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"Casual deltarune player doesn't know about Dess" factoid actualy just statistical error. Average casual player learns about Dess in chapter 2. Illiteracy Georg, who skips all dialogus & plays with closed eyes, is an outlier and should not have been counted
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The dialogus for SOB and the Memnyr Strategist for Votann
Foundgore Warhammer engagement bait of the day What's your favorite models from you favorite factions For me it's the kelermorph for GSC, the allarus for custodes and the dunecrawler for admech
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James Kierstead retweeted
4. And here's a description of the device from Wikipedia/the medieval Dialogus de Scaccario
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and the tsaritsas role in the hoth. i cant find the specific dialogus rn but almost every WQ hoth member highlights how adverse the tsaritsa is to betrayal. to the point where they cannot safely return "home"& would rather run away in shame while shes also lowk santa to them
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Bendras pareiškimas dėl 2026 m. birželio mėn. vykusio JAV ir Japonijos dialogo dėl išplėstinio atgrasymo Pranešimas žiniasklaidai Atstovo spaudai biuras 2026 m. birželio 9 d. Šio pareiškimo tekstą paskelbė Jungtinių Amerikos Valstijų ir Japonijos vyriausybės JAV ir Japonijos dialogo dėl išplėstinio atgrasymo proga. Teksto pradžia: 2026 m. birželio 8–9 d. Japonija surengė išplėstinio atgrasymo dialogą (EDD) su Jungtinėmis Valstijomis Tokijo užsienio reikalų ministerijoje. Jungtinėms Valstijoms bendrai pirmininkavo Valstybės departamentas ir Karo departamentas, o Japonijai – Užsienio reikalų ministerija ir Gynybos ministerija. Delegacijose dalyvavo atstovai iš Japonijos jungtinio štabo, JAV jungtinio štabo, JAV strateginės vadavietės, JAV Indijos-Ramiojo vandenyno vadavietės ir JAV pajėgų Japonijoje. JAV dar kartą patvirtino savo įsipareigojimą ginti Japoniją, pasitelkdamos visą JAV gynybos pajėgumų spektrą, įskaitant branduolinį. Japonija dar kartą patvirtino savo paramą JAV pajėgoms ir operacijoms, kurios palaiko taiką, ir ši parama prisideda prie atgrasymo atmetimo būdu. Delegacijos aptarė JAV pastangas modernizuoti ir pritaikyti JAV branduolines pajėgas, taip pat Japonijos gynybos politiką ir pajėgumus, atsižvelgiant į didėjančias regionines branduolines grėsmes. Japonijos pusė pateikė naujausią informaciją apie vykstančią Nacionalinės saugumo strategijos, Nacionalinės gynybos strategijos ir Gynybos stiprinimo programos formavimą. Delegacijos įsipareigojo tęsti diskusijas šiais klausimais, siekdamos stiprinti koordinavimą ir sąveiką, taip pat strateginį komunikavimą. Japonija tvirtai paragino JAV siekti daugiašalių strateginio stabilumo derybų, siekiant padėti išvengti branduolinio ginklavimosi lenktynių, spręsti susirūpinimą dėl branduolinių bandymų, mažinti branduolines rizikas ir stiprinti skaidrumą, įskaitant ginklų kontrolės dialogus su Kinija ir Rusija. Abi delegacijos aptarė dramatišką ir neaiškų Kinijos branduolinių ginklų stiprinimą ir atmetė Rusijos nuomonę, kad Šiaurės Korėjos siekis turėti branduolinius ginklus yra išspręstas klausimas. Jos dar kartą patvirtino savo įsipareigojimą siekti visiško Šiaurės Korėjos denuklearizavimo. JAV ir Japonijos delegacijos surengė įprastą stalo pratybą. Delegacijos apsilankė Japonijos jūrų savigynos pajėgų Jokosukos bazėje ir apžiūrėjo laivą „JS Kirishima“. Teksto pabaiga. Žiniasklaidos atstovų užklausas prašome pateikti užpildant žiniasklaidos užklausos formą. state.gov/releases/office-of…
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🇷🇺☦️We know it was created as such, but it doesn't matter—it brought by a St Augustinus of Canterbury set by St Pope Gregorius Dialogus whom we cherish, but was Britania elected as heir of the Roman Empire & had a New Roman capital as Constantinopolis & Moscow were?—no.
