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MATRIA is a non partisan women's organization fighting against the erosion of our sex-based rights in Brazil. Women and children's rights can't be protected unless sex is recognized as the category to be used in laws and public policy. Our country has self-id laws and criminalized "transphobia", a very destructive combo for women in general and activists in particular.
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Primeiro, as policiais penais e mulheres detentas da Penitenciária Feminina do Distrito Federal (Colmeia) denunciaram o clima de terror imposto pela presença de detentos do sexo masculino no presídio. Agora, "mulheres trans", ou seja, homens transidentificados, pedem para voltar à Papuda, o presídio masculino do DF, por insegurança provocada por... detentos do sexo masculino na Colmeia. Homens assediando, agredindo e ameaçando outros homens. Para além da discussão do que é verdadeiro ou falso quando o assunto é trans, o fenômeno relatado pelo jornal tem nome: violência intramasculina. Local da ocorrência: presídio feminino. Não é absurdo? Pois é. A Constituição Federal assegura a proteção da dignidade humana, da segurança e determina que "a pena será cumprida em estabelecimentos distintos, de acordo com a natureza do delito, a idade e o sexo do apenado." Diante da primeira notícia, a MATRIA formalizou um pedido de informação ao Ministério Público Federal, que foi arquivado. A resposta revela algo preocupante, pelo que ela expõe sobre as prioridades institucionais. A pergunta foi muito mais simples: As mulheres que relataram problemas relacionados à presença de homens foram ouvidas? E, se foram, quais providências foram adotadas diante dessas reclamações? A resposta recebida afirma que o MP pode realizar diligências temáticas e que não existe obrigação de ouvir toda a população prisional. Mas esse não era o ponto. A questão continua sem resposta: diante das denúncias feitas pelas mulheres, houve escuta, registro das reclamações e alguma providência concreta? Foi isso que a MATRIA perguntou. E foi isso que não foi esclarecido. O mais chocante é que estamos falando de um estabelecimento criado justamente para mulheres. Um presídio feminino deveria ser, por definição, um local onde as necessidades, preocupações e direitos das mulheres ocupassem o centro da fiscalização institucional. Quando mulheres privadas de liberdade denunciam impactos concretos da presença de homens em seu espaço prisional, isso não é relevante?
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Chamar banheiros femininos de "segregação" não é argumento. É manipulação emocional. A segregação racial foi um sistema criado para humilhar, excluir e inferiorizar pessoas. Banheiros femininos existem para proteger a privacidade, a intimidade e a segurança das mulheres. A comparação é tão absurda quanto dizer que alas masculinas e femininas em presídios constituem apartheid. O que incomoda é que essa analogia não busca esclarecer o debate. Busca encerrá-lo. Em vez de responder às preocupações das mulheres, alguns ativistas tentam associá-las ao racismo para constrangê-las ao silêncio. É uma apropriação oportunista da luta antirracista. Um uso instrumental da dor e da história de milhões de pessoas para defender uma pauta completamente diferente. Mulheres não criaram espaços separados por sexo para excluir homens da sociedade. Eles existem porque mulheres possuem necessidades específicas de proteção reconhecidas em leis, políticas públicas e tratados internacionais. Quando falta argumento, sobra acusação. E transformar mulheres que defendem seus próprios direitos em equivalentes morais de segregacionistas não é defesa dos direitos civis. É uma tentativa de intimidação política. A história da luta contra o racismo merece mais respeito. E os direitos das mulheres também.
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É cada vez mais frequente o deslocamento da categoria jurídica "mulher" em nome da "inclusão". Desse modo, as proteções construídas para responder a desigualdades baseadas no sexo passam a perder o elemento que justificou sua existência. Nem todo apagamento se apresenta como exclusão. Às vezes, ele se apresenta como "inclusão" e isso engana a muitos. A MATRIA seguirá acompanhando atentamente essas discussões e denunciando tentativas de apagamento jurídico das mulheres disfarçadas de progresso, inclusão ou virtude.
