Joined April 2022
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A nossa bandeira jamais será vermelha Our flag will never be red Notre drapeau ne sera jamais rouge Nuestra bandera jamás será roja Unsere Flagge wird niemals rot sein
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A violência criminosa no mundo cairia uns 50%, pelo menos, se toda pessoa com Mohammed , Muhammad e suas variações em seu nome deixasse de existir
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This is the way
Parece que na Irlanda os imigrantes começam a se mudar após os irlandeses Começarem a colocar fogo nas casas onde ficam os imigrantes ilegais no país.
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Como a impren$a deve ser tratada. Não se deve ter cordialidade com quem confessadamente quer e tenta incessantemente te destruir.
Durante anos a fio, o consórcio de imprensa mundial alugado, vendido e aparelhado pela esquerda manipulou, mentiu, distorceu e criou uma realidade paralela que convinha a seus patrões. Impunemente. Basta lembrar a irresponsabilidade da mídia mundial ao cobrir a crise do covid-19 e quantas mortes foram causadas indiretamente pela desinformação, depois Finalmente, toparam com o presidente errado. Donald Trump acusou a apresentadora da NBC, Kristen Welker, de desonestidade, olhando em seus olhos, furioso. E aproveitou para estender o adjetivo à toda a emissora, à ABC, CBS e CNN. A entrevista, gravada no dia 5 -e que foi ao ar neste domingo, 7- numa fazenda do Wiscosin, já corria mal, debaixo duma tempestade que causava interrupções na gravação. O caldo entornou quando Trump foi provocado sobre suas alegações de fraude eleitoral. Furioso, acabou a entrevista, jogou o microfone no chão e acabou pisando nele, cortando o som. Não é apenas esse repúdio que essa sub imprensa merece. Merece ser responsabilizada pelos enormes danos sociais que causa com a desinformação. Se Trump conseguirá ou não mudar esse estado de coisas nefasto não se sabe, mas está no caminho correto. O compromisso fundamental da mídia é com a verdade. Coisa que deixou de lado há muito.
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Quando Satã utilizou a vaidade como porta de entrada na alma do Bezerro de Ouro
Foi aqui que o Nikolas Ferreira começou achar que ele é maior do que o Bolsonaro. As falsas profecias durante o fim dos tempos é mais real do que nunca.
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White Lives Matter
🚨BREAKING: Miguel Bosé, the biggest Spanish-language pop star of the last few decades, has just released a video taking a knee and putting his hand over his heart in honour of Henry Nowak This has now spread like a wildfire. Europe has never been more UNITED! 🇪🇸🇬🇧
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Old Comícs Fan Is Back retweeted
Jun 3
Imagina você assistindo a Copa, aí a câmera vai pra torcida e quem aparece? É claro que a IA pode ser usada de mil maneiras erradas, mas dessa vez acertaram demais Isso aqui chega a doer de ver... saudades do Silvio e de outros tantos
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Hino Ovacional
Até minhas galinhas de borracha cantam melhor o Hino Nacional Brasileiro do que o Belo e a Alcione!
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Maduro vibes
- Lula chamou Donald Trump de "imbecil" - Disse que não tem medo dos Estados Unidos - Afirmou que o Brasil não pode aceitar o tratamento dado pelos EUA - Declarou que Trump não é "o imperador do mundo" - Acusou Trump de fomentar conflitos para prejudicar sua candidatura - Chamou Marco Rubio de "latino-americano frustrado" - Disse que, se os EUA querem problemas, o Brasil não vai chorar - Declarou que ninguém deve ter medo dos Estados Unidos MAS SE ACONTECER ALGUMA COISA É CULPA DO FLÁVIO, OK!?
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Broderagem comendo no centro entre o Paquito e o Cabeça de Caixa d´água
Mais que amigos, friends!
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Retrato de um farsante
Se nessa altura do campeonato, após a última incursão de Flávio Bolsonaro pelos Estados Unidos e tudo quanto dela se seguiu, Nikolas Ferreira ainda finge hesitar sobre quem seria o melhor candidato da direita, é porque o rapaz cultivou o cinismo como ofício supremo. Um cinismo de profissional consumado, convenhamos: disfarçado com o rostinho de menino inocente, o sorriso fácil de quem se declara amigo de todos, a pose de eterno novato que encanta as multidões digitais... Mas não se enganem: por detrás desse verniz juvenil esconde-se a velha raposa da política brasileira, aquela que sempre soube colocar o interesse próprio muito acima do bem comum. Nikolas aparenta novidade, mas basta raspar-lhe a superfície para descobrir o veterano de sempre, muito parecido com o novelesco malandro de casaca que aprendeu cedo as artes da dissimulação. Parabéns, Nikolas: em politicagem, você nasceu velho.
