🚨ATENÇÃO: Seu carro tem mais de 5 anos?
Você vai precisar pagar por uma vistoria cara e tem o risco de não poder andar mais com ele.
Pelo menos é o que quer o Deputado Fausto Pinato do PP e o projeto 3507/2025, que já foi aprovado na Comissão de Viação e Transportes da Câmara e agora está na CCJ.
E o que esse projeto quer exatamente?
Criar uma vistoria periódica obrigatória para todos os veículos com mais de 5 anos de fabricação.
Não é licenciamento.
Não é documentação.
É uma vistoria extra, presencial, física, paga e que será definida pelo Contran: anual, bienal, ninguém sabe ainda.
O substitutivo aprovado determina que a vistoria só pode ser feita por órgãos de trânsito ou por empresas credenciadas.
Nada de vistoria remota.
Tudo presencial, com transmissão de dados para o Renavam.
O que vai ser verificado?
Freios, pneus, iluminação, autenticidade, modificações, emissão de poluentes, ruído e tudo que possa “comprometer a segurança”.
Se reprovar, você tem de consertar e voltar para uma nova vistoria.
Se continuar rodando com a reprovação: multa grave, retenção do carro no pátio e 5 pontos na CNH.
E o impacto real?
Se virar lei, qualquer carro com mais de 5 anos terá uma nova cobrança obrigatória.
Hoje, em São Paulo, uma vistoria em empresa credenciada custa entre R$ 100 e R$ 160.
Multiplique isso por dezenas de milhões de veículos.
O brasileiro já entendeu: é mais um “imposto indireto” disfarçado de segurança.
E aqui entra o ponto mais preocupante: o histórico brasileiro.
A Operação Sinal Fechado, no Rio Grande do Norte, mostrou exatamente o tipo de esquema bilionário que nasce quando a vistoria vira obrigatória.
Licitação montada sob medida, empresas favorecidas, contratos estimados em R$ 1 bilhão, propina para políticos, fraudes, peculato, associação criminosa.
O mesmo roteiro já apareceu em outros estados, com ECVs fraudadas, laranjas, vistoria irregular e todo tipo de jeitinho.
No Brasil, onde tem vistoria obrigatória, aparece alguém “vendendo aprovação”. E esse projeto cria um mercado gigantesco e obrigatório para empresas credenciadas.
Os defensores dizem que melhora a segurança no trânsito. Os críticos dizem que abre a porta para um novo Sinal Fechado em escala nacional.
Fato: o risco é real.
E o custo vai cair no colo de quem tem carro mais velho justamente a população com menos renda.
O projeto ainda vai passar pela CCJ, Senado e sanção presidencial.
Comente, compartilhe, faça barulho e vamos nos livrar de mais uma cobrança.