Administrador por Harvard . Ideologia Política: Comunitarismo. News Letter Cadastre Se no blog.kanitz.com.br Baby Boomer

Joined April 2009
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Essa é a visão de grande parte dos nossos políticos e intelectuais. Por isso o Estado não se preocupa em cortar custos, aliás nem deve.
Um país não é uma empresa. O objetivo de um país não é lucrar. O objetivo de um país é garantir dignidade e bem-estar à sua população. Um país precisa de chefe de Estado, não de CEO.
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Mandami Ganhou Por Ser Jovem Mandami é um Millenium, e eles estao com saco cheio de nós X , Boomers e ainda mais velhos Esqueça o islamisno e o socialismo
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Não Aponte Armas Num Pedido De Prisão Em uma democracia, é normal um cidadão suspeito receber um mandado de prisão para prestar esclarecimentos, ser ouvido por um juiz, e, na imensa maioria dos casos, sair em liberdade pouco depois. Noventa por cento são liberados em poucos dias. Mesmo quando há culpa comprovada, 99% cumprem menos de um ano. O verdadeiro responsável por essa chacina não foi a sociedade, nem os policiais, nem os dependentes químicos. Foi a ordem absurda de resistir e atirar. Em países civilizados, as crianças aprendem desde cedo o gesto que salva vidas: levantar as mãos e mostrar que não se tem arma. Aqui, o ensino público insiste em pintar o policial como vilão, não como guardião da lei e da vida. Não faz sentido: cento e vinte traficantes morreram obedecendo uma ordem estúpida. Pior , obedeceram e o que seria, no máximo, um ano de prisão, virou uma sentença de morte. O pior apesar das 120 mortes não aprendemos a lição e muito mais irão morrer.
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Vc entao vai atirar num policial com ordem de prisao. Boa sorte
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Alerta de Damares aos Evangélicos Há mais de 30 anos, a imprensa brasileira ignora um fato inconveniente: o Brasil caminha para um colapso financeiro. As promessas sociais feitas por sucessivos governos social-democratas criaram uma bomba-relógio fiscal que agora começa a estourar. O silêncio da imprensa econômica é igualmente preocupante. Por medo de parecer pessimista, evitou alertar o público e, com isso, ajudou a manter a ilusão de que “estava tudo sob controle”. A senadora Damares Alves tornou-se agora a terceira autoridade de alto escalão do governo a soar o alarme. Ela advertiu seus colegas de que o país pode, em breve, não ter recursos para pagar salários e aposentadorias. É um aviso grave e tardio. Endividar-se, por si só, não é o problema. O que é inadmissível é que o Estado brasileiro não tenha reservas em reais para enfrentar uma recessão ou uma crise internacional. Um país sem poupança vive à beira do abismo. Se mais servidores públicos de alto nível confirmarem, ainda que em off, que o Estado está quebrado, o sistema financeiro pode entrar em pânico exatamente o tipo de reação que Damares expressa em seu vídeo. “Nossos economistas afirmam, off the record, que os dados estão sendo maquiados, e essa maquiagem não vai resistir à CPI.” “Vou falar uma coisa que ainda não podemos dizer publicamente: nós, na Comissão de Assuntos Econômicos, temos informações de que estamos em colapso financeiro. A União está falida e é muito mais grave do que vocês imaginam.” “Nossos consultores da área econômica do Senado têm de manter a imparcialidade, mas, quando conversamos em particular, a tristeza em seus rostos é evidente. O país está em colapso. Faliu. Os números estão sendo maquiados, mas essa maquiagem não vai resistir nem à CPI.” O Brasil vive um momento de negação coletiva. Enquanto isso, a conta continua crescendo. lnkd.in/dgCbG2c8
