Proud Zionist above all🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱🇮🇱

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Para Um Bom Entendedor Meia Palavra Basta Se construir um legado fosse fácil, não valorizaríamos por séculos e milênios aqueles que de fato construíram. Churchill poderia ter assinado um ACORDO com Hitler para salvar suas tropas em Dunkirk. Havia pressão para isso dentro do próprio gabinete de guerra. Preferiu a rota mais difícil, mais cara, mais corajosa. Lincoln poderia ter selado um ACORDO de compromisso com o Sul escravista para preservar a União sem guerra. Preferiu pagar o preço inteiro. Washington, no inverno de Valley Forge, com o exército à beira do colapso e generais exigindo um ACORDO com a Coroa, poderia ter estendido a mão. Não estendeu. Três homens. Três momentos em que o ACORDO era a saída disponível. Três recusas. Não porque fossem imprudentes. Mas porque entendiam que certos ACORDOS não salvam nada, apenas adiam a derrota com aparência de vitória. E porque sabiam que a história não perdoa quem desperdiça o momento da força trocando vantagem real por paz de fachada. O legado verdadeiro não é autoproclamado. É conferido. É o julgamento silencioso da história, que não se impressiona com bravatas, não se deixa intimidar por fortunas e não tem memória curta o suficiente para confundir ruído com substância. Os grandes líderes são reconhecidos depois. Os demais precisam ser reconhecidos agora. Para os notáveis e corajosos, a loucura do legado é o único tipo de loucura que a história respeita, e os perpetua para sempre. Para os demais, resta o barulho do presente, que é por definição temporário. A história simplesmente segue em frente, sem olhar para trás. Ou quando olha, é para registrar uma advertência.
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Low enrichment = Obama's JCPOA = clear path to nuclear weapons _
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A Turquia, o Catar e o regime islâmico celebram o acordo. Ele diz tudo o que você precisa saber sobre o quão ruim é.
Turkey, Qatar, and the Islamic regime celebrate the deal. It tells you all you need to know about how bad it is.
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Um alto funcionário israelense disse ao Canal 13 de Israel: Este é um acordo desastroso para Israel. Não há ninguém no topo que não pense assim, do primeiro-ministro ao chefe de gabinete da IDF."
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O ministro da Defesa de Israel, Katz: Netanyahu e Katz ordenaram que o IDF se prepare para uma ação independente contra o programa nuclear do Irã. Israel não se retirará das zonas de segurança no Líbano, na Síria ou em Gaza. As operações da IDF nos campos terroristas do norte de Samaria continuarão e poderão se expandir. Katz: A doutrina de segurança de Israel é "afiada e clara, buscando RESULTADOS DECISIVOS, NÃO COMPROMISSOS".
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Perfeito Daniela. Endosso e concordo com 100% do seu texto
🇺🇸 🇮🇱 Votei no Trump três vezes. Tenho orgulho disso. E, se a eleição fosse hoje, votaria nele de novo sem pensar duas vezes. Dito isso, Israel é Israel. Os Estados Unidos são os Estados Unidos. Israel toma suas próprias decisões e usa suas próprias forças para defender o seu povo. O norte de Israel vive um inferno constante: famílias inteiras em abrigos, crianças sem aula, foguetes caindo todos os dias. Israel não pede e não vai pedir licença a Washington pra defender seu povo. Imaginem só: se o estado de Vermont fosse Israel e Quebec fosse o Hezbollah… os Estados Unidos acabariam com a ameaça na porrada. Sem hesitar. Sem conversa. Capisci? E alguém precisa lembrar ao Trump que, quando o Irã derrubou aquele helicóptero outro dia e nenhum soldado americano foi ferido, os EUA responderam atacando alvos iranianos. O próprio JD Vance já disse: os interesses dos Estados Unidos são dos Estados Unidos. Os interesses de Israel são de Israel. Israel vai fazer o que considerar necessário para se defender, goste Washington disso ou não
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Mesmo os apoiadores mais dedicados de Trump em Israel estão muito desapontados. Sua decisão de fazer um acordo com um regime que pede a destruição de Israel, enquanto amarra as mãos de Israel de se defender, os deixou atordoados. Não sei mais o que pensar, mas isso não é bom. 👇
Even Israel’s most dedicated Trump supporters are very disappointed. His decision to make a deal with a regime that calls for Israel’s destruction, while tying Israel’s hands from defending itself, has left them stunned. I don’t know what to think anymore, but this isn’t good.