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Desde a nossa fundação, sempre afirmamos com clareza que nosso objetivo é defender os direitos, a dignidade, a segurança e a representação política das mulheres enquanto classe sexual. Temos observado uma tentativa constante de deslocar esse debate. Sempre que levantamos preocupações sobre espaços femininos, políticas públicas, estatísticas, linguagem jurídica ou direitos baseados no sexo, surgem pressões para que falemos de outros temas, priorizemos outras agendas ou abandonemos aquilo que consideramos central. Mas não cabe a terceiros decidir quais pautas as mulheres devem considerar importantes. Não aceitamos que a defesa dos direitos das mulheres seja tratada como um assunto inconveniente, nem que sejamos constrangidas a direcionar nossa energia para temas escolhidos por outras pessoas. Mulheres têm o direito de estabelecer suas próprias prioridades políticas e de organizar-se em torno delas. A MATRIA continuará discutindo aquilo que entende ser relevante para as mulheres. Continuaremos defendendo a importância da categoria sexo na legislação, nas políticas públicas e na coleta de dados. Continuaremos questionando medidas que produzem o apagamento jurídico e político das mulheres. Nenhum movimento de mulheres precisa pedir autorização para defender os direitos das próprias mulheres. E nós certamente não pediremos.
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Mulheres são um grupo humano real. Somos metade da população do planeta. Nossa existência não é teoria. Você pode ser de esquerda ou de direita. Pode ser feminista ou não. Mas saiba que você não está errada, nem sozinha. 11 min
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A diretora Celina Lazzari participou da audiência pública sobre a Lei da Misoginia, a convite da deputada Tabata Amaral, levando a posição da MATRIA sobre um ponto que consideramos central para qualquer legislação voltada à proteção das mulheres: a necessidade de preservar clareza conceitual e segurança jurídica. Em sua fala, foi enfatizado o problema do apagamento do critério sexo e sua substituição por identidade de gênero em normas e políticas públicas, bem como os impactos que essa diluição pode produzir para a categoria feminina, especialmente quando direitos, estatísticas, espaços, políticas e mecanismos de proteção deixam de reconhecer as mulheres enquanto classe baseada no sexo. A proteção contra a misoginia exige definição precisa do sujeito protegido. A palavra mulher já possui significado e referência concreta: mulheres são pessoas do sexo feminino. Não somos uma subcategoria de nós mesmas, nem nos identificamos com estereótipos, performances ou expectativas de gênero. Direitos das mulheres exigem nome, definição e reconhecimento claro de quem somos.
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A expectativa de que mulheres deixem de questionar injustiças porque receberam algum benefício ou apoio pontual é apenas uma velha lógica de submissão com nova embalagem. Leia mais no substack: matriaoficial.substack.com/p…

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Intersexualidade é uma condição relacionada ao desenvolvimento sexual biológico humano. Pessoas intersexo possuem diferenças do desenvolvimento sexual (DDS), que podem envolver cromossomos, hormônios, genitais ou órgãos reprodutivos. Não se trata de identidade de gênero, mas de uma condição biológica do corpo humano.
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"Mulher é construção social". Você já deve ter ouvido essa frase sendo usada para tentar argumentar que homens poderiam então ser mulheres. Mas mesmo que ignorássemos a dimensão biológica, a construção social não surge do nada. Ela se desenvolve sobre uma base concreta e reconhecível. As experiências, expectativas, vulnerabilidades e formas de socialização atribuídas às mulheres historicamente não apareceram por acaso nem foram distribuídas aleatoriamente. Elas se organizaram em torno da realidade do sexo feminino e das condições materiais ligadas a ele. Menstruação, gravidez, amamentação, violência sexual, desigualdades específicas não são abstrações ou identidades subjetivas - são experiências que moldaram instituições, normas e direitos ao longo do tempo. Por isso, discutir direitos, espaços e políticas públicas para mulheres é reconhecer que categorias jurídicas e sociais existem para responder a realidades concretas. Se “mulher” fosse apenas uma construção sem referência material, torna-se difícil explicar por que justamente as mesmas pessoas - as do sexo feminino - foram historicamente alvo das mesmas formas de controle, violência e discriminação.
