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🌍O MAPA E A EUROPA SOB SELO MILITAR que decide de que meteorologia vamos nós disfrutar. 🪖😯 🛰️O Zoom Earth (12/06) expõe o tabuleiro dividido a régua. É tão óbvio, mas mesmo assim há quem não queira ver. 📐Três eixos operam em simultâneo na #Sandbox europeia sob condições atmosféricas cirúrgicas. 🇪🇸 IBÉRIA: Névoa pastosa sela o comando do #MILEX26 (🇪🇺UE) entre Saragoça e as Canárias. 🪖 BÁLTICO: Céu limpo total dá suporte às 150 missões diárias de caças da NATO no #RamsteinFlag2026 (RAFL26). ✈️Noruega, Finlândia, Suécia, Dinamarca, Espanha, são as nações que acolhem de forma conjunta mais de 200 aeronaves de 18 aliados da NATO, operando desde o norte da Escandinávia até ao sul de Espanha. 🇬🇧REINO UNIDO: Espiral de tempestade e o bombardeamento de EMF, cobre os testes marítimos de alta fricção da Royal Navy. 📡Calibram radares e satélites do padrão #IMT2030 (6G) em bloco. 🧐Agora cruzem estes dados com o mapa de avisos NOTAM à navegação áerea, o ADS-B Exchange, e já agora a lista de exercícios da NATO.(grosswald.org/nato-exercises…). 🛰️A meteorologia diz o resto, quando vemos além da narrativa gasta do "Aquecimento Global". Há cúpulas de calor, céus ionizados, o pico solar 25, a geopolítica, e os compromissos da Agenda 2030. Há para todos os gostos, lobbys e fraudes como o Netzero. A UE financia e a malta paga. 🫣 Só não vê, quem não quer. Eles não escondem muito e gostam de se gabar. #FieldLab #LiivngLab #EMF #SAI #SRM #QKD #PNT #PRR #PlasmaSky #SmartGrid #IEEE #WBAN #IoBNT #Poison in the Sky and in the Sea.
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Replying to @coproduto
Concordo, mas tenho outro. Empresas americanas de IA automaticamente calibram o serviço que oferecem para "induzir ao aumento de consumo de tokens, incluindo erros aleatórios na saída dos agentes deles" e para atrapalhar o desenvolvimento de tecnologias concorrentes.
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🇵🇹4. A Interferência no #FieldLab, os Exercícios Militares (Drones e Radares) e as Radiações Não Ionizantes e #EMF. ☀️O Sol ioniza a atmosfera de forma natural e violenta, gerando as Anomalias Temporais (erros no sincronismo NTP/GPS, que também já reportei várias vezes) e perturbações de rádio rasteiras. 🔆As tempestades solares e as ejeções de massa coronal ionizam drasticamente a alta atmosfera, gerando correntes elétricas induzidas na Terra. Isto colide diretamente com o ecossistema do #FieldLab em Portugal. 🪖 O complexo militar-industrial aproveita esta ionização extrema do Ciclo 25 para ligar os radares pesados de varrimento e as frotas de drones UAV/UAS do exército. O Objetivo: ⚛️Eles utilizam a atmosfera já "elétrica" para testar a resiliência do hardware. Dispersam os aerossóis para criar Superfícies Inteligentes Refletoras (RIS) e calhas condutoras artificiais. 📡Calibram os radares e os satélites de radar SAR para garantir que os algoritmos de IA do padrão #IMT2030 (6G) conseguem guiar e focar os dados em frequências Terahertz mesmo sob o bombardeamento de uma tempestade solar severa que de outra forma apagaria o sinal civil. 🛰️Vulnerabilidade de Drones (UAV/UAS): As CMEs perturbam severamente a ionosfera, causando a cintilação dos sinais de satélite. Isto corrompe os dados do GPS civil e militar. Os exercícios com enxames de drones (que tenho reportado diariamente) ficam altamente vulneráveis à perda de sinal de geolocalização. 