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Replying to @MedicoLiberdade
Tem procurador focado em multar "big techs" aceitando todo tipo de denúncia dos amigos ativistas (idec, cdr, internetLab, netlab, artigo 19 etc)
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Gopinath retweeted
Getting Started with Netlab - Network Labs Made Easy | Ep. 103 x.com/i/broadcasts/1rGmqqbkz…
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🔥 Com vam viure el #NETLAB? Per a joves que volen passar de treballar soles a col·laborar: – Xerrades amb #Descaroproject i #SudorAgency – Speed networking real – Taules de treball amb reptes compartits 🔜 Estigueu atentes i atents a pròximes activitats. @barcelonactiva
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Netlab tidak begitu
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May 29
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Replying to @flaviogordon
INTERCEPT é uma agência de propaganda e contra inteligência do Soros, Soros é narcotraficante internacional. Ele usa Ong's, think tanks como NETLAB, art19, Data Privacy Brasil, Instituto Igarapé,Sou da Paz e etc para implantação dessa agenda dos infernos.
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Replying to @PortalMigalhas
redpill, logo feminicídio É o padrão de pesquisa NetLab ou a investigação criativa da corporação? Depois da "a desinformação corrói a democracia", agora vem o "discurso redpill mata". O estado e a verdade são o mesmo?
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May 10
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Print 1 - A agenciada Mynd que trabalha no Dia TV Prints 2, 3 e 4: PDF extraído do relatório do estudo científico da NetLab sobre "desinformação durante as eleições".
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Globo adere campanha de perseguição política disfarçada de luta racial A Globo está veiculando no intervalo de #TresGraças (o mais caro da TV)um comercial do Instituto Desvelando Oris, fundado em 2022 (exatamente em ano de eleição) por Juliana Souza, advogada especialista em injúria racial e ativista pró "enegrecimento da justiça". A ONG ganhou visibilidade liderando ações judiciais, como o caso contra a socialite Day McCarthy, que fez ataques racista à filha de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbankn. É claro que a socielite em questão tem histórico de apoio a Bolsonaro e Trump. O site oficial da Desvelando informa que até 2025 eles já haviam "impactado" mais de 35 mil pessoas. E agora, em pleno ano eleitoral, eles voltam com tudo e lançam a campanha "O Impossível é Provisório", falando de racismo e desigualdade de gênero, com direito a filme👇, camisetas e plataforma digital. Uma das embaixadoras escolhidas é Luísa Sonza que (vejam só !)já foi acusada e processada por racismo. Sugestão sincera à ONG: olhem com carinho pela Jojo Todynho. Como lembrou Camila(@contrapontopop), ela está passando por um processo de desumanização coletiva. E não só isso: JoJo é ridicularizada e violentada diariamente por perfis de fofoca, influencers de uma agência nebulosa (a mesma que cuida da imagem de Sonza) e um veículo chamado Dia TV. Inclusive, uma participante dessa emissora ameaçou publicamente na semana passada: "essa baranga é toda costurada, eu dou uma surra nela e ela vira um monte de pedaço de retalho no chão". A real é que isso tem cheiro de ativismo eleitoral disfarçado. Em 2022, muitas dessas ONGs/laboratórios foram usados exclusivamente para perseguir nomes da direita, como um laboratório NetLab da UFRJ especializado em encontrar fake news da direita apenas e enviar ao TSE. Um dos estudos científicos carimbou como fake news uma postagem de Carla Zambelli (comentários)que dizia que negros e indígenas também apoiam Bolsonaro. Foram mais de 130 mil em multas do TSE. É mole?