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A MATRIA atendeu uma mulher cujo então marido passou a se declarar “mulher trans”. O termo “viúva trans” (“trans widow”, em inglês) é usado por algumas mulheres cujos maridos ou parceiros iniciaram uma transição de gênero durante um casamento ou relacionamento de longa duração. O termo surgiu principalmente em fóruns e grupos de apoio criados por essas mulheres para relatar experiências de: - ruptura conjugal; - mudanças abruptas na dinâmica familiar; - conflitos ligados à sexualidade, identidade e papéis familiares; - sofrimento emocional, isolamento social e dificuldades em disputas de guarda ou reorganização da vida doméstica. No atendimento que fizemos, a mulher conta que o marido passou a depreciar seu corpo, ridicularizá-la e pressioná-la emocionalmente durante a gravidez. Logo depois, iniciou um processo de transição e começou a se declarar lésbica. A mulher se separou, mas isso não impediu que ele continuasse enviando fotos inapropriadas, mensagens e conteúdos ligados à própria transição mesmo após pedidos claros para que parasse. Hoje, ela cria sozinha a filha autista, que enfrenta dificuldades para compreender mudanças bruscas na dinâmica familiar, enquanto também lida com tentativas de apagamento de sua maternidade e perseguição judicial pelo ex-marido, que deseja reescrever sua história e a da filha, alterando seu sexo nas Certidões de casamento/divórcio e na Certidão de nascimento da menina. Muitas mulheres vivem situações parecidas em silêncio. Têm medo de falar. Medo de serem chamadas de preconceituosas. Medo de não serem ouvidas. O sofrimento dessas mulheres é sufocado sob a acusação de transfobia. Para acomodar as demandas dos parceiros, elas seriam obrigadas a rever sua orientação sexual, mentir e se submeter a situações de fetiche para validar uma “identidade”. Se você passou ou passa por algo semelhante com um companheiro que se declarou mulher, saiba que você não está sozinha. A MATRIA quer te ouvir.
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Há mulheres que entram em disputas públicas por escolha política. E há mulheres que são empurradas para elas porque se recusaram a negar a realidade. Ao afirmar que a parlamentar mais votada de São Paulo é um homem, Isabella Cêpa não carregou apenas uma opinião pessoal ou uma divergência semântica. Carregou nas costas uma questão muito maior: até que ponto mulheres podem nomear a realidade, expressar convicções sobre sexo e linguagem e permanecer protegidas pelo Estado e pela liberdade de consciência? O peso dessa responsabilidade foi imenso. Processos, exposição pública, acusações graves, medo, perseguição e consequências pessoais profundas transformaram uma mulher comum em símbolo involuntário de um debate que ultrapassa sua própria biografia. O que estava em julgamento jamais pareceu ser apenas Isa. Porque, se uma interpretação jurídica consolidasse a ideia de que afirmar a realidade do sexo biológico ou descrever uma pessoa do sexo masculino como homem constitui, por si só, ilícito punível, a consequência não recairia apenas sobre ela. Recairia sobre milhões de mulheres brasileiras. Sobre professoras, mães, pesquisadoras, profissionais da saúde, trabalhadoras, meninas, jovens, idosas, cidadãs que organizam sua linguagem, sua experiência corporal e suas reivindicações políticas a partir da categoria sexo. Uma mulher enfrentando um peso que dizia respeito a todas nós. Isa carregou esse fardo. E poucas pessoas aceitariam suportar tamanha pressão sabendo que o resultado poderia influenciar os limites futuros do discurso, da linguagem e da autonomia das mulheres no Brasil. A MATRIA admira essa coragem. Isa carregou uma parte da história de todas nós.