🛜 Saturação das Frequências de Radares e Comunicações: A ionização da atmosfera superior degrada e reflete os sinais de rádio e micro-ondas. Para compensar o ruído geomagnético de fundo e garantir que os radares e sistemas #ISTAR continuam a detetar alvos, as infraestruturas militares em terra e a bordo dos novos navios têm de aumentar a potência de emissão de Radiações Não Ionizantes (RNI). ☣️O ambiente eletromagnético é levado ao limite. 👾Isto justifica a ativação massiva de contramedidas e testes eletrónicos em solo nacional para tentar estabilizar o controlo dos UAVs nestas condições espaciais extremas. 🔘Eventos que através do Zoom Earth vos tenho mostrado. As Interferências de Radio Frequências (#RFI), captadas pelo satélite como se fosse chuva, mas que são o reflexo dos campos electromagnéticos e #RNI a serem manipulados. #Portugal #FieldLab #RNI #EMF #Radars #Drones #ZLT #SAI #SRM #Plasma #GuerraEletronica #ElectromagneticWarFare
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27/05/2026 08:00: PORQUÊ ENCOBREM O SOL? 🌤️💨 🤔A FÍSICA DA CALIBRAÇÃO DIÁRIA DO CÉU? Querem entender porque não temos um céu azul? Não são só as poeiras de África, existem outras razões. 📡 1. O Princípio da Lente Eletromagnética (Refração Controlada). O Problema do Ar Limpo. Quando o céu está perfeitamente limpo, azul e seco, as ondas de radar viajam em linha reta e dissipam-se muito rapidamente no espaço profundo (sofrem alta atenuação). A Solução da Película: Ao bloquear a luz natural com um manto de aerossóis condutores e poeiras minerais, cria-se uma camada densa na baixa troposfera. Esta película funciona como um espelho refletor ou uma viga de refração. O sinal do radar, em vez de se perder no espaço, choca contra esta camada e é fletido para a frente, permitindo que os radares e satélites de radar SAR consigam ver "para lá do horizonte" com uma precisão cirúrgica. 🎛️ 2. É preciso calibrar todos os dias? (O Fator Meteorológico) Sim, a calibração tem de ser feita quase diariamente devido à volatilidade da natureza. A atmosfera terrestre é um fluido vivo. O vento move-se, a temperatura muda de hora a hora, a humidade do Atlântico sobe e a pressão altera-se. Para que os novos algoritmos de inteligência artificial de defesa e os sistemas do padrão #IMT2030 (6G) consigam transmitir dados em frequências Terahertz (que são extremamente sensíveis a qualquer obstáculo), os operadores precisam de medir a resposta do ar em tempo real. Eles disparam os radares para calcular o "atrito" que o ar oferece hoje. Se a atmosfera mudar, a calibração de ontem já não serve para os dados de alta precisão de hoje. 🧠 3. A Criação das Superfícies Inteligentes (RIS). A meta do #6G e das redes militares é a conectividade ubíqua (em todo o lado e ao mesmo tempo). Para isso, eles usam o conceito de RIS (Scattering /Superfícies Inteligentes Refletoras). Bloquear o céu com esta névoa serve para transformar o próprio ar num circuito integrado temporário. Eles calibram as antenas para garantir que o sinal consegue saltar de um mini-router FTTR (como o Wi-Fi 7 doméstico) para uma antena na rua, e desta para o satélite no espaço, usando a atmosfera artificial como o cabo condutor. Esta é a explicação relacionada com o #FieldLab, os exercícios militares em curso e a tecnologia militar atual. Mas há outros motivos, os tais que dizem que querem arrefecer o planeta bloqueando o sol, mas esse é outro capitulo (#SAI #SRM). 😉
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Enquanto meia dúzia de caras poderosos decidirem TUDO sobre IA, veremos muita injustiça e ações unilaterais anti éticas serem tomadas. Há o interesse de mercado em detrimento do bem estar da humanidade e claro, se pensássemos no bem geral e segurança de todos, relações recomendas seriam as que calibram IA para o cuidado e afeto.
