Auditores fiscais desmentem Ibaneis e expõem mentira sobre arrecadação do DF
Ibaneis Rocha vem usando o discurso de crise econômica e queda na arrecadação para justificar o colapso nos serviços públicos do DF. Mas os auditores da Receita desmentiram o governador. Segundo a Associação dos Auditores Fiscais (Aafit), a arrecadação de impostos atingiu R$ 24,14 bilhões entre janeiro e novembro de 2025, crescimento de 6,6% em relação a 2024. Mesmo descontada a inflação, o crescimento real foi de 1,6%. Os números, reportados pelo G1, contradizem a narrativa de Ibaneis sobre frustração de receita.
A entidade foi direta: "a arrecadação tributária não é a causa da piora nas contas públicas do DF. A arrecadação tem se mantido pujante e em crescimento". O dinheiro está entrando nos cofres. O problema é gestão desastrosa. Ibaneis tentou culpar a economia, os juros altos, a suposta queda na arrecadação. Mas quando os próprios auditores fiscais desmentem o governador, fica claro que ele está mentindo para esconder incompetência.
A Secretaria de Economia respondeu ao G1 de forma vaga, dizendo que "algumas receitas apresentaram desempenho inferior ao projetado", mas não detalhou quais nem apresentou números. É resposta típica de quem foi pego na mentira. Enquanto isso, os auditores apresentaram números precisos. A diferença entre transparência e enrolação está escancarada.
Ibaneis passou semanas culpando a economia pela quebradeira. Usou esse argumento para justificar o colapso na saúde, os atrasos em creches, a paralisação de projetos sociais. Mas os números provam que mentiu. A receita cresceu, o dinheiro entrou, e mesmo assim hospitais acumularam dívidas, trabalhadores ficaram sem salário. O problema é gestão.
O desmentido dos auditores destroça o principal argumento de Ibaneis. Se a arrecadação está crescendo, para onde foi o dinheiro? A resposta está nas escolhas: bilhões para empresas de ônibus, milhões para carnaval, gastos que rendem visibilidade enquanto o essencial sangra. Ibaneis mentiu sobre a causa da crise para não assumir responsabilidade pela incompetência.