Quando leio palavras tão sofridas, sou tomado por uma alegria inesperada.
Pois se não há nela aspecto que te alcance, há em ti drama que nos entretém. Continue, poeta da autopiedade, tua tristeza ilumina minhas risadas.
Quando vejo uma mulher assim, sou tomado por uma tristeza terrível.
Nunca trocaremos palavras, olhares, gestos, confissões ou risadas.
Pois em mim não há nenhum aspecto louvável. Eu sou eu. E isso me adoece. Queria ser eu no corpo de outro. Pois somente eu não basta.