Conteúdo sobre o futebol que ninguém fala, mas que todo mundo vê.

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Jun 10
Fui entender por que a seleção argentina usou bruxaria na Copa Na Argentina, futebol e misticismo são quase que a mesma coisa. Promessas, cábalas, jogadores santos, bruxas e rituais fazem parte do imaginário de uma seleção cercada por histórias que desafiam a lógica. Nesse documentário, o PELEJA investiga como essas crenças se tornaram parte da identidade do argentino e por que, pra muitos torcedores, o futebol também é uma questão de fé. #copa #argentina #seleçãoargentina #misticismo
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Em entrevista à Fifa, Duckens Nazon falou sobre o significado da seleção para o povo haitiano em meio à grave crise política que o país enfrenta. Com a segunda participação na Copa do Mundo garantida, os Grenadiers tornaram-se um símbolo de resistência e esperança. “Tanta gente no Haiti merece alegria e felicidade, e espero que com a classificação para a Copa possamos realmente mudar muita coisa no país. Essa é a chave para trazer mudanças positivas”, disse o atacante. O país enfrenta instabilidade política desde que conquistou sua independência, em 1804. Sem realizar eleições gerais desde 2016 e sem um presidente ou parlamento em funcionamento, sua estrutura política formal se desfez quase por completo, deixando a população sob o domínio compartilhado de gangues e governos provisórios instáveis. A seleção caribenha alcançou um feito histórico ao voltar a disputar o Mundial depois de 52 anos. Nesse contexto, o futebol desempenha um papel único no fortalecimento do sentimento de pertencimento. “Faço tantos sacrifícios pelo Haiti que as pessoas nem imaginam. Eu faria qualquer coisa pelo Haiti. Há tantas críticas, mas mesmo assim estou aqui e dou a minha vida por eles”, pontuou Nazon. #DuckensNazon #Haiti #CrisePolítica #Copa #PELEJA
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A relação entre Jamaica e Brasil atravessa gerações, Mundiais e diásporas. Desde a visita de Pelé a Kingston com o Santos, depois do tri de 1970, a Seleção Brasileira ganhou um lugar especial entre os jamaicanos. O PELEJA está no Brooklyn, em Nova York, para mostrar um pouco mais dessa relação. #Jamaica #SeleçãoBrasileira #Torcida #Brooklyn #NovaYork
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Brasil estreia contra o Marrocos, mas a torcida africana pode não ser unânime pelo país africano. Questões como imigração e a relação com países europeus ajudam a explicar por que parte do continente pode olhar para esse jogo de outro jeito. #SeleçãoBrasileira #Marrocos #Estreia #África #FutebolAfricano
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Na estreia do Brasil, o adversário carrega uma questão étnica interessante. O PELEJA te responde se o Marrocos é ou não um país árabe. #SeleçãoBrasileira #Marrocos #Estreia #Árabe #Pertencimento
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Marie-Louise Eta foi eleita Influenciadora do Ano pelo prêmio Germany's Top 50 - The Power List. A profissional foi reconhecida por estabelecer um marco no futebol depois de ter se tornado a primeira treinadora da história da @Bundesliga_DE e das cinco principais ligas europeias. Ex-técnica da equipe masculina do Union Berlin, Eta assumiu o clube na reta final da última temporada e garantiu sua permanência na primeira divisão do futebol alemão. Agora, ela comandará o time feminino do Union Berlin, que também conquistou o acesso à Bundesliga. A treinadora foi premiada por seu papel na promoção da inclusão de gênero no futebol. O evento foi realizado pelo grupo de comunicação Axel Springer, composto por três dos principais veículos da Alemanha: WELT, POLITICO Deutschland e Business Insider. #MarieLouiseEta #UnionBerlin #Bundesliga #MulheresNoFutebol
