Joined May 2019
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“Que semana! Que privilégio!” Há semanas que passam. E há semanas que ficam. Esta foi daquelas que deixam marcas bonitas. A Medalha Le Cren chegou como reconhecimento de uma longa caminhada construída com muitas mãos. Também celebramos a publicação de um artigo emblemático do nosso laboratório mostrando como o tambaqui remodela seus lábios para sobreviver à hipóxia, mais uma lição extraordinária que a Amazônia nos oferece. E ainda tivemos a alegria de avançar e finalizar teses, formando gente, produzindo conhecimento e abrindo novos caminhos. No meio de tudo isso, encontro esta imagem. Delicada. Serena. Quase um convite para desacelerar. Talvez seja isso que o domingo nos peça: celebrar conquistas sem esquecer de agradecer às pessoas que caminham conosco. Deixo aqui um beijo no coração de cada uma e cada um de vocês. Que o domingo seja leve, cheio de afeto e vivido ao lado de quem faz sentido na sua vida. #bomdomingo #ciência #amazônia #gratidāo
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“Estudar Biologia é conviver com o desconhecido todos os dias” Hoje fico com uma notícia que diz muito sobre a ciência. Pesquisadores registraram na Serra do Japi espécies de libélulas nunca antes observadas no estado de São Paulo, inclusive espécies raras e quase ameaçadas. Mesmo em uma das regiões mais estudadas do país, ainda havia descobertas esperando para acontecer. E aqui está o que mais me encanta: o desconhecido continua sendo muito maior que o conhecido. Muita gente imagina que já descobrimos quase tudo. Mas a biodiversidade insiste em lembrar o contrário. Cada espécie encontrada amplia nossa compreensão sobre como os sistemas naturais funcionam, evoluem e persistem. Conhecer o mundo continua sendo uma das grandes aventuras humanas. E isso vale ainda mais para ambientes megadiversos como a Amazônia. Há espécies por descobrir. Interações por entender. Perguntas que ainda nem aprendemos a fazer. Leia mais em: g1.globo.com/sp/campinas-reg… #Biodiversidade #Ciência #Biologia #Natureza #Amazônia #Descobertas
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“CNPq: Uma longa trajetória. Muitas mãos. Uma distinção especial” Recebo esta distinção com profunda gratidão e com a convicção de que ela nunca é individual. Por trás de cada reconhecimento existe uma extensa rede de interações: estudantes, técnicos, colegas, colaboradores, instituições, parceiros nacionais e internacionais, além do apoio permanente da família. Ao longo dessa caminhada, a Amazônia foi muito mais do que cenário. Foi laboratório vivo. Foi inspiração. Foi escola. A ciência nos permitiu compreender processos ambientais em curso, antecipar cenários e propor soluções baseadas em evidências mas também mostrou algo igualmente importante: conhecimento se constrói coletivamente. Seguimos estudando, formando pessoas, construindo pontes e tentando compreender um pouco melhor esse extraordinário sistema vivo que é a Amazônia. Meu sincero agradecimento a todas e todos que fazem parte dessa trajetória. Leia mais em gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/n… #Ciência #Amazônia #CNPq #Pesquisa #Conhecimento #Brasil #Trajetória
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“Você acha que sobreviver na Amazônia é só questão de força? Pense de novo.” Hoje fico com mais um exemplo fascinante dos segredos escondidos na biodiversidade amazônica. O peixe-folha parece exatamente aquilo que seu nome sugere: uma folha morta levada pela água. Mas isso está longe de ser coincidência. Ele usa um mimetismo impressionante para desaparecer no ambiente e capturar presas nos igarapés e canais da Amazônia. E aqui está o que mais impressiona: cada espécie amazônica carrega soluções refinadas por milhões de anos de evolução. Sobreviver não é apenas ser forte, é ser eficiente. Em um ambiente diverso, competitivo e cheio de desafios, o peixe-folha encontrou outra estratégia: não correr atrás da presa, mas convencer o ambiente de que ele faz parte dele. A Amazônia continua ensinando uma lição poderosa: a diversidade não está apenas nas espécies. Está também nas formas de sobreviver. Leia mais em revistaamazonia.com.br/como-… #Amazônia #Biodiversidade #Peixes #Evolução #Ciência #Natureza
