Uma vulnerabilidade crítica ficou escondida no kernel do Linux por 23 anos. Foi o Claude, da Anthropic, que a encontrou.
A falha existia desde 2002. Passou por milhares de revisões humanas, auditorias de segurança e atualizações sem que ninguém a detectasse. Não por descuido: o volume de código que sustenta a internet é simplesmente grande demais para olhos humanos rastrearem com essa profundidade.
O Claude mapeou dependências e padrões no código legado de uma forma que nenhum desenvolvedor conseguiria manter sistematicamente. O resultado foi uma descoberta que pode ter protegido servidores, smartphones e infraestruturas críticas ao redor do mundo.
Qual a próxima grande falha a IA vai descobrir?