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Apesar de o MVA ter se tornado o mais popular nos últimos anos, eles não são a única torcida organizada que apoia a Seleção brasileira nas arquibancadas. O repórter Kaique Dalapola entrevistou integrantes da Núcleo BR, organizada de “segundo escalão” que já brigou até com hooligans ingleses na Copa do Mundo de 2014, e conta mais da história deles no site do PELEJA: peleja.com.br/torcidas/selec… #NúcleoBR #TorcidaOrganizada #SeleçãoBrasileira #Seleção #PELEJA
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Jun 12
Uma semana antes da estreia dos Estados Unidos na Copa, o SoFi Stadium, em Los Angeles, esteve no centro de uma disputa trabalhista que ameaçou afetar o principal torneio do mundo. Representando cerca de 2 mil funcionários dos setores de alimentação e bebidas da arena, o sindicato UNITE HERE Local 11 aprovou por 96% dos votos a autorização para uma greve, alegando impasse nas negociações salariais e preocupações com segurança e imigração durante o Mundial. Entre as reivindicações dos trabalhadores estavam aumentos salariais compatíveis com o custo de vida em Los Angeles, proteção contra a substituição de empregos por automação e garantias relacionadas à atuação de agentes do Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). O sindicato também manifestou preocupação com o compartilhamento de dados pessoais exigidos nos processos de credenciamento da Fifa, incluindo informações como nacionalidade, endereço e impressões digitais. Dias antes da abertura da competição, porém, trabalhadores e a empresa Legends Global, responsável pelos serviços de hospitalidade do estádio, chegaram a um acordo provisório que afastou a possibilidade de paralisação imediata. Mesmo assim, dirigentes sindicais afirmaram que os funcionários mantêm o direito de interromper as atividades caso ações de órgãos federais de imigração sejam consideradas uma ameaça à segurança dos trabalhadores durante a realização do mundial. #peleja
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Jun 12
Com a Bósnia e Herzegovina no centro dos holofotes, o PELEJA te conta a história do Derby de Mostar, uma disputa pelo protagonismo de clubes marcados por dois grupos étnicos diferentes. Conteúdo editorial com apoio de: @Betfair_Brasil
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Jun 11
O número e nome nas costas da camisa podem ser tratados como um detalhe para alguns. Para a Coreia do Sul, eles vêm, há pelo menos duas Copas, servindo de ferramenta para confundir o scout de seleções adversárias a partir da percepção de que o olhar ocidental para asiáticos pode ser atravessado por um racismo que apaga individualidades. Às vésperas da Copa, lá em 2018, a Coreia do Sul trocou a numeração usual de seus jogadores durante amistosos de preparação. Em 2026, repetiu a ação. O PELEJA te explica melhor como o time asitático quer usar isso como vantagem futebolística. Esse tipo de racismo não se resume a insultos diretos. Ele muitas vezes aparece como “simplificação” de nomes vistos como “difíceis demais”, traços físicos reduzidos a um conjunto de estereótipos, como se “todos fossem iguais”, e comentários que tratam pessoas de países e culturas diferentes como se fossem uma massa única.  Há um efeito prático nessa redução. Quando alguém enxerga um grupo como homogêneo, tende a registrar menos nuance e menos detalhe. O preconceito, além de ser uma violência, é um tipo de “erro de leitura”. Uma forma de olhar que economiza esforço, substitui atenção por atalho mental e troca curiosidade por generalização. Antes da Copa de 2018, em meio a relatos de observação de treinos, preocupação com a vigilância e possível espionagem dos adversários, o então técnico da seleção da Coreia do Sul, Shin Tae-yong, autorizou que vários jogadores atuassem em amistosos com números trocados.  A justificativa do treinador foi bem explícita: ele disse acreditar que os ocidentais teriam dificuldade em distinguir jogadores asiáticos. A Coreia não afirmou que seus atletas eram iguais. O que ela fazia era partir do pressuposto de que alguns observadores poderiam enxergá-los como se fossem.  