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Tony アンソニー 🇮🇹 (CR: Umineko Episode 6) retweeted
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The composer of nearly 70 operas - almost as many as his pupil Donizetti - Simon Mayr was born #OTD in 1763.
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Replying to @MAGAVoice
Yes Wish they would play the song Lady in Red Mayr stood by and beside Elon during the tough times Mayr should be acknowledged
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Orange Peeling Marsi retweeted
Chrissie Mayr seems to be making the wrong financial and career decisions as of late. @BrittanyXVenti said it best 😂
SO IT WAS TRUE ALL ALONG!!! I KNEW SHE WAS OFFERED THE JOB WEEKS AGO!!! THIS WHOLE THING WAS PLANNED FROM THE START AND SHE SNAKED EVERYBODY FOR THE SUGAR JER MONEY!!!!
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Gurujī Sthaneśvar Timalsina (2022): “Em essência, a compreensão sāṃkhya é a de que o mundo é um processo organísmico que carece de um começo ou fim reais. Trata-se de um sistema fechado no sentido de que não há uma agência externa, e o dinamismo de prakṛti, a natureza, não possui uma teleologia predeterminada nem uma teleologia imposta por algum fator externo. Se puruṣa fosse expurgado da matriz da metafísica sāṃkhya, então a mudança em si mesma seria cega.” Isso é interessante porque temos aqui uma descrição disteleológica da natureza, que basicamente antecipa um insight que só iria vingar de vez 1.500 anos depois com Darwin e Mayr, no contexto da síntese evolutiva moderna, ou, numa estimativa mais baixa, 1.300 anos depois, se formos contar a célebre negação da teleologia fundamental na natureza por Espinoza. A metáfora clássica do cego e do coxo/aleijado no Sāṃkhyakārikā s. 22 também é muito boa: um possui movimento sem visão, a natureza; o outro possui visão, mas sem nenhum movimento, o espírito; só juntos há processo, dispensando aqui um designer pessoal controlando tudo de fora. A natureza aqui é inconsciente, sem teleologia intrínseca nas suas constantes evoluções, pariṇāma; mas seu desdobramento não é totalmente sem direção apenas na medida em que ela evolui, diferencia-se, produz buddhi, intelecto, ahaṃkāra, ego, mente, sentidos, mundo fenomênico e experiência, e torna possível a experiência, o discernimento e, no fim, a libertação de puruṣa, que a observa sem interagir com ela. Mas tal direção não é algo “dela” ou imposto por um agente de fora dela, como no teísmo; em si mesma, ela é disteleológica. É justamente aí que o Sāṃkhya antecipa uma intuição muito moderna: a natureza pode gerar ordem, ela pode gerar também a complexidade, as estruturas vivas, a própria cognição e até condições para a libertação sem precisar ser intrinsecamente guiada por intenção, previsão ou propósito. Nesse sentido, o Sāṃkhya já separa processo de design, organização de agência pessoal, e direção funcional de finalismo intrínseco. Prakṛti pode se desdobrar em estruturas cada vez mais complexas sem “visá-las” em sentido psicológico pois sua evolução não é a execução de um plano, mas o dinamismo interno dos guṇas. A única “teleologia” no Sāṃkhya, portanto, não é intrínseca a prakṛti, mas relacional (e diria eu dialética): ela aparece apenas pelo contato, proximidade ou conjunção, saṃyoga, entre prakṛti e puruṣa. Prakṛti é “para” puruṣa apenas no sentido de que, quando refletida na presença da consciência, suas transformações cegas se tornam o campo da experiência, do discernimento e da eventual libertação. Mas prakṛti não conhece puruṣa, não deseja a libertação, nem delibera em direção a um fim. Seu suposto propósito não é uma intenção interna, mas uma relação explicativa que surge apenas quando prakṛti é compreendida em conexão com puruṣa. Podgorski (1984) enfatiza justamente esse ponto ao falar da “vocação” de prakṛti: prakṛti se desdobra para o prazer/experiência e libertação de puruṣa, mas ela o faz como uma natureza dinâmica, não como uma mente deliberativa. E a imagem da dançarina que eles usam é ainda mais forte: prakṛti dança, exibe seus guṇas, revela todo o campo fenomênico e, quando é vista, cessa sua atividade. Uma natureza cega, inconsciente e não-teísta, cujas transformações não são impostas de fora por um artesão divino, mas que ainda assim se tornam inteligíveis como experiência e libertação quando colocadas em relação com puruṣa. Por isso, o sistema consegue afirmar uma espécie de inteligibilidade cósmica sem transformar o cosmos em artefato, e uma espécie de direcionalidade sem transformar a natureza em mente - ou seja, um axiarquismo minimalista. Essa é a grandiosidade do Sāṃkhya.
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Scene mayr goal aavandatharnnu 😭😭😭
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Sad to see Chrissie Mayr damage her brand with how she handled the drama with Melonie Mac.and The Quartering. Hopefully she learns and manages to mitigate it next time and rebuild herself.
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