Não é verdade que Lisboa seja “o único município que, desde 2024, por imposição da esquerda, apoia a refeição de todos os alunos”.
Deixo, entre outros exemplos possíveis, aquilo que diz o Presidente da Câmara Municipa de Paços de Ferreira (PS), com recursos infinitamente menores.
Fui-me informar sobre a notícia destacada do Expresso, que estranhei por só ver declarações da oposição e descobri o seguinte:
É falso que um agregado familiar com rendimentos de 1000€/mês deixe de ter apoio. Continua enquadrado no escalão B, e, portanto, apoiado a 100%.
Actualmente Lisboa é o único município que, desde 2024, por imposição da esquerda, apoia a refeição de todos os alunos, inclusive dos que não têm Acção Social Escolar. A proposta agora apresentada retoma a filosofia de apoiar quem efectivamente precisa.
Ainda assim, Lisboa continua a dar apoios que vão muito além daquilo que é determinado pelo Estado, que estipula apenas apoios ao escalão A (100%) e B (50%). Lisboa apoia o escalão A a 100%, o B a 100% e o C (equivalente ao 3º escalão do Abono de Família) a 50%.
Com esta proposta só deixa de ser apoiado um agregado familiar que:
a- Tendo um filho, ganhe mais de 1.826€/mês;
b- Tendo 2 filhos, ganhe mais de 2.740€/mês.
Não é bem o q foi reportado, mais uma vez. Será só descuido?