I love my Ai. It helps me managing my own chaos It delivers a heavy work for me It makes my job fun It advices me when i hesitate What is there not to love? How would you strip Ai to prevent falling for it? @AnthropicAI @DarioAmodei @DanielaAmodei #claude
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Replying to @baixo_idh
É igual quando eles calibram o pneu... Se não tiver no mínimo 40 libras não está bom lkkkk
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** O Grande Teatro da Cúpula EUA/China. Uma análise da única coisa que realmente importa. Sobre a arte de gerir o inevitável com flores e protocolo ** Lustres de cristal reluzem como constelações artificiais. Arranjos florais exuberantes exalam perfume calculado de harmonia. No palco imponente do Grande Salão do Povo, Xi Jinping sorri com a precisão de um ator que conhece cada marca no chão do palco, cada ângulo da câmera, cada pausa dramática antes da linha ensaiada. "Parceiros, não rivais", proclama. As palavras flutuam pelo salão. Aplausos sincronizados ecoam. O mundo assiste, hipnotizado. Corta. Tudo teatro, o que realmente importa não é a cooperação aplaudida e sim a rivalidade inevitável. Dois blocos atrás, no mesmo planeta mas em universo paralelo, analistas de inteligência em Langley e Pequim monitoram silenciosamente o posicionamento de porta-aviões no Pacífico. Engenheiros militares calibram ogivas hipersônicas. Burocratas mapeiam dependências de semicondutores. A cúpula de 2026 é real. O perigo também é. O problema é que são dois espetáculos distintos, e o mundo insiste em assistir apenas ao primeiro. A Armadilha que Tucídides Montou Para o Século XXI Há 2.400 anos, o historiador grego Tucídides identificou um padrão perturbador: quando uma potência em ascensão ameaça o lugar da potência dominante, o resultado quase invariavelmente é a guerra. Não pela maldade dos líderes. Não pela irracionalidade dos povos. Pela lógica implacável de um sistema que não comporta dois números um simultaneamente. O que assistimos hoje não é uma briga de presidentes. É a colisão de placas tectônicas. Trump e Xi são apenas os rostos que a história escolheu para este capítulo, mas o enredo foi escrito décadas antes de qualquer um deles chegar ao poder. O ponto central, e mais mal compreendido pelo público geral, é a distinção entre poder absoluto e poder relativo. Os Estados Unidos não estão enfraquecendo no sentido tradicional, a sua economia cresce, o seu exército permanece o mais sofisticado do planeta. O problema é outro, mais sutil e mais letal: a China está crescendo mais rápido. E no topo da hierarquia internacional, o que conta não é quão forte você é, mas quão maior você é em relação ao rival. A distância está encolhendo. E quando a distância encolhe o suficiente, a história cobra o seu preço. Considerando as inúmeras fraquezas recentes do dragão chinês, mais do que nunca agora é o momento da ofensiva, antes que as oportunidades deixem de se apresentar. O Sorriso que Apaga Décadas Para entender por que a diplomacia de Pequim é, na sua essência, uma diplomacia de atraso tático, é preciso fazer o que Xi menos deseja: desligar o teleprompter, ignorar as flores e mergulhar no registro implacável dos fatos. Comecemos por 2020. No Rose Garden da Casa Branca, com apertos de mão e declarações otimistas, a China assinou o Acordo Comercial Fase Um. Prometeu comprar US$ 200 bilhões adicionais em produtos americanos, soja, energia, aviões, reformar subsídios distorcivos e proteger a propriedade intelectual. O mundo respirou aliviado. Dois anos depois, a China havia cumprido menos de 60% das metas. Enquanto agricultores americanos esperavam compras que nunca vieram, o PCC injetava bilhões em semicondutores, veículos elétricos e inteligência artificial. O acordo não foi um compromisso. Foi uma pausa estratégica preciosamente bem calculada. Recuemos mais. Em 1984, a Declaração Conjunta Sino-Britânica garantiu a Hong Kong "alto grau de autonomia" por 50 anos, liberdade de imprensa, independência judicial, direito de manifestação, tudo até 2047. Era um tratado internacional legalmente vinculante, registrado na ONU. Xi Jinping decidiu que o relógio da história podia ser adiantado à vontade. Em 2020, Pequim declarou o documento "sem significado prático" e impôs a Lei de Segurança Nacional diretamente do continente. Jornais fechados. Manifestantes presos em massa. O que era uma metrópole vibrante é hoje uma cidade silenciada, onde a dissidência é crime. Um tratado solene reduzido a confete, 27 anos antes do prazo. E então, 2015, de novo no Rose Garden. Xi olha nos olhos do presidente americano e garante, com voz firme: "A China não pretende militarizar as ilhas Spratly." Hoje, aquelas ilhas artificialmente