Eu me sinto um velho caquético quando vejo molecada mais nova falando sobre o Cristiano Ronaldo como um triunfo da seriedade e da disciplina sobre a algazarra e o talento.
Quando eu era criança, o cara era sinônimo de pontinha driblador egocêntrico.
Namorava a Paris Hilton e jogava de brinco, olhando pro telão, chutando de tudo que é distância e dando show.
CR7 mudou sua personalidade, seu estilo de jogo, seu branding pessoal e, décadas depois, segue em atividade. O passar do tempo é uma doideira.