RESSIGNIFICAR

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JB conhece o Valdemar melhor que qualquer um desta trilha e é culpado por tudo o que está acontecendo. Orquestrou uma manada de irracionais que criticava a qualquer mínima discordância que qualquer eleitor expusesse, e, inclusive, assinou a própria lei de sua condenação. Pateta!
Como eu sempre digo: não estamos nesta merda de dar gosto a toa.
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Eu "si" ou "se", divirto! 🤣
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27 Aug 2025
Jair Bolsonaro é o único responsável por tudo que isso que está acontecendo com ele, foi ele quem rifou o Brasil para livrar Flávio da cadeia. Hora de pagar o preço!
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Quem poderia imaginar que daria ruim fazer campanha para o Hugo Motta?
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Baile de cortejo de la araña pavo real 🕷️ 🦚

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Que vídeo perfeito!! Parabéns a esta jovem!!👏🏼👏🏼👏🏼♥️
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Tarcísio é um mentiroso. Nunca produziu absolutamente nada. Prometeu e nada fez por São Paulo.
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Kassab comemora
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O restaurante Fasano, em SP, recebe um sancionado — e ainda regado a vinho que não sai por menos de uns R$ 5 mil a garrafa. Enquanto isso, adivinha quem paga o avião da FAB que trouxe ele de Brasília? 💸 Spoiler: você, brasileiro. E pode ter certeza: os EUA vão saber disso. 🇺🇸🍷
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RT @GenPauloChagas: No campo da política, a semelhança entre a extrema esquerda e a extrema direita é evidente. Basta ver que, após 3 anos…
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Ótima pergunta! "Se até mesmo a unanimidade no Senado é irrelevante, para onde o Brasil está indo?". A resposta, creio, está no que já foi dito por José Dirceu e, em outras palavras, pelo Ministro Barroso: "o poder no Brasil não se ganha (através das eleições), se toma."
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A família Bolsonaro é a pior praga deste país. Elegeu Lula para PR; aliou-se ao PT para eleger Alcolumbre e Mota presidentes do Senado e da CD, respectivamente. Aliou-se a Gilmar Mendes e Toffoli, com o objetivo de proteger Flávio e Carlos Bolsonaro e 1 tarifaço às exportações
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Replying to @rafacouto1988
Isso é um artifício para separar o casal imoral e fazer com que a madame imoral mantenha o patrimônio da família amoral . Mais uma tentativa de fugir da lei Magnitsk.
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" O Jair Bolsonaro, brigou comigo porque não queria que eu assinasse a CPI Lava Togas do STF , para proteger filho bandido " Major Olimpio
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É problemático: nosso povo se tornou tão incapaz de distinguir o certo do errado que uma tentativa das Forças Armadas de salvar o Brasil seria mal vista. Isso acontece porque não somos patriotas e eleitores, somos uma torcida organizada.
O BRASIL EM ROTA DE COLISÃO: ENTRE O POPULISMO E A RECONSTRUÇÃO DA REPÚBLICA Em uma análise ainda que rápida e superficial, é possível constatar que o Brasil vive uma escalada de tensão alimentada por forças que apostam deliberadamente no caos como estratégia de conquista do poder. Bolsonarismo e lulismo, cada qual coerente com seus próprios interesses, apresentam-se como antídotos um do outro, quando na verdade são faces opostas da mesma moeda populista. Criar ou inflamar crises para depois surgir como solução é uma tática antiga dos demagogos. Para compreender isso, basta observar a participação de Lula e da família Bolsonaro no estúpido “tarifaço” imposto ao Brasil por Donald Trump — um episódio emblemático de oportunismo político em detrimento do interesse nacional. Num cenário polarizado entre forças igualmente tóxicas, marcadas pelo culto à personalidade e pelo desprezo às instituições — uma eventual ruptura institucional pode exigir a intervenção – legal e/ou legítima – das Forças Armadas para dar suporte ou promover a restauração da ordem e da normalidade. No entanto, esse caminho é turvo, complexo e complicado, porque o próprio Supremo Tribunal Federal, ao extrapolar reiteradamente seus limites constitucionais, fragilizou o conceito de legalidade. Ao assumir funções típicas do Legislativo e envolver-se abertamente em disputas partidárias, o STF deixou de ser o guardião imparcial da Constituição para tornar-se um ator político — o que compromete gravemente a confiança nas instituições. Se a crise chegar ao "ponto de intervenção", os militares enfrentarão um desafio quase impossível: restaurar a ordem constitucional num ambiente em que nenhuma das instituições se comporta de maneira constitucional. O Congresso — hoje omisso, submisso ou cooptado — precisará recuperar sua centralidade como poder representativo e, neste caso, moderador. A Justiça terá que reencontrar seus próprios limites, e a sociedade civil, por sua vez, precisará romper com as bolhas de fanatismo messiânico para que um novo consenso político possa ser construído — um consenso ético, responsável e verdadeiramente republicano, no qual nem Lula, nem Bolsonaro, tampouco a anarquia, sejam opções. A escolha diante dos brasileiros hoje é clara: ou deixamos o País seguir afundando no ciclo vicioso do populismo e do autoritarismo, ou exigimos dos nossos representantes uma atitude responsável e honesta que construa um novo modelo republicano, baseado na legalidade, na coragem, na honestidade, no civismo e no verdadeiro patriotismo.
