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As loucas "E deixo que me chamem de louca por escolher acolher a organizada confusão do meu sentir. Por me permitir reconhecer o mais grotesco e sublime do meu pensar. (...) as infinitas mulheres que sou e a necessidade de cada uma delas de se expressar." agenciaamora.com.br/carta-pa…

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Agora faço como aquelas pessoas importantes, não respondo. Só aos habituais. Boa noite e stamu juntu 🙌
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Israel has lost the right to speak about the Holocaust. Israel is a practising it. #Israel_violates_Ceasefire #GazaGenocide‌ #lebanon
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* practising it
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O Robert era cá um borracho 😃
Mit 51 Jahren, zweifach geschieden und völlig mit dem Gedanken an die Ehe abgeschlossen, begegnete Audrey Hepburn Robert Wolders. Er war 43. Witwer. Und er empfand genauso. Keine Zeremonie. Keine Gelübde. Keine Ankündigung. Nur zwei Menschen, die beide geliebt und verloren hatten und irgendwie zu demselben stillen Schluss gekommen waren – dass sie einfach einander wollten. Sie schufen etwas, das die Welt selten feiert, weil es nicht in die übliche Geschichte passt. Keine Hochzeitsfotos. Keine Schlagzeilen zum Jahrestag. Nur 13 Jahre ganz normaler Tage, die durch den Menschen, mit dem man sie teilt, außergewöhnlich werden. Robert begleitete sie auf ihren UNICEF-Missionen in einige der ärmsten Regionen der Welt – Äthiopien, Sudan, El Salvador – und sah die Frau, die er liebte, im Staub neben hungernden Kindern knien und sie mit denselben Händen halten, die einst Givenchy auf den größten Bühnen der Welt getragen hatten. Er sah sie in ihrer Gesamtheit. Die Ikone und die Frau dahinter. Als 1992 der Krebs kam, wich er ihr nicht von der Seite. Er begleitete sie zu jedem Arzttermin, zu jeder Behandlung, zu jedem Tag, den die Welt mitbekam und zu jedem, den niemand mitbekam. Er bereitete ihr das Essen zu. Er hielt ihre Hand. Er blieb einfach da – mit einer unaufdringlichen, aber unerschütterlichen Beständigkeit. Audrey Hepburn starb am 20. Januar 1993 in seinen Armen. Sie war 63 Jahre alt. Robert heiratete nicht wieder. 25 Jahre lang lebte er zurückgezogen, bewahrte ihr Andenken und sprach mit derselben Wärme von ihr, die er immer hatte. Wenn ihn Interviewer nach ihr fragten, sprach er nicht in der Vergangenheitsform, wie man es tut, wenn etwas abgeschlossen ist. Er sprach über sie, wie man über jemanden spricht, der noch da ist. Als Robert Wolders 2018 starb, war sie ihm immer noch nahe. Ihre Liebe hatte keine Bescheinigung. Sie brauchte keine. Sie bewies sich nicht in einem einzigen öffentlichen Moment, sondern in tausend privaten – in der Geduld, in der Präsenz, in der täglichen Entscheidung zu bleiben. *Manche Lieben brauchen keine Zeremonie, um echt zu sein.* Sie beweisen sich in den stillen Entscheidungen, die jeden Tag getroffen werden – da zu sein, zu bleiben, immer wieder denselben Menschen zu wählen, selbst wenn die Welt nicht mehr zuschaut. Geschichte ClassicCinema legends goldenera hollywood
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Cobertor não, mas adoro dormir com lençol e colcha, com o ar condicionado a 25°. É o meu auto-aperto, sempre tive noção disso. 😊
One of the strangest pieces of information I read in psychiatry is that people who cannot sleep without a blanket, even in the summer, this is called (self-soothing), and this is one of the ways in which the body needs security, and the blanket is not just a piece of cloth, but it is an alternative embrace and a means of protection and security
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"Há 50 anos, muitos duvidavam do futuro deste país e hoje ele está junto dos melhores do mundo", disse o presidente, em Atlanta, neste momento histórico. No arquipélago foi dada “tolerância de ponto” para que o maior número possível de pessoas assistisse. publico.pt/2026/06/15/despor…
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Se aqui há 2 ou 3 décadas me vissem encostada à parede de um prédio, de saias, óculos escuros e a fumar perguntavam logo quanto é que era... Para verem como os tempos são outros e as mulheres andam seguras na rua. É que não tem nada a ver. Eu tinha medo de andar sozinha em Lisboa
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Fechei os comentários a seguidores apenas porque os grunhos estão com falta de alguma coisa 🙄. Ponham-se nas putas e deixem-me em paz!