Anos depois, agora em 2026, nos amistosos contra Trinidad & Tobago e contra El Salvador, a Coreia do Sul voltou a mexer na numeração. O craque Son, que joga com a 7, foi de 13; o zagueiro do Bayern, Kim Min-jae, que geralmente usa o número 4, jogou com a 16.   Essa estratégia carrega uma contradição inevitável. Ela depende de o estereótipo existir do lado de fora, e isso é justamente o que torna a história desconfortável. Não se trata de validar o racismo, mas de expor o mecanismo: quando alguém insiste em não enxergar indivíduos, pode ser conduzido a conclusões erradas por confiar demais na própria generalização.  Em 2018, o próprio técnico reconheceu que a ideia não alcançou o objetivo como ele esperava em determinado momento. Em 2026, não houve nenhuma declaração direta de um membro da comissão técnica sobre o assunto, mas ao olhar para experiência do passado, é de se imaginar que reavaliaram a estratégia e tentaram repeti-la para quem sabe agora ir mais longe no torneio. Curiosamente, nas últimas 3 Copas, a única que não teve o embaralhamento do número das camisas, foi quando a Coreia do Sul não tinha um técnico coreano, em 2022, quem estava no comando era o português Paulo Bento. #CoreiaDoSul #Racismo #CopaDoMundo2026
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Jun 11
A mais recente confusão envolvendo o craque da Colômbia e a família do presidente Gustavo Petro diz mais sobre o momento político do país que sobre a postura do jogador. No site do PELEJA, a repórter Maria Tereza explica o que o episódio da “ignorada” de James Rodríguez ao pedido de uma fã tem a ver com o período eleitoral da Colômbia em plena época de Copa: peleja.com.br/politica/james… #GustavoPetro #JamesRodríguez #Colômbia #Política #PELEJA
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Jun 11
O “Não vai ter Copa!” está sendo levado a sério no México. Greves e protestos já bloquearam o acesso a áreas do centro. Professores pressionam por salários melhores e planos de previdência. O PELEJA está na cobertura de tudo por aqui. Conteúdo editorial com o apoio de: @BetwarriorBr #México #Protestos #Copa #PELEJA
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Jun 11
Através do seu porta-voz Subcomandante Marcos, o Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN) emitiu um comunicado antes do início da Copa do Mundo, criticando a Fifa e a atenção mundial que está sendo dada ao torneio no México em meio aos muitos problemas sociais que afetam o país. No texto intitulado “O Amor e o desgosto segundo o futebol”, o líder zapatista cita a crise de desaparecimentos, que já ultrapassa 135 mil pessoas, o movimento das mães que buscam encontrar seus filhos, o deslocamento forçado de comunidades indígenas, entre outros. As críticas voltadas à Fifa, às federações nacionais e até ao uso da inteligência artificial apontam para a transformação do futebol em um espetáculo cada vez mais distante das comunidades e da realidade do povo. Além disso, o comunicado ressalta que o futebol pode ser usado como uma forma de resistência, mencionando exemplos antigos e mais recentes, como o ato de Lamine Yamal de levantar a bandeira palestina durante a comemoração do título do Barcelona. “O mais importante deste mundial acontecerá fora dos estádios, nas ruas e nos campos, nas costas e nas montanhas, onde se realizará não o espetáculo, mas a memória e a luta, a resistência e a rebeldia”, disse Marcos, em trecho do texto. #Zapatista #EZLN #Resistência #México #CopaDoMundo2026
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Jun 11
O Azteca nasceu em 1966 para pôr o México no mapa do futebol e virou um dos estádios mais míticos da história. O tri do Brasil, o “gol de mão” de Maradona e o “Jogo do Século”: tudo nesse mesmo palco. Junto da @Netshoes, o PELEJA contou por que esse estádio deveria ser o cenário da grande final de 2026. #EstádioAzteca #Azteca #México #Estádio #PELEJA
