Isso vai além dos erros grotescos de português, o modelo cívico-militar troca educação por controle.
Enquanto o professor erra o português, o foco não está no aprendizado, mas na postura, no silêncio e na obediência. A escola vira palco de autoridade, não de conhecimento.
Disciplina sem ensino não forma cidadãos, forma submissão. Educar é desenvolver o pensamento crítico, a linguagem e a autonomia para enfrentar os desafios do mundo, e não treinar aluno para bater continência.