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Comentário do MOSSADIL: Vencedores e Perdedores Isto não é um acordo. É um MOU. Não resolve as questões centrais que desencadearam a guerra entre Israel e o Irã. Israel não fez parte da assinatura. Israel não faz parte das negociações em curso. Israel é um país independente e tem o direito e a obrigação de agir de acordo com seus próprios interesses nacionais. O maior vencedor: o regime iraniano. Não porque sejam fortes. Porque eles sobreviveram. Porque o mundo os recompensou por iniciar uma guerra, ameaçar o transporte marítimo global, disparar contra Israel e manter seu próprio povo refém. Eles mudaram a conversa global. Eles viraram grande parte do mundo contra Israel - e, mais importante, empurraram os Estados Unidos de se concentrarem na segurança de Israel para proteger a sobrevivência do regime iraniano. O maior perdedor: o povo iraniano. Foi-lhes prometida liberdade. Eles foram informados de que a ajuda estava chegando. E mais uma vez, eles foram deixados para trás. Perdedor: Trump. Este poderia ter sido seu momento no Muro de Berlim. Em vez disso, está se tornando seu momento Chamberlain.
MOSSADIL COMMENTARY: WINNERS AND LOSERS This was not a deal. It was an MOU. It does not resolve the core issues that triggered the war between Israel and Iran. Israel was not part of the signing. Israel is not part of the ongoing negotiations. Israel is an independent country, and it has both the right and the obligation to act according to its own national interests. BIGGEST WINNER: The Iranian regime. Not because they are strong. Because they survived. Because the world rewarded them for starting a war, threatening global shipping, firing on Israel, and holding their own people hostage. They shifted the global conversation. They turned much of the world against Israel — and, more importantly, pushed the United States from focusing on Israel’s safety and security to protecting the survival of the Iranian regime. BIGGEST LOSER: The Iranian people. They were promised freedom. They were told help was coming. And once again, they were left behind. LOSER: Trump. This could have been his Berlin Wall moment. Instead, it is becoming his Chamberlain moment.
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Concordo 100% infelizmente
MOSSADIL COMMENTARY: WINNERS AND LOSERS This was not a deal. It was an MOU. It does not resolve the core issues that triggered the war between Israel and Iran. Israel was not part of the signing. Israel is not part of the ongoing negotiations. Israel is an independent country, and it has both the right and the obligation to act according to its own national interests. BIGGEST WINNER: The Iranian regime. Not because they are strong. Because they survived. Because the world rewarded them for starting a war, threatening global shipping, firing on Israel, and holding their own people hostage. They shifted the global conversation. They turned much of the world against Israel — and, more importantly, pushed the United States from focusing on Israel’s safety and security to protecting the survival of the Iranian regime. BIGGEST LOSER: The Iranian people. They were promised freedom. They were told help was coming. And once again, they were left behind. LOSER: Trump. This could have been his Berlin Wall moment. Instead, it is becoming his Chamberlain moment.
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Historic failure
“The Deal with Islamic Republic of Iran is now complete. Congratulations to all!” President Donald J. Trump 🇺🇸
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Sim, vamos fingir que o Qatar o maior financiador de terrorismo internacional é maravilhoso Que Lixo completo! Vamos fingir cegueira?
Qatar is bragging about helping to secure the Islamic regime of Iran. Trump confirms.
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Replying to @DrTimBarber
Literally all of the objectives of this war were not met — thanks to Steve Witkoff and JD Vance. None of these have been achieved: - No (‼️) nuclear enrichment - Removal of all enriched materials - Destruction of the nuclear facilities - Disarming Hamas - Disarming Hezbollah - Ending proxy terror funding - Ballistic missile program reduction - Assistance for the Iranian people And of course, no commitments on human rights and no repercussions for the slaughter of over 40k Iranians in January by the regime. Even with the military successes, this is an embarrassment for the United States and sets a terrible precedent. The iranian economy is in free fall due to the blockade — but Steve Witkoff and JD Vance intervened to save the regime and Donald Trump went with it.