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A caderneta para “pessoas” que gestam A comunicação institucional e jurídica do atual governo substitui com frequência palavras como “mulher” e “mãe” por expressões genéricas, sob o falso argumento de inclusão. Não é só a caderneta da gestante que saiu essa semana. Isso é sistemático no atual governo. Políticas públicas, formulários, campanhas oficiais e até legislações voltadas especificamente à realidade feminina omitem a palavra “mulher”. O decreto da dignidade menstrual, por exemplo não contém a palavra “mulher”. Parece que só quem pode usar a palavra mulher são os homens que assim se declaram. “Mulheres trans” conforme o slogan do transativismo, seriam ”mulheres”. Mas quando o tema é gravidez ou menstruação em “homens trans” (pessoas do sexo feminino), evitam chamá-los de “homens grávidos” e, para isso, surgem termos como “pessoas que gestam”. A palavra “mulher” desaparece justamente nas experiências femininas. A pesquisadora espanhola Tasia Sanchez sistematizou esse processo de apagamento jurídico das mulheres, descrevendo as etapas que vemos se repetir no mundo inteiro após a introdução da ideia de “identidade de gênero”. As fases identificadas consistem em: 1. Substituição da palavra “sexo” por “gênero”; 2. Autodeterminação do sexo em documentos; 3. Desaparecimento da categoria “sexo”. O Brasil se encontra em estágio avançado da fase 3. Após a ADPF 787, proposta pelo Partido dos Trabalhadores, intensificaram-se debates sobre a substituição da linguagem baseada em sexo por categorias identitárias, caminhando para o que Sanchéz descreveu. Sistemas ligados como o DATASUS, passaram a registrar determinados procedimentos sexo-específicos como destinados a “ambos os sexos”. Quando palavras desaparecem dos documentos oficiais, parte da capacidade coletiva de nomear e proteger determinadas realidades desaparece também. Quando o Estado deixa de nomear mulheres explicitamente: - enfraquece o reconhecimento jurídico e político do sexo feminino; - dificulta políticas públicas voltadas à maternidade e à saúde da mulher; - compromete dados epidemiológicos e estatísticos; - cria insegurança conceitual em áreas como esporte, cárcere, educação e saúde; - transforma experiências femininas concretas em funções biológicas abstratas. Mãe não é um termo ofensivo. Mulher não é uma abstração. E políticas públicas para mulheres não deveriam apagar justamente quem deveriam contemplar.
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MATRIA (Brasil) retweeted
7 Apr 2023
Canada's former Olympic head coach has come forward to reveal that he was threatened into silence after three males took the medals in the women's 800m race at the 2016 Olympics. "It was an injustice ... but they told me I would be banned from sport." reduxx.info/an-injustice-for…
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MATRIA (Brasil) retweeted
Ontem estive presente no lançamento da obra em português, "Trans: Quando a Ideologia Encontra a Realidade", tradução da Editora 1559, com a @MATRIAoficial . Foi um evento essencial para debater o tema e fortalecer mulheres que estão sendo censuradas, reprimidas e isoladas por falarem o óbvio. A Matria tem feito um trabalho muito importante ao unir mulheres de várias ideologias, mas que decidiram atuar em defesa de todas as mulheres e meninas.
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This video is a reading of a letter written by inmates of Brasília's female prison, about the hell they go through since male offenders were transferred to the prison. This was sent to authorities in 2021 and since then the situation only got worse. Here is a translation. Ladies, We are writing to make some complaints regarding the transsexuals who are housed in Wing “A” of Block 06 (PFDF). Since their arrival, we inmates in pre-trial detention have been placed at a disadvantage in several respects. We understand that to be a transsexual one does not necessarily need to have a feminine appearance, but rather to feel like a woman in some way. It is from this notion that many men have declared themselves with this sexual orientation, many with the intention of having a better life here in the penitentiary and also of becoming involved with their companions who are already transsexual. We inmates of the pre-trial regime have since been deprived of any privacy and one example is we can't use the bathroom or shower because they constantly look into our cells and even make obscene gestures. Another example is that they do not follow the prison's rules and during sunbathing they perform oral sex for everyone to see, kiss, have anal sex inside the bathroom. Because of this it was a rule was established, that they would use only one of the bathrooms in the yard, but if the officers look the other way even for a moment, they start using the other one as well. Regarding the interaction with the police, what bothers us most is that they do not respect established procedures, they insult, destroy public property, kick doors and walls, and because of this the prison is constantly paralyzed, according to their will, since the police then has to put our wing into lockdown. This requires special procedures, the sounding of sirens, and many times this prevents us from having our time outside, even prevents that for other wings too, because unfortunately reinforcement is needed as they respect no one. With all