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Deixa a titia dar uma desenhada pra direita permitida porque parece que eles deixaram os neurônios no fora Dilma. Não, o caso do Vorcaro no filme não é igual ao caso do sítio de Atibaia ou o triplex do Lula. Nos casos da Lava Jato houve contrapartida. Aliás, a reforma no sítio foi presente. Tudo para manter os contratos com o governo federal. No caso do filme foi INVESTIMENTO, com retorno de 20%, sem qualquer contrapartida ilícita. O único problema é a origem do dinheiro de Vorcaro, que hoje se sabe que tem muita coisa errada.
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Transmissão da Copa: Eu Tv a cabo já sabia que seria Gol pq os vizinhos com antena gritaram bem antes. Meus vizinhos que estão assistindo pela Caze souberam 15 segundos depois e comemoraram mesmo assim… 😂😂😂
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O dinheiro do Vorcaro vem de onde? Pergunta a turma que sabe que Vorcaro é banqueiro (e corrupto) mas que nunca questionou de onde vem o dinheiro do Lulinha muito menos sua profissão…
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Com a perícia da produtora do filme Dark Horse mostrando que o dinheiro do filme vinha de investidores com promessa de retorno de 20% e sem nenhum dinheiro público, temos uma questão: Vorcaro investiu e patrocinou diversas empresas e projetos, inclusive o filme Dark Horse. Que tal a gente unir esquerda e direita para listar todos os projetos e investimentos de Vorcaro para cobrar o mesmo que fizeram com o filme? De Metrópoles à Globo. De Odebrecht a Credcesta. TODOS, sem exceção! Porque cobrar de um só é não do resto deixa claro que o objetivo é político e não moral. Quem topa?
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Flavia Ferronato retweeted
O comunicado do governo venezuelano diz que a operação em conjunto com os EUA que matou o líder do Tren de Arágua aconteceu no sudeste do estado de Bolívar. É a região em que fica localizada a fronteira com Roraima, Brasil
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Outro ponto revelador da perícia. O investimento de Vorcaro é de outros investidores foi feita com taxa de retorno de 20%. Isso mostra cabalmente que foi um investimento com previsão de retorno (médio/alto).
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URGENTE: amanhã a imprensa divulgará que justiça concedeu medida protetiva a Karina da Gama, produtora do filme Dark Horse. Karina está sendo extorquida por ex-familiares e empresas bem conhecidas por práticas nada republicanas. Aos poucos a verdade sobre o que fizeram com essa menina começa a aparecer. Eu, se fosse os criadores da falsa narrativa, ficaria bem preocupada…
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Perícia feita na produtora do Filme Dark Horse comprova o que venho dito: NÃO EXISTE DINHEIRO PÚBLICO no filme
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Flavia Ferronato retweeted
Uma resposta a Ricardo Lacerda, fundador e CEO da BR Partners Este texto não tem o objetivo de ofender, desqualificar ou criar polêmica. Seu propósito é apenas apresentar uma visão diferente da exposta por Ricardo Lacerda, CEO da BR Partners, em recente manifestação pública. Começo por um ponto fundamental: opiniões divergentes são legítimas e saudáveis. Uma sociedade livre se fortalece quando pessoas com visões distintas podem debater ideias de forma respeitosa. O livre debate é um dos pilares da democracia e das instituições. É justamente nesse espírito que apresento minhas discordâncias. A primeira delas diz respeito à afirmação de que Lula não representa qualquer risco às instituições democráticas. Cada cidadão pode chegar à sua própria conclusão, mas considero legítimo questionar essa afirmação à luz de fatos conhecidos. Lula indicou para o Supremo Tribunal Federal seu ex-advogado pessoal, Cristiano Zanin, e posteriormente indicou Flávio Dino, ex-ministro de seu governo e um de seus principais aliados políticos. Independentemente da qualidade técnica de ambos, é razoável perguntar se a crescente proximidade entre Executivo e Judiciário não merece reflexão por parte daqueles preocupados com a independência entre os Poderes. Da mesma forma, Lula foi a principal liderança política de um partido envolvido no escândalo do Mensalão, esquema que resultou em condenações por corrupção e que tinha