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Acredito que os brasileiros que se salvaram em 64 estão em extinção. Infelizmente, a vida segue.
O BRASIL EM ROTA DE COLISÃO: ENTRE O POPULISMO E A RECONSTRUÇÃO DA REPÚBLICA Em uma análise ainda que rápida e superficial, é possível constatar que o Brasil vive uma escalada de tensão alimentada por forças que apostam deliberadamente no caos como estratégia de conquista do poder. Bolsonarismo e lulismo, cada qual coerente com seus próprios interesses, apresentam-se como antídotos um do outro, quando na verdade são faces opostas da mesma moeda populista. Criar ou inflamar crises para depois surgir como solução é uma tática antiga dos demagogos. Para compreender isso, basta observar a participação de Lula e da família Bolsonaro no estúpido “tarifaço” imposto ao Brasil por Donald Trump — um episódio emblemático de oportunismo político em detrimento do interesse nacional. Num cenário polarizado entre forças igualmente tóxicas, marcadas pelo culto à personalidade e pelo desprezo às instituições — uma eventual ruptura institucional pode exigir a intervenção – legal e/ou legítima – das Forças Armadas para dar suporte ou promover a restauração da ordem e da normalidade. No entanto, esse caminho é turvo, complexo e complicado, porque o próprio Supremo Tribunal Federal, ao extrapolar reiteradamente seus limites constitucionais, fragilizou o conceito de legalidade. Ao assumir funções típicas do Legislativo e envolver-se abertamente em disputas partidárias, o STF deixou de ser o guardião imparcial da Constituição para tornar-se um ator político — o que compromete gravemente a confiança nas instituições. Se a crise chegar ao "ponto de intervenção", os militares enfrentarão um desafio quase impossível: restaurar a ordem constitucional num ambiente em que nenhuma das instituições se comporta de maneira constitucional. O Congresso — hoje omisso, submisso ou cooptado — precisará recuperar sua centralidade como poder representativo e, neste caso, moderador. A Justiça terá que reencontrar seus próprios limites, e a sociedade civil, por sua vez, precisará romper com as bolhas de fanatismo messiânico para que um novo consenso político possa ser construído — um consenso ético, responsável e verdadeiramente republicano, no qual nem Lula, nem Bolsonaro, tampouco a anarquia, sejam opções. A escolha diante dos brasileiros hoje é clara: ou deixamos o País seguir afundando no ciclo vicioso do populismo e do autoritarismo, ou exigimos dos nossos representantes uma atitude responsável e honesta que construa um novo modelo republicano, baseado na legalidade, na coragem, na honestidade, no civismo e no verdadeiro patriotismo.
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Fato!
