Resolvedor de problemas. Intransigente defensor da Liberdade. Atleticano. Pai de 2 garotos. Marido de 1 mulher.

Joined August 2009
810 Photos and videos
Vamos todos pelo Nicholas! Fernanda foi uma querida colega de trabalho. Pessoa maravilhosa com uma família maravilhosa -- Luciano, Nicholas e Lavínia. Estão precisando de ajuda! Quem puder, agradeço muito!
1
3
147
Christian Haagensen Gontijo retweeted
O que Nuremberg não me deixou esquecer Terminei de assistir o filme Nuremberg com uma pergunta que me deixou inquieta. Eu entrei esperando ver monstros. Encontrei outra coisa. Douglas Kelley, o psiquiatra americano encarregado de avaliar os réus, passou meses cara a cara com os arquitetos do Terceiro Reich. Aplicou testes, conduziu entrevistas, estudou cada um deles à procura daquilo que o mundo inteiro esperava que ele encontrasse: a loucura. Ela não estava lá. Göring era inteligente, carismático, perfeitamente lúcido. Os demais, em sua maioria, cabiam dentro dos parâmetros da normalidade psiquiátrica. Pais de família. Profissionais competentes. Homens cultos. Homens capazes de amar os próprios filhos e assinar a morte dos filhos dos outros no mesmo expediente. Kelley voltou para casa carregando uma conclusão que destruiu a vida dele e que deveria incomodar a nossa: os nazistas não eram únicos. Eu entendo por que essa frase é tão difícil de engolir. Se o mal fosse loucura, estaríamos seguros. Bastaria identificar os insanos e mantê-los longe do poder. Se os nazistas fossem monstros, pertenceriam a outra espécie, e a história deles não diria nada sobre a nossa. Mas eles não eram monstros. Eram pessoas. E pessoas existem em qualquer época, em qualquer país, em qualquer ideologia. Há uma cena do filme que me atingiu num lugar mais pessoal. Howard Triest, o intérprete judeu que perdeu os pais nos campos, confronta Kelley. E o que fica daquele diálogo é uma verdade simples e devastadora: a barbárie não venceu porque os perversos eram muitos. Venceu porque os indiferentes eram mais. Foi aí que o filme parou de falar do passado e começou a falar de mim. Nos últimos anos, perdi a conta de quantas vezes ouvi alguém dizer que prefere não falar sobre Israel. Sobre antissemitismo. Sobre judeus. “É complexo demais.” “Não quero me meter nisso.” “Tenho medo de falar a coisa errada.” Eu entendo o medo. Medo de crítica, de rejeição, de ser mal interpretado. E entendo que o tema é complexo, questões geopolíticas quase sempre são. Mas existe uma diferença entre reconhecer que um assunto é difícil e usar a dificuldade como licença para o silêncio. A complexidade virou álibi. Virou uma forma educada de desviar o olhar. Ninguém precisa concordar comigo sobre política, sobre Israel, sobre nada. O que me entristece não é a discordância. É ver gente boa assistindo ao ódio se espalhar diante dos próprios olhos e decidindo que aquilo não é problema dela. Porque a história já mostrou onde isso termina. O silêncio raramente protege alguém. Ele só desocupa o espaço e o espaço vazio é sempre preenchido pelas vozes mais radicais. As duas lições de Kelley se encaixam de um jeito assustador. Os responsáveis pelo horror não eram excepcionais. E o horror não dependeu só deles. Dependeu de uma ideologia desumanizante encontrando milhões de pessoas dispostas a aceitá-la, justificá-la ou simplesmente ignorá-la. Nós gostamos de acreditar que as atrocidades históricas exigem circunstâncias extraordinárias e vilões extraordinários. Essa crença nos acalma. Ela nos permite pensar que estamos imunes. A história ensina o contrário. As grandes tragédias não começam com câmaras de gás. Começam com narrativas. Com a divisão do mundo entre “nós” e “eles”. Com a transformação de adversários em inimigos, e de inimigos em coisas. Começam quando pessoas comuns se convencem de que sua causa é tão justa que dispensa limites éticos. Hitler e Göring não inventaram o ódio. Eles o encontraram pronto, espalhado em ressentimentos, frustrações e medos cotidianos, e o transformaram em projeto político. Kelley viu isso com clareza. O ódio não desce do poder para o povo. Ele sobe. O poder só o organiza. E esse mecanismo não tem data de validade. Não tem nacionalidade. Não tem lado do espectro político. Sempre que o ódio é tratado como virtude, sempre