Em maio, a Anthropic colocou o Claude dentro dos escritórios de advocacia. Freshfields, Quinn Emanuel, Holland & Knight, todos rodando casos reais na máquina. Doze plugins por área de prática, vinte conectores para o software que o jurista já usa. A advocacia foi o laboratório.
Uma semana antes, a mesma jogada começava em finanças. Crime financeiro, fechamento de mês, a carteira de mil bancos.
O padrão é um só. Achar a profissão regulada, entrar pelo fluxo de trabalho, virar a infraestrutura por onde tudo passa.
Escrevi sobre o que esse padrão esconde. A Anthropic vende inteligência que vira encanamento, e os canos mais valiosos, o dado e o aval, continuam sendo de outros.