Um think tank para acelerar o progresso do Brasil por meio da liberdade.

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Em um cenário de eventos climáticos cada vez mais intensos, a discussão sobre a resiliência do agronegócio brasileiro ganha relevância ao evidenciar desafios que vão muito além da produtividade no campo, envolvendo infraestrutura, logística, armazenagem e capacidade de adaptação a riscos ambientais. Em artigo publicado na Exame, Nathália Ceolin Vieira analisa como as previsões relacionadas ao El Niño expõem fragilidades históricas da cadeia agropecuária e seus impactos sobre preços, competitividade, investimentos e crescimento econômico, reforçando a necessidade de fortalecer a capacidade de resposta de um dos setores mais importantes da economia brasileira. Confira em nosso espaço na Exame: exame.com/colunistas/institu…
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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou na semana passada a admissibilidade de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. A proposta ainda precisa passar por várias etapas antes de virar lei, mas a discussão voltou à tona. Foi sobre isso o artigo mais recente do CEO do Instituto Millenium, @RicardoGomesPOA , em sua coluna na Gazeta do Povo. Confira: gazetadopovo.com.br/vozes/ri…
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Como fica o agro se a proibição da escala 6x1 for aprovada, de forma generalizada? Políticos que nunca pisaram numa fazenda deveriam legislar sobre o campo?
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Quando se fala em desenvolvimento econômico, o Marrocos não costuma aparecer no centro do debate. Ainda assim, a trajetória do primeiro adversário do Brasil na Copa oferece algumas lições interessantes para o Brasil — tanto pelo que deu certo, quanto pelo que deu errado. Do lado positivo, uma das principais lições está na infraestrutura. O Marrocos investiu fortemente em portos, rodovias, ferrovias e energia, reduzindo custos logísticos, ampliando sua integração ao comércio internacional e tornando o país mais atrativo para novos investimentos. Outro ponto importante é a previsibilidade para os negócios. Por meio de acordos comerciais, zonas industriais e simplificação regulatória, o país conseguiu atrair indústrias de maior valor agregado, incluindo montadoras, empresas aeronáuticas e centros logísticos que exportam para Europa, África e Oriente Médio. A estabilidade institucional também desempenhou um papel relevante. Mesmo enfrentando dificuldades econômicas, o Marrocos conseguiu manter um ambiente relativamente previsível em uma região frequentemente marcada por conflitos e instabilidade, algo que ajuda a gerar confiança para investidores de longo prazo. Mas há também lições sobre o que não basta fazer. O país ampliou significativamente o investimento e o acesso à educação, porém os resultados de aprendizagem continuam abaixo do desejado. O caso mostra que aumentar matrículas é importante, mas qualidade importa tanto quanto acesso. O mesmo vale para a saúde. A expansão da cobertura e dos programas de proteção social ampliou o alcance dos serviços, mas desafios relacionados à qualidade do atendimento permanecem. Mais recursos e mais cobertura não garantem, por si só, melhores resultados. O caso marroquino lembra que desenvolvimento não depende de uma única política. Infraestrutura, ambiente de negócios e estabilidade institucional ajudam a criar prosperidade. Educação e saúde, por sua vez, exigem foco permanente em resultados, e não apenas em expansão da cobertura.
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Enquanto a sociedade busca soluções estatais para desafios individuais e coletivos, é importante refletir até que ponto a proteção oferecida pelo poder público fortalece os cidadãos e quando passa a limitar sua autonomia. A reflexão ganha relevância ao discutir os efeitos do excesso de regulamentação, da burocracia e da crescente dependência institucional sobre a capacidade das pessoas de agir, empreender e assumir responsabilidades. Em seu novo artigo para o Instituto Millenium, Deyvid Correa, defende a importância de equilibrar proteção e liberdade, argumentando que sociedades mais maduras são aquelas que preservam a iniciativa individual sem abrir mão da segurança jurídica e da ordem institucional. Leia a íntegra na Exame: exame.com/colunistas/institu…
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A disputa global pela liderança em inteligência artificial já não acontece apenas nos algoritmos, mas na capacidade de atrair investimentos para infraestrutura, energia e data centers — e o Brasil reúne atributos raros para ocupar uma posição estratégica nessa corrida, desde sua matriz energética renovável até a qualidade de sua formação técnica. Ao analisar o que falta para transformar esse potencial em protagonismo, o novo artigo de João Paulo Alcántara argumenta que a principal barreira não está na tecnologia nem no capital humano, mas na previsibilidade regulatória e na segurança institucional necessárias para atrair investimentos de longo prazo. Ele discute os riscos do dirigismo estatal, os limites da regulação precoce e uma proposta para criar condições mais estáveis para o desenvolvimento do setor. Leia a íntegra em nosso espaço na Exame: exame.com/colunistas/institu…
