Perseguição escancarada!
Quando até a imprensa que por anos chamou abusos de “defesa da democracia” começa a enxergar perseguição, é porque o teatro perdeu o figurino.
No caso do Eduardo Bolsonaro, o roteiro se repete: quem acusa, julga e se diz vítima ao mesmo tempo.
O jogo de cartas marcadas está tão evidente que até parte da plateia já hesita em aplaudir.