Q’anon 🚫Anti-NOM/FEM/WOKE/ONU/OMS🚫 Great awakening and WH supporter. Discípulo de Aristoteles. Defensor da verdade. Aluno do Olavo. Inimigo do establishment.

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Poucos se dão conta da REVOLUÇÃO (ou reação) EM CURSO. Ela deveria ter ocorrido há 2 décadas, com o a popularização da internet, minando o poder latente das oligarquias Globalistas, não fosse a censura surgida dentro das Big Techs. Em 2010-2014, com o surgimento do WhatsApp, o que deu voz às massas, a revolução quase ocorreu, o que permitiu a eleição de Jair Bolsonaro e Donald Trump, dissidentes do establishment, além da Primavera Árabe. Sorrateiramente, o establishment tratou de calar as verdades e as massas, se munindo de ferramentas totalitárias como a compra do judiciário e da grande imprensa, fraudando eleições e sufocando forças dissidentes com crises como a pandemia de 2020 e guerras como a da Ucrânia. Entretanto, o grupo dissidente (White Hats) se fortaleceu ainda mais. A compra do Twitter e derrubada da censura foi sua principal arma, revelando os segredos omitidos das massas há séculos. Toda verdade represada nas últimas 2 décadas de internet foi escancaradas às massas em poucos meses, derrubando governos e suscitando revolta em dezenas de milhões de pessoas contra a tirania do estado de das oligarquias dominantes alinhadas aos Bilderbergs, ao Clube dos 300 e ao Clube de Roma. Se o Twitter se mantiver sem censura, pode-se comparar o presente momento à queda de Roma há 2.000 anos. Roma seria hoje um império análogo ao império Globalista do Fórum Econômico Mundial. É inevitável que todo poder totalitário estabelecido se desfaça. Veremos prisão de centenas de milhares de oligarcas e alinhados. Veremos a descentralização do poder político e econômico, base para a prosperidade da humanidade, algo já comprovado pela história. Mas antes veremos a reação de um império decadente como o Império Romano, bizantino, a França de Napoleão Bonaparte, a União Soviética, e, por fim, da Nova Ordem Mundial. Se una aos White Hats e contribua para o desmonte das engrenagens do sistema. Tire seu dinheiro do banco e compre bens, XRP, ouro ou prata. Parem de consumir produtos supérfluos das empresas Globalistas. Cancelem seus planos de saúde, alinhados à Big Pharma, e parem de usar estatinas e tomar vacinas. Não caiam no pânico divulgado pela imprensa, principal ferramenta de controle social. Pense com sua própria cabeça. Evite ler e assistir noticiários. Leiam clássicos. Aristoteles e Platão, Dostoiévski, São Tomás de Aquino, Olavo de Carvalho (o único filósofo brasileiro das últimas décadas) tem muito mais a ensinar que William Bonner e Fátima Bernardes. A reação está em curso. Se preparem para a guerra.
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A Lei Magnitsky é a maior ou única esperança de um Brasil livre de comunolarápios.
