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Voltando à exploração inicial dos dados da pesquisa de comunicação política do INCTdd de 2026, o gráfico de hoje mostra a confiança média do brasileiro em diferentes meios de comunicação (e redes digitais) e as médias para os que indicam ter simpatia pelo PL ou pelo PT.
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Dando continuidade à exploração de dados da pesquisa de Consumo de Mídia e Comportamento Político do Brasileiro, de abril de 2026, do INCTdd, o gráfico mostra os percentuais de intensidade de uso de meios de comunicação para informação política.
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O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCTdd) desenvolveu em 2026 uma pesquisa sobre hábitos de consumo de mídia e informação política. Os primeiros resultados começam a sair. Em breve teremos publicação completa. Por aqui, alguns dados iniciais.
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O INCT.DD abre chamada para 2 bolsas de pós-doutorado em Salvador (BA), vinculadas ao laboratório central da @ufba, sob orientação do Prof. Wilson Gomes. 🗓 Inscrições até 3/4/2026 📷 Edital completo e formulário de inscrição em inctdd.org/inscricoes-aberta… #PósDoc2026 #INCTDD
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🧵 O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCTdd) acaba de produzir a segunda pesquisa de um painel com amostra nacional da população adulta. E incluiu uma pergunta sobre a polêmica pública de mudanças no PIX. Vejamos:
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O próximo ponto é verificar o impacto das redes sociais online para o nível informacional sobre o Pix na opinião pública. A pesquisa do INCTdd também coletou dados sobre a intensidade e uso de fontes de informação quando o assunto é político.
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🧵 O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCTdd) acaba de produzir a segunda pesquisa de um painel com amostra nacional da população adulta. E incluiu uma pergunta sobre a polêmica pública de mudanças no PIX. Vejamos:
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Replying to @Ecervi @inctdd
A estimativa exagerada de conhecimento próprio sobre política torna a pessoa disponível para aderir a notícias falsas, negacionismos e teorias da conspiração. É por isso que a era de maior circulação informacional faz ressurgir, com tanta facilidade, comportamentos obscurantistas
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Replying to @Ecervi @inctdd
A partir daí tem-se uma condição de falsa autossuficiência , que dificulta a moderação de posições. O processo de radicalização passa a ser quase natural, que, uma vez iniciado, a tendência é que diferença entre o que se conhece e o que se acredita conhecer, só aumente.
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Replying to @Ecervi @inctdd
Nas redes sociais as pessoas não diversificam a dieta de fontes. Há reforços por filtros e bolhas as empurram para o funil da falácia. Com isso, aprende-se menos do que se acredita ter aprendido. A questão não é acesso à informação, mas a expectativa de conhecimento que ele cria.
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Replying to @Ecervi @inctdd
Ou seja, quanto mais a pessoa se informa em ambientes digitais sobre política, maior a diferença entre o que ela sabe de fato e o que ela acredita saber sobre o tema. E é essa superestimativa de conhecimento que explica a radicalização, não o meio de comunicação em si.
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Replying to @Ecervi @inctdd
O gráfico mostra a associação entre participação de redes sociais online na informação sobre política e diferença entre o que se conhece e o que se acredita conhecer sobre política no Brasil. A relação entre as duas variáveis impressiona. Mais redes digitais, mais superestimativa
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Replying to @Ecervi @inctdd
Também temos a informação sobre como as pessoas se informam sobre política. Consideramos o grau de digitalização das fontes, que varia de muito mais por rede digitais até muito mais por meios analógicos, como rádio, televisão e impressos. Depois, foi só cruzar as duas variáveis.
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Replying to @Ecervi @inctdd
A média do brasileiro para a nota na bateria de perguntas foi 4,2 e a média da nota autodefinida ficou em 5,4, o que indica a presença de alguma superestimação de conhecimento e, portanto, uma possível explicação para o comportamento radical no debate sobre política.
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Replying to @Ecervi @inctdd
Nessa pesquisa há uma bateria de perguntas para medir o conhecimento sobre política e há uma pergunta em que se pede para o respondente dar uma nota a si mesmo, de 1 a 10, para quanto ele conhece sobre política brasileira. O que importa é a diferença entre as duas informações.
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Replying to @Ecervi @inctdd
Existe vasta literatura sobre isso, inclusive com testes empíricos feitos no século XX, bem antes do advento das redes sociais online. Então, para testar na nossa realidade, usei dados do survey com amostra nacional de adultos, aplicado pelo @inct.dd em setembro de 2024.
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Replying to @Ecervi @inctdd
De acordo com esse conceito, tenderá a ser mais radical aquele que apresentar maior diferença entre o que sabe e o que acredita saber. Se a diferença entre expectativa e conhecimento efetivo for pequena, então, há tendência de moderação em posições políticas.
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Replying to @Ecervi @inctdd
A questão central para a radicalização dos comportamentos políticos não está no maior ou menor acesso à informação, mas, na diferença entre o que se sabe efetivamente sobre política e o que se acredita saber. Essa diferença é chamada de "superestimativa" de conhecimento.
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Como as redes sociais online impactam na radicalização do brasileiro quando o assunto é política? Para tentar uma resposta, o 🧵 considera o conceito de superestimativa de conhecimento próprio sobre política para mostrar como ela está associada às redes, com dados do @inctdd.
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Tivemos ontem a presença de Ricardo Fabrino Mendonça (@MendoncaRF) na palestra de abertura do sétimo Congresso do INCT.DD (@inctdd) com o tema: “Dez anos de democracia digital - onde estamos e para onde vamos?”
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