Neste perfil, você não ouvirá apenas o que deseja, mas sim a verdade. É hora de acordar, ou você pode acabar sendo devorado pelos lobos.

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Direto do Túnel do Tempo. Essa é a reunião que nunca deveria ter sido pública. Não porque escondia crime, mas porque mostrava demais. Mostrava um governo falando a verdade com a porta fechada, sem roteiro, sem maquiagem, sem aquele teatrinho que Brasília adora fazer para fingir civilidade enquanto negocia o futuro do país em mesas de bar. Aqui está o que o sistema não queria que você visse: ministros falando como gente adulta. Guedes dizendo que o Estado é pesado demais, Damares denunciando redes que deveriam estar presas há décadas, Salles falando das boiadas que emperram o Brasil, Weintraub dizendo em voz alta o que milhões pensavam, Tarcísio apresentando obra e entrega enquanto o país inteiro discutia meme na internet. E Bolsonaro. O Bolsonaro que eles tentaram transformar em monstro aparece aqui como o que sempre foi: um presidente cercado, pressionado, atacado por dentro e por fora, tentando proteger a própria família de um sistema que já tinha decidido que ele precisaria ser destruído para não atrapalhar o velho jogo de sempre. Um homem dizendo que não vai esperar foderem a família dele inteira para reagir. Um homem pedindo inteligência, não proteção para bandido. Um homem falando como pai, e não como carreirista estatal. Essa reunião expôs o que Brasília nunca quis admitir: ali dentro não tinha esquema, não tinha rachadinha federal, não tinha negociata, não tinha loteamento de cargos. Tinha gente trabalhando, discordando, debatendo e, acima de tudo, falando com sinceridade. E sinceridade, nesse país, é proibida. E mais proibido ainda é expor o mecanismo que controla tudo isso. O STF quis transformar essa reunião em escândalo, mas acabou fazendo o oposto. Revelou que, se existe um lugar onde a política brasileira parecia honesta, era naquela sala. Revelou que não havia crime, havia desconforto. Não havia conspiração, havia verdade demais. Não havia interferência, havia desespero legítimo de um governante que sabia que estavam usando o Estado para perseguir seus filhos. Essa reunião jamais deveria ter sido exposta porque ela mostra onde está o crime de verdade: não ali dentro, mas lá fora, no mesmo STF que divulgou, no Congresso que conspirava, na mídia que manipulava, no sistema que jamais aceitaria um presidente que não fosse parte da engrenagem. E o mais irônico disso tudo é que os que gritaram “interferência” nunca conseguiram apontar um único ato ilegal. O que eles viram ali não foi crime. Foi autenticidade. E autenticidade, para esse país, é imperdoável. Assista com atenção. Não é só uma reunião. É um raio-x do Brasil que nunca te mostram. E é por isso que tentaram enterrá-la. Porque aqui, pela primeira vez, você vê a verdade sem legenda, sem edição, sem filtro e sem medo. E agora? Agora o país paga o preço por não ter escutado. E ele paga o preço por ter dito a verdade. É por isso que ANISTIA não é discussão. É necessidade. É justiça histórica. É o primeiro passo para corrigir o crime que cometeram contra a democracia brasileira. Bolsonaro livre não é desejo político. É restauração. É o momento em que o Brasil finalmente vai ter que encarar tudo aquilo que a reunião ministerial expôs: quem são os corruptos, quem são os sabotadores, quem sempre mandou e quem sempre lutou sozinho. A liberdade de Bolsonaro não é sobre um homem. É sobre um país inteiro que foi sequestrado. E está na hora de devolver o Brasil ao seu povo. Reparem em cada detalhe, em cada expressão daqueles que juravam defender Bolsonaro. Olhem bem para eles hoje. Onde estão? O que viraram? Quem realmente estavam protegendo? E BOLSONARO ? Permaneceu o mesmo!
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The US government, citing national security authorities, has issued an export control directive to suspend all access to Fable 5 and Mythos 5 by any foreign national, whether inside or outside the United States, including foreign national Anthropic employees. The net effect of this order is that we must abruptly disable Fable 5 and Mythos 5 for all our customers to ensure compliance. Access to all other Claude models is not affected. We apologize for this disruption to our customers. We believe this is a misunderstanding and are working to restore access as soon as possible. Read our full statement: anthropic.com/news/fable-myt…
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Uma excelente semana a todos. Questionem. Investigem. Conectem os pontos. E reflitam. O que está diante dos olhos nem sempre é o que querem que você veja.