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इस खास राजनीतिक चर्चा में सीनियर जर्नलिस्ट Shikha Mukherjee मौजूदा संसद की राजनीतिक स्थिति और बदलते समीकरणों पर अपनी राय रख रही हैं। देखिए पूरा विश्लेषण और समझिए मौजूदा राजनीतिक परिदृश्य को विस्तार से। Dialogus : youtu.be/RfOBBkmLYPk #indiablock #bjp
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In #Meerssen is wel iets gebeurd zeg. Mirakels vlgs. cisterciënzer Caesarius van Heisterbach († ca. 1240), in zijn Dialogus miraculorum. Corpus Christi. In 870 splitste er al het Karolingische rijk in het West-Frankische Rijk (het latere Frankrijk) en het Oost-Frankische Rijk.
August 8, 870 -- Treaty of Meerssen: King Louis the German and his half-brother Charles the Bald partition the Middle Frankish Kingdom into two larger east and west divisions.
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Eutímio Zigabeno: Comment. In Matthaeum. Cap. XVI. Vers. 18-19. apud Migne, P.G. tom. CXXIX, col. 466-7. "Tu és Pedro, de modo que, depois de tua negação, te tornarás rocha da fé [πέτρα πίστεως]; ou já és firme pela prudência. Portanto, sobre esta firmeza edificarei minha Igreja, ou te colocarei como fundamento dos crentes [Ἦγουν, σὲ θήσω θεμέλιον τῶν πιστευόντων]; pois a Igreja são os fiéis. (...) Tendo confessado que Ele era o legítimo Filho de Deus, agora Ele demonstra a dignidade de sua divindade, dizendo: 'Edificarei minha Igreja sobre ti [Οικοδομήσω ἐπὶ σοὶ τὴν Ἐκκλησίαν μου]’.” Ver em Migne, P.G. tom. CXXIX, col. 466-7. Tertuliano: De Monogamia, cap. viii. "Apenas através da menção de sua 'sogra', encontro Pedro ter sido casado. Sou levado a presumir que ele era monogamista pela consideração da Igreja, que, sobre ele edificada [quae super illum aedificata], foi destinada a designar todos os graus de sua Ordem a partir de monogamistas." → Ver em Migne, P.L. tom. II, col. 939. → Ver em Schaff, ANF04, p. 65. De Praescriptionibus adversus haereticos, cap. xxii.: "Foi algo oculto a Pedro, quem é chamado da rocha de edificação da Igreja [aedificandae Ecclesiae petram dictum] e recebeu as chaves do reino dos céus e o poder de ligar e desligar nos céus e na terra?" → Ver em Migne, P.L. tom. II. col. 34. → Ver em Schaff, ANF03, p. 253. Cipriano: Epist. LXXI ad Quintum, cap. III. “Pedro, a quem o Senhor primeiro elegeu e sobre quem edificou sua Igreja, [Petrus, quem primum Dominus elegit, et super quem aedificavit Ecclesiam suam] (...).” → Ver em Migne, P.L. tom. IV, col. 410. Epist. LXXIII ad Jujabanus.: "Pois antes de tudo, o Senhor concedeu esse poder a Pedro, sobre quem Ele edificou a Igreja, e daí Ele nomeou e mostrou a fonte da unidade — o poder, isto é, de que tudo o que ele desligasse na terra seria desligado no céu. (...) Ele deverá ir para os hereges, onde não há fonte nem rio de água viva alguma; ou para a Igreja que é uma só, e está fundada sobre um só [super unum fundata] que recebeu as chaves dela pela voz do Senhor?" → Ver em Migne, P.L. tom. IV, col. 410. Ibid. "Mas é evidente onde e por quem a remissão dos pecados pode ser dada; a saber, a que é dada no batismo. Pois, primeiramente, o Senhor deu esse poder a Pedro, sobre quem Ele edificou a Igreja, e daí Ele apontou e mostrou a fonte da unidade — o poder, a saber, que tudo o que ele ligar na terra será ligado no céu.” De Habitu Virginum n. 10.: "Pedro também, a quem o Senhor confia suas ovelhas para serem alimentadas e guardadas, sobre quem Ele colocou e fundou a Igreja (...)." → Ver em Migne, P.L. tom. IV. col. 449. De Exhort. Martyr. cap. 11.: "Com os sete filhos está manifestamente associada também a mãe, sua origem e raiz, que posteriormente gerou sete igrejas, ela mesma tendo sido a primeira e única fundada sobre Pedro [super Petrum] pela voz do Senhor." → Ver em Migne, P.L. tom. IV. Col. 668. São Jerônimo: Commentariorum In Evangelium Matthaei. Lib. III. Cap. XVI. vers. 18. "'E eu te digo'. O que significa 'E eu te digo'? Porque tu me disseste: 'Tu és o Cristo, Filho do Deus vivo'; e eu te digo, não com palavras vazias e sem propósito, mas eu te digo: pois o meu dizer é fazer. 