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Estou a ficar perita em autocarros em Lisboa. Costumava ir de metro para todo o lado, mas os autocarros param mesmo à porta de onde vou e escuso de me cansar tanto a andar a pé. Saí do Algarve às 8h30 e chego às 9h30 da noite. Meg, vais ter de esperar...
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Os chineses têm nomes muito engraçados para as suas lojas. Oriente Perfeito, Simply China... Digam lá como se chama a loja chinesa onde costumam ir, sabem o nome?
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Estou a passar Albufeira, espero que não me roubem a carteira 😜
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Miséria em doses para partilhar ⬇️😅
ao ver as "tascas" onde a malta anda a jantar nos Santos recordei-me disto. poucas coisas me alegram tanto como aquele tipo de estabelecimento que comprou um serviço de barro com o próprio nome gravado, meteu pimentos padrón e huevos rotos a fazer de infância nacional e convenceu a pobre criatura que lê a NIT, guarda restaurantes no Instagram e diz "temos de ir" a tudo o que tenha azulejo, luz quente e uma cadeira desconfortável com pretensões de autenticidade de que, por trazer o vinho num jarro em vez de numa garrafa com rótulo, aquilo é claramente um tasco, do mais típico que existe. frequentado pelo grupo de amigas da Marta, três Ineses e uma Joana dos RH , todas em simulacro de tradição entre dois stories, uma vela torta e o conceito giríssimo de comer às porções, "porque isto é comida de avô", quando a merda mais típica que a velha lhe punha à frente era esparguete com frang e um vianetta do Dia. a avó, coitada, não lhe deixou uma cozinha: deixou-lhe uma deixou-lhe uma varinha Moulinex “que ainda está aí prás curvas”, duas travessas da Vista Alegre que só tinham uso no Natal, uma gaveta cheia de sacos, uma receita de arroz de frango escrita sem medidas e a memória perfeitamente honesta de almoços despachados à pressa por mulheres cansadas, com loiça no lava-loiça, a televisão ligada noutra divisão e qualquer coisa a descongelar tarde demais. é gentinha que chama "sem pretensões" a um sítio onde o copo foi escolhido por alguém saído dum workshop de branding e que ao terceiro jarro já fala da infância portuguesa como se tivesse passado os verões numa aldeia do interior, quando a experiência rural mais intensa que teve foi uma despedida de solteira em Évora, com alojamento local, brunch no dia seguinte e uma fotografia muito séria encostada a uma parede caiada, esse grande baptismo telúrico das almas que nunca apanharam um autocarro para a terra dos avós. e é essa a parte bonita: nem falsificaram uma tradição, mas sim falsificaram a nostalgia privada da clientela, que é onde está o dinheiro a sério. já nem a tasca nos chega sem direcção artística. uma coisa é servir uma sandes de rojão chamada Pork Affair ou o crl. outra, bem mais grave, é convencer uma pirralha criada entre forno eléctrico, iogurtes líquidos, douradinhos com arroz de ervilhas e um pai a adormecer no sofá de comando na mão a ver o Highlander ou a Marés Vivas de que dorme nela uma memória ancestral de balcão, tremoço e toalha de papel, memória essa que passou trinta anos adormecida debaixo de um edredão da Zara Home até ser acordada por um empregado de bigode estudado e três petiscos castelhanos. o que ali se serve não é só comida. é a possibilidade de ter tido outra origem, mas sem a maçada de a ter vivido. a Marta quer a tasca, mas não quer a porta da casa de banho que não fecha, o calendário da selecção desbotado eo garrafão aberto desde terça nem o senhor agostinho que meio torto começa a discorrer da ex-mulher como se estivesse numa comissão parlamentar de inquérito. quer o empregado castiço, mas não quer que ele se esqueça do pedido porque está a ver se o Leixões marcou, nem o quer a perguntar "é só isso?" com o merecido desprezo de quem percebeu, em três segundos, a indigência espiritual da mesa. quer esse mesmo empregado a tratá-la com uma familiaridade suficientemente rude para parecer verdadeira mas não tão rude que obrigue a uma reclamação no Google. quer comida de avô, mas não quer o avô ali, vivo, a mastigar de boca aberta, a chamar "chefe" ao empregado, a tossir para o guardanapo, a perguntar quanto custou aquilo tudo, a explicar que ovos com batatas sempre houve e ninguém fazia disso uma civilização, e a contar pela décima terceira vez a história de quando foi a Chaves buscar umas peças para o carro e comeu uma vitela que, essa sim, era uma coisa séria. quer a aldeia, mas não quer a tia que pergunta pelo namorado. quer o tasco urbano, mas sem três maganos de colete reflector a ocuparem metade do balcão com a solenidade de quem reconstruiu o país e agora exige cerveja com Favaíto por serviços prestados à nação. quer, no fundo, uma autenticidade disponível nos momentos exactos em que lhe convém, com a dose certa de gordura, ruído e desconforto, mas antes do ponto em que a experiência deixa de ser charmosa e passa a obrigá-la a lavar o casaco. a Marta, que nunca teve terra mas tem imensa vontade de a ter tido quer a pobreza de bistrô, miséria em doses para partilhar. é como aquelas pessoas que dizem que adoravam viver numa casa antiga até descobrirem que as casas antigas têm humidade, canalização vingativa e uma arrecadação que é um pequeno museu da inutilidade doméstica, onde toda a família guarda coisas que "um dia podem dar jeito", incluindo cabos de Nokia, recibos de 1987, chaves de portas que já não existem e uma tampa de tupperware que já não corresponde a nenhum recipiente vivo. a Marta quer raízes. mas raízes lavadas, com reserva às nove no TheFork, conta dividida por MB Way e sem uma tia de casaco polar a aparecer à mesa para perguntar, diante das três Ineses, se ela afinal ainda anda com aquele rapaz da barba do chapéu.
