#Repost @deuphweb
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@movimentocaipora Denuncia já protocolada no MPBA e Cadastrada no MPF.
Joaquim Neto – Ex-prefeito, atualmente Secretário de Desenvolvimento Urbano da Bahia.
Ludmilla Fiscina – Deputada Estadual (antes filiada ao PV, atualmente no PSD).
Fabrizio Fiscina – Irmão da deputada Ludmilla e Secretário Parlamentar.
Marcos Cerqueira – Ex-analista de TI da prefeitura de Joaquim Neto, amigo da família, atualmente professor e sócio da empresa Tekhne.
Resumo das acusações:
Há indícios de desvio de verba pública e favorecimento por meio de relações familiares (nepotismo) envolvendo contratos e licitações.
Empresa Edutec Consultoria (CNPJ: 10.616.593/0001-79):
Pertence a Fabrizio Fiscina, em sociedade com sua esposa.
Ludmilla Fiscina já trabalhou nessa empresa em 2009.
A empresa recebeu mais de R$ 1,5 milhão em contratos durante a gestão de Joaquim Neto, que é cunhado de Fabrizio.
Relação com Marcos Cerqueira e criação da Tekhne:
Marcos Cerqueira já foi sócio da empresa ligada ao núcleo familiar (Edutec), mas saiu pouco antes da candidatura de Ludmilla.
Na mesma época, criou a empresa Tekhne Desenvolvimento de Sistemas (CNPJ: 40.632.056/0001-83).
Após a eleição de Ludmilla, em outubro de 2021, Marcos contratou sua namorada com salário mínimo, sem qualificação na área de tecnologia (ela é nutricionista).
Contratos da empresa Tekhne:
A empresa passou a prestar serviços relevantes ao gabinete da deputada:
Mais de R$ 250 mil recebidos sob justificativa de “manutenção de gabinete / consultorias”.
R$ 17.300,00 para manutenção de software de recrutamento.
R$ 157 mil para fornecimento de software de treinamento e suporte à Secretaria Municipal de Educação.
Contratos maiores foram assinados por Joaquim Neto, enquanto contratos mensais teriam sido assinados por Ludmilla Fiscina.
Questionamentos sobre a estrutura da empresa Tekhne:
Capital social de apenas R$ 15 mil.
Apenas uma funcionária registrada (a namorada de Marcos, sem formação na área).
Endereço formal em Salvador, mas Marcos reside e trabalha em Alagoinhas.
Ausência de evidências públicas da atuação da empresa (ex: não mencionada no LinkedIn do próprio Marcos).
Esses pontos levantam suspeitas.
#familiafiscina