Uma vida pública dedicada a defesa da ditadura militar e de seus principais torturadores. Teve a defesa da violência policial extrema, de grupos de extermínio, da violação de direitos humanos e até da sonegação de impostos como plataformas eleitorais em todas eleições como deputado. Depois, como presidente, teve uma gestão marcada pela negação das orientações cientificas na pandemia, pelo desprezo com as mortes de milhares de brasileiros e por ataques cotidianos à imprensa e às instituições da república. Nunca aprovou projeto relevante algum em 3 décadas como parlamentar, tampouco criou alguma política pública que realmente beneficiasse o povo brasileiro. Envergonhou o país internacionalmente ao desacreditar criminosa e reiteradamente as urnas que elegeram ele e seus filhos. Insuflou violências de toda sorte, promoveu mentiras compulsivamente. Promoveu a instabilidade política e institucional, patrocinou a ascensão de políticos adeptos a violência e intimidação como prática política, ao extremismo, a fake-news. Cometeu crimes tipificados em lei sancionada por ele mesmo, não aceitou o resultado do voto popular, buscou as forças armadas para dar um golpe e virar a mesa. Encontrou a democracia em estágio diferente dos tempos em que os militares deram um golpe instituindo uma ditadura que tanto ele ovacionou. Foi acusado por seus crimes, teve direito de defesa e foi condenado. O Brasil, soberanamente, dá um passo histórico para que ninguém mais tente violar nossa democracia.