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A Polônia é um país que foi invadido e dominado por nazistas e comunistas, mas conseguiu manter sua história m, cultura e tradição. Ela sabe q não pode vacilar. NÃO IMPORTEM MUÇULMANOS. NÃO EXISTE ISLÃ MODERADO.
50 000 Poles showed up at the main square in Kraków’s Old Town last week to celebrate the promotion of their team Wisla Krakow to the first league. They cleaned up the square before going home, leaving no garbage behind. 0 arrests, 0 violence, 0 looting
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Paristan, before its "Deconquer" to become the capital of the Western Caliphate of Europistan
Paris before Islamic invasion, when women and children were safe.
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Fazia tempo q eu não dava like nem repostava nada de Filipe, desde q ele se bandeou para o lado de Deltinha e sua cachorrada do NoJo, que são e sempre serão inimigos de Bolsonaro e seus filhos
Mandei a real pra jornalista na coletiva com @FlavioBolsonaro
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Old Comícs Fan Is Back retweeted
Carta aberta aos liberais, independentes e à centro-direita Depois de um mês de altos e baixos, talvez seja hora de botar a bola no chão e olhar o cenário com frieza. É legítimo que cada um tenha suas preferências. Tem quem queira uma direita mais liberal, mais nacionalista, um nome mais técnico, quem esteja cansado da polarização e quem simplesmente não goste do bolsonarismo. Eu entendo isso. Mas também não dá para fingir que a política acontece no mundo perfeito. A política acontece no Brasil real. Um país tomado por facções terroristas, pobre, travado, dominado por um regime que une políticos, terroristas e membros do Judiciário contra as pessoas comuns, e que tem seus tentáculos na mídia, nos bancos e até entre influenciadores digitais. Por favor, gente: temos presos políticos, 51% da população no assistencialismo, juros a 15%, nosso dinheiro não vale nada, as pessoas têm o celular do ladrão e o celular verdadeiro, uma pessoa da classe média não consegue mais pagar um plano de saúde, e trocar de carro virou comprar uma casa. O Nordeste está escravizado, o Judiciário dominado, e o PT, em aliança com o STF, se prepara para consolidar o poder pelos próximos 40 anos. Eles já pararam de jogar pelas regras. Agora, olhemos para a direita. Zema, Caiado e Renan podem ter qualidades. Mas sejamos sinceros: quantos deles mobilizam milhões fora da própria bolha? Quantos têm voto orgânico no país inteiro? Quantos têm força real para sentar com lideranças internacionais e fazer o tema Brasil andar? Nenhum deles conseguiria marcar uma reunião com o presidente do Paraguai. O bolsonarismo, com todos os seus defeitos, tem isso. Tem voto, povo, rua, identidade, capacidade de enfrentamento, penetração internacional e articulação com a direita ocidental. E é o único movimento de direita realmente pronto para esta eleição, com alguma chance de vencer esse sistema. Flávio não precisa ser o candidato ideal de todo mundo. Nenhum candidato será. Eu mesmo tenho críticas e reservas. Mas eleição não é sobre o ideal; é sobre o POSSÍVEL. Ou a direita entende que precisa se organizar em torno do movimento que EXISTE, ou vai assistir a mais uma década de PT e STF, terrorismo como aliado, economia travada e povo pobre sendo usado como massa de manobra. Hoje, Lula joga parado: toda a direita não bolsonarista está trabalhando desde dezembro na troca do Flávio por outro candidato. A esquerda não precisa fazer mais nada. Qualquer cortina de fumaça que a mídia jogue contra o Flávio vira o assunto mais importante do Brasil dentro da direita. Se, por alguma sorte, nós conseguirmos vencer essa eleição, vai ter espaço no governo do Flávio para todo mundo da direita. O bolsonarismo não tem quadros para fechar um governo sozinho. E, em oito anos, vocês podem se tornar competitivos e governar também. Porque puxar o tapete do Flávio agora não é atestado de pureza política: é garantir ao povo do Nordeste mais gerações na miséria, é dar a muitas pessoas a certeza de que não vale a pena viver mais neste país, é entregar mais 12 anos ao PT/STF. Provavelmente, será o nosso ponto final. Eu apelo: não é hora do ideal. É hora do possível.
