Em Gaza existe um bairro chamado Al Abeed, que em árabe significa escravos.
Eles são considerados a casta inferior, sofrem descriminação e até mesmo dificuldades para casar.
É pior para as mulheres palestinas negras — embora homens de pele escura possam se casar com palestinos de pele clara, o inverso não é aceito.
“Eu conhecia um casal que estava apaixonado, mas o pai do noivo ameaçou renunciar a ele nos jornais. Infelizmente, eles se separaram”, disse um palestino negro chamado Obaid.
Obaid também diz que as forças de segurança do Hamas têm sido recentemente muito duras com os palestinos negros.
No Iêmen também há uma comunidade negra conhecida como "Muhamasheen," que significa "marginalizados." Esta comunidade enfrenta discriminação racial sistemática e exclusão social há séculos. Os "Muhamasheen" são muitas vezes confinados a bairros segregados e sofrem com a falta de acesso a serviços básicos, educação e emprego. As condições de vida são precárias, com muitos vivendo em favelas sem saneamento adequado, eletricidade ou água potável.
A discriminação contra os "Muhamasheen" é profundamente enraizada na sociedade iemenita, e eles são frequentemente alvo de racismo e abusos, tanto por indivíduos quanto por instituições oficiais.
Mas vamos passar pano, afinal, são os muçulmanos do Hamas e Houthis lutadores da liberdade. A sociedade que eles querem construir vai ser maravilhosa para os judeus, negros e infiéis.
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