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Traficantes do PCC e CV são terroristas: o que de fato muda? Muda TUDO. Agora não se trata apenas dos integrantes dos grupos terroristas. Lembram do MADURO? Então… Qualquer pessoa que apoie esses grupos passa a correr risco jurídico nos EUA. Por exemplo: se um indivíduo, empresa, político, banqueiro, advogado, empresário ou autoridade pública brasileira financiar, facilitar operações, fornecer recursos, lavar dinheiro, prestar apoio material, proteger conscientemente a atuação dessas organizações, passa a ser investigado sob legislação antiterrorismo AMERICANA. FARIA LIMA EM PÂNICO O sistema financeiro internacional fica muito mais perigoso para os envolvidos, por exemplo. Os EUA podem agora congelar ativos, bloquear contas, impedir acesso ao sistema financeiro americano, aplicar sanções, restringir vistos, abrir investigações criminais. E mesmo uma empresa aprovada na bolsa de valores americana vai perder tudo, caso seja comprovado o vínculo com os terroristas. Na prática, os bancos do mundo inteiro aumentarão drasticamente o nível de vigilância porque ninguém quer ser acusado de facilitar transações de organizações terroristas. COOPERAÇÃO INTERNACIONAL O que antes era “com até ao crime organizado”, agora é COMBATE AO TERRORISMO. A MUDANÇA permite cooperação mais agressiva entre FBI, DEA, DHS, Departamento do Tesouro, Departamento de Estado, agências de inteligência etc. O PCC e o Comando Vermelho não são apenas um problema policial brasileiro. Eles são uma ameaça internacional à segurança dos Estados Unidos. Agora o bicho vai pegar 🎶
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The simplest way to understand DTCC’s XLM “and” XRP needs: Two systems can solve adjacent problems extremely well… without solving the exact same problem at the exact same scale That is where many people get confused when comparing Depository Trust & Clearing Corporation, Stellar, and the combined Ripple / XRP Ledger / XRP stack They are not necessarily competing for identical roles The Key Distinction Stellar/XLM excels at: “Accessing and moving value efficiently” Historically, @StellarOrg focused heavily on: low-cost issuance lightweight transfers remittances retail access financial inclusion simple cross-border movement Think: “Get money from Point A to Point B cheaply and efficiently.” That is enormously valuable Especially for: consumer payments NGO distribution aid systems mobile wallets smaller banking corridors underbanked populations DTCC’s Core Problem Is Different @The_DTCC is not primarily solving: retail remittances consumer wallets simple payment transfers DTCC’s world is: quadrillions in annual transaction processing securities settlement collateral movement treasury settlement derivatives reconciliation institutional liquidity clearing obligations multi-party netting capital efficiency systemic risk containment That is an entirely different level of complexity. Layman’s Analogy Stellar/XLM is like: An incredibly efficient highway system for cars and delivery vehicles. Fast. Cheap. Elegant. Accessible. @Ripple /XRPL/XRP is built to be: The synchronized operating system coordinating the ports, railroads, airports, freight exchanges, customs systems, reserve liquidity, and settlement finality of the entire global trade network. Not merely movement. But: coordination liquidity synchronization institutional-grade settlement atomic reconciliation interoperability treasury efficiency systemic balancing Those are different categories of infrastructure. Why DTCC Could Need XLM-Like Functionality DTCC absolutely benefits from: fast token movement low-cost issuance efficient transfer rails programmable assets retail accessibility layers Those are real needs. And Stellar-style architecture can contribute meaningfully there. Especially: issuance frameworks token distribution access-layer connectivity interoperability edges Why DTCC Will Never Depend Entirely on Stellar Because DTCC’s existential problem is not merely: “Can assets move?” Their real problem is: “Can the entire institutional financial system reconcile, net, collateralize, exchange, settle, and source liquidity globally in synchronized fashion with minimal systemic risk?” That is a far bigger problem. The Missing Piece Is Liquidity Architecture This is where XRP’s design differs philosophically. XRP was architected around: bridge liquidity intermediary settlement capital efficiency multi-currency routing atomic FX conversion institutional liquidity sourcing Not merely token transfer. That distinction matters enormously. Example in Plain English Suppose: 40 countries 12 reserve currencies 9,000 institutions tokenized treasuries equities bonds derivatives & collateral obligations, ALL need synchronized movement simultaneously. The problem is no longer: “Can money move?” The problem becomes: “Where does the liquidity come from to connect everything instantly without trapping trillions in dormant reserves?” That is the bridge-liquidity thesis. Why XRP Was Designed Uniquely And what the XRP model solves: Liquidity fragmentation. Traditional finance requires: pre-funded accounts nostro/vostro reserves trapped capital everywhere XRP’s role is: a neutral intermediary asset that can source liquidity between otherwise disconnected markets. So instead of: USD sitting everywhere, EUR sitting everywhere, JPY sitting everywhere, DTCC can use: one neutral bridge dynamically sourced atomically settled That is a different architectural ambition than simple payment transfer. But one is narrower in scope.
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O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema. A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil. Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público. O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico. A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis. Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções. A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir. Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional. O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado. A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas. oglobo.globo.com/brasil/noti…
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FLÁVIO BOLSONARO pediu a Trump que declare PCC e CV como TERRORISTAS.

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Buscas no Google agora.
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INTEGRIDADE é o sobrenome desse futuro senador.