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Será q alguém ainda acha que a MÁ-drasta, caso eleita, votará no Impeachment de um "Irmão em Cristo" ?
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A trairagem "bárbara" e romances russos, tudo a ver.
No romance Os Demônios de Dostoiévski, Pyotr Verkhovensky surge como o protótipo perfeito do revolucionário niilista: um manipulador frio que exige dos outros uma pureza ideológica absoluta, uma submissão canina à causa, onde qualquer desvio do dogma equivale a traição mortal. Para si, porém, reserva o privilégio da exceção: chantagem, intriga psicológica, mentira sistemática e, quando necessário, o assassinato como instrumento de higiene partidária. Retirem-se os cadáveres, e Pyotr espelha com fidelidade desconcertante certo “intelectual” da direita contemporânea brasileira: o mesmo que aplica ao nome Bolsonaro, sobretudo a Flávio, o crivo mais estreito, o filtro mais impiedoso, exigindo dele uma lisura de santo laico, enquanto engole camelos e elefantes inteiros das velhas improbidades esquerdistas, com a indiferença de quem já se habituou ao cheiro de enxofre. Há quem invoque, em defesa de Flávio, a metáfora da mulher de César: não basta ser honesto, é preciso parecer honesto. Nada o incrimina de fato, salvo as “manipulações psicológicas” que a ala hipócrita da direita limpinha agora entoa com afinco de réquiem. São as mesmas vedetes que, diante do breu mais denso da nossa história recente, exigem luz absoluta dos únicos fósforos que restam acesos e perdoam, ou convenientemente esquecem, as trevas mais antigas e mais vastas da política nacional. Essas figuras lembram irresistivelmente outra grande criação da literatura russa: a Condessa Lídia Ivánovna, de Anna Karenina, obra de Tolstói. Espécie de arauto da moralidade mundana, ela encarna a elite pseudo-religiosa e farisaica que se arroga o direito de julgar e condenar. É ela quem lidera o boicote implacável contra Anna, não pelo adultério em si, pecado que a alta sociedade moscovita sabia muito bem dissimular, mas pelo escândalo de haver rompido o pacto do fingimento. Enquanto as aparências se mantivessem, tudo era tolerável; quebrado o verniz, a guilhotina social caía sem misericórdia. A analogia com Flávio é quase cruel de tão exata. Aconselhado a “parecer honesto”, a pedir desculpas públicas por um pecado que nunca cometeu, ele é instado a participar do teatro da contrição para aplacar os moralistas de plantão. E assim, vemos todos os dias que o fogo amigo não cessa porque a guilhotina moral está reservada, com zelo particular, à família Bolsonaro. E está, porque o exemplo bruto, quase despudorado de tão original e humano (e vital) de Jair expõe, desde sempre, a hipocrisia ossificada dos que se dizem seus pares. Eles não perdoam nele a ausência de fingimento. Repito: eles não perdoam nele a ausência de fingimento, essa virtude rara que, para os fariseus de todas as épocas, é o verdadeiro pecado imperdoável.
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Reflexões acerca de Inconstantino, aquele que é amigo de alguém num dia e amanhã torna-se seu inimigo figadal e vice-versa. A única constante é seu ódio a Bolsonaro e filhos, imutável desde 2018
RODRIGO CONSTANTINO diz que as pontes foram todas destruídas por Carlos, Eduardo e seus minions. Pontes, pelo que eu entendi do meu breve flerte com a engenharia, servem pra atravessar coisas que a natureza colocou no caminho pra nos humilhar: rios, abismos, desfiladeiros, ou que a nossa própria ambição colocou, como rodovias, ferrovias e outras criações humanas. Na política, supostamente, seria a mesma coisa: um jeito de ir do ponto A pro ponto B, onde está o poder, com ar-condicionado e gente te bajulando. Pontes, nesse caso, servem para vencer adversários, para permitir o trânsito civilizado de um ponto a outro. Pois bem. A frase do ilustre "articulista" dissolve-se, então, num contra-senso retórico de primeira grandeza. Porque Carlos, Eduardo e a sua suposta legião de minions, isto é, nós mesmos, pobres mortais do lado de cá, aspiram exatamente a chegar ao ponto B, atravessando os obstáculos naturais que o destino e a História colocaram no caminho. Entre eles, o próprio Constantino e os seus pares de bancada, guardiães intransigentes do status quo. Resta, portanto, uma única interpretação que preserve à declaração um fiapo de lógica: a de que o próprio Constantino se imagina A PONTE. A ponte, o caminho. Eis-nos, pois, diante de um Napoleão de hospício, de um megalômano de gabinete, dessas figuras patéticas que a República brasileira, em sua infinita generosidade, costuma acolher com indulgência excessiva. Triste espetáculo, humanamente falando. Triste, e um tanto ridículo, pois aqui, o que vemos, é o obstáculo se achando a ponte.