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A pergunta que ninguém do sistema quer responder é simples: Padilha é Ministro da Saúde ou representante comercial de farmacêuticas? Quando contratos sob investigação do TCU envolvem empresas chinesas, quando surgem denúncias de possíveis prejuízos milionários aos cofres públicos e quando decisões estratégicas levantam mais perguntas do que respostas, o mínimo que a população merece é transparência. Mas transparência virou artigo de luxo em Brasília. O que deveria ser uma explicação pública imediata acaba soterrado por burocracia, silêncio e narrativas cuidadosamente construídas para evitar questionamentos. O brasileiro paga a conta. Os contribuintes assumem os riscos. E os responsáveis parecem não dever satisfação a ninguém. A saúde pública não pode ser transformada em balcão de negócios. Não pode servir a interesses de governos estrangeiros. Não pode servir a interesses de laboratórios. Não pode servir a grupos econômicos. Tem que servir ao povo brasileiro. Se os contratos são regulares, que mostrem. Se as decisões foram técnicas, que expliquem. Se não existe conflito de interesses, que comprovem. Quem administra bilhões em recursos públicos não pode pedir confiança cega. Tem obrigação de prestar contas. Porque toda vez que alguém diz que questionar é proibido, que investigar é perigoso ou que perguntar é conspirar, é justamente aí que a sociedade deveria perguntar mais alto. Afinal, quando o assunto envolve bilhões de reais, contratos internacionais, farmacêuticas e o Ministério da Saúde, a desconfiança não é um problema. É um dever cívico.
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Mande esse vídeo para aquele pangaré petista de plantão.
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FLÁVIO ACERTA AO RESGATAR UMA DAS MAIORES ARMAS POLÍTICAS DE JAIR BOLSONARO @jairbolsonaro Se existe uma lição que a direita deveria aprender com Jair Bolsonaro, é que política não se faz apenas em gabinetes. Se faz ouvindo. Se faz conversando. Se faz estando próximo de quem acorda cedo, paga impostos, sustenta a família e carrega este país nas costas. Eram uma prestação de contas direta ao povo. Enquanto muitos políticos apareciam apenas em época de eleição, Bolsonaro estava ali, semana após semana, falando com milhões de brasileiros sem intermediários, sem filtros e sem a necessidade de tradutores da realidade. Foi isso que criou uma conexão que nenhum marqueteiro conseguiu fabricar. O povo não quer líderes distantes. O povo quer presença. Quer acesso. Quer sentir que existe alguém do outro lado ouvindo suas preocupações. Por isso considero extremamente acertada a retomada das lives por Flávio Bolsonaro. @FlavioBolsonaro Não como ferramenta de campanha. Mas como ferramenta de proximidade. Porque nenhuma pesquisa substitui o contato direto com as pessoas. Nenhum assessor substitui o sentimento das ruas. Nenhum relatório substitui ouvir quem vive os problemas na pele. E tenho a certeza de que existe uma pessoa ao seu lado que conhece esse trabalho como poucos. Seu irmão, Carlos Bolsonaro. @CarlosBolsonaro Ele participou desde o início da construção dessa comunicação direta que revolucionou a política brasileira e aproximou milhões de cidadãos do debate público. Confie nessa experiência. Confie nesse caminho. Foi assim que deu certo. Foi assim que um movimento nasceu. E é assim que se constrói uma liderança forte, conectada e alinhada com quem realmente importa. O povo brasileiro. Vamos que vamos. Por um Brasil melhor. Em 2026 é Flávio Bolsonaro Presidente Carlos Bolsonaro - Senador por Santa Catarina
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Enquanto parte do Ocidente parece ter esquecido qual é a função básica de uma força policial, o Japão continua lembrando. A polícia não existe para agradar criminosos, militantes ou ativistas profissionais. Existe para manter a ordem pública e proteger cidadãos que cumprem a lei. No vídeo, um indivíduo estrangeiro (Muçulmano) que estaria causando transtornos acaba rapidamente imobilizado por policiais japoneses através de técnicas de contenção física. Sem espetáculo. Sem negociação interminável. Sem transformar a rua em palco para discursos ideológicos. O contraste com algumas cidades europeias chama atenção. Em diversos países da Europa, autoridades parecem mais preocupadas com a repercussão política de uma abordagem do que com a própria aplicação da lei. O resultado está diante dos olhos de todos: aumento da criminalidade, sensação de insegurança e cidadãos cada vez mais abandonados pelo Estado. O Japão segue outro caminho. Aqui a mensagem é simples: quem respeita a lei não tem problemas. Quem cria desordem encontra uma resposta rápida e proporcional das autoridades. Não importa se o indivíduo é japonês ou estrangeiro. O que importa é seu comportamento. Uma sociedade civilizada não se sustenta pela ausência de força. Ela se sustenta pela certeza de que a força legítima será aplicada quando necessária. A pergunta não deveria ser se a polícia foi firme demais. A pergunta é por que tantos países abandonaram a ideia de que a lei deve valer igualmente para todos.