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🚫 ELIMINADO: Barba suja Abdul Mun'im Ibrahim Abu Arqoud, um alto comandante da Jihad Islâmica Palestina acusado de envolvimento no assassinato e estupro de dezenas de civis israelenses, foi eliminado em uma operação militar especial israelense.
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A declaração mais inútil da diplomacia internacional: Irã:" prometemos não construir ou adquirir uma arma nuclear."
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Durante quatro décadas, os presidentes americanos buscaram acordos com os governantes jihadistas da República Islâmica, enquanto marginalizavam milhões de iranianos que lutavam pela liberdade. O zelo por um acordo falhou repetidamente. Talvez seja hora de algum zelo pela liberdade do povo iraniano.
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Como a SpaceX Humilhou Wall Street Wall Street acabou de ser humilhada na maior operação da história do mercado de capitais. E o mais impressionante é que ela ainda agradeceu. Durante vinte anos, o mercado funcionou de um jeito simples e vantajoso para quem já estava dentro: havia cada vez menos ações disponíveis. IPOs rarearam. Empresas recompravam suas próprias ações em volumes recordes. Fundos de private equity tiravam companhias da bolsa. Menos papel, mais dinheiro disputando o mesmo estoque. Preços subiam. Valuations inflavam. Era um vento de cauda quase automático. Essa época morreu. A inteligência artificial transformou as maiores empresas de tecnologia em máquinas que consomem capital em escala industrial. Data centers, chips, energia. De repente, quem antes devolvia dinheiro aos acionistas agora precisa pedir mais. E está pedindo. A SpaceX deu o exemplo mais explícito dessa inversão. Fez a maior IPO da história. Levantou US$ 75 bilhões e foi avaliada em 1,78 trilhão. Vendeu só 5% da empresa. Manteve quase todo o controle. As ações que o público comprou têm um voto. As do controlador têm dez. Mudou a sede para o Texas, onde é mais difícil acionar a empresa judicialmente. Colocou as disputas em arbitragem privada. Proibiu ações coletivas. Você entrega o dinheiro. Abre mão do voto. Abre mão de reclamar com facilidade. Abre mão de qualquer influência real. E o dinheiro entrou mesmo assim. Os maiores bancos do planeta brigaram pelo direito de participar da operação. Aceitaram cobrar menos de 0,75% de comissão, uma fração do que normalmente recebem. Foram tratados como despachantes de luxo. E ainda pareceram gratos. Não foi só a SpaceX. O Alphabet levantou 85 bilhões em uma única oferta. A Meta, depois de anos gastando mais de 100 bilhões recomprando ações, agora prevê 145 bilhões anuais em infraestrutura de IA e já cogita vender ações novas. OpenAI e Anthropic também estão se preparando para abrir capital. O mercado consegue absorver o volume. O que ele não consegue esconder é o preço que está sendo cobrado. A SpaceX negocia acima de 90 vezes sua receita anual. Ainda não é lucrativa em escala. Para justificar essa valuation, o prospecto menciona um mercado endereçável de 28,5 trilhões de dólares. Um número que, traduzido em termos reais, significa que cada pessoa com alguma renda no planeta teria que gastar cerca de 28 mil dólares por ano, indefinidamente, em foguetes, satélites e serviços de IA. É uma conta que só fecha se você acreditar que o futuro já foi escrito e que ele é perfeito. Durante duas décadas as empresas foram, no agregado, compradoras de ações. Agora estão virando vendedoras. O mercado parou de funcionar como uma máquina que reduzia a oferta e passou a funcionar como o que sempre foi: um lugar onde grandes ambições vêm pedir dinheiro. Só que agora elas estão pedindo dinheiro com regras escritas por elas mesmas. E cobrando um preço que já embute a certeza de que tudo vai dar certo. A SpaceX pode colonizar Marte. Pode construir data centers no espaço. Pode dominar a infraestrutura da inteligência artificial. Mas a 1,78 trilhão de dólares, ela não está sendo vendida. Está sendo comprada por quem aceita pagar pela perfeição. Wall Street descobriu que, quando o cliente é grande o suficiente, as antigas regras de poder não valem mais. Os banqueiros mais poderosos do mundo imploraram por uma migalha de comissão e ainda tiveram que engolir a humilhação de serem tratados como meros intermediários descartáveis. A SpaceX não negociou. Apenas anunciou o preço e mandou que vendessem. E vendeu. Essa é a nova realidade. O mercado não quebrou. Ele apenas parou de subir por inércia. Agora quem quiser entrar vai ter que pagar o preço que quem controla o jogo decidiu cobrar, e vai ter que aceitar as regras que foram escritas para proteger quem já manda. O vento de cauda acabou. A era do chapéu estendido começou.