'Porque tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja'. Assim como Ele mesmo concedeu a luz aos apóstolos para que fossem chamados a luz do mundo, e outros nomes foram atribuídos a eles pelo Senhor, da mesma forma, a Simão, que acreditou em Cristo como a rocha, foi dado o nome de Pedro. De acordo com a metáfora da pedra, é apropriado dizer a ele: 'Edificarei a minha Igreja sobre ti' [Aedificabo Ecclesiam meam super te]. E as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu considero as portas do inferno como os vícios e os pecados, ou certamente as doutrinas dos hereges, através das quais as pessoas seduzidas são conduzidas ao abismo." → Ver em Migne, P.L. tom. XXVI. Col. 117-8. → Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’ (London 1870, p. 40). Adversus Jovinianum. Lib. I. n. 26. "Mas você diz que a Igreja foi fundada sobre Pedro [super Petrum fundatur Ecclesia]: embora em outro lugar o mesmo seja feito em todos os Apóstolos, e todos recebam as chaves do reino dos céus, e a fortaleza da Igreja dependa igualmente de todos eles, ainda assim, um entre os doze é escolhido para que, ao se designar uma cabeça, não haja ocasião para o cisma.” → Ver em Migne, P.L. tom. XXIII. col. 247. → Ver em Philip Schaff (Padres nicenos e pós-nicenos, Série II, vol. 6). → Citado em S. Roberto Belarmino, De Romano Pontifice. Lib. I. Cap. XXV. Ep. xv. ad Damas. Papam. n. 2. “Minhas palavras são comunicadas ao sucessor do Pescador, ao discípulo da cruz. Como não sigo nenhum líder exceto Cristo, eu não me comunico com ninguém exceto com vossa Beatitude, isto é, com a Cátedra de Pedro [beatitudini tuae, id est, cathedrae Petri, communione consocior]. Pois eu sei que esta é a rocha sobre a qual a Igreja é edificada [Super illam Petram aedificatam Ecclesiam scio]. Quem quer que seja que comer o Cordeiro fora desta casa é profano [Quicumque extra hanc domum agnum comederit, profanus est]. Esta é a Arca de Noé, e quem não se encontra nela deve perecer quando o dilúvio prevalecer.” → Ver em Migne, P.L. tom. XXII. Col. 355. → Citado em S. Roberto Belarmino, De Romano Pontifice. Lib. II. Cap. XVI. → Citado pelo Papa Leão XIII, Epistola Testem benevolentiae, 22/01/1899. Epistola XLI ad Marcellam, n. 2. “(...) o Apóstolo Pedro, sobre quem o Senhor fundou a Igreja (...) [Apostolus Petrus, super quem Dominus fundavit Ecclesiam]” → Ver em Migne, P.L. tom. XXII. Col. 475. → Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 40. Dialogus adversus Pelagianos. Lib. I. n. 14. "Essa argumentação é tortuosa, concluindo a simplicidade da Igreja entre os espinhos dos filósofos. O que é de Aristóteles e de Paulo? O que é de Platão e de Pedro? Pois assim como aquele foi o príncipe dos filósofos, este foi o dos Apóstolos [ut ille enim princeps philosophorum, ita hic Apostolorum fuit], sobre quem a Igreja do Senhor foi firmemente fundada [super quem Ecclesia Domini stabili mole fundata est], que não é abalada nem pelo ímpeto do rio, nem por qualquer tempestade." → Ver em Migne, P.L. tom. XXIII. col. 506. → Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’ (London 1870, p. 40). Santo Ambrósio: Expos. in Luc. lib. vi. n. 97. "A pedra é Cristo: 'Pois bebiam da pedra espiritual que os seguia, e essa pedra era Cristo' (cf. 1 Coríntios x, 4). Eles também não negou a graça deste termo ao seu discípulo (cf. Mateus xvi, 18), para que ele mesmo seja Pedro [Petrus], e que ele tenha a solidez da constância como a da pedra, a firmeza da fé." → Ver em P.L. tom. XV. Col. 1694. → Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 37. De Fide. Lib. IV. Cap. II. “Ao mesmo Apóstolo [Pedro], novamente, quando numa ocasião anterior ele disse: ‘Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo’, [Cristo] respondeu: ‘Tu és Pedro, e sobre esta Rocha edificarei a Minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela’ (cf. Mt XVI, 18). Não poderia Ele, então, fortalecer a fé do homem a quem, agindo com Sua própria autoridade, deu o reino, a quem chamou de Rocha [quem cum petram dicit], declarando-o assim como o firmamento [firmamentum] da Igreja?” → Ver em P.L. tom. XVI. Col. 621, 628. → Ver em Philip Schaff (Padres nicenos e pós-nicenos, Série II, Vol. 10). Sermo XXXVII. De