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Bom dia
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"O ambiente de entusiasmo gerado pelo Mundial de futebol visível nas bandeiras de vários países espalhadas pela capital libanesa, incluindo a de Portugal, durou apenas algumas horas em Beirute. Pelo menos três pessoas morreram e 15 ficaram feridas após um bombardeamento israelita
Romilda Salman já não vive no bairro de Al Ghobeiri, nos subúrbios de Beirute. Este domingo, regressou a casa por momentos. Estava lá quando novos bombardeamentos israelitas atingiram a capital libanesa. @expresso expresso.pt/medio-oriente/co…
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Não. Nem sei bem quem me segue ou deixou de seguir. Isto é importante? 🤔
É incrível o que acontece no X. A pessoa pede para você segui-la, você segue e, algum tempo depois, ela deixa de seguir sem que você perceba. Hoje resolvi conferir e encontrei 40 perfis nessa situação. Resultado: deixei de seguir todos também. Reciprocidade ainda é um bom critério. Isso ocorre com você?
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Xerém de batata doce com camarão e hortelã
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Excelente caracterização
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Replying to @fcancio
O que mais me fascina no Nuno Palma não é a ideologia, é o estilo. Cada texto parece uma mistura improvável entre um artigo da Wikipédia, uma thread de Facebook de um tio zangado e uma candidatura espontânea ao Nobel da Economia escrita pelo próprio candidato. Há sempre uma certeza absoluta sobre tudo, uma confiança olímpica nas próprias conclusões e uma incapacidade quase comovente de admitir complexidade. A conta oficial vive permanentemente naquele território delicado entre a provocação e a ordinarice. Nunca chega verdadeiramente ao insulto frontal, isso deixa para os heterónimos, porque isso retiraria a pose académica. Mas a tentação anda sempre ali a roçar o limite, como quem quer ser simultaneamente professor catedrático e comentador de tasca. Depois há o egocentrismo. Não é o egocentrismo saudável de quem acredita no que escreve. É aquele registo peculiar em que qualquer tema, da História económica ao estado da nação, acaba por desembocar numa demonstração de que o autor é a pessoa mais lúcida da sala. Mesmo quando está sozinho. O resultado é um fenómeno curioso: textos longos, cheios de referências, números e nomes, que dão uma aparência de profundidade, mas que frequentemente têm a densidade intelectual de um verbete da Wikipédia expandido por alguém que acabou de descobrir a tecla do negrito. Os admiradores vêem coragem intelectual, quem não aprecia vê vaidade. Eu vejo alguém que passa metade do tempo a acusar os outros de simplismo enquanto reduz adversários políticos a caricaturas de duas dimensões. Talvez tenha um mérito: poucos conseguem transformar cada publicação numa autobiografia não autorizada.
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Agora digo tudo o que me vem à cabeça. ⬇️ FDP deram cabo de um partido e da vida de muita gente, exploraram os putos ao máximo e ainda têm lá o ingénuo que não vê o autoritarismo e o oportunismo daquela gente que só o usa. Acorda para a vida e aprende o que é a democracia.
Replying to @eduardo_couto_
Uma coisa é cobrar impostos adicionais sobre as grandes fortunas, outra coisa é ser fascista de esquerda como o são no BE. Tem juízo, pá! Vê lá se assinaste as minhas petições que foram aceites e vão a plenário. Não porque vocês me cancelaram porque eu sei demais. Pó c@r@lho!
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