Seja bom, mas não seja bobo.

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Que pelada boa de assistir essa do Equador com Costa do Marfim, jogo aberto e perdem uma cacetada de gols
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Quando você vê o ecossistema da direita você consegue determinar claramente quem é burro (e divulga por acreditar) e quem é vendido (que divulga por receber). Dos primeiros eu tenho pena, dos outros eu só tenho desprezo.
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A regra em outubro é; Não iremos votar em ninguém ligado ao bolsonarismo ☝🏽
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Ainda é cedo para sabermos todos os impactos que essa classificação do PCC e do CV como grupos terroristas trará para o Brasil. O que chama a atenção, de imediato e mais uma vez, é a submissão de políticos como Sérgio Moro, Tarcísio de Freitas e Romeu Zema ao bolsonarismo, dando os parabéns a Flávio Bolsonaro. Flávio é senador da República por um dos estados que mais sofre com o crime organizado e as milícias e nunca fez nada para combater efetivamente essas organizações criminosas. Agora, como pré-candidato à Presidência da República, o melhor que conseguiu apresentar sobre o tema foi pedir ajuda a outro país. Demonstra que é alguém totalmente despreparado para o cargo que pleiteia e que o objetivo principal da sua ação não é resolver o problema de segurança do Brasil, mas sim tirar o foco das investigações sobre o seu envolvimento com o banco Master.
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Se a pessoa embarcou com um bilhete que não corresponde ao assento que comprou, deve viajar no assento do bilhete emitido com erro e depois discutir na Justiça. Porque outro consumidor também comprou o mesmo assento e teve o bilhete emitido corretamente. Toda companhia aérea pratica overbooking, é um risco calculado e que financeiramente é viável, tornando as passagens mais baratas. Se você passar por uma situação semelhante, guarde todos os documentos e conseguirá uma boa indenização, mas não constranja os funcionários da empresa que estão ali apenas fazendo o seu trabalho. Aliás, a comissária pode sim buscar indenização por danos morais por ter sido exposta indevidamente.
May 25
Polícia no avião - Uma confusão envolvendo marcações de assentos no voo LA 8071 entre Frankfurt, na Alemanha, e Guarulhos, em São Paulo, terminou com o acionamento da polícia dentro de um avião na noite do último sábado (23). Um casal de brasileiros havia comprado um assento com mais espaço, mas recebeu no cartão de embarque um outro lugar, sem o benefício. Um vídeo mostra o momento da discussão dentro da aeronave. A funcionária de bordo da Latam - que atua no aeroporto - pede que a passageira saia do assento onde já estava sentada, e cuja marcação constava originalmente no pedido da compra, e que se sentasse em outro lugar. O pedido para sair foi feito mesmo com os clientes alegando que tinham comprado assentos com mais espaço, conforme consta no bilhete emitido no momento da compra. A técnica projetista Pâmela Baldan, passageira envolvida na confusão, contou que a discussão teria começado no momento em que ela recebeu um cartão de embarque com assentos diferentes dos que havia comprado. ⚠️Ao entrar no avião, a passageira relatou a divergência para os comissários, mas eles disseram que ela poderia seguir para o assento comprado. Ela, então, se dirigiu para os assentos com mais espaço. Logo depois, outra passageira se apresentou dizendo que também havia comprado um dos assentos onde o casal estava. Era a poltrona 13 K, onde Pâmela estava sentada. Quando ficaram sabendo da divergência dos assentos, comissários do avião acionaram a equipe de solo para resolver a confusão com as marcações. Foi quando a funcionária de solo entrou na aeronave e pediu que Pâmela saísse do lugar e fosse para um assento comum (sem o benefício adquirido). A capixaba se recusou a sair alegando que também tinha comprado aquele assento e que não iria para outro mais apertado, já que não era o que havia comprado. 🔎Procurada, a Latam Airlines Brasil informou que está apurando o ocorrido. Veja mais no #g1. #latam #avião #aeroporto #alemanha
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OLHA, VAMOS SER HONESTOS SOBRE O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI. Não estamos falando de suposições. Estamos falando de uma sequência de coincidências tão improváveis que, se você visse num filme, ia achar que o roteirista exagerou. Vamos começar pelo básico: o advogado de imigração de Eduardo Bolsonaro movimenta dezenas de milhões de reais. Pare. Respire. Leia de novo. O cara que é pago para resolver o visto do Eduardo, essa função específica, burocrática, de preencher formulário e falar com a embaixada, esse mesmo homem administra um fundo que recebeu R$ 61 milhões de um banqueiro preso por fraude bilionária. Isso não é normal. Advogado de imigração não faz isso. Ninguém chama o mesmo cara que cuida do visto para gerir dezenas de milhões em estruturas financeiras offshore. Ninguém. A menos que o visto seja só o cartão de visita. COINCIDÊNCIA Nº 1 O fundo que comprou a casa, Mercury Legacy Trust, foi registrado no mesmo endereço físico do