como objetivo influenciar votações no Congresso Nacional. Ainda que cada pessoa tenha sua interpretação sobre esses acontecimentos, parece difícil sustentar que não exista qualquer preocupação institucional a ser debatida. Minha segunda divergência refere-se ao argumento de que Flávio Bolsonaro representaria um risco às instituições por defender a anistia a Jair Bolsonaro e aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro. Esse raciocínio merece atenção. A defesa de uma anistia ou de um indulto não é uma posição exclusiva de Flávio Bolsonaro. Governadores como Romeu Zema e Ronaldo Caiado já declararam publicamente que apoiam medidas semelhantes. Portanto, se a defesa da anistia for considerada, por si só, uma ameaça institucional, então a mesma crítica precisaria ser estendida a praticamente todo o campo político da direita brasileira. Mais importante ainda: esses candidatos não escondem sua posição. Pelo contrário, apresentam-na de forma explícita ao eleitorado. Caso um deles venha a ser eleito defendendo essa pauta, isso significará que uma parcela majoritária dos eleitores concordou com uma proposta apresentada de forma transparente durante a campanha. Além disso, a anistia é um instrumento previsto no ordenamento jurídico brasileiro e já foi utilizada em diversos momentos da história nacional. Pode-se concordar ou discordar de sua aplicação em cada caso concreto, mas sua mera defesa não configura, por si só, uma ameaça à democracia ou às instituições. Em uma democracia, o debate deve ocorrer justamente sobre quais políticas públicas são desejáveis e quais não são. Transformar determinadas posições políticas em evidência automática de ameaça institucional corre o risco de empobrecer o debate público e dificultar a convivência entre visões divergentes. O Brasil precisa de instituições fortes, independentes e respeitadas. Mas também precisa de um ambiente em que diferentes projetos políticos possam disputar o apoio da população sem que seus defensores sejam automaticamente tratados como adversários da democracia. Essa distinção é essencial para a preservação do pluralismo político, que é um dos fundamentos da própria democracia que todos desejamos proteger.
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Depois da aula de Direito básico que a Justiça Italiana deu no Alexandre de Moraes explicando que vítima não pode ser juíz da mesma causa, Alexandre continuará lecionando direito?
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Os motivos que muita gente anda desesperada pela designação do crime organizado como terroristas… Muita gente grande vai rodar. O resto vai perder muito dinheiro.
Brasil 🇧🇷/EUA 🇺🇸: “Refinarias brasileiras venderam mais de 100 milhões de litros de nafta para uma empresa investigada por suposto envolvimento em um esquema de fraude com uma quadrilha considerada organização terrorista pelos Estados Unidos, (PCC) segundo uma fonte próxima ao caso e documentos vistos pela Reuters. Um dos principais fornecedores foi a Riograndense, uma refinaria no sul do Brasil pertencente à estatal Petrobras, Braskem e o conglomerado de energia Ultrapar A Petrobras e a Ultrapar afirmaram que a Riograndense é administrada de forma independente e que não foram notificadas de nenhuma investigação por parte do Ministério Público de São Paulo. A Braskem não respondeu ao pedido de comentário.” Reporta a agência “Reuters”
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Um movimento interessante está acontecendo. Messias não foi aprovado no Senado após uma força tarefa de Alcolumbre e Alexandre. De repente, chega ao conhecimento da imprensa, que Alcolumbre teria ganho 135 milhões de Vorcaro. Obviamente a PF do Lula deixou escapar essa informação. Agora pergunto: e sobre o Alexandre, vem quando?
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🚨VEJA: Mendonça enquadra Flávio Dino sobre controle de conteúdo por plataformas: "Nós estamos gerando um efeito inibidor na manifestação livre da sociedade através da terceirização junto às plataformas"
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Essa é pra turma negacionista que acreditou na palhaçada da CPI da COVID. Ontem o MP de SP mandou arquivar o inquérito aberto a pedido da CPI contra a @nise_dra Em resumo: tudo o que ela fez e defendeu tem embasamento científico. Parabéns @toscano_rhea pelo excelente trabalho!