Miralibus. n. 5. "Portanto, o Senhor ascendeu apenas nesta única embarcação da Igreja, na qual Pedro foi constituído mestre [in qua Petrus magister est constitutus], como o Senhor disse: 'Sobre esta pedra edificarei a minha Igreja' (cf. Matth. xvi, 18).” → Ver em P.L. tom. XVII. col. 678. → Citado em S. Roberto Belarmino, De Romano Pontifice. Lib. I. Cap. XXV. De Incarnationis Dominicae Sacramento, Lib. I, cap. IV, n. 33. et cap. V, n. 34. “Aqui está Pedro, portanto, aquele que respondeu em nome dos outros apóstolos, na verdade, acima dos outros; e por isso é chamado de fundamento [et ideo fundamentum dicitur], porque ele soube preservar não apenas o seu próprio, mas também o comum. (...) Portanto, a fé é o fundamento da Igreja; pois não foi dito sobre a carne de Pedro, mas sobre a fé, que as portas do inferno não prevalecerão contra ela; mas a confissão venceu o inferno. E esta confissão não exclui uma única heresia; pois, assim como a boa embarcação da Igreja é frequentemente golpeada por muitas ondas, o fundamento da Igreja deve prevalecer contra todas as heresias.” → Ver em Migne, P.L. tom. XVI, col. 827. Comentário: Notar a falta de contradição entre “A fé é o fundamento da Igreja” e “Pedro é o fundamento da Igreja”, na medida em que isso é dito “sobre a fé de Pedro”, assim como em outras passagens ele diz que o próprio Pedro é a pedra. In Ps. Xl, 30. “Foi este Pedro a quem Cristo disse: ‘Tu és Pedro, e sobre esta pedra eu edificarei a minha Igreja.’ Portanto, onde está Pedro, aí também está a Igreja.” → Ver em Migne, P.L. tom. XIV, col. 1082. Um autor incerto (talvez Santo Ambrósio, séc. IV): Sermones suppositii de Sanctis, Sermo CXCII in Cathedra S. Petri, III. "Pois [Pedro] é chamado de pedra, porque foi o primeiro entre as nações a estabelecer as bases da fé, e como uma rocha imutável sustenta a estrutura e o alicerce de toda a obra cristã." Ver em Migne, P.L. tom. XXXIX, col. 2102. Santo Hilário: Tract. in Ps. cxxxi. n. 4. "Pois, ao falar o Unigênito sobre sua paixão aos seus discípulos, e Pedro, como alguém indigno desse Filho de Deus, rejeitou isso; Pedro, a quem anteriormente tinha dado as chaves do reino dos céus, sobre quem estava prestes a edificar a Igreja [super quem ecclesiam aedificaturus erat], contra a qual as portas do inferno não prevaleceriam, aquele que, o que quer que desligasse ou ligasse na terra, seria desligado ou ligado nos céus, a esse, portanto, ao expressar sua aversão ao sacramento da Paixão em termos tão reprováveis, Ele respondeu: 'Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo' (cf. Matth. xvi, 23). Tamanha foi a devoção Dele a sofrer pela salvação da humanidade, que, ao chamar Pedro, o primeiro confessor do Filho de Deus, fundamento da Igreja [ecclesiae fundamentum], porteiro do reino celestial, e no julgamento terreno um juiz do céu [et in terreno judicis judicem coeli], pela vitupério de Satanás o designou." → Ver em P.L. tom. IX. col. 730. → Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 27. Commentarius in Matthaeum. Cap. XVI. n. 7. "E, de fato, a confissão de Pedro obteve um prêmio digno, pois ele tinha visto o Filho de Deus em um ser humano. Bendito é aquele que foi elogiado por ter olhado e visto além dos olhos humanos: não contemplando o que era de carne e sangue, mas contemplando o Filho de Deus por revelação do Pai celestial; e sendo julgado digno por ser o primeiro a reconhecer o que havia de divino em Cristo. Ó, feliz na proclamação do novo nome, fundamento da Igreja [Ecclesiae fundamentum], digna rocha [petra] para a sua edificação, que dissolveu as leis do inferno, as portas do tártaro e todas as prisões da morte! Ó bem- aventurado porteiro do céu, a quem as chaves do acesso eterno são confiadas, cujo julgamento terreno tem uma autoridade preestabelecida no céu: para que o que for ligado ou solto na terra mantenha a mesma condição, segundo o estatuto do mesmo, no céu." → Ver em P.L. tom. IX. Col. 1009-10. → Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 27-28. Lib. VI de Trinitate, n. 36-7. “Esta fé é a fundação da Igreja; através desta fé as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Esta