Joined September 2010
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NY não é tão legal logo de cara, mas com um dia já se acostuma!
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utilidade pública: se você quer potencializar o seu xixi compre essa vitamina e tenha um xixi vitaminado
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Esse nunca tinha assistido tv na época de copa do mundo
Obrigado caze tv 🙏 Se vc não existisse, nesse momento a Globo estaria com 2 caras de terno na frente do estádio falando sobre tática e desempenho esperado das seleções. Que momento vive a tv brasileira
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Juliano Novak retweeted
“Ninguém faz — nem deveria fazer — arte que agrade a todas as pessoas, em todos os lugares, o tempo todo. Minha arte favorita é específica, detalhada e possui uma voz única. Por isso mesmo, ela não pode ser absorvida da mesma forma por todo mundo que a encontra. Frequentemente as pessoas me dizem que só passaram a entender minha música depois que tiveram o coração partido. Ou depois que começaram a levar suas filhas para a escola todos os dias. Ou depois que lancei um álbum alternativo durante a pandemia chamado Folklore. Algumas pessoas dizem que só gostam dos sucessos. Outras dizem que gostam apenas das músicas que não foram sucessos. E algumas dizem que não gostam de nada do que faço. Mas ouvir opiniões de todos os tipos não me incomoda. Porque eu sei exatamente onde estou em relação ao trabalho que produzi. Como compositores, só podemos esperar encontrar as pessoas onde elas estiverem em suas vidas. Mas não podemos orquestrar ou forçar esse encontro.” — Taylor Swift
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Nem em São Francisco, Nova York, Los Angeles, Amsterdã, Barcelona…São Paulo é a cidade com maior nível de viadagem do mundo
nem no bairro mais gay de Berlim eu senti o mesmo nível de viadagem do centro de SP
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Hi swifties!
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Minha primeira impressão de Nova York é que se São Paulo tivesse preservado seus prédios antigos a medida que os novos foram construídos, não perderia em nada. Não sei se tive expectativas a mais, mas não achei aqui tudo o que falam.
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Apesar de que, essa é minha segunda vez nos Estados Unidos, e uma coisa que observo é que aqui os pontos turísticos são muito pontuais, você anda muito de um a outro, muito diferente das cidades da Europa, que há vários pontos turísticos entre um ponto e outro.
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Em Los Angeles eu senti a mesma coisa de Nova York, acredito que São Francisco seja a única que foge um pouco desse padrão pois a arquitetura é muito diferente, além de que a cidade tem uma atmosfera própria, algo semelhante ao Rio de Janeiro e Barcelona. Crônicas de NY, rs
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Juliano Novak retweeted
Mataram o E-MAIL com tanto spam Mataram o SMS com spam Mataram os STORIES e vídeos longos do YouTube com tanta propaganda Mataram as ligações com tanta chamada comercial No final parece que essa turma descolada do marketing só sabe pegar a “última novidade” e bombardear de propaganda até pegarmos raiva! Não tem nada de inovador no que fazem, só vão mudando a plataforma.
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Ela buscando o oscar dela
Não sei se vocês estão entendendo que a gente vai ter a união entre uma das artistas mais bem sucedidas de todos os tempos, que transforma tudo em um fenômeno cultural absurdo, e a maior franquia de animação da história. São 14 Grammys de um lado e 4 Oscars do outro. O que quer que seja a colaboração entre Taylor Swift e Toy Story, vai ser GIGANTE.
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Como as redes sociais mudam do dia pra noite. Outro dia mesmo estavam todos defendendo e pedindo um documentário da Galisteu no caso Sena, agora todos atacando. Tem coisas que não precisa encontrar inimigos não.
