Pilar (Isabel Teixeira) parece ter sido criada para quebrar uma das regras mais eficientes das novelas: a de fazer o público amar odiar seus vilões. Até aqui, a megera de
#QuemAmaCuida não diverte, não seduz e tampouco desperta empatia. Movida por ganância, ressentimento e obsessão por status, ela trata as pessoas como úteis ou descartáveis. Sem o humor de Félix, a loucura de Carminha ou o charme de Arminda, Pilar ocupa a rara categoria das vilãs feitas para causar repulsa permanente. E talvez seja justamente esse o seu maior trunfo.
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