que demonizar substitui debater, sempre que pertencer ao grupo se torna mais importante do que dizer a verdade, os mesmos motores que Kelley identificou em Nuremberg estão funcionando. Em qualquer sociedade. Inclusive na nossa. Nuremberg não é um filme sobre os nazistas. É um filme sobre nós. Sobre o que qualquer sociedade pode se tornar quando a ideologia substitui a consciência, quando a identidade coletiva substitui a responsabilidade individual, e quando o ser humano deixa de enxergar humanidade no outro. O mal não é um fenômeno alienígena. Ele não invade de fora. Ele nasce dentro, e por isso nenhuma sociedade está definitivamente vacinada contra ele. O problema nunca foi apenas Göring. Nunca foi apenas Hitler. Nunca foi apenas um grupo de homens sentado no banco dos réus. O problema era, e continua sendo, a nossa capacidade de trocar princípios por ideologia, consciência por pertencimento, verdade por conveniência e responsabilidade por silêncio. Por isso a pergunta que importa não é “como aquilo aconteceu”. A pergunta que importa é: o que estamos deixando acontecer agora, convencidos de que somos diferentes de quem veio antes de nós? Porque a advertência mais incômoda da história é esta: quase ninguém percebe que está caminhando para o abismo enquanto ainda está dando os primeiros passos na direção dele.
8
22
59
1,983
Christian Haagensen Gontijo retweeted
A SpaceX, de Elon Musk, abriu o capital. Mais de 4.400 funcionários se tornaram milionários. Cerca de 400 deles têm mais de US$ 100 milhões em ações. A SpaceX deu opções de compra e participações a todos os funcionários, incluindo soldadores, técnicos, baristas, serventes e outros trabalhadores. Reportagens citam garçons, cozinheiros e operários que se tornaram milionários. Juan Hernandez é um imigrante mexicano que começou como soldador em 2015. Ele nem sabia o que era a SpaceX. Ele ganhou um pacote de ações inicial de 10 mil dólares e comprou mais ações via desconto em folha. Suas ações hoje valem 880 mil dólares. Trevor Hise entrou em 2011 como engenheiro de lançamento, ficou 12 anos e acumulou mais de 100 mil ações que hoje valem US$ 13,5 milhões. Ele tem 37 anos e está semiaposentado. Essas histórias foram contadas pelo New York Times e Wall Street Journal. Essa é uma história de criação e distribuição de riqueza totalmente incompreensível para a esquerda.
114
1,593
5,755
46,702
Christian Haagensen Gontijo retweeted
Vocês entendem a gravidade disso aqui? A Anatel sob a tutela do Governo Federal silenciosamente mandou bloquear a api do github fazendo diversas aplicações parar de funcionar em todo o país e ainda impôs sigilo sob a decisão pra nenhuma operadora de internet te informar o que está acontecendo Isso é um absurdo digno de países como Coreia do Norte, China, Cuba, e outros Silenciosamente o governo vai implantando sua ditadura por debaixo dos panos e não tem absolutamente nenhum canal de informação falando sobre isso..
Confirmo que há todos os indícios típicos de bloqueio nacional determinado pela Anatel no dia de hoje para api.github.com. Nas quartas-feiras, geralmente em dias de jogos de futebol, a agência de reúne com as maiores operadoras do país e determina o bloqueio de endereços utilizados pelos TV boxes. A lista de endereços bloqueados é mantido em sigilo pela agência, algo que tenho criticado em artigos, entrevistas e palestras. Os indícios são: 1) O fato de ocorrer numa quarta-feira e pelo relato desse internauta que me acionou, ontem o problema não ocorria. 2) O fato do IP 4.228.31.149 para qual aponta o FQDN api.github.com estar bloqueado somente na Claro, Vivo, Nio, Algar e TIM e *NÃO* em ISPs regionais conforme posso testar com o comando globalping. 3) O fato de outros endereços IP contidos no mesmo bloco /24 serem normalmente alcançáveis, o que exclui problemas de roteamento já que todos os IPs entre 4.228.31.1 e 4.228.31.255 necessariamente pertencem a mesma rota (vide exemplo 4.228.31.3). Recomendo que os afetados entrem em contato com seus provedores mostrando evidências coletadas a partir de sua casa ou empresa e exijam uma resposta do porquê não havia rota para 4.228.31.149 na noite de 10/06/26 enquanto para 4.228.31.3 há. Nesse thread a seguir, colocarei algumas informações úteis sobre o problema.