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“Você sabia que o tambaqui remodela o próprio corpo para continuar respirando?” Acaba de sair um novo trabalho do nosso laboratório revelando um dos mecanismos adaptativos mais fascinantes da biodiversidade amazônica. Quando a água perde oxigênio, situação comum em muitos ambientes da Amazônia, o tambaqui (Colossoma macropomum) expande o lábio inferior para captar a água mais oxigenada da camada superficial. Mas agora descobrimos algo ainda mais impressionante: não se trata apenas de aumentar o tamanho do lábio. Mostramos que existe um programa molecular altamente regulado por trás dessa resposta. Ocorrem a ativação da via HIF (Hypoxia Inducible Factor), a formação de uma rede vascular complexa, o remodelamento dos tecidos e ajustes metabólicos para sobreviver em baixa disponibilidade de oxigênio. Ou seja: o lábio do tambaqui passa por uma reorganização funcional e reversível, uma solução refinada pela evolução para enfrentar um ambiente naturalmente desafiador. A Amazônia continua ensinando. Cada espécie guarda respostas construídas ao longo de milhões de anos de evolução, respostas que só aparecem quando olhamos com profundidade. Leia mais: doi.org/10.1016/j.cbpa.2026.… #Amazônia #Tambaqui #Hipóxia #Ciência #Evolução #Biodiversidade #Genômica
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“Achou que era só um peixe? Pode virar um problema para todo mundo” Hoje fico com um alerta importante vindo do Pantanal. Muitas vezes tudo começa de forma aparentemente inofensiva: um escape de tanque, uma soltura sem controle ou uma decisão tomada sem considerar consequências. Mas, quando espécies exóticas encontram condições favoráveis, o problema raramente termina no ambiente. As consequências podem se espalhar rapidamente: competição com espécies nativas, mudanças nas cadeias alimentares, redução da produtividade pesqueira, prejuízos econômicos e impactos sociais sobre populações que dependem diretamente dos recursos naturais. E aqui está uma lição que vale para Amazônia, Cerrado, Pantanal e qualquer outro bioma: ecossistemas são resultado de milhões de anos de ajustes finos entre espécies e ambiente. Introduzir organismos sem controle é alterar uma engrenagem complexa que ainda conhecemos apenas parcialmente. Temos insistido nisso por aqui: prevenir custa menos do que controlar. Controlar custa menos do que restaurar. E restaurar quase nunca devolve tudo o que foi perdido. Persistir no erro não é desenvolvimento. É transferir problemas para o futuro. Leia mais em juara.unemat.br/noticias/8-6… #Pantanal #EspéciesExóticas #Biodiversidade #Natureza #Ciência #Conservação
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“Quando um rio muda de caminho, a vida muda junto” Hoje fico com um fenômeno fascinante e com profundas implicações biológicas para a Amazônia: a captura de rios. Parece improvável, mas acontece. Um rio pode desviar parte ou toda sua drenagem para outra bacia hidrográfica, alterando o fluxo de água, sedimentos e, junto com eles, os caminhos da vida. Na Amazônia isso ganha uma dimensão extraordinária: populações de peixes antes isoladas passam a se encontrar, outras ficam separadas, espécies se dispersam e novas trajetórias evolutivas podem surgir. Um dos exemplos mais impressionantes do planeta ocorre justamente aqui: a conexão entre as bacias do Orinoco e do Amazonas pelo canal do Casiquiare, um sistema interpretado como uma captura fluvial ainda em andamento. A biodiversidade amazônica não nasceu por acaso. Ela também foi moldada por rios que mudaram de curso, redesenharam paisagens e abriram ou fecharam caminhos para a evolução. Talvez uma parte importante da história da vida na Amazônia esteja escrita não nas florestas, mas nos movimentos silenciosos dos rios. Leia mais em: Geology (doi.org/10.1130/G53741.1) #Amazônia #Peixes #Biodiversidade #Evolução #Rios #Ciência
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“Que nunca nos acostumemos a perder a delicadeza” Que semana! Celebramos conquistas. Sentimos perdas. Recebemos novas informações. Seguimos vendo o mundo girar, às vezes iluminado pela ciência, às vezes entristecido pela falta de noção em decisões que afetam o presente e o futuro. E então aparece uma cena como esta. Desde que me deparei com essas flores, fiquei com uma sensação simples e poderosa: i) precisamos de mais tranquilidade; ii) precisamos de mais paz; iii) precisamos conservar a beleza do mundo em que vivemos. A natureza continua nos oferecendo lições silenciosas. Cabe a nós decidir se ainda somos capazes de escutá-las. Desejo que este domingo traga leveza, serenidade e esperança a cada uma e a cada um de vocês. Um abraço fraterno.
