A vida não devolve os anos perdidos.
Não devolve as festas, os telefonemas, as datas especiais, os abraços que ficaram presos no caminho.
Cuidar é um verbo que se conjuga com afeto.
É no simples — um almoço em família, um bilhete escrito à mão, um café passado com calma, que mora a felicidade.
No tempo dos atalhos, precisamos aprender o valor do caminho.
No tempo das telas, precisamos aprender o valor do toque.
Enquanto o mundo pede velocidade, é preciso lembrar que o essencial tem outro ritmo.
Se anelas realmente pela conquista da paz, ouve o chamado do Senhor propondo-te renovação.
Liberta-te do entulho mental e carpe esse solo que tem estado ao abandono, nele semeando as diretrizes do amor e da caridade.
Permite-te penetrar pela luz da fé raciocinada, alicerçando-a no Evangelho de Jesus, cuja palavra é de vida eterna.( . . . )