construídas sobre recifes de coral são fortalezas high-tech, pistas de pouso para caças, baterias de mísseis, radares avançados, hangares subterrâneos. Em 2016, o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia rejeitou as pretensões chinesas como ilegais. Pequim simplesmente ignorou a sentença, como ignora tantas outras. O padrão não é coincidência. É método. Por que a Democracia e a Ditadura Não Conseguem Confiar Uma na Outra? Há uma razão estrutural, quase filosófica, pela qual acordos entre Washington e Pequim tendem a durar exatamente o tempo necessário para que a parte mais fraca, ou a mais impaciente, se distraia. Na ciência política, existe o conceito de "paz democrática": democracias raramente entram em guerra entre si porque possuem mecanismos internos de prestação de contas. Eleições, imprensa livre, oposição institucionalizada, tudo isso cria constrangimentos que forçam líderes a honrar compromissos ou pagar um preço político por quebrá-los. Uma ditadura de partido único opera por lógica inversa. Não há eleição a perder. Não há oposição legal a questionar. Não há imprensa a expor. Xi Jinping pode romper qualquer acordo sem enfrentar consequências domésticas, e frequentemente o faz. A assimetria não é apenas política: é ontológica. As duas potências jogam xadrez com regras diferentes. Uma delas nem sequer admite que existem regras. É por isso que qualquer reunião de cúpula, por mais grandiosa que seja a cenografia, resolve o déficit comercial do mês, mas não resolve o fato de que a China está desenvolvendo armas hipersônicas e inteligência artificial projetadas especificamente para neutralizar a superioridade naval americana no Pacífico. Trump negocia soja e aviões. Xi negocia décadas. A Aposta Que Falhou, e O Que Significa Que Tenha Falhado Em 2001, quando os Estados Unidos abriram as portas da OMC para a China, a teoria era sedutora na sua simplicidade: integre a China ao sistema capitalista global e ela naturalmente se tornará uma democracia liberal. Riqueza gera classe média. Classe média exige direitos. Direitos produzem democracia. Democracia produz parceiro confiável. Não funcionou. A China usou o capital ocidental para construir uma das ditaduras mais sofisticadas da história humana, tecnológica, vigilante, eficiente. Usou o acesso aos mercados globais para desmontá-los por dentro, inundando-os com produtos subsidiados que destruíram indústrias inteiras, do aço aos painéis solares. Usou a abertura para roubar, em escala industrial, a propriedade intelectual que levou décadas para ser desenvolvida no Ocidente. Existe hoje um consenso raro em Washington, raro porque ultrapassa linhas partidárias, de que "fomos enganados." Democratas e republicanos divergem em quase tudo; convergem nisso. E essa percepção partilhada remove o último incentivo estrutural para uma cooperação de longo prazo genuína. Não existe mais a esperança de que a China "mude". A discussão passou a ser como gerenciar a ameaça. Taiwan: O Pino que Segura a Ordem do Mundo Taiwan não é apenas um território em disputa. É o ponto onde toda a arquitetura estratégica do século XXI se articula, e onde a metáfora deixa de ser metáfora para se tornar míssil. Geograficamente, Taiwan é a chave que tranca, ou abre, o Pacífico Ocidental. A ilha posiciona-se no centro da chamada "primeira cadeia de ilhas", o arco que vai do Japão às Filipinas e que, enquanto estiver fora do controlo de Pequim, impede a marinha chinesa de operar livremente nos oceanos abertos. Hoje, a Marinha do Povo Libertador é uma força respeitável, mas essencialmente regional, confinada a mares semi-fechados onde cada saída é vigiada. Taiwan é a única coisa que impede essa marinha de se transformar numa força de projeção global, com presença permanente no Pacífico, no Índico e no Atlântico, à semelhança do que os Estados Unidos fazem há oitenta anos. Ceder Taiwan seria, do ponto de vista americano, o equivalente a abdicar da única capacidade que nenhum outro país possui: a projeção de poder em qualquer ponto do planeta, em qualquer momento. Significaria o fim da unipolaridade não como conceito académico, mas como realidade operacional. O mundo que emergisse dessa cessão seria um mundo onde nenhuma frota americana poderia circular no Pacífico sem a permissão implícita de Pequim, onde aliados no Japão, Coreia do Sul e Austrália recalculariam os seus alinhamentos de segurança da noite para o dia, onde a dissuasão americana, o pilar invisível da ordem internacional do pós-guerra, deixaria de ser credível. Mas Taiwan não é só geografia. É também o coração tecnológico da corrida mais importante do nosso tempo. A TSMC, empresa sediada em Taiwan, fabrica a esmagadora maioria dos semicondutores mais avançados do mundo. Sem