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Jun 10
Os super-ricos estão mudando a Copa. E 2026 acontece no cenário perfeito pra isso. O PELEJA te conta mais dessa história. #CopaDoMundo2026 #Luxo #Elitização #EstadosUnidos #FIFA
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Jun 10
A cidade de Nova York organizará cinco fan zones gratuitas para a Copa do Mundo, distribuídas pelos distritos de Queens, Manhattan, Bronx, Brooklyn e Staten Island. Além disso, transformará o Central Park em um espaço de celebração gratuito para a final do torneio. “Esses eventos inicialmente não seriam gratuitos, mas o esporte mais popular do mundo deve pertencer ao mundo”, afirmou Zohran Mamdani, prefeito de Nova York. “Tomamos a decisão de permitir que os torcedores assistam juntos sem precisar gastar nada.” Entre os locais escolhidos para receber uma das fan zones está o USTA Billie Jean King National Tennis Center, sede do US Open, que deve comportar até 10 mil torcedores. Os espaços destinados às festas contarão com transmissões ao vivo dos jogos, opções de alimentação e programação cultural. Para assistir à final do Mundial no Central Park, os torcedores deverão participar de um sorteio. Das 50 mil vagas disponíveis, 20% serão destinadas a equipes de futebol juvenil, entidades comunitárias e organizações sem fins lucrativos. Conteúdo editorial apoiado por: @BetwarriorBr #Fanzone #CopaDoMundo2026 #Torcida #NovaYork #EUA
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Jun 10
Omar Abdulkadir Artan foi recebido com festa no seu retorno à Somália. O árbitro teve sua entrada negada nos Estados Unidos, onde ele iria apitar jogos da Copa do Mundo. Ao desembarcar em Mogadíscio, capital da Somália, ele foi tratado como herói pela população, que foi até o aeroporto para recebê-lo. Além disso, ele teve um encontro com o presidente do país, Hassan Sheikh Mohamud, que o recebeu no palácio presidencial para demonstrar apoio e solidariedade. Em seguida, Artan foi levado ao Estádio Mogadishu, onde foi ovacionado pelos seus compatriotas. Eleito Árbitro do Ano pela Confederação Africana de Futebol (CAF) em 2025, Artan já era famoso no país. Ele teria sido o primeiro juiz da Somália a apitar uma Copa. #OmarAbdulkadirArtan #Somália #Árbitro #Deportação #EstadosUnidos #CopaDoMundo2026
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Jun 10
Em entrevista exclusiva ao PELEJA, Cristiane Rozeira avaliou como as mudanças no perfil do público têm impactado o futebol feminino e falou sobre a importância de atrair mais torcedores para a Copa do Mundo Feminina de 2027. No papo, a atacante do Flamengo destacou a necessidade de incentivar que mais mulheres e crianças frequentem os estádios para que o ambiente volte a ser mais acolhedor e familiar. “Eu comecei numa época que familiares, amigos, idosos e crianças iam assistir aos jogos. Hoje temos um fluxo muito maior do torcedor do masculino para o futebol feminino por conta dos chamados ‘clubes de camisa’, o que, em alguns momentos, torna o ambiente um pouco hostil”, explicou. Cristiane relembrou sua primeira partida pelo Flamengo, em fevereiro de 2024, quando foi alvo de insultos e xingamentos por parte de torcedores, e contou que chegou a se sentir insegura para levar o filho aos jogos. “Nós somos o espelho e referência para as meninas que querem ser jogadoras e elas precisam se sentir seguras dentro do estádio”, afirmou. A jogadora também reforçou a importância de atrair público para a Copa feminina, que será disputada no Brasil. “Em alguns clubes que joguei, fora do país, a gente distribuía panfletos para incentivar a população a ir ao jogo, e funcionava. Precisamos encontrar formas de atrair o público e criar modelos diferentes para que isso aconteça”, disse a atacante. #Cristiane #FutebolFeminino #CopaDoMundoFeminina #Estádio #Flamengo
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