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“Você teria coragem de apostar que já conhecemos todos os segredos da Amazônia?” Hoje fico com um dos personagens mais intrigantes das águas amazônicas: o candiru. Conhecido por lendas e histórias que atravessaram gerações, ele revela algo muito mais fascinante do que o imaginário popular costuma mostrar. Em águas naturalmente turvas, o candiru desenvolveu sistemas extremamente refinados de percepção química para localizar alimento e sobreviver. E aqui está o ponto que mais impressiona:cada espécie amazônica carrega soluções construídas por milhões de anos de evolução e cada adaptação conta uma história sobre como viver em um ambiente diverso, complexo e competitivo. Hoje, mecanismos biológicos como esses ajudam inclusive a inspirar novas perguntas científicas sobre percepção, comportamento e funcionamento dos organismos. A Amazônia continua revelando seus segredos. E talvez a maior descoberta seja perceber o quanto ainda não conhecemos o mundo em que vivemos. Leia mais: revistaamazonia.com.br/candi… #Amazônia #Biodiversidade #Candiru #Ciência #Natureza #Descobertas
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“Da Amazônia para o mundo: a ciência brasileira sendo reconhecida” Recebo com enorme honra a Medalha Le Cren. Mais do que um reconhecimento individual, vejo esta distinção como um reconhecimento à ciência construída coletivamente: por estudantes, técnicos, colaboradores, instituições parceiras e tantas pessoas que caminharam juntas ao longo dessa trajetória. E há algo que considero especialmente simbólico: esta é também uma homenagem à Amazônia. Uma região que muitos ainda enxergam apenas como patrimônio natural, mas que é também território de produção científica de excelência, formação de pessoas e geração de conhecimento relevante para o Brasil e para o mundo. Ao longo dos anos buscamos compreender como os organismos amazônicos respondem às transformações ambientais e o que isso nos ensina sobre o futuro do planeta. A Medalha Le Cren reforça uma convicção antiga: ciência feita na Amazônia tem impacto global. Meu agradecimento a todas e todos que fizeram e seguem fazendo parte dessa caminhada. Seguimos. Leia mais em a) brasilamazoniaagora.com.br/a… b) abc.org.br/2026/05/27/adalbe… #Ciência #Amazônia #LeCren #Biologia #Peixes #Pesquisa #Brasil #Conhecimento
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“Persistir no erro não é destino. É falta de sabedoria” Hoje fico com esse alerta pertinente de Estevão Monteiro de Paula. Fala-se cada vez mais na possibilidade de um novo El Niño forte entre 2026–2027 e a mensagem central não deveria ser medo. Deveria ser preparação. Porque já conhecemos parte da história: -calor extremo -mais risco de incêndios -secas mais intensas -impactos sobre rios, biodiversidade e pessoas E para a Amazônia existe um componente adicional: a floresta já mostra sinais de perda de capacidade de recuperação após eventos extremos. Se os sinais estão dados, se o conhecimento existe, se os alertas são conhecidos … então o desafio agora é agir. = Adaptar. =Planejar. =Cuidar. Ainda há tempo para reduzir riscos. Mas o relógio não espera. Leia mais em brasilamazoniaagora.com.br/s… #ElNiño #Amazônia #MudançasClimáticas #Ciência #Futuro #Reflexão
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“Quantos tesouros da Amazônia ainda vivem sem que a gente os conheça?” Hoje o destaque vai para um pequeno animal que quase ninguém viu, mas que ajuda a contar uma grande história. A cuíca-de-cauda-peluda (Glironia venusta) é um dos mamíferos mais raros e esquivos da Amazônia. Agora, um novo estudo reuniu o maior conjunto de informações já obtido sobre essa espécie e ampliou significativamente o conhecimento sobre sua distribuição na floresta. E aqui está o ponto que mais me chama atenção: mesmo depois de décadas estudando a Amazônia, ainda estamos descobrindo quem vive nela. Pela primeira vez, pesquisadores registraram comportamentos antes desconhecidos e mostraram como mudanças no uso da terra podem representar riscos para sua conservação. Conhecer é o primeiro passo para conservar. A Amazônia continua revelando seus segredos e lembrando que proteger biodiversidade exige também investir em ciência. Talvez o mais extraordinário não seja descobrir uma espécie rara. Talvez seja perceber o quanto ainda desconhecemos o mundo em que vivemos. Leia mais em portalamazonia.com/meio-ambi… #Amazônia #Biodiversidade #Ciência #Natureza #Conservação #Descobertas