PATÉTICA
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passar na oab é o mínimo né já passou 4/5 anos estudando pra isso kkkkk
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Ri muito

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Sério, os diálogos que o Manuel Carlos escrevia é difícil de alguém da atualidade superar

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escolhi ser fã da pessoa certa
It was a Monday in early August 2023. The exhausted truck drivers of Taylor Swift's Eras Tour thought they were heading to a routine production meeting before the Los Angeles shows. They had no idea what was coming. Scott Swift walked in. Taylor's father didn't say much—he just began handing out envelopes. When the drivers finally peeked inside, some thought the check said $1,000. Others read $10,000. The third driver stared at his and said out loud: "This has to be a joke." It wasn't. $100,000. Each driver. Nearly 50 of them. The industry standard bonus from the biggest stars? $5,000 to $10,000. Taylor had given them more than ten times that. But here's what made it matter most: these drivers weren't wealthy. They lived in truck cabs. They hadn't seen their families in 24 weeks. They were people who would never own homes—until now. Until that envelope. That moment of shock and tears? It was just the beginning. Across the entire Eras Tour, Taylor quietly handed out $197 million in bonuses. The dancers. The band. The riggers. The lighting and sound technicians. The caterers. Every single person who built the show—they got bonuses, handwritten notes, and wax-sealed letters. When dancers opened theirs on camera in her docuseries, they broke down crying. Some couldn't believe she was real. "If the tour grosses more, they get more," she explained simply. These people work hard. They deserve it. But the crew bonuses weren't the only quiet revolution happening. Starting in March 2023, in every city where the tour touched down, a call came to local food banks. Taylor wanted to donate. No press conference. No announcement. No photo op. One donation fed 75,000 meals. Another provided hundreds of thousands of pounds of fresh produce. Across the tour, the total reached millions of meals—possibly more—all delivered in silence. She never posted about a single one. And it wasn't new for her. In March 2020, when the pandemic locked down the world, Taylor scrolled through social media posts from fans who were breaking. A photographer about to lose everything. A person staring down eviction. She sent direct messages with rent money—$3,000 here, $13,000 there. Some fans got enough for months of bills. She read the Washington Post. She noticed the names. She helped. She never announced it. Years later, in October 2025, a two-year-old named Lilah—fighting a cancer so rare that only 58 families in America had ever known it—was filmed by her mother dancing to a Taylor Swift song. Lilah called Taylor her friend. A few days later, the GoFundMe received a $100,000 donation. The note said: "Sending the biggest hug to my friend, Lilah! Love, Taylor." Mike Scherkenbach has worked with the wealthiest people in music. He's seen the bonuses. He's seen the behavior. He's watched billionaires guard their money jealously. What he saw with Taylor was different. The biggest tour in history grossed $2 billion. The artist behind it became a billionaire from her own songwriting. And then she signed her name onto hundreds of envelopes by hand and sent enough money back to the people who built her dream that they cried opening their letters. That isn't strategy. That isn't a publicity stunt. That's what happens when someone, somewhere along the way, remembered what matters.
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a plateia assistindo a apresentação do 76° jogos vorazes
May 20
THE WAY DOJA IS LOOKING AT THEM 🤣🤣💀💀
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Juliano Novak retweeted
amando essa onda de “a taylor swift tem uma música sobre isso” e como ela faz cair por terra o argumento de que ela só escreve música sobre ex pq só escancara como ela fala sobre absolutamente TUDO
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Juliano Novak retweeted
eu facilmente ficaria mais anos vendo as bobeiras da emily pela europa inteira, um macho gostoso surgindo em cada lugar que ela visita, as roupas cafonas e a sylvie sendo uma diva. as vezes a gente só precisa desligar o cérebro e rir com um roteiro básico 💁🏻‍♀️
May 21
Lily Collins on set for the final season of Emily in Paris 🥲
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Juliano Novak retweeted
Esqueçam essa história de filme. O ponto central é outro: um senador da República e pré-candidato à Presidência liga para alguém investigado por crimes graves, pede dinheiro e oferece apoio incondicional. No Código Penal, isso tem nome: corrupção passiva. E ponto.
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