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Bolsonaro critica a vacina: absurdo Lula suspende a vacina: silêncio Flávio pede suspensão de Pesquisa: absurdo PSB pede suspensão de pesquisa: silêncio Vorcaro na delação fala de Flávio (pra explicar que não há crime): absurdo Vorcaro na delação fala do PT da Bahia ( de propina no Credcesta): silêncio Militância orgânica bolsonarista dominando as redes (tb chamada de gabinete do ódio): absurdo Reunião do PT para direcionar sua militância digital, com a criação de plataforma para coordenar os ataques: silêncio E dizem que a grande imprensa não tem lado…
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Tentaram de tudo: pesquisa enviesada, assassinato de reputação, punição no Conselho de Ética, narrativa de todo o tipo, achando que o Jair acreditaria…. Mas acho que deu ruim.. Pelo jeito a pressão da militância raiz bolsonarista está produzindo resultados e, ao que parece, o Azambuja terá que engolir o @PollonMarcos como candidato ao Senado. 🙏🏼🙏🏼 A vontade do Jair tem que ser respeitada, nem que seja na pressão!!
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𝐄𝐑𝐀 𝐏𝐑𝐀 𝐒𝐄𝐑 𝐎 𝐉𝐀𝐈𝐑: 𝐂𝐫𝐨̂𝐧𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝐮𝐦 𝐄𝐀𝐃 Vivemos talvez o momento mais decisivo da política brasileira desde a redemocratização. Mais do que eleger deputados e senadores, a direita enfrenta o desafio de construir uma bancada forte, capaz de influenciar os rumos do país e, quem sabe, conquistar a presidência de ao menos uma das Casas Legislativas. Mas há uma disputa que se sobrepõe a todas as outras: a Presidência da República. O próximo presidente terá a responsabilidade de indicar, muito provavelmente, ao menos três ministros para o STF. Não é exagero dizer que essa eleição ajudará a definir os rumos institucionais do Brasil pelas próximas décadas. E aqui está o ponto central desta conversa: para muitos eleitores da direita, o candidato ideal não era Flávio Bolsonaro. 𝐄𝐫𝐚 𝐩𝐫𝐚 𝐬𝐞𝐫 𝐨 𝐉𝐚𝐢𝐫. Flávio não é, necessariamente, o nome dos sonhos da base conservadora. Talvez nem ele próprio acredite nisso. Sua candidatura surge muito mais como consequência das circunstâncias do que como um projeto originalmente planejado. Mas a política raramente acontece no mundo ideal. Diante do cenário atual, o voto em Flávio acaba assumindo um significado que vai além de seu nome. Para uma parcela expressiva da direita, ele representa um voto de protesto contra aquilo que enxergam como perseguição política sofrida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, sua família e seus apoiadores. Representa também uma reação ao sentimento de que parte do establishment político e institucional trabalhou para retirar o bolsonarismo do jogo político. 𝐄𝐬𝐭𝐚 𝐞́ 𝐚 𝐨𝐩𝐨𝐫𝐭𝐮𝐧𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐨 𝐩𝐨𝐯𝐨 𝐣𝐮𝐥𝐠𝐚𝐫, fazer justiça e manifestar que não considera correto o que se fez com a direita, com Jair e seus apoiadores nos últimos anos. É a chance de expor que não se concorda com inquéritos de ofício, censura e jornalistas refugiados no exterior. Uma derrota do campo bolsonarista poderá ser interpretada por seus adversários como a confirmação de que o movimento iniciado em 2018 foi definitivamente superado. Frases que marcaram o debate político recente voltarão à tona, alimentando a percepção de que o ciclo chegou ao fim. Entendo quem defende votar exclusivamente com base em princípios, ideias ou em um candidato considerado mais preparado. Esse é um argumento legítimo. Mas também entendo quem vê o momento atual como uma batalha política maior, na qual a prioridade seria preservar um projeto e uma identidade política que mobilizou milhões de brasileiros nos últimos anos. Talvez a pergunta mais importante não seja se Flávio é o candidato perfeito. Talvez a pergunta seja outra: o que a direita deseja preservar para o futuro? Porque eleições passam. Candidatos vêm e vão. Mas movimentos políticos sobrevivem apenas quando sua base continua acreditando que vale a pena lutar por eles. E, para muitos brasileiros, independentemente do nome na urna, o sentimento continua o mesmo: 𝐄𝐫𝐚 𝐩𝐫𝐚 𝐬𝐞𝐫 𝐨 𝐉𝐚𝐢𝐫
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Quem foi o negacionista que cancelou a vacina pq ela mata??
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Flavia Ferronato retweeted
🇵🇪 Megafraude electoral en Perú Lo revelaron todito "Roberto Sánchez nos mandó a invalidar las actas electorales en las que ganaba Keiko Fujimori en Lima" Detenidas confiesan la red de fraude. Con razón el boca de urna no coincide con el conteo rápido.

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