunto. Mas, para que um dia se vislumbre uma disputa de direita contra direita, primeiro precisamos vencer o PT neste ano. É a arte da guerra. Nós estamos em guerra. E, em uma guerra, é preciso utilizar a melhor estratégia. É por isso, também, que tenho defendido a candidatura de Flávio Bolsonaro. Na minha visão, ele é o único nome da direita capaz de vencer o Lula. Na guerra vale tudo pra vencer o inimigo! Lula é o imoral que deve ser expurgado do Brasil! Não existe nada mais importante do que derrotar o PT. Portanto, se a direita quer continuar existindo, primeiro precisamos vencer o PT neste ano. É simples assim!
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Replying to @JeffreyChiquini
Eu concordo com a premissa do seu post: estamos em guerra, derrotar o projeto petista é a causa máxima, justamente porque é ela que condena a conclusão. O seu erro de raciocínio não está em levar a guerra a sério; está em confundir a guerra com uma única batalha, e a força de hoje com a posição defensável de amanhã. Estratégia não se faz com a fotografia do presente, faz-se com a sustentabilidade do terreno. E é aí que a candidatura de Flávio rui. As pesquisas que o coroam líder do campo medem a fotografia momentânea, não a solidez da trincheira. E o próprio episódio Vorcaro já provou, com dado mensurável, que a trincheira é indefensável. O áudio em que o senador negocia R$ 134 milhões diretamente com Daniel Vorcaro, o autor da maior fraude financeira do país, para bancar o filme sobre o pai não é boato: o próprio Flávio reconheceu a veracidade da gravação, depois de ter negado conhecer Vorcaro. O efeito eleitoral foi imediato: entre o levantamento de 13 de maio, antes do caso vir à tona, e o de 10 de junho, parte do eleitorado de direita migrou para outros nomes, e isso bastou para Lula recuperar a dianteira que havia perdido. Repare na lógica: ainda não há condenação, não há sequer CPI concluída e mesmo assim a vulnerabilidade já moveu o placar. Um candidato cujo flanco move pesquisa antes de qualquer veredito é, por definição, um passivo estratégico. E aqui o ponto levantado é o decisivo: independe de haver crime. A guerra política se trava no plano da percepção, não no do trânsito em julgado. A esquerda não precisa de sentença; precisa de um fio para puxar e Flávio amarrou o nó com as próprias mãos. Pior: o fio que ela puxa é exatamente a arma que sempre foi nossa. O capital que sepultou o PT entre 2014 e 2018 foi a bandeira anticorrupção, o "siga o dinheiro". Um candidato fundido a Vorcaro não perde uma posição; entrega a própria artilharia. A frase que enterrou o petismo passa a apontar para a direita e não por acaso é com ela, "siga o dinheiro", que o campo lulista já enquadra o caso. Quem escolhe esse nome não perde uma batalha: rende, para todas as batalhas futuras, o seu melhor canhão. Some-se a isso a contaminação pelo centrão, que é o segundo flanco aberto. A força do fenômeno de 2018 foi a postura antissistêmica: o diferencial que mobilizava o antipetista era não ser a velha política. Flávio dissolve esse diferencial a cada gesto: a PEC do fim da reeleição apresentada explicitamente como aceno a Tarcísio e ao centrão, o apoio à PEC da Blindagem, para proteger parlamentares sob investigação, da qual fugiu da votação ao ver que perderia, e a ficha de acomodações fisiológicas que se lhe atribui. Cada um desses movimentos converte o sobrenome insurgente em "mais do mesmo", e "mais do mesmo" é precisamente o que desmobiliza a base que precisa estar incandescente para vencer Lula. O telhado de vidro completa o quadro: rachadinha na Alerj, a loja de chocolates, a mansão paga em dinheiro vivo — munição estocada, à espera do segundo turno. Note que os próprios números desmentem o "só o Flávio vence". 43% acham que um candidato de oposição fora da família teria mais chance de derrotar Lula, contra apenas 34% que apostam num Bolsonaro; e 46% temem mais a volta da família ao poder do que a continuidade de Lula. A tese da "única opção viável" não é a aposta mais forte, é a mais frágil, lida nos dados. Por isso a causa máxima: tornar improvável o retorno do PT por uma geração, exige um nome não contaminado pela política atual, e sobretudo pelo centrão: alguém capaz de empunhar a bandeira anticorrupção sem que ela exploda na própria mão. E aqui devolvo a arte da guerra que você invocou. O post diz "na guerra vale tudo". Sun Tzu ensina o oposto: a guerra é o terreno da vida e da morte, o caminho da sobrevivência ou da ruína, a ser estudado com o máximo cuidado, "vale tudo" é a língua do desespero, não da estratégia. Ele ensina ainda que o exército vitorioso vence primeiro e só então trava o combate, ao passo que o derrotado trava o combate primeiro e depois procura a vitória. Cerrar fileiras atrás de um candidato já contaminado é ir à batalha antes de ter vencido. E ensina, por fim, a conhecer o inimigo e a si mesmo e conhecer-se é enxergar o próprio telhado de vidro, que o círculo de Flávio finge não ver. Flávio pode vencer uma batalha, talvez até outubro, num cenário favorável. Mas gastará o capital moral do campo, neutralizará a bandeira anticorrupção, soldará a direita ao centrão e presenteará a esquerda com a narrativa pronta para 2030 e o ciclo seguinte. É o Austerlitz que abre a estrada da Beresina: a vitória que prepara a debandada. O objetivo supremo não é vencer Lula em outubro; é tornar o retorno do petismo e da esquerda improvável por uma geração. Um nome que ganha a batalha hipotecando esse objetivo não serve à guerra, perde-a devagar. A direita que quer continuar existindo não precisa do nome que lidera as pesquisas do seu próprio campo hoje; precisa do nome que o inimigo não conseguirá usar contra ela amanhã.
