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Depois de 8 anos sendo submisso ao bolsonarismo e colocando o NOVO como linha auxiliar da família, Romeu Zema descobriu hoje que eles não são confiáveis. A pergunta que fica: era ignorância ou, novamente, oportunismo eleitoral?
Isso é imperdoável. É preciso ter credibilidade pra mudar o Brasil.
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Mais do que nunca a escolha é óbvia: Renan Santos presidente! 14
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Se o Brasil for um país sério, Flávio Bolsonaro e Alexandre de Moraes deveriam ser presos agora.
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🚨 EXCLUSIVO: o Intercept Brasil obteve mensagens, documentos e áudios que revelam como Flávio Bolsonaro negociou diretamente com o banqueiro Daniel Vorcaro um pagamento milionário para financiar “Dark Horse”, filme sobre Jair Bolsonaro. Vorcaro, dono do Banco Master, pagou pelo menos 10 milhões de dólares para a produção do longa, segundo documentos analisados pela reportagem. As conversas mostram cobranças por dinheiro, negociações de bastidores e a participação de outros intermediários, como Eduardo Bolsonaro e Mário Frias, ex-secretário da Cultura do governo Bolsonaro e roteirista de “Dark Horse”. Neste vídeo, você ouve um áudio enviado por Flávio Bolsonaro cobrando pagamentos e alertando para o risco de paralisação da produção. Leia a reportagem completa no site do Intercept Brasil: intercept.com.br/2026/05/13/…
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Por que a Rede Globo fica me escondendo?
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Perfeita a análise do Renan Santos sobre Turilândia. O retrato exato de como o Centrão opera e da subserviência da população que ainda bate palma pra esse tipo de político.
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"Fomos capazes de controlar a narrativa em vários lugares"; o texto, com RT do CEO da YC, fala isso sobre a consequência de as redes sociais serem americanas. Tememos o autoritarismo doméstico (com razão), mas deveríamos atentar mais p/ esse risco de interferência! (Eles temem)
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Isso é incrível! 🤯
This is how you can make changes to the edits.
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omg.. this is how you literally reinvent filters ux.. wizards » @madebydaybreak

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Muito triste ver que um negócio desses deveria ter nascido no Brasil, mas não temos gente boa suficiente focada em fazer coisas novas e realmente grandes por aqui!
Farmer pays $5–$8 per cow per month. A New Zealand company puts a solar-powered smart collar on cows. It tracks location 24/7, health, temperature, chewing activity, breeding. Farmer just opens a simple app and draws a line on the map. That line becomes the fence. As cows approach the boundary, the collar beeps and vibrates. With one tap, the whole herd moves to fresh grass or the milking shed. No physical fences. Less labor. Huge cost savings for farmer. Already on 700k cows across New Zealand, Australia, and the US. and now in talks to raise at a $2B valuation led by Peter Thiel.
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Não é hora de criticar mais ninguém. Não é hora de reclamar de mais nada. É hora de pegar esse time no colo e levar nossos jogadores pros DOIS títulos. Quem não entendeu isso ainda faça o favor de se retirar da sala, chegou a hora de separar os homens dos meninos. VAMOS, FLAMENGO
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Dez crianças morrem queimadas sob a tutela de um clube bilionário e simplesmente não há culpados? Quem providenciou as instalações?Quem fiscalizava? Quem ignorou os pedidos da fiscalização pra mover o alojamento? Nenhum culpado? Aterrorizante. Devastador. #JusticaPelos10
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O método que germinou o caos Nos últimos anos, as reclamações viraram protagonistas no futebol brasileiro. O que antes era uma insatisfação pontual, hoje é método. A pressão sobre a arbitragem deixou de ser consequência e passou a ser estratégia — ensaiada, repetida, institucionalizada. Toda derrota virou coletiva de acusações. “Sistema”, “perseguição”, “erro intencional”. E assim se construiu um ambiente em que o árbitro entra em campo sob constante ameaça: qualquer vacilo, qualquer decisão, pode se transformar em manchete, coletiva ou teoria conspiratória. E funcionou. O barulho deu resultado. Outros clubes observaram o método e começaram a usá-lo também, como um jogo de empurra na pressão sobre a arbitragem. O problema é que, quando todos gritam, ninguém mais é ouvido. E o futebol vira um tribunal onde todos são vítimas e ninguém é responsável. Curioso é que o criador da fórmula agora se faz de vítima dela. Reclama do exagero, do “caos” que ajudou a semear. Mas foi exatamente essa semente — plantada lá atrás, regada com discursos inflamados e coletivas ensaiadas — que germinou o cenário atual. Hoje, vivemos o colapso da credibilidade da arbitragem, da confiança no jogo, e até da discussão racional. Tudo virou disputa de narrativa. Nunca é sobre o futebol, é sempre sobre o meu clube. Quando perdem, é erro; quando vencem, é “coisa do jogo”. E assim seguimos: o futebol jogado em segundo plano, a arbitragem no centro do palco, e o método — esse mesmo método — colhendo o fruto amargo daquilo que plantou. #crf #flamengo
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FLAMENGO X LIBRA A CULPA É DE QUEM? Pra rir um pouco!