Meu apoio ao @FlavioBolsonaro! A precipitação é a maior inimiga da justiça e da nossa união. Diante das narrativas midiáticas e do frenesi da esquerda em torno do caso Banco Master, a direita não pode cair na armadilha de atirar pedras em seus próprios aliados no primeiro abalo. Nós lutamos diariamente contra os abusos do sistema justamente para garantir a presunção de inocência e o devido processo legal. Condenar por antecipação é agir como aqueles que combatemos. Precisamos de sobriedade e fatos, não de pânico!
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La Vérité
Je veux présenter mes excuses, au nom des Français, pour avoir enfanté la French Theory (qui a enfanté la pire des merdes idéologiques : le wokisme). Nous avons donné au monde Descartes, Pascal, Tocqueville. Et puis, dans les ruines intellectuelles de l'après-68, nous avons donné Foucault, Derrida, Deleuze. Trois hommes brillants qui ont fabriqué, dans l'élégance de notre langue, l'arme idéologique qui paralyse aujourd'hui l'Occident. Il faut comprendre ce qu'ils ont fait. Foucault a enseigné que la vérité n'existe pas, qu'il n'y a que des rapports de pouvoir déguisés en savoir. Que la science, la raison, la justice, l'institution médicale, l'école, la prison, la sexualité, tout n'est qu'une mise en scène de la domination. Derrida a enseigné que les textes n'ont pas de sens stable, que tout signifiant glisse, que toute lecture est une trahison, que l'auteur est mort et que le lecteur règne. Deleuze a enseigné qu'il fallait préférer le rhizome à l'arbre, le nomade au sédentaire, le désir à la loi, le devenir à l'être, la différence à l'identité. Pris isolément, ce sont des thèses discutables. Combinées, exportées, vulgarisées, elles forment un système. Et ce système est un poison. Car voici ce qui s'est passé. Ces textes, illisibles en France, ont traversé l'Atlantique. Les départements de Yale, de Berkeley, de Columbia les ont absorbés dans les années 80. Ils y ont trouvé un terreau qui n'existait pas chez nous : le puritanisme américain, sa culpabilité raciale, son obsession identitaire. La French Theory s'est mariée à ce substrat, et l'enfant de ce mariage s'appelle le wokisme. Judith Butler lit Foucault et invente le genre performatif. Edward Said lit Foucault et invente le post-colonialisme académique. Kimberlé Crenshaw hérite du cadre et invente l'intersectionnalité. À chaque étape, la matrice est française : il n'y a pas de vérité, il n'y a que du pouvoir, donc toute hiérarchie est suspecte, toute institution est oppressive, toute norme est violence, toute identité est construite donc négociable, toute majorité est coupable. Voilà comment trois philosophes parisiens, qui n'ont probablement jamais imaginé leurs conséquences pratiques, ont fourni le logiciel d'exploitation à une génération entière d'activistes, de bureaucrates universitaires, de DRH, de journalistes, de législateurs. Voilà comment on a obtenu une civilisation qui ne sait plus dire si une femme est une femme, si sa propre histoire mérite d'être défendue, si le mérite existe, si la vérité se distingue de l'opinion. C'est de la merde pour une raison simple, et il faut la dire calmement. Une civilisation se tient debout sur trois piliers : la croyance qu'il existe une vérité accessible à la raison, la croyance qu'il existe un bien distinct du mal, la croyance qu'il existe un héritage à transmettre. La French Theory a entrepris de dynamiter les trois. Pas par méchanceté. Par jeu intellectuel, par fascination du soupçon, par haine de la bourgeoisie qui les avait nourris. Mais le résultat est là. Une génération entière a appris à déconstruire et n'a jamais appris à construire. Une génération entière sait soupçonner et ne sait plus admirer. Une génération entière voit le pouvoir partout et la beauté nulle part. Je m'excuse parce que nous, Français, avons une responsabilité particulière. C'est notre langue, nos universités, nos éditeurs, notre prestige qui ont donné à ce nihilisme son emballage chic. Sans la légitimité de la Sorbonne et de Vincennes, ces idées n'auraient jamais traversé l'océan. Nous avons exporté le doute comme d'autres exportent des armes. Ce qui se construit maintenant, en silicon valley, dans les labos d'IA, dans les startups, dans les ateliers, dans tous les lieux où des gens fabriquent encore des choses au lieu de les déconstruire, c'est la réponse. Une civilisation se reconstruit par les bâtisseurs, pas par les commentateurs. Par ceux qui croient que la vérité existe et qu'elle vaut qu'on s'y consacre. Par ceux qui assument une hiérarchie du beau, du vrai, du bon, et qui n'ont pas honte de la transmettre. Alors pardon. Et au travail.