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Trump Estava Vencendo. Preferiu o Acordo. Antes de iniciar a leitura deixe de lado duas síndromes dos fanáticos e torcedores cegos de ambos os lados quando tratamos de Trump: TMS - Trump Messiah Syndrome. TDS - Trump Derrangement Syndrome Há uma palavra que os grandes líderes da história compartilham, não nos discursos que proferiram, mas nas ofertas que recusaram. Churchill tinha o acordo. Depois de El Alamein, com o Eixo em retirada na África e os Estados Unidos já na guerra ao lado dos Aliados, um acordo honroso estava ao alcance. Hitler sinalizou disposição para negociar. Churchill não queria um acordo honroso. Queria Berlim. Pressionou até a rendição incondicional. Lincoln tinha o acordo. Depois de Gettysburg e Vicksburg, com o exército confederado sangrando e a Confederação à beira do colapso, uma delegação sulista veio a Hampton Roads propor o fim das hostilidades mediante certas condições. Lincoln tinha uma resposta: rendição incondicional e abolição da escravidão, sem exceções. Não houve acordo. Washington tinha o acordo. Depois de Yorktown, com Cornwallis rendido e o exército britânico humilhado nas Américas, a Coroa estava disposta a negociar uma paz favorável às colônias. Washington e o Congresso exigiram independência plena e retirada total das tropas britânicas. Nada menos. Três homens. Três momentos em que o acordo era a saída disponível. Três recusas. Não por imprudência. Mas porque entendiam algo que só se aprende quando se está no momento certo, com a força certa, diante da escolha certa: a história não perdoa quem desperdiça o momento da força trocando vantagem real por paz de fachada. Agora considere o seguinte fato. Menos de três meses atrás, Donald Trump zombava publicamente do acordo que Barack Obama fechou com o Irã em 2015, o JCPOA, que chamou repetidamente de "o pior acordo já negociado na história americana". Falava dos aviões Boeing carregados de dinheiro vivo, dos paletes de cédulas enviados diretamente para os Guardiões da Revolução Islâmica, da patética submissão americana diante de um regime terrorista. "Isso não vai acontecer com Trump", proclamou. Aconteceu. Esta semana, os Emirados Árabes Unidos, aliado estratégico dos Estados Unidos na região, disponibilizaram 20 bilhões de dólares em ativos iranianos congelados ao regime. Três bilhões já foram entregues. Os emiradenses negam que estão pagando o Irã em nome de Washington. Mas se Abu Dhabi acreditasse que Trump estava prestes a dar o golpe final nos aiatolás, não estaria pagando tributo a um vizinho que, só nos últimos meses, disparou centenas de mísseis e drones contra infraestrutura regional de alto valor. Você não paga tributo a quem está perdendo. Você paga a quem parece estar vencendo. Aqui está o problema, e é um problema de dimensão histórica. Trump não entrou nessa guerra como Obama. Obama negociou de uma posição de fraqueza estrutural, acenando com sacos de dinheiro para convencer um regime hostil a sentar à mesa. Trump e Netanyahu chegaram ao segundo mandato americano com instalações nucleares iranianas críticas já destruídas, com a cúpula do regime eliminada, com Qassem Soleimani, o arquiteto do terror iraniano por décadas, morto por decreto americano no primeiro mandato. O Irã estava genuinamente enfraquecido. A força era real. O momento era único. Era o momento de Churchill depois de El Alamein. Era o momento de Lincoln depois de Gettysburg. Era o momento de Washington depois de Yorktown. E é exatamente esse o momento que está sendo desperdiçado. JD Vance, o vice-presidente que abertamente se opôs à guerra contra o Irã, líder da fação "restricionista" dentro da Casa Branca, passou as últimas semanas negociando um memorando de entendimento com Teerã. Os termos que ele vende à imprensa são deslumbrantes: o Irã desmantelaria instalações nucleares, destruiria estoques de urânio enriquecido, abandonaria Hezbollah, Hamas e os Houthis. Em suma: cedendo a cada exigência americana, sob verificação rigorosa. Se você acredita nisso, tenho um porto de águas profundas para te vender no estreito de Ormuz. O modelo é idêntico ao de Obama. Literalmente idêntico. Vance usa até o mesmo