É preciso dar um jeito, meu amigo.

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Porque estábamos de antes
¿Por qué odian a Elon Musk pero usan su red social?
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Welfare check a esta pessoa já
🚨BREAKING: Someone just put $1M on Spain to WIN their match vs Cape Verde today This pays out is $1,085,943.48 on Polymarket
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bem verdade. tasqueiro de New In Town nem é gente.
ao ver as "tascas" onde a malta anda a jantar nos Santos recordei-me disto. poucas coisas me alegram tanto como aquele tipo de estabelecimento que comprou um serviço de barro com o próprio nome gravado, meteu pimentos padrón e huevos rotos a fazer de infância nacional e convenceu a pobre criatura que lê a NIT, guarda restaurantes no Instagram e diz "temos de ir" a tudo o que tenha azulejo, luz quente e uma cadeira desconfortável com pretensões de autenticidade de que, por trazer o vinho num jarro em vez de numa garrafa com rótulo, aquilo é claramente um tasco, do mais típico que existe. frequentado pelo grupo de amigas da Marta, três Ineses e uma Joana dos RH , todas em simulacro de tradição entre dois stories, uma vela torta e o conceito giríssimo de comer às porções, "porque isto é comida de avô", quando a merda mais típica que a velha lhe punha à frente era esparguete com frang e um vianetta do Dia. a avó, coitada, não lhe deixou uma cozinha: deixou-lhe uma deixou-lhe uma varinha Moulinex “que ainda está aí prás curvas”, duas travessas da Vista Alegre que só tinham uso no Natal, uma gaveta cheia de sacos, uma receita de arroz de frango escrita sem medidas e a memória perfeitamente honesta de almoços despachados à pressa por mulheres cansadas, com loiça no lava-loiça, a televisão ligada noutra divisão e qualquer coisa a descongelar tarde demais. é gentinha que chama "sem pretensões" a um sítio onde o copo foi escolhido por alguém saído dum workshop de branding e que ao terceiro jarro já fala da infância portuguesa como se tivesse passado os verões numa aldeia do interior, quando a experiência rural mais intensa que teve foi uma despedida de solteira em Évora, com alojamento local, brunch no dia seguinte e uma fotografia muito séria encostada a uma parede caiada, esse grande baptismo telúrico das almas que nunca apanharam um autocarro para a terra dos avós. e é essa a parte bonita: nem falsificaram uma tradição, mas sim falsificaram a nostalgia privada da clientela, que é onde está o dinheiro a sério. já nem a tasca nos chega sem direcção artística. uma coisa é servir uma sandes de rojão chamada Pork Affair ou o crl. outra, bem mais grave, é convencer uma pirralha criada entre forno eléctrico, iogurtes líquidos, douradinhos com arroz de ervilhas e um pai a adormecer no sofá de comando na mão a ver o Highlander ou a Marés Vivas de que dorme nela uma memória ancestral de balcão, tremoço e toalha de papel, memória essa que passou trinta anos adormecida debaixo de um edredão da Zara Home até ser acordada por um empregado de bigode estudado e três petiscos castelhanos. o que ali se serve não é só comida. é a possibilidade de ter tido outra origem, mas sem a maçada de a ter vivido. a Marta quer a tasca, mas não quer a porta da casa de banho que não fecha, o calendário da selecção desbotado eo garrafão aberto desde terça nem o senhor agostinho que meio torto começa a discorrer da ex-mulher como se estivesse numa comissão parlamentar de inquérito. quer o empregado castiço, mas não quer que ele se esqueça do pedido porque está a ver se o Leixões marcou, nem o quer a perguntar "é só isso?" com o merecido desprezo de quem percebeu, em três segundos, a indigência espiritual da mesa. quer esse mesmo empregado a tratá-la com uma familiaridade suficientemente rude para parecer verdadeira mas não tão rude que obrigue a uma reclamação no Google. quer comida de avô, mas não quer o avô ali, vivo, a mastigar de boca aberta, a chamar "chefe" ao empregado, a tossir para o guardanapo, a perguntar quanto custou aquilo tudo, a explicar que ovos com batatas sempre houve e ninguém fazia disso uma civilização, e a contar pela décima terceira vez a história de quando foi a Chaves buscar umas peças para o carro e comeu uma vitela que, essa sim, era uma coisa séria. quer a aldeia, mas não quer a tia que pergunta pelo namorado. quer o tasco urbano, mas sem três maganos