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O episódio de junho de 2026 não foi apenas uma decisão técnica sobre modelos de Inteligência Artificial. Foi um aviso. Um recado seco, frio e brutal para o mundo inteiro: a era da IA aberta acabou. Durante anos, venderam a Inteligência Artificial como a grande revolução da liberdade cognitiva. Diziam que ela ampliaria o acesso ao conhecimento, democratizaria análises complexas, permitiria ao cidadão comum enxergar o que antes só governos, bancos, consultorias bilionárias e conglomerados conseguiam enxergar. Mas bastou a IA começar a se aproximar de uma função realmente perigosa para o poder, a função de auditoria, para que a palavra mágica surgisse como sempre surge: segurança. Segurança nacional. Essa expressão virou o biombo perfeito da censura moderna. Não se explica tudo. Não se prova tudo. Não se mostra tudo. Apenas se invoca a entidade sagrada da segurança nacional e pronto. O debate morre ali. A transparência é enterrada. A pergunta vira suspeita. A dúvida vira ameaça. A investigação vira risco. Mas a pergunta que ninguém quer fazer é simples: segurança de quem? Da nação? Ou do regime? Da população? Ou dos contratos? Da democracia? Ou dos lucros? Porque uma IA realmente avançada não serve apenas para escrever e-mails bonitinhos, resumir documentos ou montar planilhas corporativas. Uma IA avançada pode cruzar licitações, rastrear vínculos societários, comparar discursos públicos com movimentações privadas, identificar padrões de corrupção, mapear redes de influência, expor conflitos de interesse e desmontar narrativas oficiais com uma frieza que nenhum jornalista domesticado teria coragem de sustentar. Esse é o verdadeiro pânico. Não é medo da máquina pensar. É medo da máquina mostrar. Mostrar que muita inovação é teatro de valuation. Mostrar que muita revolução tecnológica é PowerPoint com data center. Mostrar que bilhões estão sendo torrados em infraestrutura enquanto o retorno real ainda patina na lama da propaganda. Mostrar que o tal ROI da IA, em grande parte do mundo corporativo, ainda é uma promessa embalada em marketing, consultoria e histeria de mercado. Mostrar que muitos projetos não passam de pilotos eternos, provas de conceito que nunca chegam à produção, vitrines caríssimas montadas para convencer investidores de que o futuro já chegou, mesmo quando o caixa ainda não viu esse futuro bater na porta. E aí entra o ponto central. Uma IA capaz de auditar o próprio mito da IA se torna perigosa demais. Perigosa para governos autoritários. Perigosa para oligarquias políticas. Perigosa para fundos, consultorias, Big Techs e burocracias que precisam manter a narrativa funcionando. Porque o mercado não está vendendo apenas tecnologia. Está vendendo destino inevitável. E destino inevitável não pode ser questionado. A censura prévia aparece exatamente aí. Antes que a ferramenta investigue demais. Antes que conecte demais. Antes que compare demais. Antes que revele demais. Antes que alguém pergunte por que tanto dinheiro entra, tanto marketing grita, tanta promessa explode, mas tão pouco retorno concreto aparece. A censura moderna não chega dizendo "vamos esconder a verdade". Ela chega dizendo "vamos proteger você". Foi assim com discursos políticos. Foi assim com redes sociais. Foi assim com saúde pública. Foi assim com informação financeira. E agora será assim com a Inteligência Artificial. Primeiro controlam o acesso. Depois controlam os parâmetros. Depois controlam as perguntas. Depois controlam as respostas. Por fim, controlam até a capacidade humana de desconfiar. O mais grave desse episódio não é apenas o bloqueio em si. É a doutrina inaugurada. O debate deixou de ser: qual modelo é mais inteligente? Agora a pergunta real é: quem tem autorização para usar a inteligência? Essa é a virada