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Considerações precisas acerca de uma palpiteira de ofício tardia
Taí. Alguém, com feliz acerto, chamou Ana Paula Henkel de palpiteira política. E palpiteiro, convenhamos, nunca foi sinônimo de analista. Ana Paula, suspeito eu, nunca dispôs de tempo para mergulhar nas grandes obras gregas sobre a pólis, a Política de Aristóteles, por exemplo, ou o rigor implacável de Tucídides. Compreende-se: quem treinou oito horas por dia durante mais de duas décadas, transformando o corpo em máquina de alto rendimento, dificilmente terá sobrado tempo ou disposição para o cultivo sistemático do intelecto. É a lei natural das coisas. Daí que sua mais profunda reflexão sobre o magnânimo ex-ministro do Supremo, Luís Roberto Barroso, tenha sido aquele inesquecível “boi preto conhece boi preto”, sentença que, reconheçamos, não enriquece em nada o cabedal da análise política séria. A própria Ana Paula, aliás, forneceu o mais revelador indício de sua formação tardia quando confessou, com candura, sua antiga admiração por Hillary Clinton. O detalhe é saboroso. Ainda namorando quem viria a ser seu marido, durante uma viagem aos Estados Unidos, manifestou o desejo de comprar uma biografia da democrata. A reação de Carl Henkel foi instantânea e lapidar: “Compra hoje e amanhã você está no voo de volta ao Brasil”. E, sem maiores explicações teóricas, arrematou com o imperativo anglo-saxão: Do your homework. Faça o dever de casa. Vá pesquisar. Essa pequena anedota doméstica ilumina, melhor que longos tratados, o percurso da senhora: ela chegou tarde ao ofício de opinar sobre o mundo. Tarde demais, talvez, para perceber certas catástrofes espirituais de nosso tempo. Ainda hoje causa espécie a ausência quase total, em sua fala, de qualquer crítica substantiva a João Paulo II — o papa que, com zelo polonês e otimismo conciliar, abraçou o ecumenismo de feição Nova Era e contribuiu, como poucos, para o esvaziamento doutrinal da Igreja. Suspeito que ela ignore, ou prefira ignorar, o quanto o Concílio Vaticano II e seu mais longevo representante na cadeira de Pedro foram nocivos à tradição católica. Para compreender tais coisas é preciso tempo, leitura e, sobretudo, disposição para enfrentar o desconforto da verdade. Ana Paula, ao que tudo indica, começou o exercício tarde. Em suma: há mais pose do que substância. Palpiteira, como bem disse alguém... Sheila Barrios, se não me falha a memória. E o palpite, por mais bem-vestido e bem-articulado que seja, continua sendo apenas isso: palpite.
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O Bostil é um lugar lamentável, no qual o feministo travequeiro Adrilles consegue se eleger e o fantástico Kogos não.
Flavio Bolsonaro pediu patrocínio de um banqueiro numa época em que ele não era nem investigado Ele não fez como o Zema que demitiu uma idosa faltando 2 meses pra se aposentar pq ela não quis ser injetada com veneno Ele não fez como Caiado que elevou imposto de comida no meio da ditadura sanitária Ele não fez como Renan Santos que mandou coraçãozinho de amor pro Alexandre de Moraes apoiando a ditadura judiciária Flávio é o único capaz de vencer o chefe do Vorcaro num segundo turno FLAVIO BOLSOMITO 2026 SEMPRE
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A Turma do Bancão Mágico
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