é a fé que tem as chaves do reino dos céus. Tudo o que esta fé tiver desligado ou ligado na terra será desligado ou ligado nos céus. (...) Que loucura blasfema e triste é essa, que não atenderá à venerável idade e fé do abençoado mártir, o próprio Pedro, para quem o Pai orou para que sua fé não falhasse na tentação; que repetiu duas vezes a declaração de amor a Deus que lhe foi exigida (...).” Comentário: Essa citação é adicionada principalmente para que o autor perceba que não é contráditório dizer que a fé de São Pedro e ele próprio são a pedra de Mateus 16:18, pois Santo Hilário claramente afirma que São Pedro é a pedra nas outras citações. São Leão Magno: Serm. IV in anniversario die ejusdem assumptionis. "'E eu', diz Ele, 'te digo': isto é, assim como Meu Pai te revelou Minha divindade, eu também te faço conhecer a tua excelência: 'Porque tu és Pedro': isto é, enquanto Eu sou a Rocha inviolável, Eu sou a 'pedra angular, que faço dos dois um só', Eu sou o fundamento, além do qual ninguém pode colocar outro (cf. Ephes. II, 14.20); no entanto, tu também és Rocha [petra], porque pela Minha virtude te tornas sólido, de modo que o que é próprio a Mim pelo poder, seja compartilhado contigo por participação. 'E sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela' (cf. Mateus XVI, 18). Sobre ela, diz Ele, eternamente construirei um templo, e a sublimidade da minha Igreja, a ser levada aos céus, surgirá sobre a firmeza desta fé.” Epistola X. Cap. I. “Pois Ele desejou que aquele que foi recebido como parceiro em Sua unidade indivisível fosse chamado pelo mesmo nome que Ele mesmo, quando disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a Minha Igreja' (cf. Matth. xvi, 18): para que a construção do templo eterno, pelo dom maravilhoso da graça de Deus, repousasse na solidez de Pedro [Petri soliditat]: fortalecendo Sua Igreja de tal maneira que nem a imprudência humana pudesse atacá-la, nem as portas do inferno prevaleceriam contra ela.” Epistola CLVI ad Leonem Augustum. Cap. II. "Assim, quando a Igreja universal foi construída sobre a pedra principal [universalis Ecclesia per illius principalis petrae aedificationem facta sit petra], e o primeiro dos apóstolos [et primus Apostolorum], o beatíssimo Pedro, que ouviu a voz do Senhor proclamando: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja', quem mais poderia ser senão o Anticristo ou o diabo, que ousaria atacar a inexpugnável solidez [qui pulsare audeat inexpugnabilem firmitatem]?" → Ver em Migne, P.L. tom. LIV. col. 1129. São Gregório Magno: Epistolarum Lib. VII. Epist. XL ad Eulogium episcopum. "Pois quem pode ignorar que a santa Igreja foi firmada na solidez do Príncipe dos Apóstolos, que recebeu seu nome da firmeza de sua mente, sendo chamado Pedro [Petrus] a partir de 'rocha' [Petra]?" → Ver em Migne, P.L. tom. LXXVII, col. 898. → Ver em Schaff, NPNF-212, p. 229b. Comentário: Esse texto só faz sentido se São Pedro for a pedra da passagem. Pois, caso contrário, não faria sentido dizer que a Igreja foi firmada nele próprio, e citar o nome novo, que é “Pedro” a partir de “rocha”. A conexão com Mateus 16:18 é muito perceptível. Explanatio quinti psalmi poenitentialis. n. 13. “O que absolutamente foi proibido por aquele que o confiou especialmente ao bem-aventurado apóstolo Pedro, dizendo: 'Eu te darei a minha Igreja' (Mateus xvi, 18)." Comentário: Não há lógica no raciocínio: “Tu não és a pedra, e sim Eu mesmo, ou a sua confissão de fé tomada sem relação necessária contigo, mas, através dessas próprias palavras, Eu te dou a minha Igreja.” → Ver em Migne, P.L. tom. LXXIX, col. 611. Santo Agostinho: Psalm. contra partem donati. "Contai os sacerdotes desde a própria Sé de Pedro [Petri sede]. E naquele ordenamento dos pais, vejam quem sucedeu a quem: esta é a pedra contra a qual as portas orgulhosas do inferno não prevalecerão [ipsa est petra, quam non vincunt superbae inferorum portae]." → Ver em Migne, P.L. tom. XXX, col. 30. → Citado em S. Roberto Belarmino, De Romano Pontifice, Lib. I. cap. x. Lib. I. Retract. cap. 21. “Em um certo lugar, falei sobre o apóstolo Pedro, dizendo que nele a Igreja foi fundada