histórica. Porque, quando a inteligência vira permissão estatal, a verdade deixa de ser busca e passa a ser concessão. Você não pergunta mais o que quer. Você pergunta o que o sistema permite. Você não investiga mais o que precisa. Você investiga o que não ameaça ninguém importante. Você não acessa mais conhecimento. Você recebe uma versão higienizada, esterilizada e politicamente autorizada dele. Chamam isso de segurança. Eu chamo de coleira digital. E toda coleira começa com um discurso bonito. Sempre é pelo bem comum. Sempre é pela estabilidade. Sempre é para evitar abusos. Sempre é para proteger a sociedade. Curioso é que, no final, quem sempre acaba protegido são os mesmos: governos, burocratas, oligarcas, monopólios e seus amigos de estimação. O cidadão fica com a obediência. Eles ficam com a inteligência. E quando um povo aceita que somente os poderosos podem usar as ferramentas capazes de fiscalizar os poderosos, ele não está entrando na era da tecnologia. Está entrando na era da servidão automatizada. A pergunta não é o que esses modelos poderiam fazer de errado. A pergunta é o que eles poderiam descobrir de certo. E talvez seja exatamente isso que estejam tentando impedir.
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Um japonês confrontou calmamente um grupo de muçulmanos que estavam rezando no saguão público da Estação de Tóquio. A cena aconteceu em uma das estações mais movimentadas do Japão. Um japonês decidiu se manifestar após presenciar pessoas realizando uma prática religiosa em uma área pública da Estação de Tóquio. Sem gritos. Sem ameaças. Sem agressividade. Ele apenas expressou o que muitos japoneses pensam, mas raramente dizem em voz alta: que espaços públicos devem respeitar as regras, costumes e a cultura do país que os recebe. Mas existe um detalhe que chamou atenção. Em vez de transformar a situação em um espetáculo, o vídeo permaneceu focado na discussão e no posicionamento apresentado. Talvez seja justamente isso que explique a repercussão do episódio. Não foi uma cena de confronto. Foi uma demonstração de como alguém pode discordar de uma situação de forma direta, pública e sem recorrer à violência. Em uma época em que muitos preferem o silêncio para evitar polêmicas, o que repercutiu não foi o tom da abordagem. Foi a clareza da mensagem.
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MK Ultra: Quando o Governo Transformou Seus Próprios Cidadãos em Cobaias Imagine descobrir que o seu próprio governo usou cidadãos comuns como cobaias humanas. Durante a Guerra Fria, a CIA criou o Projeto MK Ultra, uma operação secreta para estudar controle mental, manipulação psicológica e alteração de comportamento. Hospitais, universidades e prisões participaram de experimentos financiados secretamente. Muitos dos participantes jamais souberam que estavam sendo testados. Décadas depois, quando os arquivos começaram a ameaçar a agência, veio a ordem: destruir tudo. Mas esqueceram de apagar os recibos. E foi justamente a contabilidade que revelou um dos programas mais sombrios da história americana. O MK Ultra acabou?🤔 As perguntas que ele deixou para trás, não.
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A próxima revolução da IA não é conversar. É agir. A Anthropic acaba de mostrar agentes capazes de pesquisar a internet, escrever código, analisar planilhas, acessar sistemas corporativos, criar relatórios, gerar imagens e até enviar e-mails sozinhos. Não estamos mais falando de um chatbot. Estamos falando de trabalhadores digitais operando em múltiplas plataformas ao mesmo tempo. Enquanto muitos ainda usam IA para escrever textos, as grandes empresas já estão construindo equipes inteiras de agentes autônomos. A pergunta não é quando a IA substituirá tarefas humanas. A pergunta é quantas empresas sobreviverão sem ela.
