Quando temos uma Suprema Corte totalmente emparelhada, formada por ministros que, na visão de milhões de brasileiros, possuem alinhamento político ou histórico de antagonismo à família Bolsonaro, fica difícil acreditar que exista imparcialidade nesses julgamentos.
Por isso, muitos enxergam a condenação de Eduardo Bolsonaro não como um ato de justiça, mas como mais um capítulo da perseguição contra a oposição.
Diante desse cenário, o que resta a quem acredita que as instituições foram capturadas politicamente? Permanecer em silêncio ou denunciar ao mundo aquilo que está acontecendo?
Foi exatamente isso que Eduardo Bolsonaro fez. Escolheu lutar fora do país, chamando atenção internacional para aquilo que considera abusos contra a democracia e contra a liberdade de expressão no Brasil.
Quando a confiança na Justiça desaparece, a preocupação deixa de ser apenas com um político ou uma família. Passa a ser com o futuro de todos os brasileiros.