A aplicação da lei no Brasil tornou-se um instrumento de vingança pessoal. A manutenção das restrições impostas a Jair Bolsonaro, como o uso de tornozeleira sob vigilância e a proibição de visitas, rasga a Lei de Execução Penal.
Isolar alguém em tratamento de saúde não é justiça, é sadismo. O afeto da família e dos amigos é fundamental para qualquer recuperação, e privar um paciente disso configura uma verdadeira tortura psicológica (Lei 9.455).
O prazo de 90 dias está acabando e a sociedade exige o cumprimento da lei, não a satisfação dos caprichos de um ministro.