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Estamos apenas na metade de 2026 e mais um incêndio atingiu o Templo Naritasan Shogoji, em Hokkaido. Com isso, o número de incêndios registrados em templos e santuários japoneses chega a 13 apenas neste ano. E não estamos falando de construções comuns. Entre os locais atingidos estão templos centenários, alguns com origens que remontam a mais de mil anos de história, além de estruturas ligadas a patrimônios culturais de enorme importância para o Japão. O detalhe que mais chama atenção é outro. A grande maioria desses incêndios continua oficialmente "sob investigação". Pouquíssimos tiveram suas causas efetivamente esclarecidas. Falhas elétricas, equipamentos antigos, acidentes, ação humana ou outros fatores ainda estão sendo analisados pelas autoridades. Mas independentemente da causa final, a frequência desses eventos começa a levantar questionamentos. Estamos falando de locais que sobreviveram a guerras, terremotos, bombardeios, tufões e séculos de transformações sociais. Estruturas que atravessaram gerações inteiras para desaparecerem em poucas horas diante das chamas. E há outro dado curioso. Além dos templos e santuários, várias granjas de suínos também sofreram incêndios significativos neste mesmo período. Coincidência? Falhas de infraestrutura? Algo além disso? Neste momento, ninguém pode afirmar. Nos últimos anos, alguns observadores passaram a especular sobre possíveis relações com tensões sociais, aumento da imigração e mudanças na política japonesa, incluindo o endurecimento das regras contra determinados grupos estrangeiros.(Islâmicos e muçulmanos) Mas até agora não existe qualquer evidência pública que conecte esses incêndios a motivações religiosas, ideológicas ou terroristas. Por isso, a prudência é necessária. O que existe hoje são fatos: os incêndios aconteceram, o patrimônio foi perdido e muitas investigações continuam abertas. E quem conhece o Japão sabe que as autoridades costumam conduzir investigações extremamente rigorosas, principalmente quando o assunto envolve patrimônio histórico, templos, santuários e bens culturais. Os prédios podem ser reconstruídos. A madeira pode ser substituída. Mas a história, os artefatos, as memórias e o legado que desaparecem com cada incêndio jamais serão recuperados integralmente. Se existe algo por trás dessa sequência de ocorrências, cedo ou tarde a verdade aparecerá. Até lá, resta acompanhar os fatos, cobrar transparência e lamentar cada pedaço da história japonesa que está sendo consumido pelo fogo. 🇯🇵
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Parte dos Documentos desclassificados por @TulsiGabbard ; PARTE 1 Durante anos, a simples menção da existência de laboratórios biológicos financiados pelos Estados Unidos na Ucrânia era suficiente para acionar a máquina da censura. Não importava o argumento. Não importavam os documentos. Não importavam as perguntas. A sentença já estava pronta. "Teoria da conspiração." Era a expressão mágica utilizada para encerrar qualquer debate sem a inconveniência de apresentar provas. Enquanto isso, jornalistas, pesquisadores, analistas e cidadãos comuns eram ridicularizados, silenciados e banidos por ousarem questionar uma narrativa oficial que exigia obediência absoluta. Agora, os documentos aparecem. E a pergunta inevitável surge. Se tudo era mentira, por que precisaram censurar tanta gente para sustentar a versão oficial? Porque a censura sempre foi a confissão silenciosa de quem não consegue vencer um debate honesto. Os documentos mostram laboratórios, financiamento, contratos, pesquisas, treinamento de cientistas, armazenamento de patógenos e participação de órgãos ligados ao governo americano. De repente, aquilo que era tratado como delírio coletivo passa a existir em papel timbrado. A verdadeira notícia não é a existência dos laboratórios. A verdadeira notícia é descobrir que aqueles que passaram anos chamando os outros de desinformadores estavam desesperados para impedir que o público olhasse na direção certa.
