Uma organização que defende a democratização do conhecimento através da análise, geração e distribuição de dados com foco em raça, gênero e território.
ATENÇÃO, MORADOR! 🚨 Como está a situação na sua região?
Há uma operação em curso nas favelas Nova Holanda e Parque União. Também recebemos relatos da presença de blindados e bombas nas regiões.
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Amanhã tem data_labe no 19° Congresso da @abraji!
Os ingressos para o Congresso Presencial já esgotaram, mas você ainda pode comprar para Congresso Online e o 6º Domingo de Dados
Link no proximo tweet 👇🏾
VIGILÂNCIA | Em licitação para aquisição de mais tecnologias de reconhecimento facial (RF), o governo de Pernambuco requer a licença de um analítico de imagem com detecção de vadiagem.
@institutoiprec
ALT Na imagem, a identidade do 19º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo, e no centro, três fotos, duas mulheres e um homem. Está escrito: Detetives digitais: Bellingcat, Fogo Cruzado e a revolução das investigações open source. 12/07. 14:30 - 16:00. ESPM - São Paulo. Congresso.abraji.org.br. presencial. Na foto da esquerda para direita está Aiganysh Aidarbekova, pesquisadora e instrutora da Ásia Central na Bellingcat desde 2018. Uma mulher asiática, tem cabelo ondulado médio e cor castanho-claro. Ele veste uma camisa branca e usa um óculos. Ao lado, está a foto de Cecília Olliveira, diretora da Abraji, co-fundadora do Intercept Brasil e do Instituto Fogo Cruzado. Uma mulher negra, tem cabelo cacheado com luzes nas pontas. Ela usa um batom vermelho e uma camisa branca. Por fim, está a foto de Gilberto Vieira, co-fundador do data_labe. Um homem branco, com barba e cabelo castanho escuro curto. Ele usa uma camiseta cinza e óculos redondos na cor preta. Fim da descrição.
📢Como estratégias de geração cidadã de dados podem apoiar o jornalismo, sobretudo o local, na cobertura de violações de direitos?
👋 Post com #textoalternativo
ALT Na imagem, a identidade do 19º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo e no centro as fotos das duas palestrantes. Está escrito: Geração Cidadã de Dados em desertos de dados públicos. 12/07. 11:30 - 13:00. ESPM. Presencial. Na primeira foto, da esquerda para direita, está Elena Wesley, coordenadora de comunicação do data_labe e gestora da Agência Narra. É uma mulher negra com cabelo escuro e crespo. Está usando brincos grandes e coloridos. Ao lado está Eryck Batalha, coordenador do Instituto Fogo Cruzado. Homem de cabelo escuro cacheado, cavanhaque e óculos de plaquetas. Ao lado está Mariene Castro, gestora de Comunicação do Observatório do Marajó. Ela está segurando uma placa de madeira, onde está escrito “observatório do Marajó”. Tem cabelos castanhos e está usando uma camiseta verde com a estampa do observatório do Marajó. Por último está Ivan Satuf, diretor e conselheiro fiscal da Abraji. Homem branco de cabelo escuro. Fim da descrição
Estão abertas as inscrições para o curso de extensão “Descomplicando IA: Como democratizar a inteligência artificial nas favelas”. ✨
Serão quatro aulas gratuitas ministradas por especialistas em IA no Brasil para formar e capacitar pessoas de favelas sobre essa tecnologia.
Participe da campanha da @AntraBrasil pra pedir pro STF afirmar o respeito à identidade de gênero das pessoas trans e travestis e garantir a sua proteção no uso de banheiros públicos.
Assine o abaixo-assinado! a.allout.org/s/WKJwp/
Como é a situação de PCDs no mercado de trabalho?
O Polinho Mota (@polinhobr), coordenador de dados no @data_labe, contou para gente como usou os dados do CAGED na BD para responder essa pergunta e como foi muito mais fácil desenvolver a análise usando nosso datalake público.
Inclusive, nossa coordenadora @elenawesley apresentou vários dados e reivindicações abordados pela campanha #LiberaMinhaNet, da @direitosnarede lá no seminário "Para além do acesso à Internet: como garantir a conectividade significativa", realizado pelo @ComuNICbr, em Brasília.
E não é que a gente descobriu onde vive a maioria da população indígena do município do Rio de Janeiro?! 👀
👇🏿 Vem saber dessa história #DiaDaResistenciaIndigena
🏹 O Censo do IBGE de 2022 também registrou um aumento de 88% na população indígena em comparação a 2010. Isso se deve a diversos fatores, como reconhecimento de identidade e melhoria na metodologia de coleta de dados.
Na reportagem “Maré Indígena”, parceria do data_labe com o @maredenoticias, aprofundamos os dados do Censo 2022 e os avanços na metodologia de coleta. E é claro: contamos mais sobre a história do Valdir e de outros indígenas da Maré.
Confira em datalabe.org/mare-indigena/