this, some get punished and sent to isolation and it ends our peace, because they spend the entire night kicking doors, making noise for nothing. We have spent many nights awake because of these episodes. As if all this were not enough, some are self-mutilating to obtain medical attention from the health unit, some say they have psychological problems to receive medication to sleep. When they cut themselves, the wing is left full of blood and it is up to the inmates (the women) to clean it. When they receive razors for personal hygiene, they remove the blades and threaten one another with them., something that never happened with the women. We can no longer bear it so much noise; since they arrived here, our lives have become absolute hell. We feel threatened and embarrassed, because unfortunately some inmates must have contact with them, and many times they say unpleasant things in the yard such as: “You’re beautiful,” “You look like my ex-girlfriend,” etc. At a certain time, the inmates were sharing the corridor with them, and there was an episode where they even sent over semen so women could become pregnant. There was also a fight episode in the yard between a couple, motivated by jealousy, in which one of them threw hot coffee at their partner. Many find it bad when we women call them “girl,” “young lady,” “woman.” They have changed their respective male names, but do not want to be treated as women. Regarding visits: they have their visits in the first time slot of the day, and we pre-trial inmates in the second time slot. When our turn comes, they do not respect it; they keep shouting from one cell to another, singing, etc. There is no respect. Finally, and no less important, we would like to record that on July 2nd 2021 the Public Prosecutor’s Office visited the block. On that date, many inmates of the pre-trial regime were in the yard and tried to approach the MP to ask for attention, which was denied. 1/2
O vídeo é longo. São mais de 5 minutos de leitura da carta escrita por detentas do presídio da Colmeia, no DF, em 2021, quando os primeiros homens foram transferidos para lá, por se declararem mulheres. Mas essas presas merecem ter sua voz ouvida, na íntegra. Desde então, a situação só piorou, com aumento do número de presos alocados na unidade de feminina Essa carta foi enviada às autoridades na época, sem qualquer resposta. Nos últimos anos a MATRIA entrou em contato com instâncias como a Defensoria do DF e a Vara de Execução Penal, e todas negaram que houvesse qualquer problema na Colmeia por conta das políticas de autodeclaração de identidade de gênero, o que sabemos não ser verdade. Basta das mulheres serem ignoradas dessa forma. Precisamos ser a voz daquelas que não estão podendo se fazer ouvir. A MATRIA entrou com Ação junto ao STF contra a Resolução do CNJ que permite a transferência inconstitucional de homens para o presídio feminino. Acompanhem pelo nosso site.
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(Cont.) They then proceeded to the wing of the transsexuals, giving attention to their claims. Ladies, we earnestly ask that you help us with these problems we are facing. We also want to be heard; we also have rights and, above all, we want our peace back. Living in custody is already not easy, and in view of these mentioned situations, it becomes even worse. We no longer know where to turn. We have already spoken with our families, lawyers, with agents of the penitentiary system, and now we are asking the authorities for help so that a measure may be sanctioned, because unfortunately this situation is unbearable. We want respect both for ourselves and for the Prisin officers. Everything written here is only one third of what is happening. We thank you for your attention. Pre-Trial Inmates 2/2
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O vídeo é longo. São mais de 5 minutos de leitura da carta escrita por detentas do presídio da Colmeia, no DF, em 2021, quando os primeiros homens foram transferidos para lá, por se declararem mulheres. Mas essas presas merecem ter sua voz ouvida, na íntegra. Desde então, a situação só piorou, com aumento do número de presos alocados na unidade de feminina Essa carta foi enviada às autoridades na época, sem qualquer resposta. Nos últimos anos a MATRIA entrou em contato com instâncias como a Defensoria do DF e a Vara de Execução Penal, e todas negaram que houvesse qualquer problema na Colmeia por conta das políticas de autodeclaração de identidade de gênero, o que sabemos não ser verdade. Basta das mulheres serem ignoradas dessa forma. Precisamos ser a voz daquelas que não estão podendo se fazer ouvir. A MATRIA entrou com Ação junto ao STF contra a Resolução do CNJ que permite a transferência inconstitucional de homens para o presídio feminino. Acompanhem pelo nosso site.
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Compareçam!
EVENTO EM SÃO PAULO AMANHÃ (quarta-feira 20/05) Eu, @V_de_vaginaa , Raquel Marques, Mariana Waetchter , Maria Vitoria (diretora da @MATRIAoficial) , Hyezza Tavares (adv q fez minha defesa no caso Erika Hilton) e outras rockstars do mundo desinvertido vamos estar no evento de lançamento do Livro "TRANS: quando a ideologia encontra a realidade" da jornalista britânica @HJoyceGender 20 de maio - 19h Livraria Martins Fontes ( R. Dr. Vila Nova, 309 - Próxima ao Mackenzie) Quero ver todo mundo lá!
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