83
713
4,866
167,562
O que é "conteúdo antidemocrático"? Parece que é qualquer coisa que os antidemocráticos queiram. "Qual ponto da democracia brasileira pra você não está funcionando?"
A notícia deve ser lida levando em conta que o mesmo tribunal já considerou antidemocrático tuitar a hashtag "STF Vergonha Nacional", a ponto de justificar busca e apreensão na casa de cidadãos. O que as plataformas vão incluir nessa categoria, sob pena de multa? Pois é.
2
Christian Haagensen Gontijo retweeted
Eu alertei na minha coluna que a Lei Felca pode sim bloquear o Linux no Brasil. E aqui está a prova de que a ANPD, o órgão regulador, concorda comigo. Eles abriram consulta pública que se encerra nessa segunda-feira (15/06) sobre o Guia Orientativo, o documento em que informam à sociedade o entendimento atual da agência sobre a aplicação da Lei Felca. Na versão sob consulta popular do guia, diz a ANPD textualmente que sistemas operacionais que sejam software livre nãp podem ser demandados a cumprir as obrigações da Lei Felca. Na imagem destaco o trecho mais importante. É necessário que isso seja dito neste guia pela agência porque a Lei Felca em si em seus artigos 35 e 40 *NÃO* dão qualquer ressalva, liberação ou garantia de isenção a sistemas operacionais e gerenciadores de pacotes que sejam software livre. Como apontei no meu artigo, a única proteção ao Linux e similares na lei é um ato de boa vontade discricionário da ANPD já que a Lei Felca em si não dá exceção objetiva e indiscutível a ele. Nossa legislação deveria estimular o software livre como política pública e não deixar o uso dele como uma permissão de boa vontade de um órgão. Portanto, é necessário que a comunidade Linux revise o Guia Orientativo da ANPD sob consulta até o próximo dia 15 e verifique se ele contempla temporariamente as necessidades da comunidade do software livre. Ainda assim, é importante não esquecer que tal guia é um documento em que a agência registra sua atual interpretação da lei e que pode mudar com o tempo. Se o texto da ANPD diz que não exigirá do Linux as obrigações da lei citando ele por não ter "acesso provável por menores" e não ter "significativo grau de risco à privacidade, à segurança ou ao desenvolvimento biopsicossocial de crianças e de adolescentes", ambos entendimentos podem mudar radical e rapidamente. Basta o surgimento de um único caso de menor de idade usando Linux para burlar a lei e que se torne vítima e uma comoção popular sobre o caso para que tais colheres de chá sejam retiradas pela ANPD. Afinal, a própria Lei Felca com sua aprovação emergencial e sanção antecipada são reações do poder público ao fenômeno midiático do vídeo do Felca. A proteção ao Linux vir num guia orientativo em vez do texto da lei é dizer à comunidade que a ANPD é um cachorro manso que não morde. Essa frase é sempre antes de uma mordida surpresa acontecer. É importante que esse entendimento atual da ANPD no Guia Orientativo seja cristalizado como emenda na Lei Felca para que qualquer futura mudança dele dependa do processo legislativo, não um ato de boa vontade da ANPD que é uma agência reguladora tão quanto a Anatel é uma. O link para que você se manifeste nessa consulta até o dia 15 é esse: gov.br/anpd/pt-br/assuntos/n…
33
189
1,043
30,272
Não falha
ESQUERDA É PRÓ-BANDIDO Deputados de esquerda que votaram contra a redução da maioridade penal na CCJ - e foram derrotados. Compartilhe👇
2
Christian Haagensen Gontijo retweeted
Esse é Luís Felipe Benke dos Santos, de apenas 8 anos. Infelizmente, ele enfrenta um câncer em estágio terminal. Quem aparece ao lado de Luís na foto é o ministro Padilha, que, em determinado momento, fez propaganda utilizando a imagem do menino. Isso mesmo: usou a imagem de uma criança gravemente enferma em uma peça publicitária. Após o agravamento de seu quadro clínico em Lisboa, Luís precisava de um voo da FAB para retornar ao Brasil. Os mesmos voos que são frequentemente utilizados por ministros, por Lula, por Janja e por outras autoridades em viagens ao redor do mundo, custeadas com recursos públicos na casa dos bilhões. No entanto, Luís foi ignorado pelo governo Lula e não recebeu auxílio daqueles que antes o haviam exposto em suas propagandas. Quem prestou ajuda ao menino foi o Governo do Estado de São Paulo. Tirem suas próprias conclusões.