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“Edgar Morin partiu, mas sua missão de religar o mundo permanece.” Aos 104 anos, Edgar Morin se despediu do mundo terreno neste sábado, 30 de maio. Mas sua obra permanece viva e talvez mais necessária do que nunca. Morin dedicou décadas a lembrar algo que insistimos em esquecer: o mundo não funciona em partes isoladas. Natureza, ciência, sociedade, economia, cultura, política e humanidade formam um único sistema complexo. Seu pensamento nos ensinou a desconfiar das respostas simples para problemas complexos. E talvez esteja aí sua maior herança. Em tempos de mudanças climáticas, perda de biodiversidade, desigualdades e um excesso de fragmentação, Morin continuará tentando religar o mundo, porque suas ideias continuarão circulando, provocando e inspirando. Alguns partem. Algumas obras permanecem. E algumas continuam trabalhando muito depois de seus autores. Obrigado, Edgar Morin. Leia mais em brasilamazoniaagora.com.br/m… #EdgarMorin #Complexidade #Ciência #Conhecimento #Humanidade #Reflexão
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“Já experimentou jaraqui? Quem come jaraqui não sai mais daqui” Hoje o destaque vai para um peixe que, para muitos, é o mais emblemático da Amazônia: o jaraqui. Mais do que alimento, ele é cultura, identidade e modo de vida. Forma cardumes imensos; realiza migrações sincronizadas pelos rios amazônicos; movimenta a pesca artesanal e a economia regional e ajuda a alimentar milhares de famílias amazônicas. Não por acaso, o jaraqui foi recentemente reconhecido como patrimônio cultural imaterial do Amazonas. E quem é daqui conhece o ditado: “Quem come jaraqui não sai mais daqui.” Talvez porque o sabor fique na memória. Talvez porque, junto com ele, venha um pouco do jeito amazônico de viver. Conhecer o jaraqui é conhecer um pedaço da Amazônia. Leia mais em revistaamazonia.com.br/como-… #Jaraqui #Amazônia #Peixes #PescaArtesanal #Biodiversidade #Manaus
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“Tem notícia boa para começar junho — e ela merece ser celebrada” Em meio a tantos alertas ambientais, hoje começamos a semana com uma notícia alvissareira. Amazônia; Cerrado e Pantanal registraram redução do desmatamento em 2025. No Pantanal, a queda se aproximou de 50%. É uma notícia para comemorar? Sim. É motivo para relaxar? Ainda não. Porque o dado traz uma lição importante: quando existe monitoramento, política pública, ciência e ação coordenada, resultados aparecem. E lembremos: conservar não é impedir desenvolvimento – é permitir futuro. Mas os números também lembram que Amazônia e Cerrado continuam liderando a área desmatada no país. Hoje, escolho ficar com a parte boa da notícia. Ainda dá para mudar trajetórias. Ainda dá para recuperar equilíbrio. Ainda vale a pena cuidar. Boa semana a todas e todos. Leia mais em: conexaoplaneta.com.br/blog/a… #Amazônia #Cerrado #Pantanal #Desmatamento #Natureza #Ciência #BoaNotícia
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“Às vezes, a semana nos presenteia com uma surpresa” Foi uma semana intensa. Mas, em uma rápida visita à minha mãe, encontrei algo que me fez parar por alguns instantes: esta belíssima orquídea sapatinho, cultivada por ela com o carinho, a dedicação e a paciência que só quem ama as plantas conhece. A natureza tem dessas coisas. Mesmo em meio à correria, às preocupações e aos desafios do dia a dia, ela encontra uma forma de nos lembrar da beleza, da delicadeza e da importância de cuidar. Talvez seja essa a mensagem deste domingo: Valorizar os encontros. Celebrar os pequenos momentos. E agradecer por quem, como nossas mães, cultiva flores e afetos ao longo da vida. Um domingo de paz, saúde e serenidade para todas e todos.