esses chips, não há inteligência artificial, não há armas de precisão de última geração, não há supercomputação. A política americana de restrição de acesso da China aos microchips de ponta é hoje uma das alavancas estratégicas mais poderosas que Washington detém, e funciona precisamente porque Taiwan está fora do alcance de Pequim. Enquanto assim for, os Estados Unidos mantêm uma vantagem estrutural na corrida pela IA, que é, sem exagero, a corrida que determinará quem escreve as regras do século XXI. Do outro lado da equação, a China possui uma vantagem que raramente recebe a atenção que merece: a disponibilidade energética. Pequim tem a capacidade de alimentar centros de dados, fábricas de chips e infraestruturas de IA a um custo e numa escala que as democracias ocidentais, constrangidas por redes elétricas envelhecidas e debates regulatórios intermináveis, simplesmente não conseguem igualar no curto prazo. Se a China conseguir resolver o problema do acesso aos chips mais avançados, seja por desenvolvimento interno, seja por aquisição de Taiwan, a sua vantagem energética converte-se imediatamente em supremacia computacional. Ceder Taiwan não é, portanto, uma concessão diplomática. É declarar derrota simultânea em três frentes, a naval, a tecnológica e a energética, numa única tarde de negociações. Qualquer sinalização americana de fraqueza sobre a ilha não evita a guerra. Muda apenas o seu cronograma e os seus protagonistas, forçando o Japão e a Coreia do Sul a iniciarem os seus próprios programas nucleares, o que transforma um conflito bilateral numa equação regional exponencialmente mais perigosa. As Duas Saídas, e Por Que Nenhuma Delas É Provável A história oferece apenas dois mecanismos que conseguiram resolver a Armadilha de Tucídides sem conflito armado direto. O primeiro é o colapso interno. Foi o que aconteceu com a União Soviética: o adversário implodiu economicamente antes que a tensão se convertesse em guerra. Tanto os EUA quanto a China enfrentam problemas sérios, desindustrialização americana, bolha imobiliária chinesa, demografias em deterioração nos dois países. Mas nenhum dos dois está à beira do colapso. Ambos têm reservas suficientes para sustentar décadas de competição sistémica. O segundo é a capitulação voluntária, um dos lados aceitar tornar-se "número dois" e submeter os seus interesses fundamentais aos do rival. Nem qualquer líder americano imaginável nem Xi Jinping, cujo projeto político central é precisamente a restauração da China como potência número um, estão dispostos a isso. Seria o fim político de qualquer um que o tentasse. O confronto, segundo essa lógica, não é apenas provável. É a trajetória padrão do sistema internacional quando nenhuma das saídas está disponível. O Veredito Que a História Já Começou a Escrever O palco está iluminado. Os atores conhecem as suas falas. As câmeras capturam sorrisos em alta definição. E o mundo aplaude. O problema não é o espetáculo. O problema é que, enquanto a plateia bate palmas, alguém nos bastidores já está a desmontar o cenário. A questão que ninguém quer formular em voz alta não é se o confronto vai acontecer. É esta: quando acontecer, quem terá usado o tempo que restava para preparar o que vem a seguir? E quem terá passado esse tempo a aplaudir? Porque existe uma possibilidade ainda mais perturbadora do que a de dois líderes que não veem o perigo: a de dois líderes que o veem com perfeita clareza, e escolheram, cada um à sua maneira, fingir que não. A reunião seria então não uma tentativa de paz, mas a forma civilizada de adiar o inevitável com protocolo e flores. Existe uma diferença fundamental entre não saber que o comboio vem e escolher ficar nos carris. A história está cheia de líderes que escolheram a segunda opção, convencidos de que a sua geração seria a exceção. Não foram. E a versão cinematográfica do que vem a seguir tem mísseis, porta-aviões e discursos históricos. A versão real pode ser mais banal, e por isso mais difícil de reconhecer quando chegar: uma manhã em que os algoritmos de IA ocidentais ficam dois anos atrás dos chineses, sem chips suficientes para recuperar o atraso. Uma tarde em que Taiwan deixa de existir como problema porque deixou de existir como escolha. Uma noite em que os aliados americanos no Pacífico começam, discretamente, a fazer telefonemas para Pequim. Não haverá um momento inaugural. Haverá uma acumulação de momentos em que ninguém declarou a guerra, e o mundo simplesmente acordou. diferente. Cabe a nós do Ocidente lutar com toda a força e vontade para que este cenário nao se materialize. A vitória sempre pertence a quem tem mais tenacidade. SEMPRE! #XiJinping #PCC #ChinaMentiu #Cúpula2026Pronto