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@elonmusk Aqui no Brasil a Globo Lixo manipula o povo há 60 anos com jornalismo de porta fechada, fake news disfarçada de “telejornal” e censura pra quem discorda. Enquanto isso o 𝕏 é o ÚNICO que abre o algoritmo e deixa a verdade correr solta. Obrigado por foder o sistema deles, Elon. A Globo tá tremendo kkkkk #GloboLixo #Xopen #BrasilLivre 🇧🇷🔥
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Only 𝕏 is open, the other social media companies manipulate the results behind closed doors
𝕏 - ✅ open source algorithm Youtube ❌ Facebook ❌ Instagram ❌ TikTok ❌ Reddit ❌ Threads ❌ Why do other social networks not make their algorithms open-source?
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GLOBO e MASTER: tudo a ver! O Grupo Globo também aparece na teia de relações comerciais com Daniel Vorcaro e o Banco Master, em diferentes formatos. Veja o que foi apurado: TV Globo — Will Bank no Domingão O Will Bank, sob controle do Banco Master em RAET, investiu entre R$ 120 milhões e R$ 160 milhões em patrocínio no programa Domingão, da TV Globo. O patrocínio incluía abertura de quadros, menções verbais do apresentador, cenografia e prêmios, com exposição de 8 a 12 minutos por programa. O marketing do Will Bank foi classificado como de "volume atípico", com patrocínio em TV aberta de altíssimo custo e exposição contínua. Dados de 2021, no lançamento do programa, já indicavam R$ 367.800 por 30 segundos e R$ 735.600 por 60 segundos. O valor subiu desde então. De acordo com a tabela divulgada em março de 2024, 30 segundos de propaganda no Domingão com Huck custam R$ 390.200,00. Fazendo a conta inversa: com 8 domingos e 10 minutos de exposição média por episódio, isso representa R$ 1,5 milhão a R$ 2 milhões por minuto — bem acima do preço de tabela de intervalo convencional, Valor Econômico (Grupo Globo) — Summit em Nova York Em maio de 2024, Vorcaro foi o principal patrocinador de um evento organizado em Nova York pelo jornal Valor Econômico, do Grupo Globo, ao qual compareceram empresários, governadores e lideranças políticas variadas. O logotipo do Banco Master aparecia em destaque no banner, ao fundo do palco onde os debates ocorriam, no luxuoso Hotel Plaza de Nova York. Há avaliações de que este evento não ficou por menos de R$ 10 milhões. Diego Escosteguy — ex-diretor da revista Época Diego Escosteguy, que foi diretor da revista Época entre 2015 e 2018, é acusado de ter recebido R$ 2 milhões do Banco Master para publicar matérias favoráveis a Vorcaro no site O Bastidor, veículo que fundou após sair das Organizações Globo. Escosteguy nega as acusações e afirma que os recursos foram recebidos como pagamento por publicidade. Camarote no Carnaval O Banco Master também bancou parte do camarote da Globo na Sapucaí, onde Vorcaro agia como anfitrião, como o verdadeiro dono da casa. A postura do Grupo Globo O Grupo Globo não divulgou espontaneamente seus vínculos comerciais com Vorcaro. A rede de relações entre Vorcaro e o ecossistema da Globo inclui patrocínios de eventos, parcerias em camarotes de Carnaval, relações de amizade entre executivos e uma sociedade com o Nubank — banco que abrigou o ex-presidente do BC que supervisionou o crescimento do Master. Em síntese, o Grupo Globo recebeu recursos do Banco Master/Will Bank em pelo menos três frentes — patrocínio de programa de TV, evento do Valor Econômico em Nova York e camarote de Carnaval — sem que a emissora tenha divulgado espontaneamente esses vínculos ao cobrir o caso. Diferentemente do Metrópoles, os valores globais recebidos pela Globo não foram objeto de relatório do Coaf e as movimentações não foram classificadas como atípicas pelas autoridades, ao menos até onde foi apurado publicamente.