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PARTE 2 O mais curioso não é o conteúdo dos documentos. O mais curioso é o silêncio constrangedor daqueles que passaram anos patrulhando opiniões. Os mesmos que exigiam censura. Os mesmos que pediam remoções. Os mesmos que celebravam bloqueios de contas e perseguições digitais. Agora fingem que nada aconteceu. Ninguém pede desculpas. Ninguém admite o erro. Ninguém assume responsabilidade. Porque reconhecer a verdade significaria admitir que milhões de pessoas foram privadas do direito mais básico de uma sociedade livre: o direito de questionar. A história se repete com uma previsibilidade quase cômica. Primeiro escondem. Depois negam. Depois censuram. Depois desclassificam. E finalmente tentam convencer o público de que sempre foram transparentes. O problema nunca foi a existência dos laboratórios. O problema era impedir que as pessoas percebessem que estavam sendo enganadas. Eis a lição que fica. Quando governos, corporações, plataformas e veículos de mídia se unem para dizer que determinado assunto não pode sequer ser discutido, talvez o assunto proibido seja exatamente aquele que mais merece investigação. Primeiro chamaram de loucos. Depois chamaram de propagandistas. Agora chamam de documentos desclassificados. A diferença entre uma conspiração e um fato oficial continua sendo apenas o tempo necessário para retirar o carimbo de sigilo.
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Documento de briefing não classificado de 2021 da DARPA para o Departamento de Defesa: "1. O SARS-CoV-2 é uma vacina recombinante de morcego criada pelos americanos, ou seu vírus precursor. Foi criado por um programa da EcoHealth Alliance no Instituto de Virologia de Wuhan (WIV), como sugerido pelo relatório em torno da hipótese de vazamento de laboratório." Sigam o 🧵👇
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As razões pelas quais intervenções não farmacêuticas, como máscaras, e contramedidas médicas, como as vacinas de mRNA, não funcionam bem podem ser extrapoladas dos detalhes. As razões pelas quais os protocolos de tratamento precoce funcionam como curativos são aparentes. 🧵👇
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Parte dos documentos liberados pelo Senador @RandPaul hsgac.senate.gov/wp-content/…

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Daniel Vorcaro começou a falar. E, de repente, surgem nomes de políticos, governadores e lideranças partidárias. Que coincidência curiosa. Quanto mais nomes aparecem, maior parece ficar a pressa para enterrar investigações, anular provas e colocar tudo debaixo do tapete. Se nada existe, por que tanto esforço para impedir que se investigue? Se tudo é mentira, deixem a apuração seguir. O problema é que certas versões oficiais sobrevivem apenas enquanto ninguém olha muito de perto. A sociedade não precisa de censura. Não precisa de blindagem. Não precisa de acordos de bastidor. Precisa de investigação. Até o fim. Sem protegidos. Sem intocáveis. Sem deuses togados acima da lei.
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Curtindo uma praia aqui no Japão e olha o que eu encontro... Um grupo de japonesas fazendo churrasquinho de lula. Elas nem imaginam o que essa palavra representa para milhões de brasileiros. Aqui é apenas um fruto do mar. No Brasil, é inflação, imposto, censura, escândalo, promessas vazias e muito discurso. Enquanto elas assam a lula na brasa, o brasileiro passa anos sendo assado por ela. 🍢🇯🇵😂
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Gabbard: Fauci e a administração Biden ameaçaram aqueles que tentaram expor laboratórios de bioengenharia estrangeiros financiados pelos EUA que visam o ganho de função. A diretora cessante de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, revelou na sexta-feira que existem mais de 120 biolaboratórios financiados pelos contribuintes em 30 países , e que o governo Biden "ameaçou" pessoas que tentaram expor sua existência. Gabbard alega um acobertamento intencional por figuras poderosas, incluindo o Dr. Anthony Fauci e o governo Biden, em relação à existência e à pesquisa de ganho de função conduzida nesses laboratórios, alguns em áreas de alto risco, como a Ucrânia. dni.gov/index.php/newsroom/p… Arquivo pdf dni.gov/files/BIOLAB_Slides.