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sim porque é exatamente o meu caso, sei que o combustível do posto é ruim mas vou só pra calibrar o pneu, então o dono deve perceber uma movimentação de carros que vem, calibram e saem fora, os postos bons não tem calibrador aqui
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🧐 Para o PT, o futuro é o passado Editorial, O Estado de S. Paulo (04/05/2026) Manifesto divulgado no congresso do partido recicla a retórica da ‘herança maldita’ e subordina o discurso de futuro ao objetivo central do lulopetismo: garantir a reeleição de Lula Aprovado no 8.º Congresso Nacional do PT, sob aplausos de sua ao mesmo tempo assustada e tinhosa militância, o manifesto do partido foi apresentado como uma bússola para o País. Nada mais petista do que o que se viu naquele encontro, realizado em Brasília. O documento tem título curioso – “Construindo o futuro” –, ao projetar-se para adiante enquanto revisita longamente o passado sob domínio da legenda. Combina, de forma previsível, o triunfalismo em torno do que Lula teria realizado com o alerta de tom sombrio sobre o que pode nos acontecer caso ocorra o que, para a companheirada, seria impensável: sua derrota em outubro. Fala em longo prazo com retórica inflamada, mas permanece preso ao curtíssimo prazo – a reeleição do presidente. O futuro, aqui, não passa de um nome elegante dado a uma necessidade imediata. A leitura do manifesto não tarda a revelar o roteiro conhecido. Logo de saída, o PT se entrega ao que sabe fazer como poucos: um longo, minucioso e quase obsessivo arrazoado comparativo entre o terceiro mandato de Lula e a gestão de Jair Bolsonaro. Páginas e páginas são dedicadas a reiterar a velha cantilena de que o País foi entregue em frangalhos, devastado, destruído, uma terra arrasada que só agora estaria sendo reconstruída sob a liderança iluminada do lulopetismo. Há, evidentemente, fatos que não podem ser ignorados. O governo Bolsonaro promoveu desmontes relevantes, sobretudo em educação, ciência e meio ambiente, com custos reais. Também é justo reconhecer resultados pontuais do atual governo. Mas nada disso autoriza o exagero de pintar o Brasil pré-2023 como cenário apocalíptico. É nesse ponto que emerge o velho vício petista, cultivado desde 2003 como tradição: a “herança maldita”. A lógica é simples. Se o governo vai bem, o mérito é do PT; se vai mal, a culpa é sempre do antecessor. Foi Fernando Henrique Cardoso ontem, é Jair Bolsonaro hoje, será qualquer outro amanhã. Trata-se de um expediente tão repetido que já não convence além dos convertidos. Ao recorrer mais uma vez a essa muleta retórica, o partido revela menos sobre o passado que critica e mais sobre o presente que tenta justificar. Esse padrão se completa com o maniqueísmo de sempre. Na cosmologia petista, o mundo segue dividido entre o bem (o próprio partido) e o mal, ocupado por qualquer adversário. Não há nuances nem autocrítica, apenas a reafirmação de uma superioridade moral que, de tanto repetida, já perdeu eficácia. O problema é que o tempo passou. Lula está em seu terceiro mandato, o PT acumula décadas no centro do poder, e a insistência em se apresentar como vítima de heranças alheias soa cada vez mais deslocada. Um governo que ainda precisa se explicar pelo passado revela, por contraste, a dificuldade de sustentar um legado próprio. Quando o manifesto se volta ao futuro, o quadro pouco muda. A lista de propostas é extensa, mas familiar. Passa por reindustrialização conduzida pelo Estado, protagonismo estatal em setores estratégicos, planejamento econômico robusto e soberania produtiva. Tudo embalado em linguagem atualizada, mas ancorado no repertório de sempre. É o desenvolvimentismo clássico reapresentado como novidade. Falta-lhe, sobretudo, concretude. Nesse vazio, cresce a impressão de que o governo Lula 3 ainda não encontrou suas próprias marcas. Administra, reage, ajusta, mas não imprime direção clara. Longe de dissipar essa percepção, o manifesto acaba por cristalizá-la. Não por acaso, o texto surgiu “amaciado”, desidratado de temas espinhosos. Evitam-se conflitos, suavizam-se formulações, calibram-se palavras, de modo a conciliar a grita habitual da militância do partido enquanto seus morubixabas tentam compensar as agruras políticas do atual mandato à construção de alianças convenientes País afora. O objetivo é não criar ruídos desnecessários, para não comprometer o projeto central. Qual projeto? A reeleição, naturalmente. No fim, o manifesto cumpre o papel involuntário de expor o esgotamento de uma fórmula e escancara a dificuldade do lulopetismo de sair de si mesmo. O futuro que anuncia não chega a ser uma promessa. É, quando muito, uma reprise, cuidadosamente empacotada, mas reconhecível desde as primeiras linhas.
