Há exatos 59 anos a Guerra dos Seis Dias, que em grande parte forjou Israel como é hoje, terminava. O conflito, entre Israel e os países árabes vizinhos, chegou oficialmente ao fim com a entrada em vigor de um cessar-fogo mediado pela ONU. E foi, acima de tudo, uma prova da capacidade de resistência dos israelenses, que frustraram a ambição do presidente egípcio à época, Gamal Abdel Nasser, de aniquilar Israel.
Contra todas as previsões, Israel derrotou, entre 5 e 11 de junho de 1967, quatro nações árabes que haviam concentrado forças em suas fronteiras e ameaçavam eliminar o pequeno Estado judeu do mapa. Diante disso, Israel agiu rapidamente para proteger sua população civil e preservar sua soberania territorial.
Era a segunda vez, desde 1948, que os israelenses resistiam às tentativas árabes de destruir o país. E ainda recuperaram o direito de orar no Muro das Lamentações, na Cidade Velha de Jerusalém, fechado para eles havia anos. O saldo de mortos foi devastador para um período tão curto: 18 000 árabes e 700 judeus.
Via: Veja