MP AFIRMA QUE ENDEREÇO DE DUÍLIO NA PROCURAÇÃO É APARENTEMENTE FALSO E PEDE NOVAS DILIGÊNCIAS PARA LOCALIZA-LO‼️
Promotor de Justiça Criminal, Cássio Conserino, aponta que réu teria informado residência do pai ao juízo e lista cinco novos endereços para intimação, advertindo que pode pedir medida mais gravosa caso as buscas fracassem.
O Ministério Público do Estado de São Paulo protocolou, na noite de 10 de junho de 2026, uma manifestação nos autos do processo criminal de número 1015581-14.2025.8.26.0050 na qual afirma que o endereço fornecido pelo acusado Duílio em sua procuração é, aparentemente, falso e requer novas diligências para que o réu seja localizado e intimado.
O documento, assinado pelo promotor de Justiça Criminal Cassio Roberto Conserino, do 106º Ministério Público Criminal, foi protocolado às 20h19 e apresentado à juíza responsável pelo caso.
O PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO
Segundo o promotor, tentativas anteriores de intimar Duílio no endereço constante na procuração revelaram que o imóvel pertence ao pai do acusado, não ao próprio réu. O Ministério Público pede que o oficial de justiça retorne ao endereço e tente obter, junto ao genitor, a localização atual do filho.
ADVOGADOS COMO CANAL DE CONTATO
O MP aponta que Duílio vem sendo representado pelo advogado Lucas Lopes Knupp, cuja banca já se habilitou nos autos e chegou a impetrar habeas corpus junto ao Tribunal de Justiça de São Paulo, que foi indeferido. A promotoria requer que essa bancada seja instada a fornecer endereço e telefones atualizados do constituinte, destacando que há e-mail do advogado registrado nos autos que pode ser utilizado para comunicação.
Também é mencionado o Dr. Cassio Mônaco Filho, que recebeu substabelecimento de poderes e tem endereço registrado às folhas 1425, sendo apontado como outro canal para contato com Duílio.
CINCO NOVOS ENDEREÇOS
Antes de requerer "eventual medida mais gravosa para garantia de aplicação da lei penal", o promotor apresenta cinco endereços alternativos para diligências.
ADVERTÊNCIA AO RÉU
A linguagem do documento é significativa: ao mencionar a possibilidade de "medida mais gravosa para garantia de aplicação da lei penal", o Ministério Público sinaliza que, esgotadas as tentativas de intimação, poderá requerer ao juízo medidas coercitivas mais severas, como condução forçada ou até decretação de prisão preventiva, caso Duílio siga sem ser localizado para os atos processuais.
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