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Apr 29
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Organizações globalistas financiam a censura e a perseguição política no Brasil, mascaradas de "promoção de direitos humanos" Existe uma engrenagem montada para criminalizar a direita brasileira. Ela é financiada do exterior, terceirizada para ONGs locais e legitimada pelas instituições do Estado. E acaba de ganhar mais um capítulo: o Edital Direitos Digitais 2026 do Fundo Brasil de Direitos Humanos. São R$ 2 milhões para 20 organizações brasileiras, com inscrições até 19 de maio de 2026, divididos entre "fortalecimento institucional" e "litigância e incidência estratégica" fundobrasil sobre regulação das plataformas digitais. A pergunta que todo brasileiro deveria fazer é simples: quem decidiu, fora do Brasil, que esses milhões viriam parar aqui? E para fazer o quê? O dinheiro entra pela porta da frente O Fundo Brasil é, na sua sustentação financeira, uma operação estrangeira. Foi constituído em 2006 com endowment de US$ 3 milhões da Ford Foundation Gife. Mantém parcerias permanentes com a Open Society Foundations, fundação do bilionário George Soros, e com a Laudes Foundation, controlada pela família Brenninkmeijer (donos da C&A). Em 2022, as três fundações se uniram para aportar US$ 8,5 milhões em um único fundo brasileiro Ford Foundation. Vale lembrar: relatório da organização feminista MATRIA, divulgado pelo Metrópoles em janeiro deste ano, identificou que o Fundo Brasil recebeu US$ 3,1 milhões da Ford Foundation apenas entre 2017 e 2023 Metrópoles. O dinheiro circula. Entra nas fundações brasileiras intermediárias e é redistribuído para uma rede capilarizada de ONGs domésticas. Estas, por sua vez, executam o trabalho político local: relatórios, ações judiciais, audiências, denúncias, listas. A "sociedade civil" parece espontânea. Não é. É TERCEIRIZADA. Como o dinheiro vira perseguição: o caso NetLab Veja como funciona, na prática. O NetLab da UFRJ, dirigido pela professora Rose Marie Santini, é um dos principais "centros de pesquisa sobre desinformação" do país. Recebeu, ao longo dos últimos anos, financiamento de Ford Foundation, Open Society, OAK Foundation, Galo da Manhã, Greenpeace, Climate and Land Use Alliance, Serrapilheira, além do próprio governo federal, totalizando cerca de R$ 7,5 milhões. Apenas do governo Lula, via Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça, foram quase R$ 2 milhões para o "Observatório da Indústria da Desinformação" O que o NetLab faz com esse dinheiro? Produz relatórios. E os relatórios miram quem? Em 2024, por exemplo, durante as enchentes do Rio Grande do Sul, o NetLab divulgou estudo apontando "negacionismo e conspiracionismo climático" em canais do YouTube. A lista incluía nomes da direita, e até o jornal Gazeta do Povo. Na prática, o relatório parecia feito sob encomenda para lastrear o pedido de investigação que o Palácio do Planalto fez à Polícia Federal contra os críticos da atuação do governo na tragédia. Ou seja: o relatório financiado pela Ford e pela Open Society serviu de munição para o Estado brasileiro investigar comunicadores de direita. E não é caso isolado. As pesquisas do NetLab vêm sendo citadas em decisões de Moraes no Supremo. Foram base para multas da Senacon contra a Meta. Em agosto de 2025, dias após o NetLab lançar um livro defendendo a regulação contundente das redes, Lula anunciou que o governo retomaria o projeto de regulamentação. A própria fundadora do laboratório foi explícita à Agência Brasil: o objetivo é "juntar evidências de maneira sistemática e com rigor acadêmico e científico para auxiliar o Ministério da Justiça a avançar em ações e políticas públicas". Em português claro: o relatório financiado por Soros e Ford serve de "evidência científica" para o Supremo perseguir, para o Ministério da Justiça multar e para o governo legislar. A engenharia das listas negras Há ainda os braços de execução direta. O Sleeping Giants Brasil, criado em maio de 2020, opera há quase seis anos uma campanha sistemática de desmonetização de canais e veículos de direita. A organização reivindica ter retirado R$ 44,4 milhões do que chama de "indústria da desinformação", definição que, na prática, abarca todos os comunicadores que escapam do controle ideológico do regime. A lista de alvos confessos pelo próprio Sleeping Giants inclui Jornal da Cidade Online, Conexão Política, Brasil Sem Medo, Olavo de Carvalho, Sara Giromini, Os 300 do Brasil, Terça Livre e Sikêra Jr No caso do site de Olavo, a estratégia foi cobrar diretamente a Hotmart, que terminou descontinuando o oferecimento de sua tecnologia ao portal - um modelo de assinatura que, segundo o próprio movimento, rendia cerca de R$ 236 mil por mês. E aqui o ponto importante: NetLab e Sleeping Giants Brasil não são entidades isoladas. Em 2020, a líder do NetLab manifestou apoio público às campanhas do Sleeping Giants Brasil, e o laboratório produziu pesquisas defendendo a organização. O ecossistema é interconectado. Pondo tudo junto, eis a engrenagem: Primeiro, fundações globalistas - Ford, Open Society, Laudes, OAK - financiam as ONGs diretamente, ou através de fundações intermediárias brasileiras, como o Fundo Brasil. Segundo, estas distribuem dinheiro para uma rede de ONGs e laboratórios universitários: NetLab UFRJ, Sleeping Giants Brasil, Coalizão Direitos na