Ontem assisti ao filme do He-Man e realmente, ele é tão divertido quanto todo mundo tá falando.
E como eu já vinha falando há meses, é realmente a “Barbie dos gays”. A mensagem central da história gira em torno da aceitação, com Adam passando o filme inteiro tentando ser o homem másculo que acreditava que seu pai queria que ele fosse.
É claro que a palavra “gay” nunca aparece, Hollywood ainda tem suas limitações e o público em geral também. Mas todo o arco do He-Man, com uma masculinidade performada de forma forçada, somado ao fato de que ele, ALERTA DE SPOILER, não termina o filme com a Teela, me causou a sincera impressão de que essa versão do personagem pode ser gay ou, talvez mais provavelmente, bissexual.
É um filme muito divertido e com uma mensagem bonita. Exatamente o que eu esperava ver em um filme do He-Man.
De crítica mesmo, só um detalhe: ficaria perfeito se tivesse uns 20 minutos a menos. Há uma barriguinha desnecessária da metade para o final que quebra um pouco o ritmo.