Recebo com profunda tristeza e indignação a notícia de mais um feminicídio em nosso Estado com a reclassificação da morte de Ariane Padilha, jovem de apenas 25 anos, assassinada em Barão de Cotegipe.
É urgente fortalecer as redes de proteção, ampliar os serviços de acolhimento e garantir mais recursos públicos para as políticas de combate à violência contra as mulheres. O desmonte dos serviços públicos, aprofundado nos governos neoliberais de Eduardo Leite, agravaram de forma drástica a situação da saúde, da educação, da cultura e da segurança — áreas que impactam diretamente a vida das mulheres.
A prevenção também precisa estar no centro das ações. Por isso, sigo defendendo a educação como instrumento fundamental de transformação, por meio da Lei 15.484, que promove a prevenção da violência nas escolas. Precisamos enfrentar desde cedo a cultura do ódio, a misoginia e todas as formas de violência que atingem meninas e mulheres.
Minha solidariedade à família e aos amigos de Ariane. Que sua memória nos fortaleça na luta por justiça e por uma sociedade onde nenhuma mulher tenha sua vida interrompida.