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RECAP DO DIA | Ormuz alivia petróleo, Fed limita FECHAMENTO O dia virou com o acordo sobre Ormuz. O petróleo tocou a mínima desde março, o Nasdaq 100 saltou 3,1% e o mercado reduziu o prêmio de um choque imediato em energia. O alívio, porém, não resolveu a parte mais dura do mapa de risco. As manchetes sobre Fed mantiveram juros no centro da discussão, enquanto Brasil fechou com dólar a R$ 5,06, Ibovespa em queda e juro real ainda pressionado. O QUE MOVEU O DIA A sessão foi guiada pela queda do risco em energia. Às 16:43 BRT, a FirstSquawk registrou petróleo na mínima desde março após acordo sobre Ormuz. Pouco depois, às 17:11 BRT, veio a leitura de que energia mais baixa reduzia o temor com juros e impulsionava techs. Esse encadeamento explicou o salto de 3,1% do Nasdaq 100 às 17:13 BRT. Menos pressão no petróleo reduz a ansiedade inflacionária e dá fôlego a ações de crescimento, sobretudo tecnologia. Mas o alívio teve limite. A Bloomberg trouxe Falconio dizendo que o corte de juros do Fed deve ficar para mais adiante, e a PGIM passou a ver três altas do Fed neste ano. MACRO E MERCADOS Nos EUA, havia divulgação da produção industrial e da utilização da capacidade às 10:15 BRT, pelo relatório G.17 do Federal Reserve. O contexto disponível não trouxe o resultado, então o fechamento ficou concentrado em Ormuz, petróleo, Fed e apetite por risco. Em juros, a mensagem foi mista. Energia mais barata ajuda a aliviar inflação esperada, mas as falas sobre Fed impediram uma leitura totalmente favorável para risco. No Brasil, o InfoMoney destacou Tesouro IPCA com o maior juro da década, sinal de prêmio real elevado. No câmbio local, o InfoMoney registrou dólar em alta de 0,11%, a R$ 5,06. BRASIL E CRIPTO No Brasil, o dado mais relevante para preço veio do mercado, não da agenda oficial. Dólar levemente mais alto, Ibovespa em queda e Tesouro IPCA com o maior juro da década deram o tom local. A balança comercial também apareceu, com superávit de US$ 1,474 bilhão reportado pelo InfoMoney. Sem detalhes adicionais no contexto, o número entra como pano de fundo, não como motor da sessão. Em cripto, não houve notícia direcional comparável ao movimento de petróleo ou Nasdaq. O recorte trouxe nomes do setor, mas sem variações ou eventos específicos. A leitura fica em acompanhamento. AMANHA A terça-feira começa com o primeiro dia da reunião do FOMC, marcado para 00:00 BRT. O foco fica na precificação antes da decisão, depois de um fechamento dividido entre energia mais baixa e Fed ainda duro. Às 09:30 BRT, sai New Residential Construction nos EUA, com licenças de construção, início de obras e conclusões de maio de 2026. O dado conversa com atividade, crédito e juros. No Brasil, o IBGE divulga às 12:00 BRT a Pesquisa Mensal de Comércio e as pesquisas trimestrais de abate de animais, leite, couro e ovos. Às 13:00 BRT, saem Recortes Metropolitanos e Aglomerações Urbanas. LEITURA AELLO O dia confirmou que o mercado ainda responde rápido quando o risco de energia cai. A alta do Nasdaq 100 veio de uma melhora concreta no petróleo, não de uma mudança estrutural no Fed. A assimetria para amanhã está nesse ponto. Se o petróleo seguir cedendo, o alívio em risco pode continuar. Se a narrativa de juros voltar a dominar, o movimento de hoje fica mais parecido com correção de prêmio geopolítico do que com virada de ciclo. No Brasil, dólar a R$ 5,06, Ibovespa fraco e juro real elevado pedem mais cautela do que a manchete de Ormuz sugere.
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