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7 Oct 2025
Hey @sama it would be great to set ChatGPT to forget some specific memories for chats and projects. Brainstorming ideas unrelated to past discussions is increasingly difficult.
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21 Aug 2025
VIRADA DE CHAVE DO FLAMENGO DE 2019 🔴⚫ A #ResenhadoGalinho estreia hoje às 18h na Flamengo TV. #FTV
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Ano após ano, Pinheiro presente. Conduz e protege os Nossos, sempre. Um gigante da história do Flamengo.
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ANTES DO BRASIL DAR CERTO, TERÁ QUE RESOLVER UM PROBLEMÃO CHAMADO BOLSONARO Vamos direto ao ponto: Bolsonaro nunca foi direita. Ele é um acidente grotesco, um erro histórico que custou muito caro à direita racional, técnica e civilizatória. Precisaremos de anos para reparar isso. Mas calma, o fator Bolsonaro pode custar mais caro ainda. Bolsonaro é a encarnação de tudo aquilo que a direita coerente abomina. É o Lula com preguiça intelectual, o Brizola desprovido de poesia, o Collor sem o mínimo condicionamento físico. É um sindicalista burro que votou contra o Plano Real e um trabalhista arcaico que barrou privatizações essenciais na era FHC. Durante décadas no Congresso, votou sistematicamente alinhado ao PT, defendendo aumento automático para servidores e outras pautas que inflam a máquina públic, um paradoxo grotesco travestido de conservador. Bolsonaro nunca leu um livro sobre economia. Jamais apresentou um projeto sério para o país. Chegou à presidência surfando na revolta popular contra Dilma, no impeachment e na crise moral do sistema. Eleito por falta de opção, confundiu acaso com genialidade. Com Paulo Guedes na vitrine, prometeu o liberalismo; entregou zero privatizações, reformas fiscais pífias e reformas administrativas inexistentes. Sua agenda era apenas proteger os filhos e distribuir favores ao centrão. Tornou-se o presidente mais reformofóbico desde Sarney, ampliou salários militares e banalizou emendas parlamentares como confetes em festa junina. Criou o Auxílio Brasil, triplicando seu valor às vésperas da eleição. Ignorou Guedes e riu da responsabilidade fiscal ao vivo, insultando tudo o que uma direita técnica defende: “Foda-se” o teto de gastos. “Foda-se” a Lava Jato. “Foda-se” a ciência, a cultura, a educação. Seu método de governança? Achismos irresponsáveis, com Carluxo ditando o caos via WhatsApp. Bolsonaro prometeu lutar contra o sistema, mas entregou-lhe as chaves. Tornou-se sócio submisso, um despachante político de orçamento secreto. Enquanto isso, divertia-se em motociatas e passeios de jetski, enquanto 700 mil brasileiros morriam numa pandemia minimizada por ele. Ofendeu a China, sabotou vacinas e promoveu cloroquina, mergulhando o Brasil em humilhação global e isolamento diplomático. Perdeu tudo: comunicação, apoio internacional, centro político. Afundou a direita na lama da mediocridade, tornando o termo “bolsonarista” sinônimo de boçalidade. Se há justiça histórica, Bolsonaro deveria estar exposto num museu de tragédias políticas, ao lado de Jânio Quadros e Severino Cavalcanti. Se a direita quiser renascer, precisa expurgar Bolsonaro e aplicar um profundo desinfetante ideológico. Bolsonaro conseguiu o inimaginável: é o único presidente desde 1988 que fracassou em se reeleger. Nem Dilma conseguiu tal proeza. Perdeu quase oito milhões de votos, mesmo com a máquina pública e o maior pacote assistencialista da história. Sua única estratégia: o confronto permanente. Lutou simultaneamente contra governadores, mídia, judiciário e até chefes de Estado. Sun Tzu ensinou que a maior vitória é vencer sem batalhas; Bolsonaro preferiu a guerra total