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Brasil Ignora o Capitalismo para Todos por Stephen Kanitz O Brasil continua preso a uma forma primitiva de capitalismo , o capitalismo de poucos. A esquerda ocupa o espaço político ainda hoje simplesmente porque a direita nacional nunca se deu ao trabalho de evoluir para o Capitalismo para Todos Modelo que fez dos Estados Unidos uma potência e transformou milhões de trabalhadores em investidores. No Capitalismo para Todos, qualquer cidadão. sindicatos, fundos de pensão, viúvas, assalariados e poupadores, pode ser dono de uma parte do capitalismo. Cada vez que compram ações, tornam-se sócios das empresas que trabalham. Karl Marx sonhava com trabalhadores donos das máquinas e meios de produção. O capitalismo moderno já realizou esse sonho, sem sangue nem revolução. E com um detalhe que Marx não previu: é mais inteligente possuir ações de vários setores da economia do que depender do sucesso da fábrica que você possui a maquinas. Mas o Brasil ficou para trás. Em 1973, apresentei a ideia do Capitalismo para Todos e o Movimento dos Administradores Responsáveis à revista Exame. O revista já era dominado por marxistas, inclusive o então chefe de redação Ruy Falcão, que anos depois presidiria o PT. Tragicamente não perceberam que este seria uma correta forma dos trabalhadores controlar as empresas, via ações e não pela abolição da propriedade privada. Quando vejo José Dirceu, Elias Jabour, Jonas Manoel, Ivan Neves da nova geração de olhos fechados mais 50 anos, querendo abolir a propriedade privada, alheios aos avanços do capitalismo vis a vis a estagnação ao socialismo que querem manter , é perder as esperanças mesmo. Hoje, o país tem apenas 420 empresas abertas em bolsa, e a maioria delas sem liquidez e só aceitam acionistas sem direito de voto. A Petrobras é o maior exemplo dessa hipocrisia da esquerda que emite açôes preferenciais sem direito de voto. Por isso a ciência econômica no Brasil não funciona, as premissas são outros. Empresas “não maximizam o lucro”, hipótese básica da ciência econômica, aqui maximizam o controle acionário, reduzir os juros não fazem as empresas crescerem. Quem se diz de esquerda deveria estudar Drucker e Porter e entender que o verdadeiro progresso social não nasce da estatização, mas da democratização da propriedade. O capitalismo inclusivo não é o inimigo dos trabalhadores. É a ferramenta que pode, finalmente, libertá-los.
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Finalmente ( parte) o governo admite que 30 anos de governos de esquerda quebraram o país. Agora é o bolso deles que está em jogo. Extrema esquerda nāo é mais o caminho. Muitos terâo que aderir a uma centro direita em 2126
Cautela não faz mal a ninguém. E o Brasil está falido , quebrado ... Então, até armazene o essencial para tempos difíceis. E que Deus nos ajude 🙏
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CAPITALISMO PARA TODOS VENCE NA BOLIVIA O verdadeiro conflito de hoje não é mais entre capitalismo e socialismo, ou entre a direita e a esquerda. Estamos anos luz atrasado. O verdadeiro conflito deveris ser o “capitalismo para todos” e “o capitalismo somente para o Estado”. Para economistas de esquerda ter 10 empresas geridas por administradores concorrendo enfre sí gera desperdício, duplicação de custos do corpo administrativo, gastos de propaganda desnecessário, e assim por diante. Quanto maior melhor, quanto menor mais instável e predador. Eu aderi a este movimento já em 1974, invertendo a lógica marxista, lançando a edição Melhores e Maiores, um sucesso que dura até hoje. São a melhores que vencem no final, não as maiores por share of market, o paradigma na época. A briga entre administradores e economistas que vocês assistiram nos meus textos por 50 anos é esta. Administradores acham que empresas são melhor administradas por nós do que herdeiros ou economistas, via Sadia. Lutamos contra ações sem direito de voto das estatais e empresas familiares, lutamos contra a ciência da obediência que é uma síntese da ciência econômica, Nós administradores aplicamos a ciência da cooperação humana, e não a ciência econômica, controlando preços, salários e câmbio e o salário minímo. Marx e seus economistas queriam o controle das máquinas, os chamados meios de produção. Nós administradores queremos que todos tenham um stake na empresa como todos, que seja sócios da empresa e não donos das máquinas e suas instalações. Hoje você não precisa tomar uma fábrica por métodos revolucionários, no capitalismo para todos você pode comprar uma ação dela pacificamente. Os economistas de governo acreditam que podem administrar a economia com equações e planos centrais, metas e dobrar as metas quando alcançadas as anteriores. Quando milhões de pessoas possuem uma fatia da economia, o poder se distribui, o capitalismo se torna democrático e não autocrático vindo de poucos planejadores. O “capitalismo para somente o Estado”, utilisa ciência da obediência, não da cooperação. Esse é o capitalismo para todos, pouco conhecido ainda no Brasil onde o Marxismo impera o que alguns poucos temos defendido por mais de 50 anos. Vamos torcer pela
