Até hoje aquilo que foi a colaboração dos funcionários do Benfica nas eleições como um trabalho “normal”, pago nas deslocações, alimentação e alojamento, em 2025 torna-se a num trabalho extremamente bem pago, com diárias entre os 200 e 250 euros, além da estadia em hotel, independentemente da distância da deslocação para o local de voto.
Nem se fala na questão da experiência ou falta dela dos funcionários “premiados”, mas a falta de tudo não fica por aqui. Os “contemplados” com viagens a outros continentes (EUA, Brasil, Angola), caso haja segunda volta, irão ficar 2 semanas com todas as despesas pagas nesse sítio, aguardando o dia 8 de Novembro. E para quê contratar a multicert, que assegurará funcionários, e ainda juntar funcionários do clube?
De realçar que estas “diárias” se trata uma medida inédita, não aconteceu em outras eleições. Nunca foi preciso “incentivos extra” para os trabalhadores do Benfica trabalharem nas eleições do clube. As escalas e confirmações de valores foram efetuadas e claro que gerou entusiasmo este rendimento extra em modo férias de luxo.
Depois dos bónus de 50% do vencimento de Setembro, naquilo que parece ser mais uma medida eleitoralista e de passar o pelo pelos funcionários, os seus votos e aquilo que os rodeia. Isto não é apregoar nem praticar transparência, isto parece mesmo um “vale tudo” em que uma vez mais se pergunta: é o Benfica que financia a campanha de Rui Costa?