Havengate Development Fund, que é o fundo que recebeu o dinheiro de Vorcaro. Mesmo endereço. Em Dallas, Texas. Dois fundos “distintos”, diz Eduardo. Certo. Mas registrados na mesma sala. Com o mesmo administrador. Com dinheiro da mesma origem suspeita. É a distinção jurídica mais conveniente do século. COINCIDÊNCIA Nº 2 A casa foi comprada em Arlington, a cidade onde Eduardo mora. Não em Houston. Não em Austin. Não em Miami. Em Arlington. Onde ele vive. R$ 3,6 milhões. Por uma estrutura gerida pelo seu advogado e assinada pelo seu ex-sócio. E a resposta oficial é que não tem nada a ver com ele. Perguntaram quem seria o verdadeiro beneficiário do imóvel. A resposta foi: “esta informação não é de interesse público.” Isso é uma resposta que inocenta alguém? Não. Isso é a resposta que implode qualquer pretensão de transparência. COINCIDÊNCIA Nº 3 O STF bloqueou as contas de Eduardo no Brasil. Logo depois, florescem no Texas estruturas financeiras em nome do seu advogado e do seu ex-sócio, financiadas com dinheiro que veio do Brasil via banqueiro investigado. A sequência temporal é: bloqueio judicial, abertura de fundos no exterior, compra de imóvel de R$ 3,6 milhões, Eduardo mora na mesma cidade. Chame isso do que quiser. A PF chama de hipótese de burla a determinação judicial. E não é uma hipótese absurda. O ato mais estranho de todos? Ninguém responde nada. Eduardo não respondeu à Folha. Paulo Calixto não respondeu. A secretária disse que ele “não concederia entrevistas”. Porciuncula respondeu que é privado. Quem não tem nada a esconder não some. Quem não tem nada a esconder não diz que o nome do beneficiário de um imóvel de R$ 3,6 milhões “não é de interesse público”. Isso não é discrição. Isso é um muro. Eduardo diz que seu status migratório impediria receber dinheiro via fundos de investimento. Perfeito. Então para que serve a casa? Para que serve um imóvel de R$ 3,6 milhões comprado por uma trust gerida pelo seu advogado e assinada pelo seu ex-sócio na sua cidade, se nada disso tem qualquer relação com ele? Qual é a explicação alternativa? Que Paulo Calixto, o advogado de imigração, lembre-se, simplesmente decidiu investir em imóvel residencial em Arlington por pura iniciativa empresarial? Usando uma estrutura registrada no mesmo endereço de um fundo investigado pela PF? Não estamos falando de prova de crime. Estamos falando de que cada elemento desta história aponta para o mesmo ponto. O mesmo advogado. O mesmo endereço. A mesma cidade. O mesmo ex-sócio. O mesmo dinheiro com origem suspeita. O mesmo silêncio. Quando você tem tantas coincidências apontando para a mesma direção, em investigação criminal, isso tem um nome técnico. Chama-se indício. E Eduardo disse que não há “o mínimo indício”. Há, no mínimo, sete.
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Contra Lula: não temos provas, mas temos convicção. Contra Flávio: temos provas, mas ele é contra o Lula.
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Não, vcs não podem alegar surpresa, né?! Né possível. 😂
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Essa é a casa de Karina Ferreira da Gama, que assinou junto com Eduardo Bolsonaro um contrato multimilionário para produzir o filme sobre Bolsonaro. Ela também é dona da produtora responsável pelo longa e da ONG envolvida no caso que mantém um contrato de MAIS DE R$ 100 MILHÕES com a Prefeitura de São Paulo. Uma residência simples na Brasilândia, em São Paulo, mas que Karina aparentemente passou a querer esconder nos últimos tempos. Entenda essa história e veja a documentação: Karina ter um padrão de vida modesto não é problema algum. Inclusive, é até o esperado de dirigentes de organizações sociais sem fins lucrativos. O que soa estranho é o ecossistema que essa moça movimenta e a quantidade de recursos envolvidos. Karina morou nesse imóvel por pelo menos 36 anos. É isso que ela própria declarou em um processo de usucapião movido por um vizinho no final de 2024. Regina, mãe de Karina, também vive no local, em um pequeno terreno que inclusive pertence à Prefeitura. Mas, misteriosamente, Karina deixou de declarar esse endereço como residência depois que começou a operar o contrato milionário com a Prefeitura de São Paulo. O novo endereço declarado pela responsável pelo filme “Dark Horse” passou a ser a Rua Haddock Lobo, 746, 3° andar em um escritório de alto padrão ao lado da Avenida Paulista. Só que esse não é um endereço qualquer. Esse foi justamente o imóvel alugado pela ONG como escritório do projeto de Wi-Fi, pago com recursos da Prefeitura. Até o depósito caução do imóvel, no valor de R$ 18 mil, foi pago com dinheiro público. Aluguel, condomínio, conta de luz: tudo custeado com recursos da Prefeitura. O que levanta uma série de questões: Por que a Prefeitura está repassando milhões para uma organização que aparentemente não possui sequer uma sede funcional própria? Por que Karina passou a utilizar o endereço comercial do projeto como residência? Como um projeto tão mal estruturado foi aprovado? A produção operacional do filme também funcionava nesse endereço? Vou continuar investigando esse caso e cobrando providências, como venho fazendo desde o ano passado, quando essa história começou a vir à tona.