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Dois idiomas lhe faz mais inteligente. youtu.be/vf0qE3NKs4o?si=Lpdz… via @YouTube Não são os mais inteligentes que falam dois idiomas , é o contrário. Sigam mentebrilhantes.org e participe das nossas soluçoes para aumentar nosso QI nacao de 86 para 100-105

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Distribuição da Renda Segundo A Direita A campanha presidencial de 2026 deve girar em torno de um tema antigo, mas agora revestido de indignação moral: a má distribuição da renda, e a volta da luta de classes. Volta a tese de revolucionários que precisamos “eliminar os bilionários”encabeçada pelo juventude comunista como Jones Manuel “precisamos taxar mais os ricos” de Fernando Haddad, e “precisamos eliminar a má distribuição da renda”, de José Dirceu. Tudo atribuído a Direita e não aos últimos 32 anos de govermo de esquerda. O ministro Fernando Haddad tem falado com frequência sobre os bilionários brasileiros e sobre como será preciso taxá-los “até a alma”. Há, inclusive, um movimento mundial que questiona: por que precisamos de bilionários? José Dirceu tem sido claro ao afirmar que dois dos maiores problemas do Brasil são a má distribuição de renda e os juros elevados. A argumentação da Direita nunca é apresentada, nem pelos candidatos da Direita, um absurdo. Segundo a Direita a a má distribuição de renda é consequência direta da elevada carga tributária sobre o trabalhador. Já atingimos um nível de taxação que chega a 54% da renda, se incluirmos os impostos embutidos em compras a prazo e nos programas de habitação popular, como o Minha Casa, Minha Vida. Taxando neste nível, nossos pobres jamais constituirão reservas financeiras para o futuro, a segunda renda necessária para se tornar um milionário. Outro ponto que a Direita deveria defender há mais de 70 anos, desde que Getúlio Vargas instituiu o salário mínimo, é que o ajuste desse valor é uma mentira da esauerda. Acordem, ela representa somente da metade do mínimo necessário para se viver no Brasil. A desculpa da Esquerda, é que o Estado já oferece serviços grátis de de qualidade, como saúde, educacação e poupança para a aposentadoria. O próprio governo, via IPEA, calcula que esse valor do salário mínimo justo seria de R$ 3.200. Mas no Brasil, você não pode escolher o seu médico ou plano de saúde, uma boa escola para seu filho, nem um fundo de pensão pago a partir dos 35 anos digamos, para uma certeza de aposentadoria que não temos. Por quê a Esquerda mantém os salários mínimos abaixo do necessario ? Para obrigar o trabalhador a depender do Estado , do SUS, do ensino público e da aposentadoria oficial. Se o salário mínimo fosse o que a verdadeira Direita propõem, ninguém usaria o sus, o ensino do estado, escolheriam o sistema de repartição socialista. Assim, quem quiser um médico particular, uma escola privada ou investir sua poupança em um fundo atuarial de longo prazo não pode fazê-lo: precisa se contentar com o mínimo e com o que o Estado oferece. A terceira distorção da renda pela Esauerda, segundo a Direita está na forma como o Estado trata os jovens entre 18 e 28 anos. Nessa fase da vida, eles estão começando a trabalhar, ainda ganham pouco e precisam montar suas bases , moradia, móveis, transporte, vida própria. Mesmo assim, são obrigados pela Esquerda a arcar com o mesmo peso tributário que os mais velhos, sustentando as despesas fixas do governo. A verdadeira Direita propõe uma isenção de todos os impostos temporária por dez anos para seus filhos, jovens em início de carreira que deveriam ficar livres de todos impostos. Não se trata de isentar “os pobres”, mas de dar fôlego a quem está construindo seu patrimônio inicial. A lógica é simples: os pais, em média, ganham quatro vezes mais do que os filhos. Se os mais velhos contribuíssem com 3% ou 4% a mais, o governo compensaria facilmente a perda, que não chegaria a 8% da arrecadação total. Hoje, ao tirar quase metade da renda dos jovens, o Estado os empurra para o crédito. Eles são obrigados a comprar tudo parcelado, geladeira, televisão, fogão , por isso os juros embutidos que passam de 25%. É um círculo vicioso: quem deveria estar aprendendo a poupar começa a vida devendo.