argumento: que a facção "moderada" do Irã está ascendente, e que a maneira de empoderá-la é fazer concessões para que demonstrem aos "linha-dura" que conseguem entregar benefícios ao povo iraniano. Obama disse isso palavra por palavra em 2015. Funcionou? Não. O dinheiro do JCPOA foi direto para os Guardiões da Revolução, que financiaram seu arsenal e seus proxies terroristas em todo o Oriente Médio. A diferença que Vance reivindica: o Irã só recebe quando cumprir. Pagamento condicionado à performance. Mas o Irã já está recebendo. O acordo tem duas fases, e na primeira, antes de qualquer discussão nuclear, o Irã já exige e obtém concessões concretas. O que Vance passou semanas negociando tem outro nome. Os três bilhões emiradenses já entregues são a resposta. São os paletes de cédulas de 2025. O que está acontecendo tem nome. Não é diplomacia. É a lógica da rendição vestida com a retórica da vitória. Quando um presidente decide que o custo de vencer uma guerra é alto demais e recorre a negociações, ele não muda apenas de tática. Ele muda o equilíbrio de poder. O Irã, que estava na defensiva, sem força aérea, sem marinha, com instalações nucleares destruídas, agora sabe que os Estados Unidos recuaram. Sabe que Trump considerou o preço da vitória alto demais. Sabe, portanto, que pode ditar o ritmo das conversas, protelar por seis meses, doze meses, até o fim do mandato, enquanto reconstrói silenciosamente o que foi destruído. O que não é conquistado pela força não pode ser tomado pela negociação. Isso não é análise geopolítica sofisticada. É simplesmente a mecânica do poder, tão velha quanto Tucídides. Há uma ironia cruel aqui que merece ser dita em voz alta. Foi a parceria entre Trump e Netanyahu que impediu o Irã de ter a bomba. Foi Trump quem saiu do JCPOA em 2018. Foi Trump quem matou Soleimani em 2020. Foi a parceria entre os dois, no segundo mandato americano, que destruiu instalações nucleares iranianas, decapitou a liderança do regime e desfez décadas de capacidade bélica construída pacientemente. Se não fosse por essas decisões, o Irã provavelmente já teria a bomba hoje. Trump foi o Churchill que pressionou além de El Alamein. O Lincoln que não cedeu em Hampton Roads. O Washington que não parou em Yorktown. Agora ele está parando. E o pior: está raivoso com Netanyahu por continuar lutando. Declarou estar "perturbado" com o aliado que insiste em defender seu próprio povo enquanto o acordo de Vance, a reedição de Obama, está "quase fechado". Está repreendendo quem resiste. Está protegendo quem cede. Não há como embrulhar isso em retórica de vitória. Trump e Netanyahu construíram o momento mais favorável que qualquer coalizão ocidental jamais teve contra o regime iraniano. Tinham o inimigo enfraquecido, humilhado, com suas instalações destruídas e sua liderança eliminada. E escolheram parar, não porque foram derrotados, mas porque Trump decidiu que o preço de vencer era alto demais. Churchill, Lincoln e Washington estavam vencendo, e precisamente por isso não fizeram o acordo. Trump estava vencendo, e precisamente por isso está fazendo. Essa inversão simples e brutal é o resumo de tudo. A história não tem memória curta o suficiente para confundir isso com vitória. Churchill não está aqui para proclamar seu legado. Não precisa. Washington não ergue a mão pedindo reconhecimento. A história já o reconheceu. Lincoln não assinou o acordo. E ficou para sempre. A história simplesmente segue em frente. Sem olhar para trás. Ou quando olha, é para registrar uma advertência.
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Uma guerra de 38 dias e uma guerra de 12 dias infligiram graves danos ao programa nuclear do Irã, ao arsenal de mísseis, às defesas militares, à economia, à liderança e à rede terrorista. Depois vieram três meses de "cessar-fogo" , com crescente pressão econômica sobre o Irã, mas também um tempo valioso para o regime se recuperar, reconstruir e alavancar Ormuz e o Hezbollah. Agora acrescente mais 60 dias de negociações, uma arena onde o Irã sempre supera os presidentes americanos. A pergunta: A quem esse tempo é favorável? A Questao é, O presidente Trump converterá os sucessos militares em uma verdadeira vitória?