Rede, Artigo 19, e dezenas de outras. Terceiro, essas organizações produzem relatórios que classificam comunicadores e veículos de direita como "promotores de fake news", "discurso de ódio", "negacionismo", "antidemocráticos", "conspiracionistas". Quarto, os relatórios viram base para ações do Estado brasileiro: multas da Senacon, investigações da Polícia Federal, decisões do Supremo, instauração de CPIs, denúncias do Ministério Público, pedidos de quebra de sigilo, bloqueio de contas, suspensão de canais e bloqueio de monetização. Quinto, a militância de redação reproduz os relatórios como "estudos científicos independentes", legitimando o ciclo na opinião pública e calibrando a agenda política do dia seguinte. Não é teoria. É a operação concreta que está rodando há mais de cinco anos no Brasil. E que o Edital Direitos Digitais 2026 pretende escalar com mais R$ 2 milhões em dinheiro estrangeiro. Chame as coisas pelo seu nome Quando um governo estrangeiro financia atividades para influenciar o sistema político de outro país, isso tem nome: ingerência. Quando bilionários estrangeiros financiam atividades para influenciar o sistema político de outro país, o nome é o mesmo. A diferença, no caso brasileiro, é que a INGERÊNCIA é bem-vinda pelo regime. O Supremo cita os relatórios. O Ministério da Justiça multa com base neles. A Polícia Federal investiga a partir deles. O governo Lula ajuda a bancar a conta. E a militância de redação aplaude. Neste caso, ninguém fala em defesa da "soberania" brasileira, não é mesmo? Já não estamos no terreno da filantropia. Estamos no terreno do financiamento estrangeiro da perseguição política contra, pelo menos, metade do Brasil. O brasileiro precisa entender quem está pagando para que a sua liberdade de expressão seja restringida. E precisa entender, principalmente, que o pagamento vem de fora.
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Coluna 'Constituição, Empresa e Mercado' | Redes sociais e falta de transparência na gestão de dados Recente relatório do NetLab e do Minderoo Centre mostra o quanto precisamos avançar para a devida accountability jota.info/opiniao-e-analise/…
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Todos temos visto como uma minoria militante instrumentaliza as instituições para impor a sua ideologia woke. A questão da criminalização da misoginia, por exemplo. A NetLab da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com verba do Ministério das Mulheres, cria uma pesquisa sobre o que chama de “machosfera”, que precisaria ser combatida por propagar o discurso que “mata mulheres”. Com isso, surge o instrumento autenticado pela academia para que os militantes dentro do Ministério Público tentem criminalizar condutas, silenciar vozes, perseguir pessoas. A imprensa se apropria da expressão “machosfera” e alimenta a narrativa, formando um ciclo que termina em algum projeto de lei que vem dar suporte a esse movimento metodicamente construído. O texto abaixo é de uma postagem de Colin Wright, cujo perfil está identificado ao final. Explica esse mesmo procedimento nos EUA. É assim que a esquerda age, tanto lá quanto aqui: “Woke não está morto. Ele entrou na fase de lawfare. A esquerda entende que juízes e formuladores de políticas dependem de revistas acadêmicas para determinar o que conta como consenso de especialistas, então está inundando essas revistas com absurdos ideológicos e pseudociência sobre sexo. Esse consenso falso é então usado para remodelar leis e políticas. Embora muitos assumam que a maré virou, o projeto ativista está silenciosamente pré-umidificando o campo de batalha com gasolina em preparação para batalhas legais futuras. Precisamos de mais do que op-eds bem argumentados e postagens virais nas redes sociais. Precisamos de engajamento direto com a pseudociência nas próprias revistas.” Ele publicou artigo sobre o tema no Washington Examiner: Fonte: @SwipeWright
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@malwrhunterteam and @smica83 both independently flagged kernelupdate[.]net. The domain serves a decoy page, but behind it is a Linux rootkit C2 that's been operational for five years. FaceFish — first documented in 2021 by Juniper and Qihoo 360 NETLAB. Still active. C2 on port 443 using Blowfish encryption Diffie-Hellman key exchange. Russian bulletproof hosting. Targets CWP servers for SSH credential theft. Blog: intel.breakglass.tech/post/f… IOCs: github.com/vuln/breakglass-i… h/t @malwrhunterteam @smica83 #FaceFish #Linux #Rootkit #ThreatIntel

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有没有互fo要节点的,不收钱,LA三网4837回程(虽然上游是netlab就是了)。直接给vless链接,要的麻烦私信喵。
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Observem como as redações tentam emplacar a expressão “machosfera”, usada pela turma do NetLab. Estou chamando a atenção: já tem membro do ministério público ligado a grupos de esquerda começando a usar também. É uma tentativa de criminalizar o discurso e pessoas que são críticas de modalidades extremadas de feminismo.
[piauí recomenda] Retrato assustador. O documentário "Por Dentro da Machosfera" mergulha no universo da masculinidade tóxica. Leia: piaui.co/480kvp7
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Esse conteúdo jornalístico foi desenvolvido pela Netlab. Esse é um laboratório de pesquisa da UFRJ. Pesquisem sobre Netlab.
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