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Por isso, a tese de que o problema brasileiro é “a má distribuição da renda causada pelo capitalismo” soa absurda. O país foi governado por uma visão declaradamente anticapitalista nos últimos 24 anos. A desigualdade que existe vem muito mais da baixa produtividade do trabalhador brasileiro do que da existência de ricos. E a produtividade é baixa porque não temos poupança necessária para comprar as maquinas que aumentam nossa produtividade. A quarta razão para a má distribuição da renda no Brasil é a completa ausência de reservas financeiras do governo. Em vez de poupar nos tempos de bonança para sustentar o país nas crises, o Estado gasta tudo e se endivida quando os ventos pioram. Essa prática se consolidou ao longo dos 24 anos de governos petistas. Hoje, o endividamento público já ultrapassou o limite do razoável , não apenas pela relação dívida/PIB, mas pela taxa de juros insustentável que o governo precisa pagar para conseguir crédito. O problema é de confiança: o mercado não acredita mais que o Estado brasileiro vá honrar todas as promessas sociais que fez. Os títulos públicos pagam até 15% ao ano, e mesmo assim só os mais ousados aceitam o risco. O resultado é perverso: com juros tão altos, o investimento produtivo se torna irracional. Muitos potenciais empreendedores, que poderiam crescer e gerar empregos, preferem simplesmente viver da renda dos juros. Assim nasce uma nova casta de rentistas do Estado, pessoas que deixaram de produzir para viver dos erros do governo. Se o governo quitasse parte de sua dívida e formasse reservas financeiras sólidas , como fazem famílias e empresas prudentes, os juros cairiam rapidamente. O Estado deixaria de ser o maior tomador de crédito do país, liberando recursos para o setor produtivo. É o governo que criou o rentismo, não o capitalismo e nosso sistema bancário e faria lima que vive do governo. Em resumo, para a Direits, as causas da má distribuição da renda brasileira não estão no capitalismo, e sim no modelo socialista que se enraizou desde Getúlio Vargas: um Estado gastador, intervencionista e dependente da própria dívida. O debate sobre a desigualdade no Brasil está distorcido. O problema não nasce da existência de ricos, mas da estrutura econômica que empobrece quem produz. O problema não é que temos 18 bilionários a mais que não deveriam existir, mas temos milionários de menos, investindo em pequenas e médias empresas. A renda é mal distribuída, primeiro, porque o Estado retém mais da metade do que o trabalhador ganha; segundo, porque tributa pesadamente os jovens que ainda estão tentando se erguer; e terceiro, porque administra o país sem reservas, endividando-se e alimentando uma economia de rentistas. O resultado é previsível: pouca poupança, baixo investimento, juros altos e produtividade estagnada. O Estado cresce, o setor produtivo encolhe. A verdadeira reforma não é moral, é estrutural. Redistribuir riqueza sem gerar riqueza é apenas mudar o dono da miséria.
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Este video mostra algo preocupante.