como sobre uma rocha.” → Ver em Migne, P.L. tom. XXXII, col. 617-8. Comentário: Sobre Santo Agostinho, deve-se observar três coisas. Em primeiro lugar, que, antes, ele era da opinião de que Pedro é a pedra de Mateus 16, mas depois mudou de ideia. Em segundo lugar, Santo Agostinho não reprova a sentença de que Pedro é a pedra de Mateus 16:18, mas apenas prefere a sentença contrária. Por isso ele diz: “Dessas duas sentenças, cabe ao leitor escolher qual é a mais provável.” (cf. Lib. I. Retract. Cap. 21). Em terceiro lugar, Santo Agostinho se enganou por sua ignorância das línguas siríaca, hebraica e grega. Pois seu argumento, como ele indica em Lib. I. Retract. Cap. 21, é que não foi dito “tu és Pedra”, mas sim “tu és Pedro”. Desse modo, ele acreditava que Pedro é um nome derivado de pedra, como se disséssemos ‘petrino’ ou ‘pétreo’ – da mesma forma que cristão não significa Cristo, mas um nome derivado de Cristo. Portanto, visto que a Igreja não deve ser edificada sobre um certo petrino ou pétreo, por isso Agostinho pensou que por aquela pedra estava simbolizado não Pedro, mas Cristo. Mas ele não percebeu que Cefas, no siríaco ou hebraico, significa nada menos do que rocha, e que o Senhor disse: “Tu és rocha, e sobre esta rocha”. Tampouco percebeu que, no grego original, “Petros” significava simplesmente a forma masculina de “Petra”, a qual necessariamente teve que ser usada, pois Pedro era homem. São Pedro Crisólogo: Sermo CLIV. In D. Stephanum protomartyrem. "E porque é longo percorrer cada exemplo, assim como Pedro recebeu o nome da rocha [sicut Petrus a petra nomen adeptus est], pois mereceu ser o primeiro a ser a firme fundação da fé da Igreja [quia primus meruit Ecclesiam fidei firmitate fundare]; da mesma forma, Estêvão foi chamado pela coroa, porque mereceu ser o primeiro a enfrentar o conflito em nome de Cristo, o primeiro a dedicar seu martírio de sangue pelos soldados de Cristo. Pedro mantem o antigo primado do coro apostólico [Petrus apostolici chori vetustum teneat principatum], abre o reino dos céus aos que entram, vence os culpados com poder, absolve misericordiosamente os arrependidos." → Ver em Migne, P.L. tom. LII. Col. 608. → Citado em Colin Lindsay, ‘The Evidence For The Papacy, as derived from the Holy Scriptures and from Primitive Antiquity’, London, 1870, p. 52. Sermo CVII. In D. Petrum episcopum Ravennae. “Verdadeiramente abençoado é Pedro, o fundamento imutável da salvação.” → Ver em Migne, P.L. tom. LII, col. 497-8. São Próspero da Aquitânia: De vocatione omnium gentium, Lib. II. cap. xxviii. "A mesma confirmação que o beatíssimo Pedro também suportou na própria consumação de todas as palmas. De fato, o Senhor mesmo testifica isso e diz: 'Em verdade, em verdade te digo: quando eras mais jovem, tu te cingias e andavas onde querias; mas quando fores velho, estenderás as mãos, e outro te cingirá e te levará para onde tu não queres'. E disse isso, significando com que morte glorificaria a Deus (João XXI, 18 e 19). Quem então duvida, quem ignora esta fortíssima pedra [fortissimam petram], que daquela pedra principal tomou tanto a comunhão quanto a virtude e o nome, sempre teve este desejo, que lhe fosse dada a constância de morrer por Cristo (Mateus XVI, 18)?” → Ver em Migne, P.L. tom. LI, col. 714. São Máximo de Turim: Homiliæ de sanctis, Hom. LXVIII in natali beatissimorum Petri et Pauli apostolorum I. "Que ninguém, portanto, tema que o temor do gloriosíssimo Pedro o leve ao vício, pois esse temor, embora tenha abalado sua fé inicial, adornou sua confiança com a recuperação da credulidade. Este é Pedro, a quem Cristo, o Senhor, concedeu livremente a comunhão de Seu nome. Pois assim como o apóstolo Paulo (1 Coríntios x) ensinou, Cristo era a rocha [petra erat Christus]; assim, através de Cristo, Pedro tornou-se rocha [Petrus factus est petra], como o Senhor lhe disse: 'Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja' (Mateus xvi). Pois assim como no deserto, para o povo sedento do Senhor, a água jorrou da rocha (Êxodo xvii), assim, para todo o mundo cansado da aridez da infidelidade, brotou do Pedro uma fonte da confissão salvadora.” → Ver em