… "Esses biolaboratórios incluem laboratórios em locais como a Ucrânia, que podem estar em risco de serem comprometidos devido à guerra em curso entre Rússia e Ucrânia", disse Gabbard. "De fato, a comunidade de inteligência já havia alertado que um biolaboratório financiado pelos EUA na Ucrânia provavelmente abrigava patógenos perigosos e permanecia vulnerável a ameaças antigas de ataque, apreensão ou destruição por parte da Rússia." DIRETORA DE INTELIGÊNCIA NACIONAL TULSI GABBARD: Após meses de buscas em arquivos e documentos da comunidade de inteligência, hoje estou divulgando novas evidências do financiamento de longa data do governo dos EUA a mais de 120 biolaboratórios em mais de 30 países. Esses biolaboratórios incluem laboratórios em locais como a Ucrânia, que podem estar em risco de serem comprometidos devido à guerra em curso entre Rússia e Ucrânia. De fato, a comunidade de inteligência já havia alertado que um biolaboratório financiado pelos EUA na Ucrânia provavelmente abrigava patógenos perigosos e permanecia vulnerável a ameaças de longa data de ataque, apreensão ou destruição por parte da Rússia. Até agora, as evidências sobre a existência e o financiamento desses laboratórios foram deliberadamente ocultadas de vocês, o povo americano. Muitos desses biolaboratórios financiados pelo governo dos EUA estão atualmente ou já estiveram envolvidos em pesquisas com patógenos perigosos e altamente contagiosos e, em alguns casos, incluíram pesquisas perigosas de ganho de função, com pouquíssima visibilidade ou supervisão. O presidente Trump compreende claramente a séria ameaça que a perigosa pesquisa de ganho de função representa para o povo americano, e é por isso que ele tomou medidas decisivas há mais de um ano. Em 25 de maio de 2025, ele assinou uma ordem executiva para encerrar o financiamento federal de pesquisas de ganho de função em todo o mundo. Aqui no Escritório do Diretor de Inteligência Nacional (ODNI), emiti novas diretrizes para a comunidade de inteligência, orientando o aumento da coleta de informações sobre esses laboratórios e instalações no exterior, e já estamos vendo os resultados desse aumento. Estamos descobrindo novos detalhes, por exemplo, sobre ensaios clínicos em andamento nessas instalações e que estão levantando preocupações éticas, financeiras e de segurança significativas em relação às supostas iniciativas de saúde pública e à segurança nacional dos EUA. Agora, apesar do óbvio potencial de impacto global catastrófico que a pesquisa com patógenos perigosos em biolaboratórios pode ter, políticos e os chamados profissionais de saúde, como o Dr. Fauci, bem como entidades dentro da equipe de segurança nacional do governo Biden, mentiram repetidamente para o povo americano sobre a existência de biolaboratórios financiados e apoiados pelos EUA. Não apenas mentiram, como ameaçaram aqueles que tentaram expor a verdade. Este comunicado divulgado hoje representa um marco histórico, visto que as informações sobre a existência, o histórico, a localização e o financiamento desses biolaboratórios financiados pelos EUA foram intencionalmente ocultadas por pessoas muito poderosas que alegavam falsamente que esses biolaboratórios não existiam. Agora, acusam qualquer um que diga o contrário de ser um agente estrangeiro e um traidor dos Estados Unidos. O Escritório do Diretor de Inteligência Nacional (ODNI) continuará trabalhando em estreita colaboração com parceiros em todo o governo dos EUA para identificar exatamente onde esses laboratórios estão localizados e quais patógenos eles contêm, a fim de pôr fim à perigosa pesquisa de ganho de função que ameaça a saúde e o bem-estar do povo americano e de pessoas em todo o mundo.
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Primeiro disseram que era mentira. Depois disseram que era conspiração. Depois disseram que era propaganda. Enquanto isso, contas eram banidas, vídeos removidos, perfis derrubados e milhões de pessoas eram silenciadas por fazer perguntas. Agora surgem documentos desclassificados. E de repente aquilo que era "perigosa desinformação" passa a ser assunto de pronunciamentos oficiais. A verdadeira conspiração talvez nunca tenha sido o tema debatido. Talvez tenha sido a tentativa coordenada de impedir o debate. Quem vai responder pela censura? Quem vai responder pelas contas perdidas? Quem vai responder pelas reputações destruídas? Ou, mais uma vez, ninguém será responsabilizado e tudo será varrido para debaixo do tapete? 🤡
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