Reichstag Fire -- veja o que as TVs não mostraram sobre o 8 de Janeiro. Nem precisava disso, claro: bastava entender o que aconteceu no Capitólio pra ver que a coisa foi copiada escancaradamente. Gente, que solidão viver entre jornalistas tão burros. Meus colegas são jumentos
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O Falso Prêmio de Economia em Nome de Alfred Nobel Não existe esse prêmio Nobel de Economia, anunciado hoje em todos os jornais. É a maior farsa de narrativa social, com o intuito de enaltecer os interesses políticos de economistas, no seu projeto de poder, o que só mostra o mau caratismo desses economistas. Somente Robert Lucas e Amartia Zen, honestamente afirmam que nunca receberam um Prêmio Nobel de Economia. Todos, repito todos, os supostos ganhadores do Prêmio Nobel de Economia mentem como todos os Jornalistas Economicos. E se mentem, por que vocês acreditam no que eles dizem ? Vejam essa carta de Peter Nobel e outros netos. “Não há nenhum prêmio de Economia incluído no testamento de Alfred Nobel. Basta consultar an internet. A Fundação Nobel não escolhe nem oferece nenhum valor monetário para Economistas. Bastava consultar a internet. Essa farsa foi criada pelo Banco Central da Suécia. Que criou um prêmio próprio, que seria totalmente desconhecido. Mas o que criaram foi um Prêmio Banco Central da Suécia para Economistas, mas em homenagem a Alfred Nobel. Por que homenagear um produtor de dinamite ? Para mentir e dizer que é um Prêmio em homenagem a Nobel. Claramente a profissão de economistas estão se apropriando culturalmente de um Prêmio para enaltecer sua própria profissão. Alfred Nobel era basicamente um idealista e cético em relação a economistas, administrador que era. Consultada a única sobrevivente dos filhos de Ludvig Nobel, Dra. Marta Nobel-Olienikoff, diz que não pôde impedir a instituição do Prêmio pelo Banco Central, com dinheiro publico. Tipico de economistas. Ela enfatizou, no entanto, que em hipótese alguma o Prêmio deveria ser chamado de "Prêmio Nobel". A Fundação Nobel foi pressionada a administrar a concessão do Prêmio, que desde o ano seguinte tem sido realizado juntamente com, e usando as mesmas cerimônias, os Prêmios Nobel que Alfred Nobel doou por meio de seu testamento. Uma busca na internet no outro dia resultou em 2.200.000 retornos para a frase "Prêmio Nobel de Economia", a farsa “pegou”. Destes, muitos eram de economistas e universidades americanas famosas. Apenas alguns mencionaram em um subtítulo o nome "oficial" do Prêmio e de ser custeada por dinheiro do povo sueco, e não pela Fundação Nobel. A Fundação Nobel não pode reagir ao pedido da Academia Sueca (1997) para que o Prêmio de Economia fosse concedido em uma cerimônia separada, nem ao apelo tímido de alguns membros da família para que a Fundação enfatizasse daqui para frente que os Prêmios de Economia não são Prêmios Nobel. Para a maior parte da imprensa mundial, e portanto para a maioria das pessoas leigas, o Prêmio de Economia gradualmente se tornou um Prêmio Nobel entre os outros, o que é enganoso. Se Alfred Nobel realmente quisesse algo do tipo, ele teria mencionado isso em seu testamento. Mas o fato é que ele não fez isso, e portanto o Prêmio do Banco da Suécia não deveria ser considerado um Prêmio Nobel. Propomos, portanto, que a Fundação Nobel e todos os outros Comitês Nobel, quando este Prêmio, em sua forma abreviada, for mencionado perante a imprensa, outros meios de comunicação e o público em geral, o chamem corretamente de "Prêmio do Banco Assinado por: Anders Ahlqvist, Professor, Galway, Irlanda Johan Ahlqvist Professor, Västanfjärd, Finlândia John Hylton Jurista, QC, Toronto, Canadá Peter Nobel Jur.Dr., h.c., Uppsala, Suécia” Como acreditar nessa profissão que mantém um esquema de auto promoção falsa como essa ? Eu não.