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Muito antes de ouvir falar em oferta, demanda ou escassez, milhões de brasileiros já aprendiam conceitos básicos de economia trocando figurinhas no recreio. O álbum da Copa se tornou uma tradição que atravessa gerações. Crianças e adultos compram pacotinhos na esperança de completar a coleção, mas acabam participando, sem perceber, de uma verdadeira aula prática sobre como mercados funcionam. Completar um álbum nunca foi uma tarefa simples. Como as figurinhas são distribuídas aleatoriamente, encontrar exatamente a que falta se torna cada vez mais difícil à medida que a coleção avança. É por isso que as trocas costumam ser mais eficientes do que continuar comprando pacotinhos indefinidamente. A própria dinâmica das figurinhas ajuda a explicar um dos princípios mais importantes da economia: a escassez cria valor. Em toda edição existem aquelas mais disputadas, seja um grande craque, um escudo especial ou uma figurinha rara. Quanto menor a oferta e maior a procura, maior tende a ser o valor atribuído a ela pelos colecionadores. Os encontros para troca funcionam como pequenos mercados. Quem tem repetidas encontra quem precisa delas, reduzindo custos para ambos. Sem qualquer planejamento central, milhares de pessoas organizam espontaneamente um sistema eficiente de trocas baseado em interesses mútuos. Da mesma forma, os valores das figurinhas surgem naturalmente da oferta e da demanda. Algumas podem ser trocadas por outra comum; outras chegam a valer várias em uma única negociação. Não existe uma autoridade determinando esses preços. Eles emergem das preferências dos próprios participantes. O próprio preço dos álbuns e figurinhas também traz uma lição econômica. A edição da Copa de 2026 custa mais do que as antigas, e isso não se explica apenas pela inflação. Custos de licenciamento, produção e distribuição aumentaram ao longo dos anos. Além disso, o público mudou. Se antes as crianças eram os principais consumidores, hoje há um número crescente de colecionadores adultos dispostos a gastar mais para completar a coleção, o que amplia e qualifica a demanda. Talvez o primeiro contato de muitos brasileiros com a economia tenha acontecido justamente no recreio. Antes dos livros, das faculdades ou dos debates sobre mercado, as figurinhas já ensinavam, na prática, como funcionam escassez, valor, trocas voluntárias e oferta e demanda.
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1/ Em 1962, Ignácio Theodoro Pereira e Hiltrudes Fantini Pereira deixaram a comunidade rural de Limoeiro, em Santa Catarina, e se mudaram para Itajaí. O patrimônio inicial era uma carroça e 13 sacos de farinha. Foi assim que nasceu um dos maiores grupos varejistas do Brasil. 🧵
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Mais de seis décadas depois daquela carroça carregando 13 sacos de farinha, o Grupo Pereira alcançou faturamento de R$ 17,5 bilhões, reúne mais de 23 mil colaboradores e está presente em sete estados e no Distrito Federal.
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A trajetória da empresa mostra que crescimento sustentável raramente segue uma linha reta. Muitas vezes, são as crises que obrigam empreendedores a tomar decisões difíceis, e essas decisões acabam criando condições para voos muito maiores.
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A transformação silenciosa do comércio digital brasileiro está redefinindo as regras para quem vende online: com a Reforma Tributária, plataformas como Mercado Livre e Amazon passam a assumir um papel muito mais ativo no monitoramento das obrigações fiscais, alterando a dinâmica de riscos, compliance e competitividade no e-commerce. Ao analisar esse cenário, Lorena Mendes mostra como a responsabilidade solidária pode acelerar a formalização do mercado, ampliar a fiscalização por meio da tecnologia e criar um ambiente de concorrência mais equilibrado entre os vendedores. O tema é aprofundado em artigo publicado em nosso espaço da Exame, confira: exame.com/colunistas/institu…
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O conflito entre infraestrutura estratégica e planejamento urbano ganha um novo capítulo ao expor como decisões regulatórias podem impactar o desenvolvimento das cidades, a segurança jurídica dos investimentos e a política de adensamento urbano construída ao longo de décadas. Em novo artigo publicado na Exame, Victor Carvalho Pinto analisa os efeitos das novas restrições aeronáuticas associadas ao Campo de Marte, discutindo seus reflexos sobre projetos imobiliários, habitação, mobilidade e a governança entre diferentes esferas de poder. Ele traz um debate sobre coordenação institucional, análise de impacto regulatório e o papel do planejamento urbano na harmonização de políticas públicas que compartilham o mesmo território. Confira a íntegra: exame.com/colunistas/institu…
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A inteligência artificial ocupa o centro das discussões sobre democracia, liberdade de expressão, inovação e limites do poder estatal, e o desafio não é apenas avaliar os riscos das novas tecnologias, mas também refletir sobre até que ponto o Estado deve regulá-las e quais controles devem existir sobre o próprio uso dessas ferramentas pelo poder público. Em seu novo artigo para a Gazeta do Povo, @RicardoGomesPOA , CEO do Instituto Millenium, analisa criticamente a tendência de criar novas regulamentações para a IA antes mesmo de esgotar a aplicação das leis já existentes, defendendo que a proteção dos cidadãos, da liberdade e da concorrência de ideias deve prevalecer sobre iniciativas que possam ampliar o controle estatal. Confira a íntegra: gazetadopovo.com.br/vozes/ri…
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