ouviram do ipiranga as margens plácidas
de um povo heróico o brado retumbante,
e o sol da liberdade, em raios fúlgidos,
brilhou no céu da pátria nesse instante.
se o penhor dessa igualdade
conseguimos conquistar com braço forte,
em teus seios, ó liberdade,
desafia o seus peitos a própria morte!
ó pátria amada,
idolatrada,
salve! salve!
brasil, um sonho intenso, um raio vívido
de amor e de esperança à terra desce,
se em teu formoso seio, risonho e límpido,
a imagem do cruzeiro resplandece.
gigante pela própria natureza,
és belo, és forte, impávido colosso,
e o teu futuro espelha essa grandeza.
terra adorada,
entre outras mil,
és tu, brasil,
ó pátria amada!
dos filhos deste solo és mãe gentil,
pátria amada,
brasil!
gabriela medvedovsky, 2025