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Porque A Direita Defende Tanto “Propriedade Privada”? Sempre achei arrogante essa defesa da propriedade privada pela direita, está até na nossa constituição. 10.000 anos atrás, seres humanos viveram no paraíso, bastava pegar uma maçã das árvores, uma raiz do chão. Mas estes caçadores e predadores não planejaram o futuro nem foram comedidos. Extinguiram os Mamutes, e começaram a passarem fome. Foi aí que surgiu a agricultura. Plantando dá. Só que os caçadores e predadores continuavam a achar que o trigo plantando ali ao lado era grátis como antigamente. Invadiam como fazem os predadores hoje do MST. Só que não sabiam que estavam invadindo, roubando o trabalho dos outros. Com a criação das cercas, definindo o que não era público, paz voltou entre predadores e agricultores. Foi com a agricultura que surgiu a ética qua “todos nós temos direito ao fruto de nosso trabalhão”. Dito muito antes de Karl Marx, e implantado com sucesso, ao contrário do que fracassou. Quem prega se apropriar do trabalho dos outros é hoje a Esquerda, hoje em 48% dos Impostos. 48% do que produzimos vai direto ao Estado, nossos predadores de hoje, claramente “mais valia” a exploração do homem pelo homem combatido por Marx. Se a colheita pudesse ser roubada,, quem teria coragem ou vontade de plantar? Nascia ali a propriedade privada , não por ganância, mas como justiça. Cada muro erguido ao redor de um campo não era apenas defesa , era definição. Marcava onde o esforço havia sido investido e onde começava a responsabilidade. Pode-se dizer que a civilização é uma rede de cercas não feitas de madeira ou pedra, mas de acordos de cooperação humana. Nosso problema hoje é que 48% do que produzido no Brazil é tomado pelos descendentes dos predadores, e está somente crescendo, como nesta semana.
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George Soros: Uma Persona Non Grata George Soros é um imigrante húngaro acolhido pelos britânicos, que fugia de ser morto pelo nazismo. Lhe ofereceram educação na respeitada London School of Economics. Ali, aprendeu o que todo economista aprende: especular com câmbio, juros, commodities e ações. Em retribuição a essa generosidade, Soros ganhou notoriedade mundial por “quebrar o Banco da Inglaterra”, em 1992. O episódio lhe rendeu mais de um bilhão de dólares ao apostar contra a libra esterlina, mas deixou atrás de si um rastro de 0caos nos mercados, hipotecas mais caras e aposentadorias comprometidas. O que para ele foi uma jogada brilhante, para milhões de britânicos foi um pesadelo. As perdas causadas por sua especulação não recaíram sobre ele, mas sobre o povo do Reino Unido, que arcou com a conta por meio de juros elevados, poupanças arruinadas e intervenções emergenciais do governo. Soros saiu mais rico; os cidadãos, mais pobres. Desde então, o economista aperfeiçoou seu modelo: lucrar com a instabilidade e, em seguida, financiar movimentos políticos que corroem fronteiras, tradições e instituições. Ele chama esse processo de “construir uma sociedade aberta”. Na prática, é a desconstrução gradual e calculada da soberania nacional. Onde o dinheiro de Soros chega, instala-se a divisão: protestos sem responsabilidade, ONGs sem prestar contas ao eleitorado e campanhas políticas alimentadas por recursos externos. Um homem sem bandeira, um bilionário sem lealdade, que enxerga países como peças de xadrez e culturas como meros laboratórios. O Brasil abrigou mais de 200 estrangeiros durante a segunda guerra mundial, que ato seguinte ingressaram no Partido Comunista conspirando para acabar com a Democracia Brasileira, a mesma traição a cordialidade brasileira. Não posso citar os nomes. Soros proclama valores como justiça, igualdade e democracia. Entretanto, seu império se sustenta em seu oposto: a riqueza privada usada para subverter decisões públicas. Ele fala em “empoderar cidadãos”, mas mina as escolhas feitas nas urnas. Vive em luxo enquanto fomenta a instabilidade de economias que jamais proporcionarão esse conforto a seus habitantes. Expulso politicamente do Reino Unido, onde se tornou um pária, Soros hoje enfrenta novos ventos de contestação, inclusive nos Estados Unidos, onde líderes como Donald Trump defendem investigações rigorosas sobre sua conduta. O economista George Soros encarna a arrogância do dinheiro sem responsabilidade. Construiu fortuna drenando nações e consolidou influência ditando-lhes regras. O povo britânico o salvou quando sua aposta deveria tê-lo arruinado e, em troca, ele emprega seus bilhões para desmontar os alicerces das sociedades que o acolheram. É por isso que não é bem-vindo. É por isso que ele é, e deve permanecer, uma persona non grata.