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Ele sabe que não vale a pena chutar 🐕 morto

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NUM SÓ DIA O INTERCEPT CONSEGUIU: - Divulgar o (Dark Horse) filme de Bolsonaro - Desmascarar Zema - Testar a militância Bolsonarista nas redes. - Abrir espaço para Flávio nadar de braçada. - Revelar a face de Constantino - Revelar que o @partidonovo30 não é aliado. - Mostrou os aliados mornos na defesa de Flávio. - Mostrou que Flávio é elegante até para cobrar. .......... o que mais?
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🚨🤯 Eric Trump Officially Says “SWIFT IS FINISHED AND WE’VE BROKEN THE BANKS” Eric Trump just said SWIFT is FINISHED and blockchain will replace it with instant 24/7 settlements on your phone. Is this why Russia just launched the XRP Index the same day Clarity Act voting was done and Trump goes to China for economic partnership? Recently, JP Morgan with Ripple executed the first-ever crypto transaction connecting the XRP Ledger to Interbank Settlement. While you can use Bitcoin for transactions, ONLY the XRP Ledger has the tech, partnerships and financial stack built to actually do it. Why Ripple/XRP Ledger are the ONLY company/blockchain piloted across BRICS nations, Japan & South Korea? Why did SBI Japan CEO say that “XRP will be very expensive.” Why it’s already LIVE with banks in all U.S. states? The dots are connecting 👀
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🚨ÁUDIOS: Flávio não deverá ser investigado por conversa com Vorcaro Polícia Federal já tinha posse das mensagens meses antes do vazamento, e avaliou que relação não havia relação com mandato parlamentar, e nem favorecimento político — ao contrário de Ciro Nogueira.
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1- A história que recebi dinheiro do fundo de investimento não se sustenta e é tosca. Meu status migratório não permitiria, se isso tivesse acontecido o próprio governo americano me puniria. No meu processo migratório expliquei as autoridades americanas toda a origem dos meus recursos e não tive qualquer problema, porque aqui não vigora um regime de exceção. Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo, apenas cedi meus direitos de imagem. 2- Falam do advogado que cuidou de todos os detalhes como se ele fosse um mero escritório de migração, não é. O advogado tem mais de 40 anos de experiência, mestrado e doutorado. Seu escritório atua em gestão de patrimônio e fundo de investimento há mais de uma década. A parte de migração é apenas um departamento deles, devido a necessidade de clientes de alto nível migrar o capital e residência para o local de seus investimentos. 3- Nós não somos donos do filme, mas sim os mais de uma dezena de investidores. O escritório cuida apenas da gestão burocrática, financeira e legal dos recursos. Apresentei ele ao Mário, que estava procurando investidores para o filme, por saber da sua competência. Gostariam que apresentassem advogados petistas e que não conheço? 4- O filme não é um produto inexistente ou um serviço fake de advocacia, é um produto real com grandes estrelas. 5- Todos os investimentos foram feitos nos EUA porque a produção foi americana, com atores americanos. Além do mais, devido ao estado de exceção, ninguém se arriscaria investir num filme do Bolsonaro no Brasil, pois seria devidamente perseguido pelo regime e atrelado como financiador de golpe, como faziam. Investimento nos EUA garantem segurança jurídica em uma jurisdição séria. 6- que tipo de vantagem nossa familia poderia dar na época além de perseguição da tirania? Meu pai preso, eu exilado e meu irmão sequer sonhava em ser candidato? Vocês tentam sugerir que havia interesse outro, qual interesse poderia existir em uma época em que todos nos consideravam liqüidados? 7 - Tudo não passa de uma tentativa tosca de assassinato de reputação, que tenta atrelar ilicitude em patrocínio para um filme.
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Soooo good!!!
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🚨 BOOOOOOOOM 🚨 Brad Garlinghouse just confirmed what the entire crypto market has been waiting for. The finish line is HERE. 🇺🇸 Clarity Act is coming… and crypto regulation in the U.S. is finally about to be DONE. $XRP was built for this moment. 🔐

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Todos os traidores de Bolsonaro serão desmascarados e desmoralizados perante a opinião pública

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Não tenho absolutamente nada a esconder nessa situação. Não existe qualquer elemento que configure crime!
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