136
1,967
4,087
40,407
Christian Haagensen Gontijo retweeted
Mesmo sob lançamento com discurso de soberania nacional, plataforma de streaming do governo federal Tela Brasil depende de nuvem dos EUA contratada sem licitação. Te explico em detalhes na minha coluna aqui: tecmundo.com.br/seguranca/41…
11
129
670
15,770
Christian Haagensen Gontijo retweeted
Genocida, não, GENOCIDA!!!!
458
6,660
26,763
226,885
Que interessante. Depois que o governo americano matou o USAID, o Chile, Bolívia, Peru, Equador, Honduras e Costa Rica se livraram dos comunas. Deve ser coincidência.
178
Christian Haagensen Gontijo retweeted
É censura que chama??
120
356
1,249
23,201
Christian Haagensen Gontijo retweeted
Dom Adair Guimarães falando a verdade sobre a censura no Brasil.
48
1,274
3,316
17,959
Eu sei. Começa com "gov" e termina com "erno". Mas muitos não estão prontos para esta conversa.
10
Christian Haagensen Gontijo retweeted
- Janja vai ao ginecologista de FAB. - Ministra da Cultura usa FAB para ir a jogo de futebol. - Lula manda FAB buscar condenada por corrupção no Peru. Mas uma mãe desesperada, com o filho de 8 anos com câncer terminal em Portugal, ouviu que ele era “caso perdido”. Precisou o Governo Tarcísio agir para trazer a criança de volta. Engraçado: quando é para perdoar a mãe do caso Henry Borel, aparece tese sobre misoginia, patriarcado e “mãe vítima da sociedade”. Mas quando uma mãe real implora ajuda ao governo Lula, aí não tem tese, não tem patriarcado, não tem misoginia. Só o abandono!
241
5,733
15,598
107,386
Grande dia!
Já é oficial! A partir de hoje, o CV - Comando Vermelho e o PCC - Primeiro Comando da Capital são oficialmente organizações terroristas nos EUA, equiparadas a grupos como Al-Qaeda e Estado Islâmico. #hojenomundomilitar
1
5
Christian Haagensen Gontijo retweeted
Fachin autorizou a AGU a defender Moraes na ação movida pela Rumble contra o ministro. Ou seja: Moraes pratica um ato considerado ilegal, é processado, e quem paga a defesa somos nós, com dinheiro público. Pior: a autorização veio de Fachin, o ministro que se considera o pai do Código de Ética da Corte Este é o STF
327
3,345
13,238
83,096
Christian Haagensen Gontijo retweeted
Hoje faz 37 anos do massacre da Praça da Paz Celestial. O Partido Comunista Chinês quer que o mundo se esqueça deste acontecimento.

80
2,384
6,873
39,456
Christian Haagensen Gontijo retweeted
Abelardo de la Espriella -Empresário -Pai de 4 filhos -Principal bandeira: combater o narcotráfico Ivan Cepeda -Defensor de guerrilheiros -Filósofo socialista -Principal bandeira: legalizar a cocaína Para a imprensa, o extremista é o Abelardo.
153
1,648
6,737
72,156
Famoso "apito de cachorro". O que o @TSEjusbr tem a dizer? O @STF_oficial, alguém do @SenadoFederal ou @camaradeputados? Ninguém da imprensa comenta?
O analfabeto da república afirmar que Joaquim Silvério dos Reis foi enforcado já seria grave por si só. Mais preocupante é ver um presidente da República citar o enforcamento como destino para Flávio Bolsonaro, quem ele considera “traidor da pátria”. Esse tipo de decisão lembra o fim de quem é julgado pelo tribunal do narcotráfico PCC/CV. Quando a maior autoridade do país normaliza esse tipo de discurso, o erro deixa de ser apenas histórico e passa a ser institucional.
11
Contrata-se programador com experiência em milagres para trabalho temporário.
10