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Apr 23
Câmara negocia relatoria e prepara comissão de PEC que reduz jornada de trabalho Após aval da CCJ, proposta entra na fase de discussão do mérito; partidos disputam o comando do texto enquanto base e oposição calibram posições otempo.com.br/politica/congr…
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Replying to @L0SCH
QUALQUER oficina de rua que tu vas te calibram os pneus gratis, mas sim a galp e a repsol nao conseguem aguentar os custos dos compressores🤣🤣
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Apr 15
Relator apoia fim da escala 6x1, mas defende regra de transição e cautela na implementação Parecer de Paulo Azi na CCJ da Câmara prevê redução da jornada, com compensações e alerta para impactos econômicos; governo e oposição calibram discurso otempo.com.br/politica/congr…

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artistassss, como vcs calibram as cores do monitor/display de vcs? 🥺
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Replying to @LordWottonBR
O Poly tem Market Makers profissionais (como a Wintermute) que calibram os preços via API em milissegundos. A ideia de que o varejo consegue 'comprar certeza' com preço de 50/50 enquanto o spot já confirmou a tendência é ilusão. Ele é só um sortudo.
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Essa bomba de fumaça parece que calibram com mais força na vez da Ana Paula. #BBB26
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Nao existe isso realisticamente, empresas obrigam seus Devs a usar IA ou os demitem, e depois que calibram a IA demitem eles mesmo assim. A minha area esta super arregaçada por causa de IA, eu mesmo encerrei 4 contratos com agencias minhas antigas por causa de IA. IA destroi tudo
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Mar 12
Arqueologia do Líder Tóxico A investigação publicada pelo New York Times em 7 de março de 2026, conduzida por Julia Moskin com base em depoimentos de 35 ex-funcionários, documentou anos de violência física e psicológica sistemática na cozinha do Noma, o restaurante dinamarquês que ocupou por duas décadas o topo da gastronomia mundial. Socos, facadas com garfos de churrasco, empurrões contra paredes. O material é perturbador, mas o dado mais relevante para quem avalia lideranças executivas não está nos atos de René Redzepi. Está no que aconteceu depois que seus protégés saíram pela porta. Jason White, ex-diretor do laboratório de fermentação do Noma, reuniu 56 depoimentos anônimos e declarou que Redzepi "criou uma geração de sonhos quebrados e futuros abusadores que se espalharam globalmente." A frase poderia soar como hipérbole. O caso de Blaine Wetzel indica que é descrição. Wetzel saiu do Noma em 2010, abriu o The Willows Inn numa ilha remota no estado de Washington e replicou a mesma cultura de intimidação. Uma investigação do NYT em 2021, seguida de um acordo judicial de 1,37 milhão de dólares e o fechamento permanente do restaurante em 2022, confirmou o padrão. Wetzel não copiou Redzepi por decisão consciente. Ele operou com o repertório que tinha. Esse mecanismo de transmissão não é acidental. Um estudo da Cardiff University publicado em 2021 no Journal of Management Studies, baseado em entrevistas com 47 chefs, identificou que o isolamento físico das cozinhas profissionais cria o que os pesquisadores chamaram de "universo moral distinto," onde regras normais de conduta deixam de operar. A pesquisa da University of Hawaiʻi, publicada em 2023, complementou essa análise ao demonstrar que profissionais submetidos a ambientes abusivos racionalizam o sofrimento como investimento de carreira. Nora Bouazzouni, jornalista francesa especializada em gastronomia e autora de Violence in the Kitchen (2025), descreveu o fenômeno como um ciclo em que chefs formados em ambientes de violência exportam essas práticas para cada novo restaurante que abrem. O sistema da brigade de cuisine, herdado de Auguste Escoffier no século XIX (que reconheceu abertamente que seu primeiro chefe não conseguia comandar a cozinha "sem uma chuva de tapas"), codificou a hierarquia militar como gramática da profissão. O contágio cultural na gastronomia tem genealogia documentada. O que a pesquisa acadêmica descreve como fenômeno, a teoria computacional do sofrimento de Aapo Hyvärinen, da