No dia 10 de junho, recordamos a memória do Anjo da Guarda de Portugal, que apareceu em Fátima, a partir de abril de 1915, a fim de preparar os três pastorinhos para receber Nossa Senhora.
Por mais que isso soe estranho aos ouvidos modernos, a Igreja sempre ensinou que não só as pessoas, mas também os países e as instituições possuem anjos da guarda, com os quais Deus protege seus filhos e exorta-os constantemente a permanecer no caminho da salvação.
Ao aparecer aos pastorinhos, o Anjo de Portugal ensinou esta oração:
“Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos. Peço-vos perdão para os que não crêem, não adoram, não esperam e não Vos amam.”
E, ao final, deu aos pastorinhos uma exortação que serve a todos nós hoje: “Orai assim. Os Corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplicas”.
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