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😱 A verdade sobre quem sustentou o Hamas Não foi apenas o Irã. Nao foi apenas o Qatar. O Hamas não sobreviveu vinte anos pela própria força. Sobreviveu porque o Ocidente deixou. Não por ingenuidade. Não por distração. Por escolha. Governos europeus financiaram Gaza durante duas décadas sabendo que o dinheiro era controlado pelo Hamas. ONGs operaram sob suas regras e ficaram em silêncio sobre seus crimes para não perder o acesso. Jornalistas omitiram sua brutalidade interna para continuar cobrindo o conflito. Acadêmicos construíram teorias que o tornavam compreensível, contextualizado, quase inevitável. Advogados e ativistas mobilizaram o direito internacional para dificultar qualquer pressão séria sobre o grupo, e ficaram mudos quando esse mesmo direito era violado pelo Hamas contra os próprios palestinos. O resultado está à vista: dois milhões de pessoas mantidas em cativeiro existencial por duas décadas, cada geração mais radicalizada, mais desesperada, mais descartável como peão numa causa que nunca foi sobre elas. Porque nunca foi sobre elas. Foi sobre Israel. O palestino real, de carne, osso e futuro, nunca importou tanto quanto o palestino como símbolo de resistência ao Estado judeu. Quando os dois entraram em conflito, o símbolo ganhou sempre. O Hamas continuou de pé. Os palestinos continuaram reféns. E o dinheiro europeu continuou chegando. Isso tem um nome. Não é pragmatismo. Não é complexidade geopolítica. Não é humanitarismo imperfeito num mundo difícil. É cumplicidade. E a prova mais brutal dessa cumplicidade não está nos relatórios de desvio de verbas nem nas estatísticas de radicalização. Está no 7 de outubro, no fato de que uma organização sustentada, legitimada e protegida por esse ecossistema ocidental foi capaz de planejar e executar o maior massacre de judeus desde o Holocausto. Quem financiou o Hamas financiou aquele dia. Quem o silenciou protegeu aquele dia. Quem o normalizou tornou aquele dia possível. O que torna tudo isso verdadeiramente icônico é a ironia cruel do destino: a Europa financiou uma ideologia para corroer Israel, Israel está derrotando essa ideologia em Gaza, e a Europa será corroída, por dentro, pela mesma ideologia que pagou para existir.
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"O fascismo, o nazismo, o comunismo e o socialismo são apenas variações superficiais do mesmo tema monstruoso: o coletivismo." Ayn Rand -
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Para Um Bom Entendedor Meia Palavra Basta Se construir um legado fosse fácil, não valorizaríamos por séculos e milênios aqueles que de fato construíram. Churchill poderia ter assinado um ACORDO com Hitler para salvar suas tropas em Dunkirk. Havia pressão para isso dentro do próprio gabinete de guerra. Preferiu a rota mais difícil, mais cara, mais corajosa. Lincoln poderia ter selado um ACORDO de compromisso com o Sul escravista para preservar a União sem guerra. Preferiu pagar o preço inteiro. Washington, no inverno de Valley Forge, com o exército à beira do colapso e generais exigindo um ACORDO com a Coroa, poderia ter estendido a mão. Não estendeu. Três homens. Três momentos em que o ACORDO era a saída disponível. Três recusas. Não porque fossem imprudentes. Mas porque entendiam que certos ACORDOS não salvam nada, apenas adiam a derrota com aparência de vitória. E porque sabiam que a história não perdoa quem desperdiça o momento da força trocando vantagem real por paz de fachada. O legado verdadeiro não é autoproclamado. É conferido. É o julgamento silencioso da história, que não se impressiona com bravatas, não se deixa intimidar por fortunas e não tem memória curta o suficiente para confundir ruído com substância. Os grandes líderes são reconhecidos depois. Os demais precisam ser reconhecidos agora. Para os notáveis e corajosos, a loucura do legado é o único tipo de loucura que a história respeita, e os perpetua para sempre. Para os demais, resta o barulho do presente, que é por definição temporário. A história simplesmente segue em frente, sem olhar para trás. Ou quando olha, é para registrar uma advertência.
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