Hoje faz 169 dias que o pastor vagabundo da extrema direita Sóstenes Cavalcante (PL) não conseguiu provar de onde vieram os 470 mil escondidos em um saco de lixo dentro de um guarda-roupa no seu flat em Brasília.
O deputado picareta ainda não explicou por que guardava, ou escondia todo aquele dinheiro em casa, dentro de sacos de lixo escondidos no armário?
E a justiça fez o quê? Não seria um caso de cassação, suspensão do mandato até o esclarecimento?
Nem todo bolsonarista é bandido, mas todos os bolsonaristas estão evoluindo em crimes pesados.
Vamos relembrar o episódio:
A apreensão de R$ 469,7 mil em espécie no flat do deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), em Brasília, ocorreu em 19 de dezembro de 2025. O montante foi localizado pela Polícia Federal durante a
Operação Galho Fraco que apura supostos desvios de recursos públicos da cota parlamentar por meio de empresas de fachada. .
O caso gerou repercussão devido às justificativas dadas pelo parlamentar e ao andamento das investigações da Polícia Federal:
A versão do deputado: Logo após a apreensão, Sóstenes Cavalcante publicou vídeos afirmando que o dinheiro tinha origem lícita e era fruto da venda de uma casa de sua propriedade em Ituiutaba, Minas Gerais. Ele exibiu sua declaração de Imposto de Renda de 2024 e a escritura de compra do imóvel para tentar comprovar a posse do bem, argumentando que aceitou receber o pagamento em espécie e que guardou os valores no armário por "correria do trabalho".
Apuração e controvérsias: Investigadores apontaram que o uso de grandes volumes de dinheiro vivo dentro de sacos pretos no guarda-roupa reforça suspeitas de ocultação de valores. Veículos de imprensa também divulgaram que a formalização definitiva da venda do imóvel em Minas Gerais só teria ocorrido formalmente em cartório dias após a ação da polícia federal em seu apartamento.
O material apreendido foi encaminhado para análise pericial, e o inquérito policial segue tramitando sob supervisão do Supremo Tribunal Federal (STF) para checar o rastreamento bancário, os registros fiscais e os depoimentos dos envolvidos.