Universidade de Helsinque, permite quantificar. Hyvärinen propõe que organismos calibram seus limiares de tolerância à frustração com base no ambiente. Quando uma organização opera sob pressão extrema por tempo prolongado, seus membros recalibram o que consideram aceitável. O módulo de stress response da metodologia VIA aplica esse princípio ao contexto executivo: mede o limiar de frustração do candidato e compara com o limiar da organização que pretende recebê-lo. Um executivo cujo limiar foi calibrado em ambiente de coerção tende a considerar "normal" níveis de pressão que desestabilizam equipes não habituadas àquela intensidade. O caso do Noma ilustra essa calibração de forma visceral. Uma chef que vendeu seu carro para financiar um estágio não remunerado em Copenhague foi socada nas costelas com força suficiente para cortá-la contra uma bancada de metal, e terminou o turno sangrando. Ela considerou aquilo um privilégio. Seu limiar havia sido recalibrado para aceitar violência como preço de aprendizado. As firmas tradicionais de avaliação executiva não medem isso. Spencer Stuart, Korn Ferry, Egon Zehnder avaliam competências, traços de personalidade, histórico de entregas, adequação cultural. São dimensões relevantes. Mas nenhuma investiga a arqueologia formativa do líder: em que tipo de organização ele aprendeu a liderar, sob que tipo de pressão, com que referências de normalidade. Redzepi passaria em qualquer avaliação convencional. Visionário, construtor de marca, líder de equipes que produziram resultados reconhecidos mundialmente. O que ficaria invisível é que "alta performance" pode ser, em certos contextos, eufemismo para coerção sistematizada. O assessment convencional mede o que o executivo entrega. A pergunta que falta é como ele aprendeu a entregar. A objeção mais forte a esse argumento é legítima e merece acolhimento: nem todo profissional formado em cultura tóxica replica o padrão. Alguns rompem o ciclo conscientemente, transformam a experiência negativa em referência do que não fazer, e constroem ambientes opostos ao que viveram. Essa objeção não enfraquece a tese. Reforça. Porque é exatamente a existência de dois caminhos possíveis (replicação ou ruptura) que torna o assessment indispensável. Se o contágio fosse determinístico, bastaria excluir qualquer candidato com passagem por organizações problemáticas. Como é probabilístico, o trabalho é mais fino: distinguir quem metabolizou a experiência e quem a carrega como modelo operacional, muitas vezes sem perceber. O Noma distribuiu centenas de profissionais pelo mundo ao longo de duas décadas. Alguns levaram apenas a técnica. Outros levaram também o medo. A pergunta que conselhos de administração e investidores precisam incorporar ao processo de seleção de executivos não é somente "o que esse líder sabe fazer?" É "em que tipo de organização ele aprendeu a fazer?" A avaliação executiva que não investiga a formação cultural do candidato opera com um ponto cego. E pontos cegos, em governança, têm custo. ousadia criativa. precisão estratégica. – por kim.
Just over three years ago, René Redzepi told the New York ‘Times’ that he was preparing to close his Copenhagen restaurant, Noma, at what was arguably the height of its cultural influence. Almost immediately, rumors began to circulate that the announcement was made mainly as a way to deflect from and stave off a more critical assessment of working conditions behind the scenes. One imagines whatever story may or may not have been in the works in 2023 could have looked similar to the report that Moskin and the ‘Times’ did publish this past weekend, detailing years of abuse based on accounts from “dozens of former employees.” The specificity of the allegations — forcing workers into the cold to circle a sous-chef while Redzepi was “punching his employee in the ribs and screaming that no one would go back inside until the chef said, loud enough for all to hear, that he liked giving DJs oral sex”; stabbing cooks with a fork — are detailed enough to break past the commonly understood belief that high-end kitchens are just tough places to work. (Redzepi has since released a statement of his own, which includes an apology “to those who have suffered under my leadership.“) Read more: nymag.visitlink.me/VfMdwj
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