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As Verdadeiras Funções do Governo: Produtividade, Cooperação e Absorção de Riscos Somente criticar o governo sem oferecer alternativas é perda de tempo. Aqui proponho uma alternativa, a essência do Estado. No Comunitarismo, o governo federal não é um ídolo a ser venerado nem uma máquina de assistencialismo. Ele existe para coordenar, amplificar e estabilizar as energias coletivas de uma sociedade. E as suas funções reais cabem em três pilares simples , mas quase sempre ignorados pelos próprios governantes: 1. Aumentar a produtividade coletiva. 2. Reforçar a cooperação entre comunidades. 3. Absorver riscos que o setor privado não pode. A função mais importante do governo não é “redistribuir renda”, mas elevar a produtividade do cidadão comum. O livre mercado lfalha em prover bens coletivos de alto impacto: estradas, portos, saneamento, energia. Nenhum empresário brasileiro isolado os faria em escala , mas todos lucram quando eles existem. O PIX mostra o Estado agindo certo: 0% de taxa, contra os 5% sugados por Visa e Mastercard. Um salto brutal de produtividade coletiva. Já o sistema tributário brasileiro é um caso clássico de governo atuando contra o país: taxar o lucro reinvestido é simplesmente estúpido. Como taxar dividendos reaplicados em novos negócios é suicídio. O Estado engole 15% de IR uma única vez e mata 28% de arrecadação futura de ICMS, IPI todo ano, e não gera empregos que jamais serão criados. Ganância tola de economista brasileiro. Resultado: governos vampiros que sugam produtividade ao invés de multiplicá-la. A segunda função do governo é expandir a cooperação além da família, da tribo e da cidade. Leis nacionais justas, moeda estável, e regras claras reduzem a fricção e tornam possível confiar em quem você nunca viu. Mas no Brasil preferimos usar o Estado para criar dependência. O Sebrae é um bom exemplo do Brasil que dá certo: cria pontes de cooperação empresarial. Já o Bolsa Família é exemplo do errado: não exige contrapartida, não exige sequer buscar emprego. Cooperação se transforma em clientelismo eterno. E incentiva o bolsosista a ficar em casa e não mais cooperarl E no plano internacional, o Itamaraty antiamericano é um tiro no pé. Repelimos nosso vizinho rico, que tem um mercado dez vezes maior que o nosso, e beijamos a mão da China que está do outro lado do planeta. A terceira função: o Estado deve ser o segurador de última instância. Projetos gigantescos , hidrelétricas, metrôs, exigem décadas de capital e confiança. Nenhuma empresa privada brasileira ousaria investir sem garantias impossíveis. É aí que entra o governo: assume o risco inicial, sustenta a travessia da incerteza, protege a sociedade contra pandemias, colapsos financeiros e guerras. Mas uma vez operacional, o Estaso deveria vender a empresa na Bolsa auferindo o ágio criado pelo Estado, e não administrar a empresa para sempre. Governos que aumentam a produtividade, reforçam a cooperação e absorvem riscos inassumíveis justificam sua existência. Governos que sufocam a produtividade, semeiam divisões e abdicam da responsabilidade merecem ser tratados pelo que são: um custo inútil e ilegítimo para a sociedade.
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