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Depois de ver em primeira mão o que foi um governo Bolsonaro, da pandemia, tentativa de golpe, prisão, BolsoMaster... E vendo os resultados do governo atual (com todas as críticas que cabem)... Quem ainda fala que "são iguais" precisa ser internado ou usar chapéu de burro.
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RT @FMouraBrasil: Irmão, imagine a reunião de emergência para a gestão de uma crise desse tamanho… - Vamos dizer que o áudio é falso! - Ma…
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Sérgio Moro está 24 horas sem se manifestar . Lembrando que ele saiu do governo Bolsonaro alegando que Jair usou a PF para blindar o Flavio. Hoje, está no PL e apoia o Flavio. Que ser repugnante
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Eu sei que muita gente não entende o Monark, mas acho triste que, às vezes, o próprio Monark também não pareça se entender. Eu concordo com ele que o Estado não deve impedir o debate de ideias, nem censurar discursos simplesmente porque são ofensivos, vergonhosos, absurdos ou moralmente repugnantes. Também sou contra censura. Mas, deixando de lado uma posição 100% anarquista, em que o governo estatal jamais poderia agir porque nem deveria existir (suspeito que seja a posição do Monark), eu tenho uma dúvida real que gostaria de ver respondida com clareza por ele: Existe algum momento antes da concretização de um crime ou de um atentado violento contra vidas humanas em que o discurso, a organização ou a associação podem ser limitados por força estatal? Pensando nos exemplos extremos que ele mesmo usa, como a existência de um partido nazista ou mesmo de um partido pró-pedofilia: Para ele, em que momento o Estado pode intervir na associação que planeja o mal? Somente depois que o crime já aconteceu? O Estado só poderia agir depois que nazistas começassem a executar seu projeto e assassinassem dezenas de milhões de pessoas? Só depois que pedófilos vitimassem uma criança? Ou poderia agir antes, quando há convocação pública, organização política, aliciamento, planejamento ou incentivo direto à prática criminosa? Um grupo de homens apenas conversando sobre a melhor forma de legalizar o sexo com crianças ou o melhor modo de passar leis que permitam genocídio de judeus se enquadra em mero exercício de liberdade de expressão? Eu acho que é aqui que o Monark se embanana. Porque uma coisa é defender que ideias ruins possam ser debatidas sem censura estatal. Outra coisa é dizer que qualquer articulação pública em favor de práticas criminosas deve ser tratada como mera liberdade de expressão até que alguma tragédia aconteça. O Monark precisa começar a explicar onde termina o direito de falar e onde começa a ameaça concreta contra a vida e a segurança de outras pessoas. Qualquer defesa séria da liberdade de expressão precisa responder isso, e o Monark passa longe de complexificar minimamente o debate. Se não, eu comandar o assassinato de alguém vira apenas "liberdade de expressão", já que eu não fiz nada além de falar.
Monark calando a boca de todo mundo que acreditou nele
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Antes de dormir: parabéns, @reporterthalys, pela sua postura ao abordar o Flávio Bolsonaro hoje e pegá-lo na mentira! Parabéns @opaulomm e toda a brava equipe do @TheInterceptBr por esse furaço que pode mudar os rumos políticos do país. O cuidado com a técnica jornalística em toda a reportagem é visível e salta aos olhos. Fizeram história. Viva o jornalismo independente!
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Imagina se o Lula tivesse mandado esta mensagem para o Vorcaro um dia antes do banqueiro ser preso: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!” Eu sei muito bem como a direita trataria o assunto. E vocês?
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RT @FMouraBrasil: Um pré-candidato que esconde por 6 meses do eleitorado sua relação pessoal com o protagonista do maior escândalo do país,…
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Recordar é viver! Em março de 26, Flávio garantiu que a família Bolsonaro não tinha “contato pessoal” com Vorcaro. "Várias pessoas doaram sem nenhuma vinculação, sem nenhuma contrapartida, sem nenhum contato pessoal"
E o áudio do Flávio Bolsonaro cobrando dinheiro de Vorcaro para o filme do mito, hein? kkk Agora está explicado por que o Flávio Bolsonaro ficou caladinho sobre o ROUBO Banco Master.
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