de colete reflector a ocuparem metade do balcão com a solenidade de quem reconstruiu o país e agora exige cerveja com Favaíto por serviços prestados à nação. quer, no fundo, uma autenticidade disponível nos momentos exactos em que lhe convém, com a dose certa de gordura, ruído e desconforto, mas antes do ponto em que a experiência deixa de ser charmosa e passa a obrigá-la a lavar o casaco. a Marta, que nunca teve terra mas tem imensa vontade de a ter tido quer a pobreza de bistrô, miséria em doses para partilhar. é como aquelas pessoas que dizem que adoravam viver numa casa antiga até descobrirem que as casas antigas têm humidade, canalização vingativa e uma arrecadação que é um pequeno museu da inutilidade doméstica, onde toda a família guarda coisas que "um dia podem dar jeito", incluindo cabos de Nokia, recibos de 1987, chaves de portas que já não existem e uma tampa de tupperware que já não corresponde a nenhum recipiente vivo. a Marta quer raízes. mas raízes lavadas, com reserva às nove no TheFork, conta dividida por MB Way e sem uma tia de casaco polar a aparecer à mesa para perguntar, diante das três Ineses, se ela afinal ainda anda com aquele rapaz da barba do chapéu.
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É seguro dizer que vivemos na pior timeline de sempre.
Viral ‘dopamine sites’ are letting users shop without actually spending money The sites feature nonexistent products, reviews, and promotions, and let users checkout and track their “courier” all without actually buying anything
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Replying to @RuteMSousa
Típico dos invejosos que nunca conseguiram nada. Só criticam. 😏
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E tu, já arranjaste emprego sem ser uma avença shady ou lamber as bolinhas a Israel 24/7?
Adoro ver a malta ressabiada com o dinheiro do Elon Musk! A maioria não consegue manter um emprego mas ficam revoltados ao ver que alguém venceu na vida 🤣
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a quantidade de dinheiro publico que estes gajos mamaram para fechar meses depois. Os founders estao todos a começar empresas novas. O truque básico do patrão portugues. A questão é porque é que estamos a financiar estes parasitas?
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ele está pronto
Jun 14
Ele está pronto.
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Niggas who earn Minimum wage, eat boiled water for breakfast and can’t afford rent on their way to Glaze Elon Musk
Elon Musk has become the first trillionaire in history.
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Um frequentador da Ilha Epstein que contraiu gonorréia
Bem pobrinho esse cidadão que acabou de aparecer na transmissão. Vocês sabem quem é?
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Abre a janela ou acende a luz que você vai ver a resposta
pra q comprar tv, se vc pode comprar um projetor
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RT @kylietcheung: "Everyone is 12" theory continues to go strong
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Good.
It’s safe to say there will never be another Charlie Kirk
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O estado dos liberais é mesmo deprimente
Is America ready for a hot president
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Acho que o woke já acabou e podemos escrever o Re
All Three looks rtarded
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He’s doing the meme irl
Elon isn't stealing from me. Illegal aliens and welfare grifters are
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lol who did this
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Quando pensarem que são burros lembrem se que há aí pessoal que genuinamente acha que é eticamente correto o musk ter 1 trilhão de dólares e que tbm acham que ele trabalhou arduamente para conseguir aquilo
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Inserir aquela frase aqui mas sem o não
A menina do cartaz e a eutanásia Vera Guedes de Sousa era, há 8 anos, a aluna de medicina que se tornou conhecida por empunhar o cartaz onde exonerou a inteligência e apelou ao medo. Pode ser hoje uma razoável médica, mas continuará medíocre cidadã e excelente rata de sacristia.
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Matosinhos
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