"A ARROGÂNCIA, A VAIDADE E A MIOPIA ACABAM POR COBRAR PREÇOS MUITO ALTOS". Diante da quantidade de inimigos que conquistou, Jair Bolsonaro não teve outra alternativa, exceto a de fazer aliança com o principal aliado da esquerda corrupta em todos os tempos, o "Centrão", para, abraçado a ele, assegurar a sobrevivência do seu mandato. Um exemplo concreto desta aliança espúria chama-se CIRO NOGUEIRA, o ex Ministro Chefe da Casa Civil do Governo,  o qual qualificava Bolsonaro como fascista e Lula da Silva como estadista! "A arrogância, a vaidade e a miopia acabam por cobrar preços muito altos". (Alexandre Borges) O Brasil foi testemunha dessa cobrança na última eleição presidencial...
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Querem? Então peçam, posicionem-se, pois todos são "o pai" da criança!
O NOME DA AÇÃO É “GOLPE MILITAR” Hoje fala-se muito em “omissão das Forças Armadas”, mas é preciso que quem fala seja coerente e tenha coragem para, em qualquer circunstância, dar o nome certo para aquilo que quer que elas façam pelo povo brasileiro. A Constituição Federal de 1988 – como todas antes dela – não concede aos militares autorização para intervir por iniciativa própria em qualquer expressão do poder, inclusive na que lhes é própria, a Militar. Contudo, isto não os impede de fazê-lo. Mas, se o fizerem, estarão realizando, de forma consciente, um GOLPE MILITAR, por mais nobre ou necessária que pareça a iniciativa. Uma intervenção militar na política pode ser legítima e necessária sob o ponto de vista moral ou histórico, mas não tem amparo legal e só se justifica se for para evitar um mal maior do que o que ela mesma causará. As Forças Armadas – por dever constitucional – acompanham de perto tudo o que acontece no País e procuram agir dentro da legalidade e com legitimidade, evitando contribuir para a instabilidade. Dessa forma, autoridades e cidadãos que já não enxergam outra solução para o caos iminente devem parar de falar em “omissão das instituições militares” e assumir que clamam, sim, por um GOLPE MILITAR – como o que, em 1889, nos impôs esta República que aí está, e como o que, em 1964, impediu que o Brasil se tornasse uma Cuba continental, tão estúpida e miserável quanto a insular. A todo momento ouvem-se e leem-se acusações de “omissão” e “inação” do estamento militar, mas ninguém tem coragem de dizer o nome da ação esperada. Se julgam que a solução é um GOLPE MILITAR, que sejam claros. Deixem a hipocrisia de lado – que, neste caso, é sinônimo de covardia – e deem o nome certo ao boi!
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MARAVILHOSO! COM TOSAS AS LETRAS! 🙌🏻🙌🏻
O NOME DA AÇÃO É “GOLPE MILITAR” Hoje fala-se muito em “omissão das Forças Armadas”, mas é preciso que quem fala seja coerente e tenha coragem para, em qualquer circunstância, dar o nome certo para aquilo que quer que elas façam pelo povo brasileiro. A Constituição Federal de 1988 – como todas antes dela – não concede aos militares autorização para intervir por iniciativa própria em qualquer expressão do poder, inclusive na que lhes é própria, a Militar. Contudo, isto não os impede de fazê-lo. Mas, se o fizerem, estarão realizando, de forma consciente, um GOLPE MILITAR, por mais nobre ou necessária que pareça a iniciativa. Uma intervenção militar na política pode ser legítima e necessária sob o ponto de vista moral ou histórico, mas não tem amparo legal e só se justifica se for para evitar um mal maior do que o que ela mesma causará. As Forças Armadas – por dever constitucional – acompanham de perto tudo o que acontece no País e procuram agir dentro da legalidade e com legitimidade, evitando contribuir para a instabilidade. Dessa forma, autoridades e cidadãos que já não enxergam outra solução para o caos iminente devem parar de falar em “omissão das instituições militares” e assumir que clamam, sim, por um GOLPE MILITAR – como o que, em 1889, nos impôs esta República que aí está, e como o que, em 1964, impediu que o Brasil se tornasse uma Cuba continental, tão estúpida e miserável quanto a insular. A todo momento ouvem-se e leem-se acusações de “omissão” e “inação” do estamento militar, mas ninguém tem coragem de dizer o nome da ação esperada. Se julgam que a solução é um GOLPE MILITAR, que sejam claros. Deixem a hipocrisia de lado – que, neste caso, é sinônimo de covardia – e deem o nome certo ao boi!
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