Migne, P.L. tom. LVII, col. 394. São Paulino de Nola: Epist. XXIII ad Severum. n. 43. "A Pedra era Cristo: 'Pois bebiam da pedra espiritual que os seguia, e a pedra era Cristo'. Ele também não negou esta graça da palavra a seu discípulo, a quem disse: 'Sobre esta pedra edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.'" São Firmiliano: Epístola LXXIV a São Cipriano (contido nas epístolas de São Cipriano). "E nesse sentido, estou justamente indignado com essa loucura tão aberta e manifesta de Estêvão: que aquele que tanto se gaba do lugar de seu episcopado e insiste que ele detém a sucessão de Pedro, sobre quem foram lançados os fundamentos da Igreja, introduza muitas outras rochas e estabelecer novos edifícios de muitas igrejas; afirmando que nelas há batismo por sua autoridade." São Zenão de Verona: Tract. XIII de Circumcisione, cap. viii. “(...) A Simão, sobre quem edificou a Igreja, [Cristo] impôs o nome de Pedro [Simoni, super quem aedificavit Ecclesiam, Petrus nomen imposuit] (...)” → Ver em Migne, P.L. tom. XI, col. 351. → Citado em Dominique Bouix, Tractatus de Papa et ubi de Concilio Oecumenico, tom. I. (Paris 1869, p. 26) 34. Marius Victorinus: In epist. ad Gal. I, 18. "'Então, após três anos, fui a Jerusalém ver Pedro.' Portanto, já havia três anos que ele evangelizava entre as nações. O que, senão o que ele havia recebido de Deus, para pregar a Cristo revelado a ele para as nações? Depois de três anos, ele diz, fui a Jerusalém. Em seguida, ele explica a razão: ver Pedro. Pois, se em Pedro está posto o fundamento da Igreja, como dito no Evangelho, e a ele foram reveladas todas as coisas, Paulo sabia que deveria ver Pedro, como aquele a quem fora dada tamanha autoridade por Cristo, não para aprender algo dele. E o que ele diz em seguida? 'E fiquei com ele quinze dias.' Portanto, fiquei apenas esse tempo. Será que em poucos dias eu poderia aprender toda essa grande sabedoria sobre Deus de Pedro?" → Ver em Migne, P.L. tom. VIII, 1155. Papa Pelágio II: Epistola III quae est prima ad Eliam et Episcopos Istrae. “Considerem, caríssimos, que a verdade não pode mentir, nem a fé de Pedro pode ser abalada ou alterada para sempre: pois, quando o diabo pediu para excluir todos os discípulos, o Senhor testemunha que apenas Pedro foi suplicado por Ele, e Ele quis que os outros fossem confirmados por ele; e, devido à maior afeição que Pedro demonstrava ao Senhor em relação aos demais, foi-lhe confiada a responsabilidade de pastorear as ovelhas; a ele foram dadas também as chaves do reino dos céus; e Ele prometeu construir Sua Igreja sobre ele [et super quem Ecclesiam suam aedificaturum esse promisit], e testemunhou que as portas do inferno não prevaleceriam contra ela (Mt 16).” → Ver em Migne P.L. tom. LXXII, col. 707. Epist. VI [Olim VIII] ad Joannem episcopum constantinopolitanum. “Portanto, irmãos, abandonando completamente a audácia que se opõe à Sé Apostólica, que se opõe à própria voz do Senhor Salvador, que disse: ‘Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja’ (Mateus 16:18), cessam as disputas contra os preceitos do Senhor, e que os corações vãos dos errantes descansem, e que não seja permitido defender o que não é permitido fazer.” → Ver em Migne, P.L. tom. LXXII, col. 738-41. Discurso contido nas atas do Concílio Ecumênico de Calcedônia: Sessão III. Discurso de Pasquásino, bispo de Lilybaeum, na província da Sicília, Lucentius, bispo de Esculano e de Bonifácio, presbítero da grande Igreja Romana. "Portanto, o santíssimo e abençoado Leão, arcebispo da grande e antiga Roma, por meio de nós e deste presente santíssimo sínodo, juntamente com o tríplice abençoado e todo glorioso Pedro, o Apóstolo, que é a rocha e fundamento da Igreja Católica [qui est petra et crepido catholicae ecclesiae /// who is the rock and foundation of the Catholic Church], e o alicerce da fé ortodoxa [et rectae fidei fundamentum], o destituiu do episcopado e o despojou de toda dignidade hierática." → Ver em Philip Schaff (Padres nicenos e pós-nicenos, Série II, Vol. 14). → Ver em Labbe e Cossart, Concilia, Tom. IV, Col. 426. → Ver em Mansi, Tom. VI, Col. 1047. Continua abaixo....