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“Você acha que o mercúrio está longe de você? Pense de novo.” Como temos alertado exaustivamente por aqui, e a ciência continua confirmando, o mercúrio não está restrito a áreas isoladas da Amazônia. Os peixes vendidos no litoral do Rio de Janeiro também apresentaram concentrações acima do limite recomendado. O problema atravessa rios, mares e diferentes ambientes aquáticos. E alcança espécies consumidas diariamente pela população. O mais preocupante é que o mercúrio: acumula nos organismos; aumenta ao longo da cadeia alimentar e chega até nós pela alimentação O alerta é claro: não estamos diante de um problema local. Estamos diante de um contaminante ambiental de alcance amplo e persistente. A ciência vem mostrando isso há anos. Os sinais estão cada vez mais evidentes. Leia mais em conexaoplaneta.com.br/blog/p… #Mercúrio #Peixes #Saúde #Ciência #Poluição #Biodiversidade
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“Você sabe onde surgiram os primeiros cursos universitários do mundo?” Muito antes dos campus modernos, laboratórios e diplomas como conhecemos hoje, já existiam centros de formação que ajudaram a moldar a história do conhecimento humano. A Universidade de al-Qarawiyyin, fundada em 859 no Marrocos, é frequentemente reconhecida como a mais antiga instituição de ensino superior em funcionamento contínuo do mundo. Por lá eram ensinados: estudos religiosos, direito, matemática, astronomia, línguas e filosofia. Mas existe uma disputa histórica interessante. Muitos estudiosos consideram a Universidade de Bolonha, fundada em 1088, na Itália, como a primeira universidade no modelo que deu origem ao ensino superior moderno. E talvez essa seja a parte mais fascinante: civilizações diferentes, em regiões diferentes, construíram caminhos para o conhecimento muito antes da ciência moderna existir. A busca por compreender o mundo sempre esteve entre as maiores aventuras da humanidade. Leia mais em guiadoestudante.abril.com.br… #ciência #universidade #reconhecimento #história #educacao
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“Os microplásticos chegaram às profundezas do mar” Mesmo em águas profundas do litoral brasileiro, cientistas encontraram microplásticos, poluentes orgânicos persistentes e contaminação disseminada. O problema deixou de ser local. Tornou-se planetário. Os microplásticos já estão nos oceanos, nos peixes, nos ecossistemas e também em nós E aqui está o ponto mais importante: não existe solução isolada para um poluente global. Precisamos urgentemente de uma coalizão mundial para controlar a produção, o descarte e a dispersão desses contaminantes. Porque o plástico que descartamos hoje continua circulando amanhã e por muito tempo. A pergunta é: vamos agir na velocidade necessária? Leia mais em: gov.br/ipen/pt-br/assuntos/c… #Microplásticos #Poluição #Oceanos #Ciência #Biodiversidade #Sustentabilidade
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“Entre a terra e a água: a incrível vida das lontras” A vida das lontras parece tranquila à primeira vista. Mas a realidade é dura: elas dependem de água limpa, precisam de ambientes preservados e enfrentam impactos vindos tanto da terra quanto dos rios. Poluição, destruição das margens, lixo, contaminação e alterações ambientais afetam diretamente sua saúde e sobrevivência. Espécies assim ajudam a mostrar a qualidade dos ecossistemas aquáticos e o equilíbrio da vida ao redor deles. Proteger rios e áreas naturais não é apenas conservar paisagens bonitas. É manter viva uma rede inteira de conexões ecológicas. Leia mais em: revistapesquisa.fapesp.br/sa… #lontra #biodiversidade #natureza #ciência #conservação #rios
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