contra tudo e todos, acumulando inimigos poderosos que selaram seu fracasso. Não foi só incompetência política, foi suicídio estratégico consciente e permanente. Sua insanidade e irresponsabilidade sempre colocou o país em risco. Pessoas morreram, famílias foram destruídas, instituições atacadas. O TAMANHO DO PROBLEMA CHAMADO BOLSONARO A conta chegou. Não é por acaso. É conspiração sim. É terrorismo diplomático. consequência direta dos atos da família Bolsonaro, que colocam o Brasil como escudo para proteger seus próprios interesses. Eduardo Bolsonaro foi para os EUA com apoio explícito do pai, Jair Bolsonaro, que mandou milhões para bancar sua estadia e suas articulações. Uma vergonha, um deputado eleito para proteger seu estado e seu povo. Esse dinheiro foi usado para circular entre lobistas, congressistas e grupos trumpistas, vendendo a ideia de que era preciso impor tarifas e sanções ao Brasil para “salvar” Bolsonaro do julgamento aqui. Isso é chantagem política internacional e o resultado veio rápido: Trump, que não age por ideologia mas por oportunidade, meteu 50% de tarifas ao país que Bolsonaro jurava defender. E o Bolsonaro e a família, como pensam agora? O Brasil que se vire. A “missão” do filho incluí também pressionar o governo americano para intervir politicamente no Brasil, ameaçando juízes e pressionando a economia. A ideia é clara: criar um ambiente tão adverso que setores empresariais brasileiros pedissem um acordo para soltar Bolsonaro e encerrar processos, como forma de “normalizar o comércio”. Bolsonaro, alinhado com o filho, tenta vender para a opinião pública que tudo é culpa do Lula, do STF ou do “sistema”, quando quem abriu as portas para sanções foi ele mesmo, usando o próprio filho como operador internacional. O Brasil agora paga caro não só em tarifas, mas em credibilidade. Investidores olham e pensam: “Se um ex-presidente pode conspirar contra seu próprio país lá fora, o que garante segurança jurídica para contratos futuros?”. O agro já sente o baque com o risco de novos embargos indiretos. O setor metalúrgico já está calculando prejuízos imediatos. No fim, fica claríssimo: As sanções de Trump não vieram do nada. Foram estimuladas por Jair Bolsonaro e seu filho. Serão pagas pelo Brasil em tarifas, reputação e risco jurídico. Tudo exigir a blindagem de uma família que trata o país como se fosse seu feudo pessoal. A prisão dele, se um dia acontecer, será um presente para a direita, um ato necessário para resgatar a dignidade ideológica, a responsabilidade e o respeito às instituições. Bolsonaro acabou. Não existe mais um único argumento plausível em sua defesa. A realidade é crua: Bolsonaro aponta uma arma para a cabeça do Brasil e exige imunidade. O Brasil tem mais de 500 anos, sendo 200 deles de boa relação com os EUA. O mandato do Trump dura três anos e meio e tenho uma desconfiança: até o próprio Trump entenderá que não vale a pena brigar por Bolsonaro. No fim, todos percebem isso. Já passou da hora de seguir em frente e fazer o que precisa ser feito.
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“Entrou sem Pedro de novo” Plata: 2 assistências “Tirou o Arrasca e colocou o BH” BH: gol e assistência “Começou sem Ortiz e foi de Danilo” Danilo: gol da virada O FLAMENGO DE FILIPE LUÍS precisa conquistar títulos grandes, também, pra calar a boca de torcedores como esse.
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Esta matéria de ontem no G1 apresentou algo estarrecedor: os atendimentos por AVC mais que dobraram na região de Campinas desde 2020! Vem comigo no fio para entender o porquê de este ser um caso elucidativo tanto de credulidade quanto de jornalismo de baixa qualidade:
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