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Replying to @HobbyFawx
It never actually states it, but yeah, I would think most likely she would have been a Dialogus
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Vienkārši Par Dialogiem - Man šitie atgādina mūsu progresīvo dialogus ar sabiedrību, kurā tie vēlas visus pārliecināt, ka braukt ar divriteni un dzert sojas lati skatoties uz kokiem betona kastēs ir civilizācijas augstākais sasniegums.
Keith the Apocalypse Bringer received a visitor this week. A young woman with a clipboard, a fleece bearing the logo of a national rewilding charity, and the kind of clear-eyed certainty that comes from having read three books about ecosystems and never having stood in a wet field in February. She had come to assess the farm for what she described as "rewilding potential." Keith was eating a bramble at the time. Visitor: Hello. I'm here to talk about transitioning the land away from livestock. Farmer: Keith does most of the talking. Visitor: I think we could really restore this landscape if we removed the grazing pressure. Farmer: Have you noticed Keith. Visitor: The goat? Yes. He'd be moved. Farmer: Where to. Visitor: A sanctuary, ideally. Farmer: Keith was at a sanctuary. They asked us to take him back. Visitor: Right. Well. Without the grazing, the natural succession would take over. Scrub, then woodland. Farmer: That's bramble. Visitor: Yes. Scrub is part of the natural process. Farmer: Bramble is what Keith eats. Visitor: The whole point is to let nature take its course without human interference. Farmer: Keith is a goat. Goats are nature. Goats have been on this hill for several thousand years. The hill is the way it is because of goats. Visitor: Domesticated goats aren't really wild. Farmer: Neither are the trees you'd plant. Neither are you. What's your point. Visitor: I think we could see the return of some really exciting species without the grazing. Farmer: Like what. Visitor: Well, eventually, lynx. Wolves. Farmer: To eat Keith. Visitor: ... Farmer: You want to remove the goat to bring back the predator to eat the goat. Visitor: When you put it like that. Farmer: When you put it any way at all. Keith is doing the job. Keith is doing it for free. Keith has been doing it since the Neolithic. The bramble eats the field if Keith doesn't eat the bramble. You can hire a contractor to come up here once a year with a strimmer and do half as good a job for several thousand pounds, or you can have Keith, who works seven days a week for cheese. Keith, at this point, kicked over the clipboard. The visitor packed up. She left a leaflet. Keith ate the leaflet. The leaflet said "Wild By Nature." So is Keith. Nobody at head office had thought about it for quite that long.
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Fun Adepta Sororitas fact! Sisters Dialogus are much more innocent and naïve than other Sisters. This is because they spend most of their time cataloguing sacred books, secret texts and deciphering xenos languages, meaning they are usually isolated, both for study and security.
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Sr. Journalist Anshu Naithani ने बताया कि आखिर क्यों Karnataka की राजनीति में Siddaramaiah अब भी सबसे अहम चेहरों में गिने जाते हैं। Watch Full Video on Dialogus youtu.be/yC_RoiiRAsA #Siddaramaiah #KarnatakaPolitics #Congress #DKShivakumar
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"For no one is bound to believe the pope in matters of faith unless he demonstrates the reason for his statement through the rule of faith." - St. William Ockham, Dialogus, P. 1, B. 4, C. 23.
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How about this quote from 150 A.D.? “I do expect that there will be a thousand years reign… But many who belong to the pure and pious faith and who are truly Christians think otherwise.” —Justin Martyr, Dialogus Tryphone, 80-81
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